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História Naquela noite - Capítulo 1


Escrita por: e TKYMpjct


Notas do Autor


Primeiramente, estou mt feliz de fazer parte de mais um projeto TK ♥️
Obrigada a @JJKGIRL por essa perfeição de capa, e pela @julythereza12 pela maravilhosa betagem ♥️ Vocês são demais

O capítulo é único e...
Boa leitura meus amores 💜

Capítulo 1 - Imaginação ou não?


Fanfic / Fanfiction Naquela noite - Capítulo 1 - Imaginação ou não?

Eu não sei bem por onde começar a lhes contar esta história… Mas não quero guardá-la apenas para mim e para meus pensamentos que ficaram atordoados depois daquela noite. 

Ah, aquela noite! 

Estava tudo tão bem até aquela bendita noite em que eu, até agora, não processei o que havia acontecido. 

Vou então, tentar começar por algum lugar. 

Não me chamem de louco ou lunático, pois creio que não só comigo, mas, com a maioria das pessoas já deve ter acontecido coisas estranhas… E medonhas. Daquelas que te faz ter pesadelos e pensar se aquilo realmente aconteceu, ou se fora coisa de sua cabeça. 

E tudo começou quando meus pais me levaram para conhecer o garoto que seria meu novo irmão. Por algum motivo desconhecido por mim eles não podiam ter mais filhos gerados além de mim, então, resolveram adotar. 

Meus pais são os melhores do mundo, até mesmo perguntaram o que eu achava da ideia de ter um irmão ou uma irmã. Outros pais não se importariam com a opinião de seus filhos, até porque, pais são pais, e fazem o que quiserem, não importando se o filho quer ou não como, por exemplo: quando o filho quer sair para algum lugar, mas seus pais não deixam, nem se importam de lhes ouvir o porquê quer sair. 

Isso nunca havia acontecido comigo, mas com meus amigos, sim.

E, tamanha foi a felicidade de ambos ao me ouvir falar que havia gostado da ideia. Apesar de ouvir reclamações de meus amigos falando de seus irmãos, eu sempre imaginei uma companhia… Tem seu lado bom ser filho único, porém, tem também seu lado ruim; como, por exemplo ficar sozinho em casa quando os pais saem. Odeio ficar sozinho, ainda mais com a casa sendo tão grande para apenas três pessoas. Eu queria alguém para poder brincar. 

Eu havia dito que não me importaria de ter mais um pra família, e então, assim foi feito. 

O processo de adoção não foi muito demorado. Lembro de minha mãe falando que antes de me perguntarem já haviam dado início ao processo, porém, esperavam uma resposta positiva vindo de minha parte. Já haviam até mesmo escolhido a criança. 

TaeHyung, que agora receberia o sobrenome da família, Kim Taehyung, que tinha acabado de completar seus onze anos. Por causa de sua idade, o processo de adoção foi um tanto quanto fácil, já que a maioria dos casais prefere adotar crianças com a menor idade possível. E, em alguns dias, seu quarto já estava arrumado, ao lado do meu. 

Eu me encontrava estudando no quintal, quando meus pais chegaram de carro com ele. Adentraram a casa, e eu podia ver seus olhos brilharem e sua boca se formar num perfeito “o” ao ver a casa. Me levantei e corri até eles, um tanto animado para conhecê-lo.

— TaeHyung, esse é seu irmão, Jungkook. — Minha mãe falou, nos apresentando, e pude o ver se escondendo timidamente atrás da sua saia comprida. — Não tenha vergonha, ele irá cuidar de você. — Ela sorriu o tirando detrás dela. 

— Eu tenho treze anos — Sorri para ele. — Quantos anos você tem, Tae? Posso te chamar de Tae? — Ele hesitou por um momento, e sorriu tímido. 

— Eu tenho dez anos. — Respondeu, me encarando. 

— Vem, você tem que conhecer o seu quarto. — Falei o puxando para dentro de casa. 

E, naquele mesmo dia, eu pude saber que ter um irmão era melhor que estar sozinho, ele seria alguém com que eu poderia contar.

TaeHyung fora tímido apenas no começo, em questão de algumas horas brincando e jogando videogame, nós já estávamos nos dando bem. Ele era até mais extrovertido do que eu, pelo menos, em algumas horas.

Os dias se passaram, e sabe quando falam que crianças solitárias tendem a ter um amigo imaginário? Eu achava que isso era só invenção, coisas de contos, mas Taehyung havia me dito que no orfanato ele era bem sozinho. Ele contou que ninguém gostava de brincar com ele porque tinham medo dele porque ele dizia que tinha esse amigo com ele, ao lado dele, mas as outras crianças que não viam nada, ficavam assustadas. 

Isso começou a me deixar um tanto incomodado. E, num dia, eu perguntei á ele. 

