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História Nasce um amor - Capítulo 11


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Notas do Autor


Eu não ia postar esse capítulo agora porque queria ter desenvolvido mais, mas como sei que vocês podem estar meio frustrados por causa da falta de cap. postei logo ✨

Capítulo 11 - Thriller Bark pt.1


Fanfic / Fanfiction Nasce um amor - Capítulo 11 - Thriller Bark pt.1

NICO ROBIN

Luffy — Como viemos parar nessa ilha? — questiona, confuso em cima da proa do Sunny.

Brook — Essa é a ilha fantasma que vaga pelos mares…Thriller Bark! — sussurrou.

Luffy — Thriller Bark… — repete olhando a ilha obscura a nossa frente.

Todos estávamos encarando a ilha-navio flutuante que havia simplesmente aparecido do nada em nossa frente. Penso que já havia lido uns livros antigos sobre essa ilha fantasma que vaga pelo Triângulo Florian, sabia que a ilha era rodeada por uma enorme parede externa que a circunda, a entrada é uma boca gigante que abre e fecha. Se bem me lembrava, havia uma mansão no meio da ilha rodeada por uma floresta densa, diziam que essa Thriller Bark era governada pelo refugiado Shichibukai, Gekko Moriah, apesar de não ser uma informação confirmada pelo governo. Nunca poderia esperar que fosse encontrá-la dessa maneira, mas com a nossa sorte era de se imaginar algo assim, os problemas vinham até nós, sem nem sequer nos esforçássemos. Tínhamos o dom para encrenca.

Nami — Espere aí...essa ilha não aparece no Log Pose — disse conferindo o objeto em seu pulso.

Brook — Era de se esperar, essa ilha costumava estar localizado no West Blue. Esse é realmente o meu dia de sorte, não só fiz amigos, como ainda realizei o meu sonho. Estou tão feliz e grato por essa nova oportunidade yohoho. — sussurra.

Nenhum de nós estávamos entendendo nada, todos estávamos perdidos. Brook dá um salto alto e para cima do mastro do Sunny.

Sanji — Wow ele é muito ágil. — disse, impressionado.

Brook — Claro, fiquei levinho, ossos não pesam nada. — explica — Por favor, cruzem o portão e vão embora o mais rápido possível, não ancorem aqui. Fiquei muito feliz de conhecê-los, nunca vou esquecer essa refeição e da bondade de vocês, adeus, nos veremos novamente se o destino assim permitir. — se despede.

Brook provavelmente já havia vindo nesse lugar antes, mesmo nos alertando para fugirmos, ele deseja ficar, deve ter algum objetivo para cumprir. O esqueleto pula dentro da água com tudo. Só ouvimos o Ploft do impacto.

Luffy — Espera aí, Brook — tenta chamá-lo, mas é em vão, pois, o mesmo já se encontrava ao longe.

Sanji — Ele não comeu um fruto do diabo, porque pulou na água? — pergunta e todos corremos para olhar o mar.

Zoro — Ele tá correndo na água. — disse, descrente.

Luffy — Incrível!

Nami — S-seja como for Luffy, vamos seguir o conselho dele, não sei qual é a dessa ilha, mas com certeza é encrenca. — disse fitando nosso capitão que estava com aquela cara de louco para explorá-la.

Luffy — Hã? Disse alguma coisa Nami? — pergunta com um sorriso de orelha a orelha estampado em seu rosto, olhando fixamente a entrada da ilha mais ao longe.

Robin — Tarde de mais Nami-san. — disse observando a ilha ao nosso redor.

Usopp — O que?? Já está louco para entrar.

Chopper — Ei, onde está aquele fantasma? Continua a bordo? — pergunta, se tremendo.

Zoro — Não, voltou para dentro da ilha. — da de ombros.

Robin — Ei, aquele tremor que teve agora há pouco, se foi aquele portão que parece uma boca que se fechou — aponto para o mesmo — Acho que ele praticamente nos engoliu — disse obtendo a atenção de todos sobre mim.

Luffy — Então, fomos engolidos? — pergunta me encarando.

Robin — É difícil enxergar com essa névoa. — tento enxergar ao nosso redor — Mas uma vez li algo sobre essa ilha em alguns livros, se não me engano as muralhas do portão circulam a ilha. Em outras palavras, nosso navio está preso. — suspiro.

