História Nascida a meia noite - Camren - Capítulo 12


Escrita por:

Postado
Categorias Ariana Grande, Fifth Harmony
Personagens Ariana Grande, Camila Cabello, Dinah Jane Hansen, Lauren Jauregui, Normani Hamilton
Visualizações 47
Palavras 1.244
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Mistério, Romance e Novela, Saga, Sobrenatural, Yuri (Lésbica)
Avisos: Homossexualidade, Insinuação de sexo, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Olha quem tá aqui de novo gente ? Euzinha kkk gente foi difícil escrever esse capítulo viu.. Cada letra era uma lágrima ( de dor nos olhos mesmo kkkk ) ... continuo doente gente, então se eu demorar de voltar não se assustem ou fiquem com raiva 🌚 kk em breve eu volto peoples.. Boa leitura :*

Capítulo 12 - Capítulo 12


     - sim, provas seriam bem - vinda - concordou camila, incapaz de tirar o sarcasmo da voz. - mas você vai me dizer, com certeza, que provas não poderá me dar, certo ? Vai fazer um pequeno discurso sobre a necessidade de acreditarmos nessas coisas de qualquer jeito, não é?

- não, na verdade estava pensando mesmo em lhe dar uma prova - a voz de holiday exibia uma estranha calma, que fez camila respirar fundo e sentir medo. E se holiday estivesse dizendo a verdade? E se... camila se lembrou de como a garota estava fria no ônibus. Mas não. Não iria acreditar naquilo. Vampiros e lobisomens existiam na ficção, não na vida real.

A mulher tirou um celular do bolso da calça jeans e fez uma ligação.

- pode entrar mandar ally a sala de aula do escritório? Obrigada.

Recolocou o aparelho no bolso.

- agora, todos vocês estão convidados a ficar em ver o que vai acontecer. Mas, se quiserem sair, um assistente está a espera de cada um de vocês lá fora. A função deles é responder as suas perguntas.

Camila os viu olhar uns para os outros e decidir ficar. Sentiu - se melhor por não ser a única a ter dúvidas sobre o assunto.

Depois de longos minutos, durante os quais o silêncio invadiu a sala como uma névoa, camila ouviu o som de passos na frente da sala. A porta se abriu e a garota loira do ônibus, a de olhos estranhos, entrou.

- Olá ally! Bom ver você de novo - disse holiday sinceramente.

- É bom também estar de volta. - virou - se para camila que quase perdeu o fôlego ao notar que os olhos dela estavam presos a ponto de nem parecer humana. Agora ela estava estranhissima.

- Eu ficaria feliz se você nos fizesse o favor de demonstrar seu dom especial.

Os olhos não humanos de ally se desviaram de camila. Ela sorriu.

- Então você tem aqui pessoas incrédulas, não é? - voltou - se para holiday - o que gostaria de ver ?

- por que não deixamos camila decidir ? - holiday encarou - a - Camila, esta é allyson brooke, especialista em metamorfoses, uma das melhores que existem. Pode se transformar em praticamente tudo o que você imaginar. Diga no que gostaria que ela se transformasse.

Camila alternava o olhar entre holiday e ally. Vendo que aguardavam sua resposta, fez um esforço para falar.

- num... unicórnio.

- unicórnios não existem - disse ally, num tom de quem se sentia ofendida com a escolha.

- existiam - intercedeu holiday, como que para defender camila.

- que merda! - exclamou ally - existiam mesmo ?

- sim, que merda - repetiu holiday - mas vamos melhorar nossa linguagem. - sorriu. - basta pensar num cavalo com um chifre na testa, sei que pode fazer isso.

Ela concordou com um gesto de cabeça e, juntando as palmas, revirou os olhos negros. De repente, o ar da sala ficou rarefeito, como se algo houvesse sugado todo o oxigênio. Camila a olhava fixamente, embora tudo dentro dela lhe recomendasse para não fazer isso. Então, sua curiosidade, sua necessidade de saber evaporou - se na atmosfera quase irrespirável. Só agora entendia o sentido da frase " a ignorância é uma bênção ". Queria continuar ignorante. Não queria ver, não queria acreditar.

