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História Nara - Capítulo 1


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Notas do Autor


Oi! Faz tanto tempo que eu não apareço por aqui que eu nem sei o que dizer rs.

Como é de praxis, os personagens de Naruto não me pertencem, todos os créditos vão para Masashi Kishimoto.

Essa é uma história que surgiu à principio inspirada na música Nara do Alt-j e é um retrato bem redicalizado e nada realista do mundo no século XXI e todas as suas crises. Muitos acontecimentos reais serão retratados e terá um viés político bem grande, deixarei definições que possam ajudar no contexto nas notas finais, mas caso ainda não fique claro, meu chat está sempre aberto pra dúvidas.

Espero que gostem e boa leitura!

Capítulo 1 - Prólogo


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Londres, 30 de setembro de 2014

23:52

TEMARI

 

    Meus dedos correm rápidos pelo teclado velho a minha frente. Kankuro e Gaara me dão suporte bloqueando possíveis radares que possam intervir na minha invasão e jogar todo o plano por água abaixo, tirando a vida de milhares de inocentes. Essa é nossa primeira missão oficial para Akatsuki, não podemos falhar. O Sr. Nagato está contando com a gente, não só ele, mas inconscientemente centenas de vidas afegãs que não sabem do mal que está por vir.

— Tubarão Um para torre de comando: pedindo confirmação de mudança de rota. — A parte fácil havia sido feita dias antes. Sasori construiu um interceptador de ondas de rádio indetectável, o necessário para que fosse possível invadir o rádio da Aeronáutica estadunidense. — Dois quilômetros para chegada ao alvo.

— Tubarão Dois para torre de comando: pedindo confirmação de mudança de rota. Um quilômetro e meio para chegada ao alvo.

Pingos de suor surgem em minha testa externando meu nervosismo. Mordi a bochecha direita em busca de controle, continuando a digitar freneticamente os comandos que apareciam na tela à minha esquerda.

— Tubarão Um, Tubarão Dois, mudança de rota confirmadas. Sigam o curso. — Com a confirmação da torre de comando, meu coração deu um salto. Estava ansiosa.

— É agora. — Gaara deu o aviso e meu dedo apertou a tecla enter, lançando o primeiro comando.

Eu mal piscava quando a imagem do computador de bordo apareceu na minha frente. Meus irmãos bateram as mãos em um high-five e eu me apressei em digitar novamente, tenho apenas um minuto.

— Aqui é  Tubarão Dois para torre de comando: código 3. — Ele me descobriu muito rápido, preciso agir,

Foram oito meses de planejamento e quatro de treino, eu não posso errar agora. Inspirando a maior quantidade de ar que consegui, comecei a digitar os comandos que há tanto foram gravados na minha cabeça. Em dois minutos, a voz masculina do piloto voltou a chamar pela torre de comando e seu parceiro. 

— Torre de comando, código 3! — Ele aumentou algumas oitavas de sua voz.

Dez minutos para o meu destino final. Ajustei as coordenadas para o ponto mais próximo da torre de comando e lancei, tendo calafrios no mesmo momento.

— Torre de comando, perda de comunicação. Mudando de frequência. — Olhei desesperada para meu irmão mais velho. Ele suspirou antes de digitar alguma coisa em seu computador e o piloto voltar a insistir na comunicação com a torre, mudando para uma frequência aberta. 

— Ele não pode fazer isso, pode? — Minha voz falhou. 

— Não, e não tem como. Bloqueamos todas as frequências e desligamos seus radares, ele não existe. — Gaara me explicou calmo. — Mas você precisa se apressar, com certeza já notificaram o seu sumiço e estão enviando reforços. 

Estalei meus dedos antes de começar o código do último comando. Eu não queria ser a responsável pela morte de ninguém, então ainda precisava ejetar o piloto antes do impacto próximo ao acampamento. Dando a última confirmação que o computador precisava, eu e meus irmãos ouvimos os gritos desesperados do piloto e rimos da guinada que sua voz deu quando o baque da ejeção o assustou.