Franky — Entendi, então, por isso o esqueleto mandou a gente fugir o mais rápido possível. — reflete.

Luffy passa por nós correndo para dentro do Sunny.

Nami — Então, alguém está fazendo essa ilha-navio andar pelos mares? Pra quê? — questiona com a mão no queixo.

Franky — Se a ilha está se movendo, continuamos no meio do oceano, não dá para ancorar aqui...

Usopp — Peraii! Vocês querem ficar aqui? Por que vocês sempre fazem isso? Pra que se meter em encrenca? Vamos fugir enquanto não fomos amaldiçoados. — choraminga.

Nami — Ei, gente...estou com aquela doença do Usopp, medo-dessa-ilha! — suspira, cabisbaixa, se sentando no chão enquanto abraçava as pernas.

Chopper — Tô com a mesma doença. — chora com medo ao lado da nossa navegadora.

Luffy sai de dentro do Sunny com uma roupa de explorador e segurando uma rede de caça no braço direito.

Luffy — Certo pessoal, vamos aportar. — disse, animado.

Usopp — Você quer partir para uma aventura? Luffy abra seus olhos, lá tem uma casa mal assombrada, pode ter mortos vivos, você viu aquele fantasma? Não subestime os espíritos malignos Luffy. — tenta convencer o capitão a mudar de ideia.

Luffy — Do que está falando? Vou tomar o maior cuidado. Vou pegar aquele fantasma para ser meu bichinho de estimação. — diz , sonhador, mostrando a cesta que ia prender a assombração.

Usopp — Você está subestimando as entidades. — diz segurando o crucifixo, nervoso. — Fantasmas e entidades malignas perdoem ele e não nos matem. — diz fazendo algum tipo de reza ajoelhado no chão.

Luffy — E além do mais, precisamos ajudar nosso companheiro. Sanji almoço pirata. — disse, indo pro deck.

Usopp — Companheiro? Ele recusou nosso convite Luffy. Vamos ficar longe dessa ilha — choraminga.

Franky — Nada melhor do que explorar uma nova ilha, não é mesmo? — disse, passando as mãos pelos seus músculos.

Robin — Aqui está sua marmita. — digo entregando a comida que Sanji havia feito rapidamente. — Vou com você! Estou curiosa sobre esse lugar. Quero saber se é como nos livros que li — disse fitando o capitão.

Nami — Está de brincadeira, você também vai com eles, Robin? — suspira, choramingando. — Fica aqui comigo — faz um bico.

Robin — Claro, adoro uma aventura Nami-san. — digo sorrindo para a nakama que me olha assustada.

Zoro — Essa é minha garota, vou junto só para garantir que tudo vá ficar bem. — se junta a mim, me dando um beijo na bochecha.

Luffy — Oe Zoro, agora a Robin é a sua namorada? — pergunta, dando uma piscadinha para o espadachim.

Chopper — Woww o Zoro tá namorado com a Robin? Incrível! — disse com os olhos brilhando. — Quem pediu quem em namoro?

Usopp — Zoro tá namorando, tá namorando. — começa a repetir com Luffy e Chopper que dançavam em cirandinha ao redor de Zoro que estava para perder a paciência.

Zoro — CALEM A BOCA SEUS IMBECIS! — esbraveja correndo atrás dos companheiros, me fazendo dar vários risinhos com sua atitude infantil.

Franky — Beleza, pessoal, vamos levar um bote para desembarcar. Vamos abrir o canal 2 do sistema de docas de soldados. — disse com os olhos brilhando.

— 2? — todos perguntamos em uníssono, olhando com atenção para Franky.

Franky já havia dito que haviam 5 sistemas docas, cada uma era responsável para desempenhar uma determinada função, já tinha comentado sobre todas elas, inclusive a doca 2, porém, nunca a havíamos a visto ou a usado, o que nos deixou muito ansiosos com a novidade. Franky entra dentro do Sunny e desce para o andar de baixo, Nami, Usopp e Chopper o seguem enquanto eu, Zoro, Luffy e Sanji ficamos no deck.

Franky — Estava guardando para uma ocasião especial. Quem quiser dar uma volta fora do navio... — antes que pudesse continuar a falar os companheiros o interrompem deslumbrados com o que viam.

