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História Narcissus's Bloom - Capítulo 2


Escrita por: QueiMari93 e Louy

Notas do Autor


O Sang Yeon tá lindo que só nessa capa! A @Louy quis me matar do core... Só pode!
Mas vamos ao cap novo!

Capítulo 2 - Perigo Sem Rosto


Fanfic / Fanfiction Narcissus's Bloom - Capítulo 2 - Perigo Sem Rosto

-Omma! OMMA! - Chan Hee gritou, torcendo para que a mãe a escutasse na parte traseira da loja.

Equilibrou melhor o peso da garota em seus braços, aproveitando para checar o seu pulso e respiração. Não conseguiu ignorar os inúmeros hematomas em seus braços, e alguns em seu rosto. Ela parecia frágil e doente, então Chan Hee voltou a gritar a mãe, com mais urgência.

A mãe chegou com passos leves, mas que ele pôde ouvir. Ao ver a garota, a senhora arregalou os olhos, a boca se abrindo como se para acompanhar.

-Quem é essa?

-Não sei, entrou aqui e desmaiou logo em seguida. - Ele ajeitou o cabelo dela, para checar mais sinais de agressão. - Acho que estava fugindo. Chame uma ambulância.

A mãe não questionou, balançou a cabeça e foi para longe, ligando para o hospital próximo. O socorro não demorou para chegar, um paramédico desceu com o uniforme sinalizando “socorrista Bae”.

-Boa tarde, aliás noite, essa é a paciente? - Ele perguntou, já se agachando perto à entrada para ficar mais próximo da garota desmaiada. - Qual o nome dela?

-Eu não sei, ela só apareceu aqui.

-Estava comprando flores?

-Não, estamos fechados hoje. - Chan Hee observou enquanto o socorrista Bae mexia na garota, notando assim como o florista, os hematomas e a palidez da menina.

-Ela não tem aparelho celular, nenhum documento. - O socorrista pareceu um pouco frustrado. - Vamos levá-la.

Ele fez sinal para que o resto dos socorristas o acompanhasse, era apenas mais uma garota tão nova quanto ele e o motorista. Colocaram a garota em uma maca móvel e a levarem para trás da ambulância. A garota que acompanhava o socorrista Bae segurou o ombro de Chan Hee, chamando sua atenção.

-Você vem conosco? - Ela perguntou inocentemente, fazendo seu trabalho. - Precisamos de um responsável, e como você chamou o socorro...

Chan Hee pensou em falar que na verdade tinha sido a mãe, mas se segurou e só concordou com a cabeça, seguindo a paramédica até a traseira da ambulância. Sentou-se no canto, e tentou a todo custo não ficar olhando enquanto a paramédica fazia seu trabalho. Estava pouco à vontade, e parecia errado assistir aquele momento.

Quando chegaram ao hospital ele mal teve tempo de ver para onde levavam a garota, um grupo pequeno de médicos se aglomerou em volta da maca e ele foi levado para o balcão, onde um formulário foi entregue. Enquanto ele assinava o pouco que conseguia, com a falta de informações sobre a menina alguém chegou perto e sentou-se ao seu lado.

-Oi, você quem ligou para o socorro? Podemos conversar? - Era um policial, alto e sorridente. - Sou Jeong Yun Ho, e acho que tenho algumas informações sobre a sua amiga.

-Ela não é minha amiga, eu não a conheço.

-Claro. É uma cidade pequena, as pessoas tendem a se conhecer. - Ele sorriu, parecendo lembrar de algo. Talvez seu próprio grupo de amigos. - Ela tem um registro de pessoa desaparecida, mas a pessoa que registrou não deixou nome nem nenhuma informação, só foto e descrição. Eu só queria alguns dados seus, para contato e registro caso achemos uma correspondência no sistema.

-Claro.

Ele passou seus dados de contato, e os da loja. Yun Ho pareceu satisfeito, e se levantou, passando o formulário que ele mesmo carregava para um homem também uniformizado, mas claramente com uma posição mais baixa.

-Esse é o meu novo parceiro de patrulha. - O policial Jeong comentou, vendo a confusão do garoto. - Sang Yeon. Se tiver alguma novidade, ou precisar de algo, ele estará patrulhando a área do hospital.

-O que vai acontecer com ela?

-Se acharmos o verdadeiro responsável, ela é devolvida.

-Mesmo no estado em que está?

-Bom, se ela quiser denunciar algum tipo de agressão, as coisas mudam. - Sang Yeon se intrometeu, imaginando caso aquilo estivesse acontecendo à sua noiva Mi Mi, ou com sua prima. Essas situações que o faziam querer fazer um bom trabalho como policial. - Teremos que esperar para ver. Quando ela acordar, nos chame.

