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História NASA - The Internship - Capítulo 2


Escrita por: e ReylaWalflarck


Notas do Autor


>Atenção: capítulo contém cena de homofobia <

Olá, boa noite! Primeiro capítulo finalmente ficou pronto e tenho que agradecer a mãe da criança (Aeneko Lee), porque tem sido paciente para gerar esse bebê comigo.

Fizemos o capítulo com muito amor (leiam com a sobrancelha balançando e o James Arthur no fundo - sensual). Esperamos que gostem!

Boa leitura!❤️

Capítulo 2 - Gincana na UB


Fanfic / Fanfiction NASA - The Internship - Capítulo 2 - Gincana na UB

Não havia necessidade de ter pressa, estava quase dez minutos adiantado para a primeira aula e sabia que a maioria de seus colegas tenderiam a atrasar — em especial na primeira semana de aula —, ele seria um dos primeiros a entrar na classe.

O auditório onde eram ministradas as aulas da professora Tico não era tão grande quanto os que Ben estava acostumado em Princeton, mas não podia ser diferente, poucos engenheiros mecânicos ousavam especializarem-se em aeroespacial — e conseguir uma vaga na seleta turma da Universidade Estadual de Nova York em Buffalo (UB) também não era simples ou barato —, ele mesmo havia sido muito criticado por 'perder' mais alguns anos de aprimoramento da sua carreira, em estudos.

Ben desceu os degraus da sala vazia procurando por um assento à frente, onde pudesse ler com clareza os slides e a letra miúda de Rose Tico na lousa. 

Não havia sido o primeiro a entrar, alguns outros estudantes haviam se adiantado e estavam papeando em um canto, mas Ben não tinha interesse em fazer amizades, de modo que seu lugar foi o mais distante possível dos novos colegas.

Removeu os óculos para miopia e abriu o notebook sobre a bancada a qual dividiria com os colegas de fila. O papel de parede era uma imagem em alta definição do símbolo de sua guilda, em tons de preto e vermelho em um fundo espacial quase totalmente negro.

A conexão no campus era indiscutivelmente melhor que em seu alojamento, por isso, sempre que tinha minutos livres, gostava de abrir sua conta no Intention e, principalmente, conferir o ranking geral de seu personagem.

Kylo Ren estava sempre entre as primeiras pontuações da semana e esse era um dos motivos de orgulho do universitário. Seus colegas achavam idiotice, um homem de quase vinte e sete anos, cursando uma pós tão complicada quanto engenharia aeroespacial e perdendo tempo com MMORPG de terror steampunk

Entretanto, era muito mais do que isso, Ben precisava desse tempo online, vivendo na pele de Kylo para libertar sua mente da pressão dos prazos dos professores e cobranças familiares com que lidava no cotidiano.

Checou as mensagens, sempre recebia várias de outros jogadores querendo participar de missões com ele, mas, em geral, sequer abria as notificações de desconhecidos.

Entrementes, no meio de uma dezena de insignificantes jogadores, estava a mensagem de alguém chamado SucateiraBb8.

Ben conhecia bem o nickname, costumava trocar informações e itens com o outro jogador que era um dos poucos com nível tão alto quanto ele.

_SucateiraBb8: boa noite, @KyloRen, amanhã vai abrir um evento para jogadores de classe super, ninguém da minha guilda tem esse nível, acha que poderíamos ser uma dupla?

Solo analisou a proposta por um momento, ele não estava sabendo de qualquer evento para essa semana, mas não era incomum que a plataforma lançasse eventos relâmpagos de vinte e quatro horas, ele só não entendia como SucateiraBb8 havia tido acesso à informação privilegiada antes dele.

A mensagem havia sido enviada na noite anterior, o que reduzia muito o tempo para execução da missão, ele teria que correr direto para seu dormitório após o fim das aulas e torcer para SucateiraBb8 estar online.