Luffy — O que será que vai sair?? — questiona, ansioso fitando a portão aberto da doca número 2.

Quando olho para a água, vejo um barco pequeno com quatro assentos, Nami estava no volante, Chopper e Usopp ocupavam dois lugares, mas o que mais chamava minha atenção era que o barco tinha herdado o rosto do falecido Going Merry, navio no qual todos éramos muito apegados até que tivemos que nos desfazer do mesmo.

Franky — Esse é o barco a vapor para quatro pessoas, Mini-Merry — disse apresentando o navio e retornando para onde estávamos.

Luffy — Wooow demais. — diz, batendo palmas no ar.

Usopp — É o Merry, ele voltou em um mini-barco. Viva! — comemorava, emocionado.

Sanji — Ele será muito útil para fazer compras.

Luffy — Agora é a minha vez, também quero dar uma volta nele.

Nami começa a se distanciar com os outros dois companheiros, explorando o mar ao nosso redor.

Franky — Se acalme Chapéu de Palha, logo você poderá andar nele também, deixe agora eles se divertirem.

Luffy — Você é demais Franky — diz, batendo em suas costas.

De repente ouvimos um grito agudo de Nami que nos fez ficar em alerta.

Luffy — O que houve Nami? — gritava de volta, em busca de uma resposta.

Zoro — O que eles estão aprontando? — pergunta ao lado de Luffy — Não consigo enxergar nada nessa névoa.

Robin — O grito veio de dentro da ilha. — digo, observadora. — Será que ela gritou porque algum fantasma que os amaldiçoou? — pergunto com a mão no rosto, pensativa.

Franky — Vira essa boca pra lá mulher.

Ploft.

Zoro — Que barulho é esse? — pergunta.

Sanji — Nossa âncora foi jogada ao mar. — diz.

Robin — Mas ninguém mexeu nela. — franzi o cenho.

Franky — O navio é novo demais para dar esse tipo de problema — defende sua obra-prima.

Zoro — Fiquem em alerta. Podemos ter um inimigo a bordo. — avisa se aproximando de mim.

Luffy — Ei mina...hã, hã, hã — nos chama, quando olhamos para Luffy suas bochechas estavam esticadas em um sorriso enorme que o deixava com cara de bobo.

Sanji — Luffy! O QUE DEU EM VOCÊ?! Não é hora de brincadeira. — diz fitando nosso capitão que permanecia imóvel.

Luffy — Não sou eu, tem algo errado, não consigo me mexer. — disse antes de ser jogado com tudo no chão a nossa frente.

Zoro começa a olhar ao redor em busca de algum inimigo. Sua espada começa a se mexer sozinha, saindo de sua bainha e sendo arremessada na direção de nosso capitão que por pouco não foi fatiado.

Franky — Ei, seu mané, cuidado com isso. — exclama.

Zoro — Sinto muito...minha espada escapou... — disse, sem entender.

Sanji — Estranho... — comenta acendendo seu cigarro.

Franky — Parece que não somos os únicos a bordo mesmo. — sussurra.

Ouço um rugido de um leão atrás de mim e me assusto, procurando avistar alguém, mas não enxergava nada. Zoro pega de volta sua espada que estava no chão.

Zoro — Então, temos companhia? — pergunta retoricamente.

Estávamos todos parados em um tipo de círculo.

Franky — Será que é algum tipo de assombração? — pergunta.

Luffy — Senti algo encostando em mim quando fui atacado. — disse, se levantando.

Robin — Penso que ouvi um rugido de uma fera.

Sanji — Vou procurar Nami-swan e os outros, estou preocupado, deixo o navio por conta de vocês. — diz e em seguida da um salto para fora do navio até que é lançado de volta com tudo para dentro do Sunny. Batendo a cara no chão.

Zoro — Tinha que ser o cozinheiro idiota. — desdenha.

Sanji — Então, porque não tenta você, espadachim idiota? — resmunga.

Robin — Parece que algo não quer que a gente saia daqui. Mas por quê?

Zoro — Não sei o que essa coisa quer, se quisesse encurralar a gente seria moleza.... não estamos enxergando nada com essa névoa.