Me desconectei rapidamente do computador de bordo e destruí a placa com o vírus que Itachi criou somente para isso.

— Vamos, temos que nos livrar disso aqui e reportar. — Kankuro se levantou e começou desconectar os fios e desmontar os computadores, os colocando em caixas de plástico.

Desmontamos todo o equipamento que transformava a nossa sala em um mini laboratório de informática e colocamos tudo na van de Kankuro, deixando Smithfield e rumando para o norte. O caminho foi silencioso e duas horas depois nós estávamos adentrando um casarão de estilo vitoriano. Sasori e Deidara vieram nos ajudar a descarregar o equipamento e nos levar para a cúpula. Desci mais lances do que posso contar de escadas mal iluminadas e úmidas, até chegarmos em uma sala de reunião super moderna, com grandes telas, computadores de última geração e tecnologia de ponta.

— Sejam bem vindos, senhores! — Um homem alto de cabelos negros nos recebeu. — Senhorita. — Com um leve aceno de cabeça e gesticular de mãos, ele mostrou nossos lugares, os únicos vazios na extensa mesa de reuniões.

— Todos já estão aqui? Certo, então vamos começar.
 


 

Nova York, 4 de dezembro de 2014.

11:34

SHIKAMARU

 

O jazz suave do elevador tocava em algum lugar no fundo do meu cérebro me distraindo enquanto eu observava a estrutura interna daquele prédio. A minha frente, Kiba me apresenta todo o equipamento disponível no novo laboratório da divisão de Inovação e Tecnologia.

— Por último mas não menos importante, essa é a nossa área de testes. Aqui nós testamos tudo criado pela divisão, desde algum brinquedo inútil até um protótipo de bomba. — O espaço era enorme a havia todo tipo de objeto, como ele disse, desde brinquedos até um avião não tripulável.

— Ficou incrível, Kiba. — Comentei enquanto caminhávamos em direção a saída. Apertei o botão do elevador e aguardamos jogando conversa fora.

Faltava pouco para as portas se fecharem quando ouvimos um grito feminino pedindo para segurar a porta. Kiba colocou seu braço no sensor e eu apertei o botão no painel para que as portas abrissem por completo e uma mulher baixa de cabelos castanhos entrou.

— Obrigada, Kiba! Salvou minhas pernas de usarem a escada. — Ela disse bem humorada.

Ele respondeu dizendo que não havia problemas e eles engataram em uma conversa calorosa. As portas se abriram no vigésimo andar e nós desembarcamos seguindo para nossas mesas.

— Caramba, olha isso. — Kiba me apontou o seu celular fornecido pela empresa. Era um email para as divisões de Segurança Armada, Inteligência e Inovação e Tecnologia; a mensagem consistia em uma série de dados confidenciais sobre a queda de um caça da Aeronáutica no sul do Afeganistão, com alguns arquivos anexados. — Os Sabaku outra vez? O Sr. Senju não vai gostar nada disso. 

— O que isso tem a ver com a Organização? 

— A Hogo fabricou esses caças, nós fabricamos. Eles saíram do nosso antigo laboratório, então se prepare para uma reunião bastante tensa nos próximos dias.

Não precisei esperar pelos próximos dias. Naquela mesma tarde, o CEO da empresa e os membros mais importantes de cada divisão mencionada no email estavam dividindo uma sala bem iluminada e espaçosa comigo.

— O que sabemos até agora? — Hashirama Senju estava totalmente enfezado naquela tela plana.

— Não muita coisa. A CIA¹ não conseguiu muitas informações sobre o caso, ainda estão com alguns problemas de jurisdição com a D.I da Aeronáutica, entretanto, tudo o que eles tinham disponível, eles enviaram para nós. — Eu não conhecia todos naquela sala, para falar a verdade, conhecia apenas Kiba e Iruka, que é o diretor geral da Divisão de Inovação, sabia quem era o homem furioso na tela e a mulher mirrada que encontramos no elevador mais cedo.