Aceitou a proposta com pressa ao ver a figura pequena de sua professora entrando na sala com várias bolsas penduradas e livros empilhados, quase fazendo sumir em seus 1,57 de altura.

Ben fechou o notebook e o enfiou sob a mesa, enquanto os demais colegas também se ajeitavam em seus acentos, prontos para ter a primeira aula com Rose Tico.

Uma horda de alunos seguiu a professora para dentro, entre eles estava aquele que seria a dupla de Ben durante toda a pós-graduação. Armitage fora o único outro aluno da turma formada em Princeton na primavera anterior a seguir para Buffalo e cursar engenharia aeroespacial. 

O ruivo jogou a mochila em um assento qualquer do outro lado do vazio auditório e Ben não se incomodou em chamá-lo. Sabiam que seriam uma dupla e não precisavam sentar juntos o tempo todo para isso.

Já haviam passado quinze minutos de aula e Ben mal conseguia acompanhar a explicação da professora que falava e escrevia na lousa mutuamente. 

Por que uma professora de engenharia tinha de manter método tão arcaicos? Esfregou seus olhos ainda confuso com a letra.

Ele era bom em pegar conteúdos de primeira, mas Rose não parecia do tipo com paciência para alunos mais lentos e ele com seu sutil problema de vista — segundo sua mãe — causado pelo excesso de computadores, não estava em sua melhor forma. Podia ver vários colegas escrevendo freneticamente com expressões apavoradas e outros que tinham desistido das anotações e só observavam a vietnamita.

Ele ficou com as mãos impacientes abaixo da cadeira, talvez tivesse soluções mais práticas se ela deixasse usar o notebook.

A voz doce, porém firme da doutora foi cortada bruscamente pela porta abrindo-se com demasiada força. Todas as cabeças se viraram para a entrada do auditório onde uma mulher surgia exasperada.

Estava ofegante e o coque que deveria ter prendido seu cabelo em algum ponto do dia, estava em parte desfeito. Carregava os três livros referência pedidos pela professora e um caderno grosso abraçados contra o peito.

Em vez de mochila tinha uma bolsa comum que poderia carregar celular e algumas canetas, mas nunca o material necessário para a aula teórica.

— Pode entrar, senhorita. — A autorização somente a fez apressar-se mais ainda para atingir algum lugar a curtos metros dele.

*

Rey acabou tendo um dia infernal pelo começo da manhã, não porque quisesse, mas porque o trabalho havia deixado-a acordada até tarde da noite o que fez com que perdesse o horário pela manhã. Sequer teve tempo de colocar seu material na mochila, acabando por agarrar o que conseguiu e saindo dessa forma.

Ao chegar à UB, também acabou por perder-se entre tantos prédios de acessos e o campos gigante que compreendia diversas ruas. Não era ambientada no local e como não havia um mapa de orientação como nos jogos que costumava jogar para se livrar da pressão do trabalho, ela levou mais tempo do que o esperado para chegar ao auditório.

Todos estavam lá assim que abriu a porta do local apertado e semi-escuro, todos olhando diretamente para sua aparência completamente desastrosa,  e ao ver a figura ao centro, a minúscula mulher que ela tão bem conhecia, ela disfarçadamente sorriu.

Ajeitou a bolsa que caia nos ombros e se sentou do melhor modo que pôde. 

Durante a aula seus olhos verdes se mantiveram concentrados como seus ouvidos.

— Estamos falando de: Eletricidade Aplicada; Mecânica dos Sólidos; Mecânica dos Fluidos. Todas essas matérias comuns que já foram executadas por vocês no passado, entretanto que terão que ser mais exploradas ao ponto de fazer a mente de todos realmente ser posta em teste.

Ela não duvidou disso nem por um segundo. Já lidara com a dinâmica de Tico antes da pós graduação, durante o curso de mecânica básica quando estava no MIT.