— Esse seu amigo imaginário… — Comecei. 

— O Jack? Ele não é imaginário… — Fez bico ao responder. — Ele só aparece para quem ele quer apenas. — Por um momento senti um calafrio percorrer meu corpo ao ouvir aquele nome. Jack apenas me lembrava de uma CreepyPasta, Jack Risonho, um palhaço preto e branco bem assustador. Eu amava assistir CreepyPastas como Jeff The Killer e Slanderman, porque não são nada mais que histórias inventadas. Pelo menos, era o que eu pensava.

— Então… — Sorri tentando parecer que acreditava naquilo. — Você ainda consegue ver ele? Digo, ele veio com você?

— Não seja bobo, Kookie, ele ficou no orfanato para ser adotado também em alguma hora. — Ele sorriu, explicando. Como se aquilo parecesse normal para ele. 

— Então estava conversando com quem naquele dia? — Indaguei, o vendo desviar seu olhar do meu rapidamente. Lembrava-me bem do quão bizarro foi aquela cena, TaeHyung brincando com um carrinho no quintal e, de repente, ele falou enraivecido “Não, Jack, é minha vez agora”, e logo depois mais uma fala “você quer entrar no quarto dele? Não, ele tá dormindo, ele não vai brigar… Jungkookie é legal”. — Você disse que ele queria entrar no meu quarto. 

Aquilo fez todos os pelinhos pequenos de meus braços se arrepiarem. 

— Quem? Não… — Ele riu, mostrando seu sorriso retangular. — Eu queria entrar no seu quarto, Kookie, pra pegar aquele seu carrinho grande, mas não queria te acordar… Não se preocupe, Kookie. Às vezes eu converso comigo mesmo, sempre foi assim, até quando o Jack não estava. 

— Então ele não veio com você. — Reafirmo vendo ele assentir com a cabeça. Aquela resposta não havia soado tão verdadeira. Ele estava mentindo. Mas, não me importei com aquilo. Afinal, ele é apenas uma criança.

Suspirei aliviado. Deve ter sido coisa da minha cabeça, preciso mesmo parar de assistir vídeos de terror no YouTube, pensei comigo mesmo. 

Mas, depois daquele dia, TaeHyung vinha agindo de forma estranha. Estava mais calado, distraído, como se sua mente estivesse em outro planeta bem longe dali, e pode ter sido impressão minha, mas juro que naquela mesma noite, eu comecei a ver coisas pela casa.

Vultos passando pela janela ou até mesmo em frente á porta do meu quarto em algumas noites, foram episódios aterrorizantes. Às vezes eu poderia jurar que tinha ouvido passos atrás de mim, mas quando eu me virava, não havia ninguém, na maioria das vezes e nas outras vezes, era TaeHyung que vinha atrás de mim, dizendo que não queria ficar sozinho ou que precisava de algo. 

Depois ele voltou ao seu normal, um garoto alegre e extrovertido, que passou a encantar a todos da família. 

O tempo passou tão depressa, que em pouco tempo, eu já havia esquecido daquelas coisas. Poderia, muito bem, minha mente estar pregando-me uma peça, coisas do subconsciente como eu li uma vez num site, à procura de informações sobre aquilo.

Nunca mais havia acontecido coisas estranhas, por isso as coisas serem da minha imaginação havia feito bem mais sentido do que falar que aquilo tinha acontecido. E, eu não era um pré-adolescente que se assusta facilmente, eu era apaixonado por histórias de terror, só não assistia há tantos filmes do tipo porque meus pais nunca deixaram, falando que aquilo iria encher a minha cabeça com coisas ruins.

TaeHyung e eu ficamos tão apegados um ao outro com o tempo, que agora, para onde eu ia, na maioria das vezes, ele ia junto. Tomar um sorvete com os amigos, eu o levava, até mesmo meus amigos gostavam de sua presença espontânea nos nossos passeios; queria ir alguma vez ao shopping, ele ia junto, até porque não gosto de andar sozinho também. Mas, passou a ser assim, ele passou a ser meu irmãozinho, quem eu protegeria de qualquer coisa e de qualquer um que o quisesse fazer mal ou que o incomodasse, porque eu era seu irmão mais velho. Eu era aquele que tinha sua admiração. 

— Kookie, o computador não está ligando. — Ele resmungou, entrando em meu quarto com um bico nos lábios. Me levantei da cama e fui para seu quarto ver o que tinha acontecido no aparelho. Rapidamente solucionei o problema, vendo que um cabo não estava no lugar. O computador ligou. — Oh! Você é a pessoa mais inteligente que eu conheço. — Ele falou um tanto chocado e admirado, sorrindo para mim. 

Como se ele conhecesse muitas pessoas, mas, eu havia sentido como é ser a ajuda de alguém, como é ser necessário, porque ele tinha precisado de mim.

