História Não tenha medo. - Capítulo 11


Escrita por: ~

Postado
Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Ação, Bissexualidade, bizarro, Drogas, Hot, Psicopata, Sexo, Violencia
Visualizações 24
Palavras 1.888
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Hentai, Mistério, Romance e Novela, Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Violência, Yaoi
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Canibalismo, Drogas, Estupro, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Necrofilia, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Bem-vindo.
{PART 2 - FIM}

Capítulo 11 - A combinação certa entre luxúria e morte.


Fanfic / Fanfiction Não tenha medo. - Capítulo 11 - A combinação certa entre luxúria e morte.

O sol da manhã sempre me deixava enraivecido quando pequeno, eu não entendia por que a noite não poderia ser eterna. O Sol me odeia, eu pensava, pois a ideia de não poder apreciar a noite por muitas noites, era realista demais para mim. Eu sempre odiei a realidade.

Então por entre remédios e camisas de força, a psicose. Ela sempre esteve preparada para dar-me o melhor reflexo do verdadeiro em minha cabeça, criando e recriando as coisas, fugindo daquilo tudo; disso tudo.

Mas agora o movimento de sombras na minha visão periférica me distrai de meus pensamentos matinais, as sombras se aproximavam e possuíam uma silhueta que eu já havia visto antes.

Daniel.

Olha para ele, encarando seus olhos brilhantes, seu sorriso dócil e a luz do sol dando brilho a sua pele e seus cabelos.

Aquela visita me causava estranhamento, eu não o matei na noite passada, e a última frase passa várias e várias vezes em minha cabeça, me confundindo e embaralhando meus valores, o que ele fez?

Seu rosto sempre com um sorriso bem estampado me encarava de volta. Esperando uma palavra de bom dia talvez. Ele não se aproxima, se mantém aonde eu o vi assim que entrou, como se eu fosse uma cobra pronta para dar o bote e ele como uma presa estática e com medo. É assim que deve ser.

_Eu fiz o café_Ele fala baixo olhando para mim.

Eu não consigo acreditar no que eu ouvi, de que maneira pude permitir que uma mera vítima de meu prazer tivesse tanto poder?

Estava sonolento demais para dar uma lição a ele, então preferir só dar um exemplo claro de que ele não é nada. Nada. E dessa forma, não deve fazer nada a mim ou a si próprio a não ser que eu ordene.

Levanto-me de minha cama e pego em sua mão fria, levando-o para minha garagem, uns de meus palcos favoritos para cometer atrocidades.

Os olhos de Daniel estavam voltados para o corpo morto e descontruído de meu tio, ao ver toda aquela sujeira seu estômago se contrai em ânsias de vômito e o cheiro podre de morte também horrível para ele, mas tudo aquilo era perfeito ao meu ver.

_Me diga se foi você._Apertando minha mão o mais forte que conseguia.

Minhas risadas ecoam pelo cômodo meio vazio, produzindo pequenos ecos fracos.

Rapidamente empurro-o em uma parede próxima e começo a enforcá-lo, meu súbito movimento assusta-o. Está da forma que me agrada.

_Faça-me desmaiar._Ele falava mexendo só os lábios.

Apertando seu pescoço ainda mais forte, vejo seus olhos perdendo a direção, sua respiração rala se finalizando, então seu corpo todo amolece e suas pernas bambeiam, ele cai.

Vou até meu quarto, me dirigindo para o móvel no qual guardo minhas roupas limpas e dele tiro alguns calmantes volto até a garagem e vou até sua boca e abro-a devagar, puxando sua língua pego algumas pílulas e enfio em sua garganta, fazendo-o engolir.

Agora fique quietinho, aí.

Pego uma calça e uma camisa e as chaves da camionete em meu quarto, pretendia manter-me longe de Daniel, então assim que entrei no carro dirigi para uma cidade vizinha tão pequena quanto a que eu estava.

As ruas repletas de movimento me convidavam a maldade, era um convite perfeito para assaltos ou sequestros assistidos, mas talvez eu deva só ir para uma casa de strip e transar com alguém, é isso que irei fazer.

