História Naquele outono. - Capítulo 9


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Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
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Palavras 878
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Ficção, Ficção Adolescente, Mistério
Avisos: Álcool, Drogas, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


16+ queridos

Capítulo 9 - O Pecado Da Lua.


Fanfic / Fanfiction Naquele outono. - Capítulo 9 - O Pecado Da Lua.

A quinta-feira chegou e eu não sabia o que fazer, fiquei um bom tempo deitada na cama olhando pro teto. Peguei minha bolsa e minhas chaves, desci às escadas e fui até a rua. Entrei no carro e fui em direção à cabana na floresta, era uma cabana abandonada à uma porrada de anos. Já que Tom tá vivo, tenho quase certeza de que ele está lá. Cheguei e estacionei o carro em direção da estrada, pois caso desse merda, eu sairia dali com mais rapidez. 

-Tom! Sou eu Alex! Por favor venha aqui fora, precisamos conversar. Gritei do lado de fora da cabana, com muito medo. E então à porta se abriu. 

Um homem de capuz preto saiu com a cabeça abaixada, em suas mãos tinha uma espada negra. Ele levantou à cabeça e me disse: 

- Abra seu carro e pegue na sua maleta sua espada... Disse o homem de capuz, peguei minha espada azul. 

- Quem é você? Perguntei 

- Sou à morte... e a sua única esperança de vida. Na sua espada está seu nome, só você pode usa-la. Você é à filha do outono e deve proteger às pessoas com coragem e plenitude. Eu posso sentir que seu coração está partido e sua alma atormentada, o pecado da lua está próximo. Eu não quero que você se machuque, entre em seu carro e vá embora, Tom foi embora do país, ele fez o que eu mandei. Marcelo foi morto e não quero que você seja à proxima. Sua espada te protegerá! Alex.

- Por que não me diz quem você é? Perguntei 

- Você sabe quem eu sou, você sempre soube, mas nunca teve certeza. Homem de capuz 

- Ótimo, ninguém nunca responde o que eu pergunto. 

Entrei no carro e no caminho até minha casa eu vi uma mulher ser levada para um beco, minha espada começou à brilhar. Então, parei o carro e fui até o beco. 

- Solte-à! Com a espada apontada para o homem. 

- Saia daqui! Homem 

Com a espada fiz um corte em seu braço, com rapidez ele saiu correndo. A moça me agradeceu, voltei ao carro com muita dor de cabeça. Fui dirigindo até em casa, queria ver se achava alguma coisa sobre o homem de capuz, antes que a noite caísse. Cheguei e fui até o computador, procurar coisas sobre à cabana. Achei no twitter de uma mulher, ela disse que à 18 anos atrás uma mulher e seu noivo, se mudaram para lá. Aparentemente à mulher estava grávida, alguma coisa aconteceu e eles se separaram, a moça foi embora da cidade, ela casou-se com outro homem. Depois de 5 anos após o nascimento de sua filha eles voltaram, mas ninguém até hoje sabe quem era esse casal. 

Fui até o quarto da minha mãe, pois ela tinha uma foto da vizinhança naquela época e talvez fosse um pouco útil. Subi no guarda-roupa e vi uma caixa, preta, com um nome escrito. Alexandre, abri à caixa e vi fotos da minha mãe gravida e o homem que vi na floresta mais cedo com ela. Eu fiquei desesperada. 

Ouvi um barulho na porta, desci e era Marina. 

- Alex, eu sei que deveria ter te contato, mas, eu queria te proteger. Ele não atiraria em você, me perdoa. Acho que não posso viver sem seu perdão. Marina

- Você me enganou... e tomou um tiro. Eu fiquei com tanto medo. Respondi 

Marina entrou e fechou à porta, segurou meu rosto tentando me fazer parar de chorar. Quando nos abraçamos e ficamos ali por um bom tempo. Quando Marina tentou me beijar eu a interronpi.

- Hoje eu fui até a cabana da floresta! Procurar por Tom. 

- Por que ele estaria lá? 

- Não sei, quando cheguei. Um homem de capuz veio até a varanda e me disse várias coisas. Mas resumindo, Tom está fora do país.

- Que merda! Descubriu algo enquanto eu tava.. 

- Fingindo que tomou um tiro no hospital? Interronpi - O homem na floresta pode ser meu pai. Mostrei às fotos e ficamos conversando por horas, procurando e pequisando no computador coisas sobre à cabana, minha mãe, meu pai e o homem de capuz. 

Marina tirou todos os papeis da cama e jogou no chão. Me pediu para sentar na cama, eu disse que ainda tava brava com ela quando ela me beijou de um jeito inexplicável. Sua mão no meu pesço foi como uma droga, ela colocou suas mãos entre meus cabelos e foi a melhor sensação de minha vida. Lentamente fomos caindo na cama, aos poucos ela abria minha jaqueta, tirou sua blusa sem sair do beijo. Quando me dei conta, minhas roupas estavam no chão e quanto mais ela me beijava, mas eu à queria. Nossos corpos em uma mesma velocidade, nossos corações em um só ritmo. Minha mão na cabeceira da cama, nossos rostos tão próximos era tudo o que eu precisava. O suor descia lentamente, meus olhos estavam fixos nos da Marina. Nossas bocas entre abertas como um símbolo de amor e prazer, olhei para janela e lá estava à lua no céu. Minha mão dada com à de Marina e assim seguio por um bom tempo, um tempo depois adormeciamos e meu último pensamento foi:

Devo 20 pratas á Marina.



Notas Finais


Gyovana com Y
Não com i kkkkkkkkk


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