Ouvia tantas reclamações de sua postura rígida que fazia alunos entrarem em crise chorando no meio das provas. Ela era linha dura, a sua forma pequena não era senão uma forma de enganar a todos sobre sua personalidade, um tanto carrasca.

Embora nunca houvesse tido problemas com a professora, ela sabia que muitos alunos poderiam ter abandonado o curso no primeiro semestre por causa daquela mulher.

— Muito bem agora farei algumas perguntas.

E se inclinando para frente sobre cadeira Rey se preparou para fazer o que ela sabia fazer de melhor. 

A professora começou as perguntas sobre conceitos anteriores de diversos assuntos já estudados durante o curso de engenharia na faculdade, e ela acreditando que seria a primeira sempre a responder rapidamente, viu-se irritada quando outro aluno começou a dividir os holofotes com ela.

O sujeito era alto, magro, cabelos negros, lábios carnudos. Estava sempre a erguer a mão quase simultaneamente pedindo para falar ao mesmo tempo que ela. 

Parecia que os dois haviam entrado em uma gincana e disputavam cada pergunta como se fosse decisiva para a competição.

Rey agitava suas pernas com impaciência sempre que ele falava, e sempre se metia ao fim de suas respostas apenas para pontuar que havia esquecido algo em específico no tópico, algo irrelevante que a fazia parecer como se tivesse decorado livros e mais livros da matéria  — não que ela não houvesse, mas era um processo inconsciente de sua mente fotográfica —

Ao fim das perguntas, Rose preencheu um quadro com um exercício de termodinâmica. E Rey já conhecendo Tico sabia que não seria uma questão fácil, ela por vezes avaliou todos os conceitos até achar o que desejava… Sim, não seria vítima da peça a qual todos iriam cair sem a devida atenção.

— Senhorita Johnson — a mestra universitária a chamou. 

Rey orgulhosa já sabendo a intenção como se ela fosse a própria professora se levantou.

— Tenho certeza que poderá resolver a questão. Por que não dá um passo à frente e nos mostra o seu cálculo?

E ela sorriu.

Andou para frente com o queixo erguido, querendo que todos notassem o quanto ela seria sagaz, porém o sujeito de cabelos negros com quem dividiu as repostas durante toda a aula a interrompeu.

— Eu gostaria de fazer o cálculo também. — E ela olhou perdida para ele e depois para Tico.

— Posso deixar que faça o da próxima aula. — Rose tentou ser paciente e pacífica, embora não seguisse esse padrão sempre.

— Pois muito bem — ele disse. — Posso considerar justo sua ideia, mas então… Pelo menos diga o nome dessa aluna aqui. 

Ele apontou para um menina loira de cabelos ondulados que sentou a duas fileiras de onde estava.

— Não entendo a relevância disso. — A professora não estava contente com o que seu aluno fazia.

— Então, explicarei. — Levantou-se para mostrar o quanto era alto. — A aluna em questão foi a última a adentrar a sala, o que mostra que não é qualificada pela sua falta de compromisso. Segundo, foi a única pessoa a ser chamada pelo nome quando sequer o havia mencionado… O que levaria a qualquer um chegar na mesma conclusão sobre certos privilégios. — Ele indica saber que há um tipo de relação próxima entre aluna e professora.

A sala não respira e Rey se vira com a face vermelha de raiva.

— Pois se faz tanta questão de resolver isso, resolva. 

*

Armitage Hux, "Armie" para os mais íntimos, era um sujeito ruivo e mais ou menos alto, assim como todos os demais telespectadores ficou chocado com a cena que se sucedia entre a professora e mais dois alunos.

Ele poderia ignorar o que se passava se não fosse pelo fato de ser nada mais, nada menos que o melhor amigo do rapaz que estava a frente.

Havia visto Ben antes de entrar na sala, ainda que ele estivesse tão concentrado que não o tivesse notado, ali, sentado no fundo do auditório, e quieto durante a aula inteira.