Começo a sentir algo se aproximar de mim, mas quando virei de costas, não conseguia ver ninguém, parecia que estava invisível, sento mãos me tocando, começo a usar minha akuma no mi para tentar me defender do possível ataque.

Robin — Ah...ah...ah... — faço alguns braços aparecerem para me ajudarem a me manter longe da coisa que estava tentando se aproximar de mim. Não conseguia enxergar o que era, mas era muito forte.

Zoro — Robin, o que houve? — pergunta de aproximando.

Robin — Algo me pegou. — exclamo e em seguida sinto uma língua ser passada nos meus seios até o meu pescoço. — Ahh...essa coisa me lambeu. — digo, enojada.

Zoro — Como se atreve a fazer isso com ela?! Vou fazer picadinho de você! — rosna, partindo com tudo em minha direção, enfurecido, segurando uma de suas espadas.

Antes que Zoro pudesse atacar, o monstro me larga, me jogando na direção do espadachim. Zoro me segura para que não caísse com tudo no chão.

Zoro — Você está bem? — pergunta me olhando nos olhos.

Robin — Estou, obrigada Zoro-kun. Parece que ele se foi. — digo, me desvencilhando de seus braços.

— Ruuuurg — rosna.

Luffy — parece mesmo uma fera. — observa.

De repente sentimos o Sunny começar a se mexer sozinho.

Luffy — O que está acontecendo?

Franky — Vejam! Ondas estão se formando dentro da muralha. — aponta para o mar.

As ondas estavam tão fortes que acabei sendo jogada para trás, por sorte Zoro conseguiu me segurar em seus braços, se não teria sido arremessada para fora do Sunny.

Zoro — Peguei você! — disse me trazendo para si.

Franky — Estão carregando o navio. Levantem âncora. — exclama fitando Sanji que prontamente obedece.

Zoro — Chopper! Usopp! Respondam! — esbraveja, chamando os nakamas.

Luffy — Droga! A corrente está nos afastando de Nami e dos outros.

(...)

Depois que a corrente nos afastou de onde Nami e os outros estavam, fomos parar exatamente na entrada da ilha. Todos estavam se preparando para a nossa aventura na ilha-fantasma. Luffy estava mais inquieto que o normal, provavelmente era preocupação por não ter notícias de Nami.

Robin — Não se preocupe. — disse chamando sua atenção para mim. — Eles sabem se cuidar apesar de tudo.

Luffy — Sei que sabem...afinal, eles são nossos companheiros. — sorri abertamente, fazendo com que um sorriso brotasse em meus lábios. — Confio na habilidade deles para se cuidarem, mas ainda sinto um aperto no peito.

Robin — Pois, vamos sair logo para encontrá-los o mais rápido possível, sim?— ele concorda com um sorriso aberto.

Admirava a coragem e a confiança do nosso capitão, ele nunca se deixava abalar, nunca pensava em desistir, sempre buscava ver o lado positivo das coisas. A sua fé na gente era encorajadora, por isso éramos tão leais a ele.

Luffy — Oe, Robin. — chama fazendo com que voltasse a olha-lo — Você acha que a Nami prefere um fantasma ou um zumbi de estimação? — pergunta.

Robin — Hahaha acho que ela é do tipo que prefere diamantes — respondo.

Luffy — Sério? — pergunta, com uma expressão de choque. — Mas eles eram tão bonitinhos. Ia pegar um pra ela. — disse, cabisbaixo.

Dou umas risadinhas com a criatividade de Luffy para presentes. Vejo Zoro entrar no cômodo e se sentar em um sofá mais a frente, me levanto e vou em sua direção. O esverdeado estava afiando suas duas espadas. Me sento do seu lado e espero ele terminar, ficando em silêncio. Quando ele termina, olha de esguelha para mim.

Zoro — Me promete uma coisa. — pede, se virando para mim e intensificando nosso contato visual.

Robin — O que? — pergunto, franzindo o cenho.

Zoro — Que vai tomar o maior cuidado possível lá. — segura minhas mãos.

Robin — Ei... não precisa se preocupar, sei me cuidar. — digo passando a mão no seu rosto delicadamente, o tranquilizando — Nada vai me acontecer. — sussurro.