— JUNGKOOOKIEE — Sai correndo do meu quarto, largando meus estudos e fui para seu quarto num outro dia, vendo TaeHyung encolhido num canto da parede apontando para o outro lado do quarto. Uma barata estava no chão, eu já sabia que ele tinha medo de baratas, chegava a ser um pânico total, cheio de seus gritos quando uma aparecia em algum lugar que ele estava. 

Matar uma barata para alguém pode ser considerado como normal e como pouca coisa para a maioria, mas para mim, eu havia me sentido um herói para TaeHyung. 

Eu estava feliz com aquilo. Tudo estava perfeito… Até aquela noite. 

A hora do jantar havia chegado naquela noite, e como era de costume, nos reunimos na sala de jantar, a família completa. 

— Vamos para a praia amanhã, façam suas mochilas, meninos. — Minha mãe avisou, e eu nunca havia visto Tae tão sorridente.

Ele estava tão animado, seria a primeira vez que haveria de ir para a praia, conhecer aquele lugar cheio de água fora dos filmes que ele assistia na televisão. Era um sonho seu que seria realizado. Mas ali, naquela casa, haveria de ser o começo de meus pesadelos. 

 E, no outro dia, depois de longas três horas dentro do carro, havíamos chegado a casa de praia que ficaríamos. 

Por ser grande e espaçosa havia vários cômodos, e Tae não havia falado nada, mas eu vi seu sorriso se abalar um pouco com a notícia de que dormiríamos em quartos separados, porém um ao lado do outro também, assim como era em casa. 

Sabia que ele não gostava de ficar sozinho, ainda mais numa casa nova e grande como aquela. Mas, minha mãe havia falado que ele tinha que aprender a dormir sozinho, mas, por algum motivo, eu sentia que dormir sozinho não era realmente o problema para TaeHyung, afinal, ele dormia sozinho em casa também, tirando as várias vezes que invadia meu quarto e implorava para dormir comigo porque não estava conseguindo pegar no sono. 

Mas, isso havia sido bem no começo de seus dias lá em casa.

E, depois de horas e horas brincando na praia, fazendo até mesmo castelos de areia que era o que TaeHyung mais via nos filmes e desenhos, depois de quase ser levado por uma onda por ter se abaixado na hora errada em que eu estava o ensinando a nadar, voltamos pra casa ao anoitecer. 

Tomamos banho, jantamos pizza naquela noite, e sorvete como um tipo de sobremesa. Estava sendo um dia perfeito. 

E a hora de dormir havia chegado. 

As horas se passaram, e eu não conseguia dormir por estar vendo vídeos de lendas urbanas no YouTube. 

Lembro-me de que era quase três da manhã quando TaeHyung me mandou uma mensagem. 

Kookie, eu estou com medo, pode vir ficar comigo? Tae

Me levantei da cama na mesma hora. Não deveria deixá-lo sozinho num novo local daquele jeito, eu já era acostumado, ele não. TaeHyung havia passado tanto tempo sozinho naquele orfanato que eu acho que ele até tem um trauma fraco, por nunca querer ficar sozinho.

Abri a porta de seu quarto, e estranhei ao ver Tae com o corpo todo coberto, parecia estar tremendo, e a luz da lanterna de seu celular estava ligada, apontada para o seu rosto. Me aproximei dele. 

— Por que você está assim? O que aconteceu? — Indaguei, lhe encarando. Era como se ele tivesse visto algo porque sua face estava tão pálida. O medo em seus olhos, despertou o medo em mim também. 

— Tem alguma coisa debaixo da minha cama. — Ele falou, sussurrando. Seus olhos já eram preenchidos por lágrimas. E, de primeiro momento, fiquei estático tentando entender o que ele havia falado. 

— C-como? Não tem nada aqui, Tae. 

— T-tem alguma coisa debaixo da minha cama. — Ele repetiu as palavras enquanto segurou forte em minha mão. Ele estava tremendo ainda mais, afastando-se mais para o canto da cama, quase se fundindo com a parede. — Acho que é o Jack… — Seus olhos agora demonstravam um pavor, que faria qualquer um acreditar que ele havia realmente visto algo que o deixou naquele estado.

E pela segunda vez, eu pude sentir todos os pelos do meu corpo se arrepiarem. Eu não deveria estar parado daquele jeito. Deveria mostrar para ele que não havia nada ali. Mas o medo em seus olhos, seu corpo tremendo e sua voz baixa, me fazia estremecer. 

— Calma, não tem nada aí, eu vou te mostrar. — Falei, me recompondo. Eu tinha que mostrar a atitude de um irmão mais velho. Provar que não tinha nada ali. Me ajoelhei no chão, ainda encarando sua face em cima da cama e me curvei. Apenas para sentir meu coração acelerar, meus olhos se arregalaram ao ver aquilo. 