    — Foi um ataque remoto, ninguém sabe qual foi o ponto de ignição. — Iruka informou. — Já estamos buscando o padrão e o desenvolvedor do programa usado e encontramos alguns, mas ainda precisamos de muitos filtros.

    — Como assim ‘qual’ foi o ponto de ignição? — Um homem de cabelos negros e cavanhaque perguntou.

    — O “ataque” partiu de sete locais diferentes. Ninguém sabe qual foi a origem que deu ínicio a todos os IP’s localizados, cada um em um país diferente em todos os cinco continentes.

    — Qual a ligação dos terroristas da Akatsuki com isso? Eu quero trucidar os Sabaku! — Hashirama parecia ser um homem bem humorado e admirado pelo pessoal da empresa, mas parece que aquele sobrenome o tirava do sério, além desse tal núcleo terrorista.

    — Bom não é nada confirmado, ou concreto. Um dos sete locais vistoriados pela CIA fica no subúrbio de Londres onde moram os três filhos do casal. Não encontraram nada suspeito, mas preferiram fazer uma ficha para os três. — O homem de cabelos brancos explicava calmamente.

    Na tela ao lado do Sr. Senju, apareceram cinco documentos contendo informações sobre a família de criminosos que aterrorizava a Hogo Organization. 

— Rasa, Karura, Kankuro, Temari e Gaara no Sabaku. Eu quero todos, todos sob os olhares dessa Organização. Qualquer movimento suspeito nós seremos notificados, alguns governos estão nos cobrando, precisamos dar logo uma resposta... Eu não acredito que um dos nossos aviões foi derrubado por uma criança. — Hashirama resmungou a última frase, arrancando risadas leves de algumas pessoas da sala.

 

        

Califórnia, 15 de junho de 2017.

03:02

TEMARI    

 

Meus joelhos tremiam levemente enquanto eu esperava Konan, Sasori e Yahiko passarem para o outro lado do muro. Ao meu lado Deidara configurava algum modificador de sinal para deixar as câmeras de segurança em loop e nossa presença não ser notada pela sala de segurança. Sasori havia modificado os sensores de movimento na van e nos garantiu que era desnecessária a nossa preocupação, mas eu não conseguia parar de descascar o esmalte dos meus dedos num claro sinal de nervosismo.

— Se você continuar, eu vou arrancar suas unhas com um alicate. — Sasori passou rápido do meu lado, caminhando em direção ao loiro.

Bufei soltando as mãos. Eu detesto missões de campo e não sei se estava preparada para invadir um programa fora do meu laboratório, fora da minha zona de conforto. Mas a NVIDIA tem uma das melhores equipes de segurança eletrônica que eu conheço, preciso fazer isso de dentro, se fizesse isso de Londres em menos de três minutos eu seria descoberta e acabaria presa. Konan e Yahiko também passaram rápidos por mim, entretanto a azulada voltou e acariciou meu braço, tentando aliviar meu nervosismo. Encarei a construção moderna e percebi que não tinha volta, era um tiro só.

— Prestem atenção: quem facilitou a nossa entrada, foi Suigetsu Hozuki. Ele deixou três crachás de acesso nessas áreas. — Sasori apontou uma planta 3D no tablet que iluminava nossa face — Lembrem-se de não arrombar nenhuma porta, a gente não pode cortar a energia nem por um segundo pois isso pode comprometer todo o andamento da missão. Konan e Yahiko, vocês vão para a esteira de produção, precisamos de um exemplar físico intacto; eu e Deidara vamos dar cobertura para Temari no laboratório de desenvolvimento. Ah! Yahiko, Konan, não se esqueçam de deixar a cópia da CPU no exato lugar de onde vocês tiraram. — Sasori enfatizou a última parte e nos dispersamos para pegar os crachás.