Percebeu que a situação estava saindo do controle muito mais rápido do que o habitual. Desde a chegada da aluna atrasada, o colega estava cada vez mais inquieto e sabia que era uma questão de tempo até Solo fazer alguma idiotice.

Ben dizia não ligar para o que os outros falavam sobre si, contudo, Armitage sabia não ser exatamente a verdade. Embora não fizesse esforço para esclarecer suposições descabidas sobre a sua sexualidade ou que pensavam sobre ser um nerd mal humorado e babaca, o fato preponderante e que não poderia ser ignorado era que odiava não ser o mais esperto.

Há anos o ruivo carregava o trabalhoso — fardo — título de melhor amigo do moreno, por isso sabia que Ben adorava ter sua inteligência desafiada na mesma medida que odiava perder esse desafio e, ao que parecia, desde a chegada da enérgica e atrapalhada aluna atrasada, tinha um desafiante à altura.

Armie soube que deveria intervir na disputa, ao ver o homem colocar-se de pé desnecessariamente, determinado em responder a questão complicadíssima no quadro, mas sem tirar os olhos carregados de ódio da desafiante.

Com um suspiro infeliz ele se levantou e pigarreou alto, fazendo a atenção da sala silenciosa e tensa, recair em si.

— Professora Tico, acho que seria mais proveitoso para o aprendizado da turma deixar a questão como desafio para a próxima aula, assim todos teríamos a chance de responder em casa e apresentar os resultados à senhora.

Os olhos claros do rapaz ruivos estavam fixos na pequena mulher muito bem vestida em seu terno cinza, ignorando completamente os olhares fulminantes vindos de Ben e da colega de classe sobre si.

Rose havia percebido há muito tempo que a competição entre os dois estudantes estava ficando mais intensa. Encantada em ter outra pessoa com credenciais similares às de Rey em uma turma sua, apesar da irritabilidade, a princípio pareceu uma excelente ideia, por isso estimulou ao máximo o embate — apenas com fins educacionais, não pelo entretenimento, claro.

Entrementes, não imaginava que a insignificante disputa iniciada no primeiro dia de aula de sua matéria, tomaria proporções tão sérias. 

A docente não via sua aluna mais aplicada em estado de tanta tensão desde que um colega no tempo da faculdade, derrubou um copo de capuccino no notebook da garota que sequer havia terminado de pagá-lo.

Prendeu o olhar na expressão seria do homem ruivo, ciente de que ele tentava enviar uma mensagem por trás de suas amenidades: dê um fim nessa briga antes que esses dois sejam expulsos por socar um ao outro dentro do campus.

— É uma boa idéia, senhor…

— Armitage Hux — respondeu infeliz por chamar tanta atenção sobre si.

 Normalmente deixava o papel de aluno gênio antipático para Ben e ficava na sua, apenas assistindo às aulas.

— Essa ideia do senhor Hux é muito boa, creio que todos devem copiar a questão e trazer a resposta em dois dias, na nossa próxima aula. — Tico tentou parecer casual, mas alguém mais atento notaria seu desconforto com a situação, especialmente pela insinuação que ela dera privilégios a Rey. — Lembrando que não permito fotos na minha aula, copiar é parte do aprendizado — advertiu pela segunda vez durante a manhã, após ver uma estudante erguendo o celular em direção ao quadro.

Ben fez questão de lançar um último olhar carregado de raiva para Armie e se encaminhou de volta ao seu lugar, passando a ignorar o ruivo. 

Olhou de soslaio para a tal senhorita Johnson, rapidamente arrependendo-se ao notar que ela também o vigiava sobre o ombro. Ambos desviaram o olhar, fingindo não ter notado um ao outro.

Ele não fazia ideia de quem era aquela mulher irritante, mas não deixaria ela aparecer do nada para perturbar seus estudos.