Chan Hee se perguntou por que todos agiam como se ele fosse algo da garota, talvez fosse a forma como tinha a segurado até o socorro chegar. Lembrava bem que ficou a abraçando com delicadeza até a ambulância aparecer. Ficou um pouco ruborizado com isso, e para se distrair da sensação de timidez, levantou-se e buscou saber onde a socorrida estava.

Esbarrou com um casal passando cheios de bolsas. Min Ji saía do hospital só àquela hora, depois de agradecer a Sun Woo por conseguir uma autorização para que eles gravassem dentro do hospital, Young Hoon a acompanhava e desviou de Chan Hee distraidamente.

-Acho que o vídeo de hoje vai dar muitas views. - Ele comentou para a amiga, ela olhava suas redes, checando o que tinha acontecido enquanto esteve fora de seu mundinho virtual. - Se bem que só vamos postá-lo daqui a algumas semanas.

-Temos que ter todas as cenas gravadas. Para intercalar com os testemunhos e os contos. - Min Ji tirou os olhos da tela pela primeira vez, e focou sem querer em Chan Hee. Pensou já tê-lo visto, e tentou descobrir de onde. Depois de alguns minutos nessa luta, voltou a falar com Young Hoon como se não tivesse uma pausa entre suas afirmações. - Vai ser ótimo, nem acredito que finalmente vou ter apoio para a minha minissérie documentada. Estou crescendo, cada dia mais perto de conseguir a atenção devida ao caso da minha mãe.

Young Hoon concordou, lembrando da história. A mãe de Min Ji havia desaparecido, e a investigação acabou antes de terem ao menos uma pista decente sobre seu paradeiro. Quando enfim o corpo foi encontrado, era tarde, e tudo que se pôde fazer foi enterrá-la. O plano era trazer visibilidade ao caso e pressionar a polícia local a reabrir o caso, descobrindo o culpado e fazendo justiça.

-O quê? - Eles ouviram alguém dizer perto, e se viraram curiosos. - Você está dizendo que...

-Sim, ela passou por um aborto recentemente. - Quem dava a notícia à Chan Hee era Sung Kyung, chamada para compartilhar o laudo de maneira leve como psiquiatra. - Tudo indica que foi forçado, por conta de algum choque com a barriga.

Mesmo sem conhecer a menina, Chan Hee apertou os punhos, imaginando o que ela tinha passado antes de entrar na sua loja por acaso. Todo seu desconforto por ter que acompanhar uma desconhecida passou, dando lugar à compaixão e preocupação com o futuro dela.

-Ela está no soro agora, e talvez receba um coquetel de vitaminas. Eu sei que você não é responsável dela, mas eu gostaria de te informar que caso não encontremos ninguém, ela será liberada sob sua custódia.

Chan Hee acabou concordando, já pensava em ligar para a mãe. Caso tudo o que estavam falando fosse verdade, gostaria de oferecer apoio por alguns dias, até ela ficar bem. Tinha certeza de que podiam arrumar um lugar para ela dormir na loja.

-Chan Hee-ssi? - Uma enfermeira saiu da ala da emergência, o chamando. - Sua amiga acaba de acordar.

Ele ficou parado por um tempo, assimilando aquilo. A psiquiatra pediu licença e voltou para seu setor, vendo que seu primo Sang Yeon estava no balcão de informações pensou em ir cumprimentá-lo, mas ele parecia apressado com seu superior e não ficou muito tempo. Min Ji e Young Hoon pararam de bisbilhotar a conversa da psiquiatra com o garoto chamado Chan Hee, e mesmo querendo saber mais sobre a garota misteriosa que havia chegado em uma ambulância, decidiram ir embora.

Enquanto eles saíam, Chan Hee foi chamado à ala de emergência, e tomando coragem foi conhecer a garota. Chegando ao setor em que ela estava, a viu deitada com um acesso no braço, estava com os olhos apenas semiabertos, e sua mão ia constantemente em direção à bacia.

-Annyeonghaseyo. - Ele murmurou, e a viu arregalar os olhos, o checando, confusa. - Eu sou o vendedor da loja em que você entrou. Chan Hee...  estou como seu responsável, acho.

-Loja? Que loja? - Ela perguntou, a voz rouca o fez pensar que talvez devesse buscar água. Até ela falar novamente e ele perceber que sua voz era naturalmente rouca. - Ah, o lugar com as plantas. Sinto muito pelo seu vaso.

-O que?

-Eu esbarrei em um vaso, acho que caí em cima dele. - Ela franziu a testa, mesmo com seus momentos de lucidez, a confusão ainda era visível em seu rosto. - Devo ter trazido problemas, sinto muito. Você não precisa ser meu responsável, eu vou terminar esse soro e seguir minha vida. Muito obrigada mesmo assim pela ajuda.