Era estranho pensar que alguém estava realmente preocupado com o meu bem-estar. Antes de entrar no bando não tinha ninguém, mesmo que agora tenha eles, ainda fico um pouco impressionada com o carinho que me davam. Especificamente Zoro que estava sendo o meu porto seguro ultimamente. Nosso relacionamento estava se intensificando mais a cada dia, o que era uma coisa muito boa. Nunca havia namorado sério com ninguém e para minha surpresa ele também não. Estávamos nos descobrindo aos poucos, sem pressão.  Não sabia ainda se éramos namorados ou não, mas não era do tipo que me prendia a rótulos. O importante era o agora. Estar com ele.

Zoro — Sei que sabe, mas não sabemos o que pode acontecer lá, quando você precisar de mim, grita que vou correndo atrás de você. — disse — Não suportaria se algo te acontecesse. — sussurra a última parte bem baixinho.

Engoli em seco, ele realmente parecia estar preocupado. Ele sabia o quão forte eu era e mesmo assim estava com medo de me acontecer algo. Pior que também pensava o mesmo sobre ele, só de pensar que algo poderia acontecer ao esverdeado, meu coração entrava em pânico, o peito apertava e começava a sentir uma dor horrível.

Robin — Nada vai me acontecer, tá! — seguro seu rosto, ficando meu olhar no seu para passar confiança. — Você estará lá comigo, vamos cuidar um do outro. Tudo vai ficar bem e no final teremos mais uma aventura para contar. — sorrio e lhe roubo um selinho.

Intensifiquei nosso beijo, nossas línguas quentes se misturavam uma, na outra, mordi levemente seu lábio inferior, a falta de ar já se fazia presente, mas não tinha vontade alguma de largá-lo, queria continuar o beijando para sempre. Amava essa sensação, me sentia completa. Sua mão segurava meu cabelo, grudando mais nossos corpos, a outra apertava minha cintura com força. Dou um suspiro entre o beijo e me afasto em busca de ar, ofegante. Colo minha testa na sua e fecho os olhos, sentindo sua respiração sobre mim.  Aquele era meu momento de paz. Sinto Zoro colar sua boca na minha testa, dando um leve beijo na mesma. Quando abro os olhos ele volta a atenção para minha boca, umedeci os lábios, pronta para um novo beijo, mas infelizmente fomos interrompidos pelos gritos de Luffy.

Luffy — EI ZORO!ROBIN! VAMOS! DEIXEM PARA NAMORAR DEPOIS. — berrava sem paciência.

Zoro — Calado mané. — reclama. — Acho melhor irmos... — diz me encarando, oferecendo uma de suas mãos.

Robin — Tudo bem...vamos. — respondo pegando em sua mão.

ROBIN OFF

(...)

NAMI ON

Nami — Essa doeu. Caímos lá de cima — olho as muralhas acima de nós. — Precisamos voltar até os outros.

Chopper — Onde estamos? — pergunta.

Nami — parece que estamos na ilha-fantasma. — disse dabdo uma olhada ao nosso redor.

Usopp — Fantasma?— começa a se tremer todo, apertando o crucifixo no seu pescoço.

Nami — Para com isso! Também estou com medo — digo. — Se continuar com isso, irei ficar com mais.

Usopp — Como viemos parar aqui? — pergunta.

Nami — Nós empolgamos demais, brincando com o Mini-Merry e acabamos batendo na costa. Acelerei demais e acabamos batendo naquele muro. — aponto para torre — Aí nós três voamos para longe, caindo nesse poço. — explico. — Culpa minha, mas vocês não podem ficar bravos, porque sou linda — digo mandando beijinho no ar.

Usopp — É tudo culpa sua, Nami! Se tivesse ido devagar nada disso teria acontecido — esbravejou, me olhando com uma carranca daquelas que o Zoro fazia quando estava de mau humor — Mas é estranho esse nevoeiro todo aparecer justamente quando entramos nessa ilha.

Cruzei os braços e olhei para o outro lado fazendo um bico. Depois de uns segundos voto minha atenção para Usopp e Chopper.

Nami — Pode ser uma armadilha para pegar inimigos. Tivemos sorte de não termos caído em nenhuma. — disse.

Usopp — Estamos na entrada da ilha, logo o Luffy e os outros irão nos salvar...

Chopper — O que me preocupa é estarmos tão abaixo do nível do mar.

Nami — Vamos esperar ajuda na costa, ao nível do mar, onde não é perigoso. — digo.