Achamos o par de crachás em uma das latas de lixo do terceiro andar, onde ficava o laboratório. Segui alguns metros até a entrada e passei o crachá no leitor eletrônico vendo a pesada porta deslizar suave. Tirei o bloqueador de sinais da mochila nas minhas costas e fiz as configurações instruídas por Sasori, tendo a confirmação de falta de leitura eletrônica. Me apressei em vestir as luvas plásticas para evitar eventuais acidentes e comecei a digitar rapidamente. O mesmo Suigetsu que nos deu  crachá, deixou um computador pronto para que eu pudesse quebrar o código de segurança das CPU’s que seriam comercializadas pelo mercado tecnológico. Inseri o pen-drive com o programa que havia escrito meses antes em uma CPU extremamente parecida com a que eu iria estragar dentro de minutos e comecei a digitar. Meus olhos se movem ágeis, acompanhando os códigos que sobem e descem rapidamente enquanto a matriz se encaixa para quebrar o primeiro protocolo de segurança. Quando me informaram dessa invasão me disseram que eu teria vinte minutos, eu esperava ser  suficiente. Depois de oito minutos, o programa criado pelos engenheiros da NVIDIA iluminava meu rosto e era refletido pelo meu óculos.

    — Sete minutos. — A voz de Sasori ecoou longe na minha mente. 

    Acelerei minha digitação, reescrevendo totalmente o programa. O plano inicial era não ser detectável, mas isso se mostrou impossível, como eu disse, uma das melhores empresas no quesito de segurança eletrônica. 

    — Temari! — Deidara berrou no comunicador. — Acabou o tempo, vamos. A ronda começa em dois minutos.

    Soltei o ar dos meus pulmões pesadamente, não notei que estava segurando a respiração. Dei os últimos comandos para o computador e o formatei, deixando-o com a sua primeira versão, Suigetsu seria o encarregado pelas configurações finais no dia seguinte. Tirei as luvas, jogando-as dentro da mochila e saí da sala, esperando encontrar a dupla mal humorada. Ao longe ouvi passos leves que com certeza não pertenciam a nenhuma das pessoas que vieram comigo para esse prédio; o crachá que Hozuki nos disponibilizou só passaria duas vezes em qualquer porta, para que Itachi pudesse deletar rapidamente os acessos feitos naquela hora da madrugada. Um arrepio subiu pela minha espinha, eu não sei quais são as possibilidades de chegar na escada de emergência antes de ser pega. De qualquer forma, apressei o passo e segui em frente, sempre me esgueirando nas esquinas para não ser pega de surpresa.

    Alcancei as portas corta-fogo da escada externa, descendo rapidamente os degraus iluminados pelas luzes de emergência e voltei a pular o mesmo muro o qual eu estava minutos atrás. Konan, Itachi, Deidara e Yahiko me enchiam o saco, me apressando e ameaçando me deixar para trás, tirei o plug da orelha e o deixei pendurado no pescoço como um método para silenciá-los.

    — Caramba, você montou em um jegue para chegar até a van? — Deidara gargalhava enquanto fechava a porta.

    — Mano, vai tomar no cu. — Eu falei o no tom mais ameaçador que eu consegui.

 

 

Nova York, 15 de junho de 2017

08:47

SHIKAMARU

 

— Shikamaru, reunião urgente na sala 7. — Ino me assustou entrando num rompante na minha sala.  — Vamos, o Sr. Hashirama está aqui. — Ela saiu na frente deixando a porta aberta para que eu a seguisse.

Levantei rapidamente, à seguindo a passos rápidos em direção a sala tão conhecida por mim. A movimentação na divisão de Segurança da Informação era frenética, grupos de pessoas se aglomeravam em frente às telas e isso atraiu minha atenção. O movimento em todo escritório estava intenso, afinal, o CEO veio passar a semana na sede de Nova York para anunciar o acordo com a empresa de tecnologia NVIDIA e divulgar as novas CPUs que entrariam no mercado dentro de alguns meses.