-Você não vai sair daqui depois desse soro. Ainda vai ter umas vitaminas. Parece que você está bem fraca. - Chan Hee evitou falar sobre o aborto, podia deixá-la mais desconfiada do que já estava. - Você tem uma casa para ir depois de sair? Algum parente próximo?

Ela desviou o olhar, ficou em silêncio por algum tempo, e começou a tentar se sentar. Chan Hee não soube se devia ajudá-la ou impedir, então só esperou uma resposta quieto, sem querer acuá-la.

-Eu tenho sim, para onde ir. - Ela respondeu com um sorriso rápido, e de novo desviou o olhar. - Sabe quanto tempo isso vai levar?

-Ainda falta muito, por quê?

-Nada. - Ela respondeu firme, mas foi traída pelo seu estômago roncando. O garoto tentou segurar o riso, mas não conseguiu, deixando-a ruborizada. - Estou com um pouco de fome.

-Vou pedir a minha mãe para trazer algo para você. - O estômago dela roncou novamente em resposta, lembrando do cheiro delicioso de mais cedo. - Também posso perguntar sobre um quartinho para você na loja.

-Eu agradeço, mas não. - Ela se fechou de novo, colocando os dois braços em volta da barriga.

Ele concordou, querendo convencê-la do contrário. Mesmo com suas palavras em negativa, ele conseguia ver em seus olhos que ela mentia, apenas para que ele não se preocupasse. Mas agora era tarde, ele já estava levado pela situação dela. Ligou para a mãe com seu celular, não saindo do lado da maca, quando a senhora ouviu que a garota estava bem e acordada, ficou feliz, e antes que Chan Hee comentasse algo, já falava sobre ter ajeitado um colchão no quarto das flores caso ela precisasse.

-Qual o nome dela? Tenho que perguntar na recepção por vocês. - A mãe perguntou após confirmar que levaria algo para comerem.

-Eu não sei. Só um instante. - Ele afastou o telefone e olhou bem nos olhos da menina, que bisbilhotava sua conversa com curiosidade. - Qual o seu nome?

-Lee Ha Yi.

-Lee Hi? - Ele perguntou para ter certeza, gesticulando um aceno inconsciente. Isso a fez sorrir e parecer mais à vontade.

-Isso mesmo. Lee Hi. - Ela também gesticulou, ainda sorrindo, e Chan Hee ficou hipnotizado por alguns segundos, tendo um vislumbre da pessoa doce que ela era atrás de toda sua postura defensiva.

Quando notou que a encarava, virou o tronco completamente, e falando para a mãe o nome. Ela afirmou que chegaria dali alguns minutos e desligou, deixando os dois à sós. Na mesma ala, algumas macas de distância, Hyung Seo tentava sem sucesso coçar a pele sob o gesso que haviam colocado em volta de seu joelho. Já conseguia ouvir a bronca do pai nos seus ouvidos, por isso estava evitando seu celular.

Tirando esse pequeno problema, com a qual ele já havia se acostumado, não vi a hora de poder sair daquele lugar. Só precisava que o médico lhe desse a receita para a fisioterapia. Outra coisa que faria seu pai surtar. Soltou um suspiro alto, querendo espernear, mas isso faria seu joelho doer. Bendito o momento em que decidiu andar de motocicleta para irritar o pai, mas valeu a pena, fazer algo fora das rédeas curtas do pai.

Estava sorrindo sozinho, passando de um estado de espírito para o outro, quando a porta dupla da ala de emergência se abriu, e uma senhora entrou com uma sacola cheia de potes com comida. Ele sabia que era comida por conta do cheiro, e de repente era seu estômago roncando.

Seu primeiro instinto foi reclamar baixinho de deixarem entrarem com comida na emergência, mas eles estavam na ala de pouco risco, então era normal que os pacientes pedissem coisas especiais do lado de fora. E logo em seguida se levantou, tentando colocar o pé no chão e sentindo uma fisgada irradiando do joelho engessado, olhou em volta e o primeiro enfermeiro que passou ele chamou.

-Pode me arrumar um par de muletas, por favor? Acho que esqueceram de me entregar uma.

Na sua pressa, o enfermeiro não questionou por que o menino queria um par de muletas. Foi até a área de depósito e voltou com um par de muletas de madeira, mais utilizadas por ali por conta da maresia. Hyung Seo ficou animado, agradeceu e se colocou de pé com ajuda de suas novas amigas de madeira, ensaiou dar alguns passos com elas, e saiu descaradamente da emergência, como se não tivesse uma restrição de andar até o médico liberá-lo.

Ele precisava comer algo, e jurava ter visto uma máquina de lanches na recepção. Saiu pela porta, não olhou para ninguém de branco, para não parecer culpado, e depois de alguns passos difíceis, encontrou a bendita máquina. Se aproximou com um sorriso, tentando tirar um punhado de moedas do bolso. Quando se inclinou para colocar as moedas no local indicado, uma mão o fez ao mesmo tempo do outro lado, espelhando seu movimento.