Mas viu.

Viu fagulhas cintilando em volta do corpo do garoto, como se um balde de púrpura na tivesse sido despejado em torno dela, como se mil lâmpadas se acendessem refletindo cada fragmento da púrpura na em suspensão. Centenas de partículas em forma de diamante a envolviam. Aos poucos, foram se depositando no chão e ali onde ally estava antes surgiu um enorme unicórnio branco, com um chifre cor de rosa bem no meio da testa.

O unicórnio, isto é, ally, balançou o raio de maneira pomposamente e trocou na direção de camila. Deu dois passos e chegou tão perto que ela poderia toca - lá se quisesse. Mas não queria.

O bicho, empinando a cabeça, relincho e piscou um olho para camila.

- merda!

- caramba!

- meu deus do céu!

- o que é isso ?

- nossa!

Camila não conseguiu identificar quem disse o que, ela mesma talvez houvesse dito alguma coisa, pois todas as exclamações lhe confundiram ainda mais a cabeça. Inspirando outra golfadas de ar, virou - se para holiday, que a fitava com seus olhos verdes e suaves.

- já está bom - ally volte a forma humana.

Camila encostou a testa na superfície lisa e fria da carteira e procurou respirar, não pensar. Se pensasse, começaria a chorar - e a última coisa que se permitiria diante daquela gente da dar sinais de fraqueza. Por Deus, talvez aquelas aberrações se alimentasse dos fracos!

- já podem ir, meninos. - a voz de holiday, agora num tom autoritário, ecoou pela sala e vibrou dentro da cabeça de camila.

Contou até dez e, de algum modo, conseguiu se levantar. As outras carteiras já estavam todas vazias. Ally, de volta a forma humana, também foi saindo com os outros e lhe lançou um olhar sobre o ombro. Seus olhos castanhos - desta vez normais - quase pediam Desculpas.

Lembrando - se da ordem de holiday para sair, camila fez um esforço para ficar de pé. Saindo, poderia descobrir um lugar isolado para surfar a vontade. Um lugar onde pudesse chorar e tentar chegar a uma conclusão... Não.

Não pense. Ainda não. Releve as poucas lágrimas que teimavam em aflorar e suas narinas arderam.

- aonde vai? - perguntou holiday.

Camila se voltou. Um nó apertava sua garganta, dificultando a fala.

- Você disse para sairmos - conseguiu dizer.

- eles, sim. Você, não.

- por que ? - uma película úmida embarcou sua visão e camila reconheceu que não poderia dete - lá. As lágrimas haviam chegado. Por que ? Essa pergunta curta navegou por sua mente confusa, transformando - se em dezenas de outras. Por que tudo aquilo estava acontecendo ? Por que ela era, de às costas ? Por que Ashley não lhe dera um pouco mais sobre de tempo ? Por que aquela gente esquisita agia como se, ali, a esquisita fosse ela ?

Piscou para disfarçar as lágrimas e sentou - se de novo.

- por que? - perguntou outra vez. - por que estou aqui ?

Holiday sentou - se ao seu lado.

- Você é especial, camila.

- não quero ser especial - disse camila, sacudindo a cabeça - quero ser apenas eu.. Eu normal. E... Para ser bem honesta com você, acho que estamos cometendo um grande erro aqui. Você sabe que não tenho... dons. Sem dúvidas não posso me transformar em outra coisa. Minhas notas estão na média em tudo, exceto talvez em álgebra. Esportes não são a minha praia, não tenho grandes talentos, não posso me considerar esperta. E, acredite ou não, gosto disso. Não me desagrada estar na média. .. Ou ser normal.

Holiday riu alto

- não há engano nenhum, camila. Mas sei exatamente como esta se sentindo. Eu mesma me sentia assim quando tinha a sua idade e, sobretudo, quando descobrir o que era.

Camila passou a mão no rosto a fim de apagar a evidência das lágrimas e se esforçou ao máximo para fazê a pergunta tá sobre a qual vinha tentando não refletir desde que tudo havia começado.

      - e eu.. Sou o que? 



Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...