História Não vá lá fora - Capítulo 2


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Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Morte, Pacto, Romance, Terror
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Palavras 387
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Aventura, Famí­lia, Fantasia, Ficção, Romance e Novela, Terror e Horror, Universo Alternativo
Avisos: Adultério, Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 2 - Prometo!



- Não vá lá fora. - o pai diz pela milésima vez, empedindo seu filho de sair -


- Por que eu não posso brincar lá fora, pai? - o garotinho pergunto indignado -


- Acredite em mim garoto... Não existe nada de bom lá fora. - responde sério -


Ele sabia muito bem sobre a figurou obscura que há de acompanhar seu filho, sim ela estava lá fora.


Se mantendo imóvel, observando em tempo indeterminado o menino cujo olhava para fora da janela.


Ele sabia bem que isso não duraria muito. Sabia mais do que ninguém que sua intenção não era somente "ajudar".


Muito estranho.


- Pai - chama pelo homem, o tirando de seus pensamentos - Quem é aquele moço? - pergunta inocente - Eu sempre o vejo lá fora, mas nunca o vi antes ou algo assim..


- Ele não é ninguém! - diz meio exaltando, cortando seu filho - Fique longe dele...


- Mas... - tenta entender, mas é interrompido novamente por seu pai -


- Já chega dessa conversa! Ou melhor, chega de janela por hoje! - diz fechando as curtinas - 


O menino sente seus olhos lacrimejantes, enquanto seu pai tenta manter a postura séria. Coisa que não durou muito.


Lhe dói o coração ter de ser grosso, ele não é assim. Lhe dói ver seu filho perdendo por completo sua infância, para se manter protegido... E lhe dói mais ainda, por saber que a culpa de tudo isso, era somente sua.


- Filho... - diz abaixando na altura do garoto - me perdoá filho... Perdoá, esse idiota que és obrigado a chamar de pai. - limpa uma lágrima que escorria pelo rosto do mais baixo - 


- Por que não posso?


- Você é especial... Especial demais! - tenta normalizar a situação - Precisa se manter. Um dia seu velho não estará mais aqui, e você terá de cuidar de sua mãe e de suas irmãs.


- Mas... Eu sou o mais velho, elas ainda são pequenas pai - Diz o mesmo se achando "o adulto", arrancando uma risada se seu pai -


- Mas um dia elas vão crescer, assim como você! - pronúncia apontando para ele - E você terá de tomar conta delas... Não deixar elas namorarem. - diz em um tom divertido - Promete pra mim? - o menininho assenti, nem notando ser a despedida do maos velho -


- Prometo!




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