As paredes do prostíbulo ostentavam uma cor escarlate de vermelho, no chão um carpete de madeira brilhosa que me parece escorregadio. Caminhando um pouco mais, me deparo com uma sala de estar comum porém luxuosa, abrigando em seus móveis lindas mulheres nuas esperando para serem domadas.

_Já fez seu pedido?_Uma voz masculina me pergunta atrás de mim.

_Alguma recomendação?_Me virando para a face do homem.

_Lise Andreasen_Apontando para uma jovem ruiva sentada em uma poltrona vinho._17 anos._Me levando até ela._Divirta-se.

Sou cavalheiro, esticando minha mão para segurar a dela, beijo-a. Ela sorri e me leva para um quarto próximo o qual fica no segundo andar da casa, subimos lentos, nem por um segundo desgrudo meu olhar de seu corpo, seu corpo branco com atenções rosadas perfeitas. O cabelo ruivo vivo, como se fosse pintado a mão, os dedos suaves e macios apertando os meus, tão angelical.

Ela abre a porta e pede para que eu entre, a cama redonda exibia-se repleta de pétalas de rosas brancas, o ambiente era frio e quase vazio. Uma cama, uma porta para um possível banheiro, uma escrivaninha.

E ainda havia um silêncio que esperava ser preenchido.

Perfeito.

Solto sua mão e empurro-a contra a porta, fechando-a abruptamente e beijando sua boca brilhosa de gloss sabor morango, minhas mãos passeiam pelo seu corpo e descobrem lindas paisagens de cores pastéis.

Jogando-a na cama, rapidamente já estou em cima dela, lambendo seu pescoço e descendo para o pequeno vale entre seus seios, mordiscando um deles ela solta o primeiro gemido. Meu indicador conhece-a primeiro, se encontrava com penugens lindas e tênues e seu interior úmido me provocava.

Estava ansioso para tê-la em minha boca, escapando em minha língua, vazando pelos meus lábios. E sem suportar sentir sua excitação em meus dedos, desci minha boca até sua vulva rosada e então ouço mais gemidos, gemidos tão sinceros e extasiados.

Como seriam seus gritos?

Minha língua conhece cada extremo, dançando por entre seus lábios e adentrando em seu rio agridoce que gradualmente se inunda mais.

Meu íntimo latejava, ele precisava dela. Então tiro minhas calças, cueca, e sem rituais me atiro dentro do rio. Gemidos intensos se iniciam a partir daí, minha boca encontra a dela e isso abafa-os e deixa-nos sem ar.

As estocas profundas uma vez lentas e firmes, se veem rápidas e marcantes, penetrando até o último centímetro de sua vagina. Sentindo o ambiente quente e pegajoso.

Ajustando seu corpo de lado ela recebe minha dureza mais fundo, seus seios perfeito balançam junto conosco e gemendo ela pede por mim, tudo aquilo estava perigosamente calmo, precisava animar um pouco as coisas. Do meu jeito, é claro.

Me desgrudo dela puxando seu cabelo, seu gemido inocente de prazer é errôneo, pois assim que sente o impacto de sua queda no chão me encara incrédula. Me aproximo dela e ela tenta se afastar.

_Péssima escolha, srt° Andreasen._Digo sorrindo.

Antes que começasse a gritar vou rapidamente pra cima dela, calando-a com as minhas mãos.

_Você não vai querer gritar agora, vai?_Eu ria alto em seu ouvido, quando comecei a sentir as lágrimas em meus dedos.

Ela sentia medo. Era aparente. Lise era uma adolescente frágil, que não entendia o que estava acontecendo consigo agora. Eu mostraria a ela as consequências da prostituição, consequências que eu protagonizaria, seu pesadelo.

Precisava terminar aquilo em casa, pego ela a força em meus ombros, tinha que ser rápido. Não queria ser perseguido pelos cafetões por ter sequestrado uma puta.

Fast.

Correndo com ela em direção a porta, sua cabeça bate forte no batente, continuo correndo dando risadas, desço as escadas até o hall de vadias e ouço-as gritarem. Música. Vejo homens correrem atrás de mim mas já estou alcançando minha camionete, atiro ela na caçamba e antes que ela se oriente e fuja, já estou dirigindo para longe dali.