     — Bom dia à todos. Por favor, queiram se sentar. — O Diretor Geral da sede recepcionou os funcionários curiosos. — Não tivemos tempo de preparar uma pauta, Sr. Hashirama, sinto muito por isso.

    O Sr. Senju bem humorado como sempre, disse que não havia problema. Ele estava feliz, havia acabado de fechar um contrato de milhões de dólares e suas ações estavam subindo, nada poderia abalar seu humor.

    — Bom, vamos ao que interessa. Hoje às seis horas da manhã, o nosso contato na NVIDIA nos informou através de um email que o programa de monitoramento que nós desenvolvemos para ser implantado nas CPUs que eles fabricaram foram craqueados. Todo o programa foi perdido, o cracker conseguiu excluir todos os backups e a maioria dos seus rastros. — Hiruzen Sarutobi, o Diretor Geral, nos informou. Foi uma comoção geral, o pessoal da segurança da informação e do TI começaram a especular como isso poderia ter acontecido e um burburinho começou.

    — Nós estamos trabalhando com o pessoal da NVIDIA desde quando recebemos o email, achamos uma assinatura interessante. — Shino, um dos coordenadores da área de TI aqui de Nova York disse, chamando a atenção de todos para si.

    “grnmtrsk.btc” apareceu na tela de exibição da sala. Eu me recordava vagamente desse termo e busquei nos confins da minha mente aquela combinação de consoantes, mas não me recordei de nada.

    — Essa mesma assinatura apareceu para nós a mais ou menos há três anos atrás, e também nos causou um enorme prejuízo. — A feição do Sr. Senju se fechou, totalmente sombria com a informação dada por Shino. 

— Vocês sabem quem foi que conseguiu crackear um programa desses? — Ino perguntou incrédula.

— Bom, é apenas uma especulação, nada concreto. Mas a assinatura bate com a mesma usada por Temari no Sabaku. — A sala ficou em silêncio por alguns minutos. Até uma mulher gritar desesperada.

    — Sr. Senju! — O homem não respondeu. Ele parecia desesperado em busca de ar. — Alguém chama uma ambulância!

 


 

Londres, 17 de junho de 2017

00:09

TEMARI

 

— Caramba, Temari. — Deidara segurava a barriga de tanto rir. — Eu não acredito que você colocou o velho Hashirama no hospital. — Eu estava no auge do mal humor, nada poderia me fazer feliz hoje. Dormi o tempo todo no avião e ainda assim, sentia como se uma manada de elefantes tivesse passado por cima de mim. Nós estávamos de volta à Europa, prontos ou não para mais uma reunião com a Akatsuki. 

Kakuzu nos buscou no aeroporto e nos levou para o velho casarão vitoriano que apelidamos de Covil. Nagato nos esperava no portal de entrada junto com Obito e Orochimaru.

    — Vamos entrar, temos muito o que discutir.

    Deixamos as malas no carro e entramos na sala ampla e luxuosa, seguindo para os fundos até chegar na velha escada úmida e mal iluminada. Nagato falou por duas horas ininterruptas e depois um por vez, Itachi, Deidara, Sasori, Yahiko, Konan e eu reportamos.

— Você sabe que eles virão atrás de você, não sabe? — Nagato perguntou depois de me questionar como eles conseguiram identificar a minha assinatura no programa que utilizei para quebrar os protocolos de segurança.

    — Que venham, o que é deles está guardado.


 

Continua...




 


Notas Finais


1. A Central Intelligence Agency ou Agência Central de Inteligência, é uma agência de inteligência civil do governo dos Estados Unidos responsável por investigar e fornecer informações de segurança nacional para Presidente e para o seu gabinete.

Até a próxima :)


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