*

Durante a hora do almoço, Rey procurou um local tranquilo e ao localizar um espaço quase vazio no Campus, logo atrás de uma quadra de futebol americano, arremessou a sua bolsa sobre o banco de madeira cruzando os braços. Estava irritadíssima com Solo por fazer aquela cena toda e mais ainda com seu amigo ruivo, porque tudo que ela queria era desbancar os cálculos daquele convencido. Como ele ousava fazer aquilo? Sugerir que ela tinha privilégios de uma professora. 

Cutucou a bolsa retirando o sanduíche que trouxe, tão amassado que mal parecia um alimento de verdade. Mordeu com raiva com a cabeça formigando e viu dois alunos que estavam fazendo pós em sua sala passarem conversando de um modo alto.

— Você viu aquele cara? — Um deles falou com a expressão torcida. 

Mesmo na distância que estava podia ouvir com facilidade a conversa.

— Ele ficou irritado porque a tal Johnson estava sendo uma pessoa inconveniente. — O outro pareceu dar razão a Solo. — Será que aquela mulher já conseguiu namorar algum cara? 

E pelo tipo de risada que o amigo dele deu, Rey já sabia que em breve iria escutar uma piadinhas sexistas sobre ela.

— Acho que ninguém suportaria.

Ela trincou os dentes, porque estava cansada daquele tipo de desrespeito. 

— Mas o Solo é outro que ninguém aguenta — resmungou o mais alto dos jovens com um tom de desprezo que Rey conhecia bem.

— Ninguém não. — O interlocutor riu do próprio comentário. — Tem aquele namorado magricela dele, o ruivo que sugeriu para todo mundo fazer as questões.

— Graças a esses viadinhos temos ainda mais trabalho de casa.

Rey recolheu suas coisas e saiu de onde estava ainda mais irritada. Precisava de um refúgio e somente haveria um...

Solo bateu a porta de seu quarto com força assustando os colegas que trocavam cumprimentos e apresentação no corredor. 

Estava tão irritado que nem parecia ter acordado disposto e animado nessa mesma manhã.

Arremessou a bolsa na cama com tamanha força que ela rolou pelo colchão e colidiu contra a parede causando um estrondo abafado por causa do caderno grosso e dos vários livros pesado.

Para sua sorte, o computador portátil estava em uma bolsa menor, pendurada no ombro, ou, mais uma vez, teria que substituir o notebook por culpa exclusiva de seu descontrole emocional.

Deixou-se cair de costas na cama enquanto apertava os olhos com força e controlava os pensamentos que pareciam ferver em sua mente.

Para qualquer outra pessoa, esse tipo de reação seria exagerada para um simples desentendimento com uma estranha, mas Ben não lidava bem com a derrota e desde muito pequeno foi levado a terapeutas e pedagogos para tratar seu temperamento e controle da raiva.

Como havia aprendido nas caras sessões pagas por sua mãe, respirou profundamente contando cada inspirar e expirar.

Estava tão concentrado no exército de relaxamento que demorou alguns segundos para identificar o significado do sutil alarme em seu computador.

Conhecia o som e sabia que era uma mensagem de um dos poucos personagens não bloqueados por seu perfil no Intention.

Poderia ser o GingerCatHX, afinal havia acabado de deixar o melhor amigo no corredor de seu dormitório e sabia que Armitage era quase tão viciado quanto ele mesmo. Mas a esperança do rapaz é que SucateiraBb8 tivesse entrado no jogo em tempo de cumprirem a missão.

Estava certo, havia um símbolo de online junto ao nickname do outro jogador e o convite para partirem rumo à uma nova aventura.



Notas Finais


Para um primeiro capítulo sobrevivemos? Esperamos que sim! Por favor, não deixem de nós apoiar se puderem e nos digam o que pensam sobre esse conteúdo! Temos planejado corajosamente nossos passos e esperamos não decepcionar ninguém.

Beijos nas almas de cada um de vocês!
Até a sequência desse devaneio.


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