E olhando no retrovisor vejo ela gritando por ajuda para as pessoas no centro da cidade, seu reação me traz companheiros, pessoas em motos velozes perseguem minha liberdade. Merda.

Acelerando para longe e quebrando leis de limites de velocidade eu já não me preocupo com eles, pois já estavam longe demais para me alcançar.

Estacionando em frente de minha casa, desço e vou até a caçamba, estava encolhida como um feto, um feto escandaloso que gritavam por socorro e atenção. Eu daria atenção a ela.

_Vamos vadia, desça daí._Enquanto fazia com que levantasse e puxava-a para baixo.

Ela lutava para manter-se ali e aquela resistência me irritava, estava mal acostumado com toda a submissão de Daniel, porém para a sorte dela, eu amo desafios.

Subi na caçamba, ela se afasta de mim rápido caindo para trás, perfeito, enforcando-a com as duas mãos levanto-a novamente. Era leve e frágil, dito isso, foi fácil atirá-la na rua. Ela caiu no asfalto quente por conta do sol, se vê ralada e sangrando, seu rosto estava vermelho de sangue, um sangue que se misturava com a seu catarro, sua saliva; suas lágrimas.

_Vamos terminar essa brincadeira lá dentro, minha querida?_Falo em seu ouvido enquanto puxava seu cabelo, levantando-a.

Suas pernas bambeiam, seu caminhar lento até a porta me deixava cada vez mais ansioso para rasgá-la.

O choro insistente dela ainda estava ali, e só me deixava mais louco.

Já próximos da porta bato com a cabeça dela na mesma muitas vezes, agora meio desacordada e tonta, abro a porta e jogo-a no chão limpo de minha sala de estar. Os olhos dela semiabertos me encaram chorões e confusos. Precisava torturá-la de todas as formas possíveis, mas quando dou alguns passos em direção a ela, Lise se levanta cambaleante e tenta correr para algum canto da minha casa.

Dou risada de sua reação, ela não tem saída, então apenas espero que volte. Sento em meu sofá e acendo um cigarro, na minha cabeça já traço um plano de minhas ações futuras, tudo perfeitamente como eu acho certo.

_FRASER!!!_Ouço Daniel gritar meu nome me assustando de quão alto aquele berro havia sido. O som provém de um dos quartos do primeiro andar, então corro até lá.

Vejo McCarthy segurando uma faca que estava pronta para cortar seu pescoço, e ela gritando o mais alto que podia. Apertar aquela arma tão forte estava fazendo com ela se cortasse e sangrasse algumas gotas. A cena era maravilhosa. Me sentia como em um dos filmes da trilogia de The Hunger Games, ou algum outro dirigido por Quentin Tarantino.

Ele olha malicioso para mim e eu correspondo-o. Já estava em minha mente o que eu gostaria de fazer a seguir.

Peço para que ele pegue cordas e ele amarra-a, deixando-a de joelhos com os braços presos e a boca amordaçada.

Bastou um sorriso para ele, que ele lê minha mente e vem me beijar, sua boca ágil se choca com a minha, nossas línguas dançando valsa e a as mãos despindo-nos. Pouco a pouco nus e cada vez mais duros e ansiados um pelo outro.

Quando estamos já totalmente pelados, nos direcionamos a Andreasen, Daniel apalpa seus seios enquanto eu puxo seu cabelo, virando sua cabeça para meu pênis completamente excitado. Ela morde-o, e logo em seguida desfiro um soco em seu rosto. Daniel atira ela em minha cama, da tapas em seu rosto até que fique lindamente vermelho e roxo por conta de meu soco.

_Killian vai cuidar de você..._McCarthy sussurra no ouvido dela enquanto olha sorrindo para mim. Como da primeira vez que nos vimos.

Saio do quarto e pego uma faca na cozinha, seguro firme no cabo branco e volto para lá, Lise está recebendo de quatro violentamente, os tapas de Daniel são altos e com certeza ardem em sua bunda, ele agarra no cabelo de Lise e então vejo sua face chorona de terror.

Agora perto dela, faço um corte profundo em sua bochecha, ela grita de dor e se contorce. Está da maneira que me agrada.

_Nós vamos brincar agora._Falando baixo em seu ouvido.


Notas Finais


Ainda não acabou, o que virá a seguir?


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...