História Não vá lá fora - Capítulo 4


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Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Morte, Pacto, Romance, Terror
Visualizações 9
Palavras 691
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Aventura, Famí­lia, Fantasia, Ficção, Romance e Novela, Terror e Horror, Universo Alternativo
Avisos: Adultério, Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Espero que gostem.


Boa leitura!...

Capítulo 4 - Chega!



– Pra mim já chega mãe! - o mais alto vociferou - Que merda! - anda rapidamente até seu quarto, sendo seguido por sua mãe. Que mantinha o rosto avermelhado e os nervos à flor da pele - 


– Olha como fala comigo! - ela o repreende, adentrando seu quarto e observa seu filho pegar uma mochila - O que está fazendo? - indagou curiosa -


– Eu vou embora. - seu maxiliar era mantido trincado, enquanto suas espreções fasciais eram sérias - Tenho muito o que viver. - pronúncia arrumando algumas de suas coisas na mochila escura -


No mesmo estante a mais velha se desespera andando rapidamente até seu filho e, tentando empedir tal ato mal pensado.


– Não. Você não vai! - a mesma decreta o segurando pelo braço, em uma tentativa de tentar para-lo - 


– Me deixa, em paz! - diz puxando seu braço bruscamente, fazendo sua mãe se afastar desajeitadamente, enquanto o olhava chorosa - Eu preciso viver mãe... Será que não entende? - tenta se acalmar, puxando e soltando o ar - 


A mulher sentia sua garganta arder e seu coração ser posto diante de duas paredes estreitas. Era notável seu nervosismo e, sua tremedeira imparável era só mais um desses sinais.


Ela sabia. Sabia mais do que ninguém que esse dia iria chegar, mais cedo ou mais tarde.


Mesmo que seu coração ainda visse aquele menininho tão inocente e ingênuo, a realidade era como um tapa sem mão, a fazendo enchergar que seu filho agora é um homem.


– Filho... - ela pede ainda esperançosa - Por favor...


– Eu te amo mãe. - responde desconexo, lhe dando um beijo em sua testa enrugada e saindo do quarto 


Passa por suas irmãs na sala o olhando assustadas e encolhidas. Ele apenas lhes dá um sorriso de leve, abrindo a maçaneta enquanto respirava fundo e abrindo a porta de modo vagaroso.


– Filho. - uma voz feminina soa pela sala, o chamando a atenção - toma cuidado. - alerta e ele assente saindo de casa - E filho. - ela o chama novamente - Eu também amo você. - confessa deixando uma lágrima escorrer por seu rosto -


A porta de madeira é fechada, acabando com o contado visual entre eles. 


Seu olhar percorre a imensa escuridão e o imensurável vazio. Era inorecionante a forma que aquele lugar era afastado.


O medo toma conta se juntando com os arrepios, assim que a adrenalina não se fazia mais tão presente.


Seu respirar profundo fez um breve som, fazendo companhia as grilos que de londe pediam para o sol de amanhã.


O frio incomparável, fez seus pelos se eriçarem e seus queichos baterem. Ele se abraça na tentativa de aquecer, enquanto começava a caminhar para dentro da escuridão.


Se via de longe algumas luzes de sua pequena casa, porém a mesma ficava cada vez mais distante e divisível.


Seu coração se aperta momentaneamente, ao ouvir alguns passos vindo na direção oposta da sua. Ou seja. Vindo ao seu encontro.


Ele balança a cabeça negativamente, tentando por na mesma que ele era um homem não tinha medo e iria enfrentar de cara seus traumas.


O jovem sabia melhor que ninguém quem era aquele ser. 


Simplesmente era um homem, cujo matou seu pai e o fez passar anos dentro do quarto, pos sua mãe tinha medo do mesmo. Mas ele não.


Ele estava disposto a esclarecer aquela história. Queria qualquer coisa que relacionasse a "vingança".


Com sangue nos olhos, o homem ruje os dentes e rosna enfurecido, fechando as mãos em punho e indo com passos calculados em direção aquele ser.


Foi questão de estantes até o ser se por completamente presente em sua área de visão, e parando logo em seguida o fazendo parar também.


Sua cabeça é jogada para o lado, a mantendo coberta por algo preto cujo cobriam também seu rosto.


O jovem o olha amendrontado, um tanto desnorteado e confuso.


– Eu já lhe esperava. - o encapuzado pronúncia baixo - 


– É mesmo? - pergunta irônico voltando a andar em sua direção - Também né... Você matou meu pai! - tenta lhe acertar um soco, mas a figura sobre humana desvia agilmente o fazendo cair no chão -


– Vamos deixar as diferenças de lado garoto... Temos assuntos à tratar. 



Notas Finais


Bom.
Basicamente foi isso.
Espero que tenham gostado.
Bjs, até!...


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