Usopp — Mas como vamos subir? — pergunta, andando na nossa frente, o seguimos até que nos deparamos com três olhos amarelos nos encarando. 

Usopp — O que é isso? Um tipo de cachorro? — pergunta nos encarando. 

Nami — Não é um cachorro... — digo observando o animal agora descoberto pela névoa que o cercava — parece um... CÉRBERO?! — grito, amedrontada.

O animal com três cabeças começa a latir ferozmente para nós. Apesar de aparentar estar vivo, a besta azul e amarela, parecia ter saído de um daqueles filmes de zumbis, estava todo costurado, enfaixado e tinha o número 83 cravado na sua pele. Não esperamos nem mais um segundo para meter o pé, correndo com tudo para dentro da ilha. Se tinha uma coisa na qual nós três éramos bons, era correr com tudo para evitar uma briga.

Usopp — Corram!! Se ficar o bicho come. — diz, aumentando a velocidade das suas pernas.

Nami — Sou bonita demais para ir pro inferno! — choramingo, acompanhando Usopp.

Chopper — Não quero morrer. Me esperem! — diz, se juntando a nós novamente.

Nami — Olhem, uma escadaria, podemos subir nela e alcançar o nível do mar. — digo, apontando para a escada enorme a nossa frente.

Quando chegamos no último degrau adentramos em uma floresta escura, densa e cheia de árvores enormes.

Usopp — Estrela de fumaça — diz usando seu estilingue para soltar uma bomba de fumaça atrás da gente, para assim despistar o monstro que nos perseguia. Aproveitamos a deixa para subirmos em cima de uma árvore e se escondermos.

Usopp — Parece que ele se foi — diz, secando o suor que escapava de sua testa.

— Parece mesmo. — sussurra, um monstro ao nosso lado, nos assustando.

— AHHHHH — gritamos em uníssono.

Hildon — Não precisam se preocupar, não sou inimigo de vocês. Meu nome é Hildon, estava observando vocês e o cérbero, que bom que conseguiram escapar, se não ele teria arrancado suas cabeças e os comido no jantar de hoje. — disse a criatura que aparentava ser uma espécie de morcego, vestia uma capa preta que também eram suas asas. Ele também tinha presas, garras afiadas e tatuagens estranhas por todo o corpo. Também estava todo enfaixado e tinha acima do olho direito o número 21 — Mas sabe ficar nessa floresta a noite é muito perigoso, ganha ares sobrenaturais. Se quiserem, posso dar uma carona até a mansão com a carruagem — diz apontando para o “carroça” que havia chegado, sendo carregado por um tipo de cavalo assombrado.

Nami — Mansão? — pergunto.

Agora que ele disse, lembro de ter visto mesmo um casarão antigo quando estávamos caindo do Mini-Merry.

Hildon — Sim, do lendário doutor Holgback. — frisou, ficando de cabeça para baixo, apoiando suas pernas na árvore.

Chopper — QUEEE? — gritou.

Nami — O que foi, Chopper? — questiono.

Chopper — Dr. Holgback é uma lenda na medicina, sou uma grande fã, vamos com ele pessoal. — pede, com os olhos brilhando.

Usopp — Não sei não...acho melhor esperarmos os outros. Fora que esse cara parece um desses doidos. — sussurra a última frase para que o monstrinho estranho não ouvisse.

Hildon — Vocês podem esperar seus amigos na mansão.

Chopper — Sim...vamos mina. Por favor. — implora — Depois que conhecermos o Dr. Holgback podemos ir embora. — argumenta.

Nami — Não temos muitas escolhas, não podemos ficar muito tempo aqui, alguma hora outras dessas coisas podem nos achar.

Não confiava nada nesse monstrinho, mas como não tinhamos escolha melhor agora, era o que me restava, ficar nessa floresta assustadora é que não iria ficar nem mais um minuto. Luffy e os outros iriam vir atrás de nós a qualquer momento, é mais seguro esperar nessa tal mansão, mesmo que seja com essa gente estranha. Somente por isso concordei.

Chopper — Legal, vamos conhecer o grande Dr. Holgback. — disse, animado.


Notas Finais


✨acho que a gente merecia uma capa pra nossa fic, conhecem alguém que faça?🎈


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