Os dois afastaram as mãos. Uma menina de óculos escuros e lenço na cabeça segurava uma nota amassada e pareceu assustada com o toque acidental da sua mão com a de Hyung Seo.

-Pode pedir primeiro, eu espero. - Ele se recuperou rápido do susto, indicou a máquina e viu quando a menina checou seu joelho.

-Você deveria pedir antes, está machucado. - A voz dela era doce, mas muito baixa, então ele deu mais um passo para conseguir ouvir.

-Primeiro as damas.

-Esse ditado é um pouco bobo.

-Achei que as mulheres gostassem de ganhar preferência.

-Não acima de pessoas machucadas.

Aquilo ia virar uma discussão acalorada. Hyung Seo não era de segurar sua língua, e a garota muito menos, os dois já quase esqueciam suas intenções iniciais, se não fosse o estômago de Hyung Seo o relembrando que estava com fome.

-Vamos fazer assim, podemos pedir juntos. Ela devolve o troco e a gente divide. - A menina já estava olhando para o painel. Colocou sua nota e encarou o menino, esperando que ele também colocasse suas moedas.

E ele o fez, muito preocupado em comer para se preocupar em ser roubado. A garota escolheu seu lanche e esperou ele apertar o botão do seu. Os dois esperaram enquanto a máquina computava, parados desconfortavelmente um ao lado do outro.

-O que aconteceu com sua perna? - A menina perguntou de repente.

-Acidente de carro. Eu estava em uma motocicleta. - Ele deu de ombros, pensando que talvez ficasse mais seguro em um carro. - O joelho se deslocou.

-Ai! Nem consigo imaginar. - Ela balançou a cabeça de um jeito engraçado, e ele riu, ouvindo os lanches finalmente caírem. Ela se inclinou para pegá-los, e sorriu ao entregar o de Hyung Seo. Quando ia abrir a boca para falar algo, alguém a chamou.

-Kang Mi Na. - Era um enfermeiro de pele mais escura e olhos redondos brilhantes, sua tag indicava o nome “Kim Sun Woo” e a área de psiquiatria. - Vamos?

Mi Na balançou a cabeça, e saiu depois de se curvar de leve em despedida ao recém conhecido. Hyung Seo ouviu o som de moedas caindo e as pegou da máquina, vendo que era o troco que combinaram dividir. Não sabia se a veria novamente, mas se visse, daria a ela sua parte. No seu bolso o celular tocou, e ele olhou distraído, esquecendo sua decisão anterior de não o atender.

Era o número da moça que iria entrevistá-lo. Ele quase praguejou em voz baixa, antes de atender, pedindo mil desculpas se explicando a situação, esquecendo momentaneamente sobre o encontro com a menina na máquina de lanches. Voltou para a ala da emergência, onde a mãe de Chan Hee se sentia satisfeita ao ver Lee Hi comendo com entusiasmo.

-Vou perguntar aos médicos quais remédios podem ser passados nesses hematomas. Seria uma pena se uma garota tão bonita ficasse com o rosto manchado, não é mesmo filho?

Chan Hee não respondeu, envergonhado, e Lee Hi só sorriu em resposta. Já se sentia à vontade com a senhora, tratando-a como uma filha desde o momento em que chegara.

-Querido, pode buscar uma garrafa de água para nós? -  A senhora pediu ao filho, e ele não questionou, ainda mais vendo o olhar urgente da mãe. Mal saiu, ela se virou para a menina, que terminava seu segundo prato. - Querida, eu gostaria de conversar com você, seriamente. Você tem mesmo para onde ir ao sair daqui?

Lee Hi ficou em silêncio, olhando seu prato, ou choraria ao desabafar a verdade com aquela doce senhora, que a olhava tão maternalmente.

-Você não precisa me contar o que houve com você. Imagino que não tenha sido nada bom. - A senhora fez carinho em seu cabelo, como se fosse colocá-la para dormir após um pesadelo. - Mas quero que saiba que posso ajudar a recomeçar.

-Não quero atrapalhar. Ser um problema para vocês, eu sou uma desconhecida. - Ela tentou argumentar, mas o que queria mesmo era agradecer e aceitar.

-Eu acredito que você foi parar na minha loja por algum motivo. Não foi coincidência. E se posso fazer algo para reforçar essa ideia, farei. Quando sairmos daqui, me dê um sinal, e nós a levaremos direto para nossa casa.

Lee Hi não soube o que responder imediatamente, e não precisou. Chan Hee chegou na hora com duas garrafas de água e o médico que a atendia em sua companhia.

 


Notas Finais


Isso é tudo por essa semana!
Cuidem bem da @Louy semana que vem!
Não esqueçam que sábado e domingo tem atualização por aqui!
A gente tarda, mas não falha!


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