TaeHyung estava embaixo da cama, com seu celular em mãos, tremendo. 

— Jungkook, t-tem alguém em cima da cama. — Ele falou chorando. 

Naquele momento, eu não sabia o que estava acontecendo. Mas, também não queria descobrir. 

Num impulso me afastei da cama, me erguendo novamente bem devagar para olhar em cima da cama de novo. Apenas para ver que não tinha nada ali. Não havia ninguém em cima da cama. 

TaeHyung não estava lá.

Senti meu coração falhar por alguns instantes e puxei Taehyung debaixo da cama, o abraçando fortemente. Ele ainda tremia muito em meus braços. O puxei para fora do quarto e entramos no meu. 

Tranquei a porta rapidamente e deixei com que ele dormisse comigo mais uma vez. Dormimos abraçados, era como se eu estivesse o protegendo daquilo que eu tinha visto que não era ele. 

Daquilo… Aquilo que eu não sabia o que era. 

Meu cérebro não havia processado nada do que tinha acontecido. Mas, eu vi… E sei que ele também havia visto. 

Não consegui pregar os olhos naquela noite. Mas, Taehyung havia dormido… Muito bem por sinal. 

No outro dia, acordei sentindo ele sair da cama. 

— Você está bem? — Indaguei, acordando. O encarei preocupado. 

— Estou ótimo, Kookie, e você? Dormiu bem? — Ele respondeu, como se nada tivesse acontecido.

— Como assim, TaeHyung? — Indaguei novamente, desacreditado. — Como pode falar que está bem depois de ontem á noite? O que foi aquilo? — Questionei, ainda apavorado. 

Ele me encarou confuso. 

— Ontem á noite? — Repetiu. — Mas, ontem nós dormimos depois que você me buscou no quarto porque estava escuro, e eu não consegui dormir sozinho. — Se espreguiçou, contando. 

— O que? TaeHyung, pare de brincadeira! — Me levantei. — Eu te encontrei tremendo em cima da cama e você disse que tinha alguém debaixo da sua cama. — Me exaltei, relembrando daquele momento de terror, enquanto ele ainda me olhava sem entender. Como se não soubesse do que eu estava falando. 

— Meninos, hora do café da manhã. — Nossa mãe entrou no quarto. — Dormiram bem? 

— Desculpe, mamãe… Não consegui dormir sozinho ontem á noite. — Ele falou fazendo um bico fofo nos lábios. — Eu dormi bem depois que o Kookie me buscou lá… Mas, acho que o Kookie teve um pesadelo. — Falou, me fazendo o encarar sem entender coisa alguma. 

Não havia sido um pesadelo, havia?

Não! Havia sido real. Eu nunca havia tido algum pesadelo, muito menos algum sonho daquele tipo. 

Rapidamente peguei meu celular, olhando as mensagens, havia uma mensagem de TaeHyung ali. Mas, não era a mesma de ontem. 

“Até a próxima”, a mensagem dizia. 

E aquilo só fez com que meu pavor aumentasse. 

Não havia sido um pesadelo. 

Mas, como ele parecia não lembrar de nada? Não saber de nada. 

E pelo resto dia fora assim, TaeHyung demonstrava não saber ou lembrar de nada do que tinha acontecido na noite anterior. Ele apenas repetia que havia me mandado mensagem para ir buscá-lo por causa de seu medo do escuro, que tinha sido a mensagem que eu li na noite anterior. 

Mas aquela mensagem não estava mais ali. 

Mas, algo dentro de mim, falava que aquilo tinha sido real.

Eu não sei… Ele era um, não era? Apenas um garoto que meus pais resolveram adotar. Nos demos bem de começo, e isso não mudou depois daquela noite. 

Não sei se havia sido ou não coisa da minha cabeça, mas depois daquela noite eu não consegui mais dormir bem por um bom tempo. 

Será que eu havia visto aquele tal amigo imaginário de quem ele tanto falava? 

Eu não sei… 

Depois daquela noite, as minhas noites seguidas foram banhadas por pesadelos enquanto, para ele estava tudo normal. 

Para ele, não havia acontecido nada.



Notas Finais


Aí mds... Gostaram?
Espero que tenham gostado de ler tanto quanto eu amei escrever essa One Shot.

Mas, e aí, o q vcs acham?
Foi imaginação do Jungkook? Ou não?
Teria sido uma peça do próprio subconsciente dele? Ou foi tudo real e o TaeHyung tá fznd a egípcia agr?

Adoraria saber o q vcs acham 👉👈

Se gostaram dessa história, recomendo minhas outras one shots Taekook "Soulmate" e "Milagre de Ano Novo", que se encontram no meu perfil, amores ♥️

Bjjs da Tia Floquinho 💜


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