História Nascido para te amar - Capítulo 9


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Categorias Dragon Ball
Personagens Bardock, Kakaroto, Raditz, Rei Vegeta, Vegeta
Tags Gokuxvegeta, Kakavege, Momochii, Yaoi
Visualizações 383
Palavras 3.412
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Lemon, Romance e Novela, Saga, Shonen-Ai, Universo Alternativo, Violência, Yaoi (Gay)
Avisos: Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Mais um capítulo \(*o*)/
Eu resolvi fazer uma coisa nesse capítulo, eu queria fazer, mas aí mudei de ideia, mas meus dedinhos não aguentaram e eu fiz rsrsrs uma surpresinha, algo que aconteceu no passado e retornou rsrsrs falaremos mais sobre isso lá em baixo ;)
Boa leitura! Vamos ler! \(T~T)/

Capítulo 9 - O resgate


Fanfic / Fanfiction Nascido para te amar - Capítulo 9 - O resgate

 

Bardock acordou pela manhã, ainda estava escuro, vestiu sua roupa e saiu decidido a procurar por Raditz. Andou pela floresta até o acampamento, no entanto, ao se aproximar não havia nada no local, apenas árvores. Bardock ficou confuso, estaria ele perdido? Não, ele sabia exatamente onde estava, andou por aquele local muitos anos de sua vida, não se enganaria depois de tantos anos ali. Não fazia muito tempo desde a última vez que estivera ali.

Abaixou ao chão pegando um punhado de terra e soltou ao vento, fechou os olhos a procura do ki de seu filho, mas não conseguia sentir nada. Ele já estava se preocupando, algo estava errado ali. Bardock então se levanta e sai caminhando entre as árvores, mas parou ao sentir dois ki se aproximar. Escondeu atrás de uma árvore e ficou a espreita. Se aproximando ele vê uma mulher de cabelo curto, já a reconhecendo e ao ver seu acompanhante, sai de trás da árvore parando em frente aos dois surpreso com o que via.

Bardock — Toma?! — se aproximou olhando de cima abaixo e sorrindo — Você tá vivo!

Toma — Sim! Meu velho amigo! — se aproximou lhe dando um braço.

Bardock — Eu pensei que você havia morrido na guerra com os Tsufurujins! — se afastou cruzando os braços, Bardock percebeu que tinha algo errado, a face dos dois mudou de repente — Aconteceu alguma coisa?

Fasha — Você precisa vir conosco! Broly ele... — abaixou o olhar apreensiva — Ele pegou seu filho Raditz e está o mantendo em cativeiro, acho que ele pretende matá-lo.

Bardock — Então foi isso que aconteceu com ele! Esse desgraçado acha que pode fazer tudo. Mas porque ele fez isso? — ele permanecia calmo.

Fasha — Broly é obcecado por Turles e não deixa ninguém se aproximar dele, quando descobriu que Raditz estava atrás dele fez isso. — colocou as mãos na face abaixando o olhar — Desculpe senhor a culpa foi minha! Eu contei a ele. — começou a chorar.

Bardock — Não adianta se arrepender e chorar por algo que já aconteceu. Por favor me leve até onde ele está. — era visível que ele estava nervoso nesse momento, mas tentava manter a calma.

Toma — Venha conosco, ele está na casa de Broly, devemos nos apressar, sabe-se lá o que está acontecendo. — Caminhou e Bardock o seguiu.

Bardock — Apenas me levem até lá, deixe que vou dar um jeito de tirá-lo de lá, não quero que se envolvam com esse maluco. — caminharam por uns trinta minutos parando escondidos próximo a casa.

Toma — A casa fica logo ali na frente. — apontou a direção.

Bardock — Podem voltar deixe que daqui eu me viro. — afastou um pouco caminhando.

Toma — Tem certeza que não quer ajuda! — segurou no braço dele.

Bardock — Não se preocupe, vocês devem sair daqui logo! — Toma soltou o braço e ele se afastou sumindo entre as árvores.

Os dois se viraram e saíram rápido dali. Antes de se afastar Toma ficou olhando Bardock sumir entre as árvores.

Bardock subiu em uma árvore e pulou entre os galhos se aproximando da casa, procurou pelo ki de Raditz, conseguiu sentir, mas estava fraco. Ele olhou atentamente e contou os ki que sentia a volta da casa e dentro, eram dez Saiyajins no total. Sozinho ele não daria conta então resolver ir até a vila procurar por Kakaroto para lhe ajudar.

Enquanto isso, Broly estava dentro de sua tenda no acampamento, quando Kakaroto entra pela porta ele dá um sorriso e se aproxima dele.

Broly — Olha quem chegou! — se aproxima passando o braço direito sobre o ombro de Kakaroto — Você foi brilhante! Agora com você dentro do palácio, tudo será mais fácil! — começou a ri e Kakaroto o olhou dando um risinho.

Kakaroto — Você está errado! — parou o riso e olhou sério para Broly que também parou de rir — Eu não fiz isso por você. — se afastou cruzando os braços — Eu amo o príncipe, esse foi o motivo e vou protege-lo de todos, ninguém vai tocar nele enquanto eu estiver perto. Também estou acabando de informar a minha renuncia do seu grupo, nunca quis fazer parte dele, fui apenas obrigado. — olhou sério para o outro que rangia os dentes — Desista de ser rei, você não tem chances!

— Seu insolente! Como ousar falar assim com o mestre?! — um soldado se aproxima dele com raiva.

Broly — Deixe-o! — o soldado parou e se afastou — Tudo bem rapaz, a escolha é sua. — fez um gesto com a mão para que ele se retirasse.

Kakaroto se virou de costas e saiu da tenda, em direção a floresta.

Broly — O matem! — disse calmo para três soldados que havia na tenda.

— Sim mestre! — saíram logo atrás de Kakaroto.

Os três Saiyajins estavam logo atrás de Kakaroto, que caminhava a uns dez metros logo a frente, ele sabia que estava sendo seguido, conseguia sentir o ki dos três homens. Os três foram se aproximando em silêncio, ao chegarem bem próximos se preparando para atacá-lo, rapidamente Kakaroto se abaixa e roda o corpo com a pernas direta estendida dando uma rasteira nos três, depois deu um golpe em cada um que os deixou inconsciente, foi tão rápido que os três homens não conseguiram ver o que aconteceu.

Kakaroto — Broly maldito! Acha que pode me matar? Experimente! — de as costas para o três homens continuando a caminhar.

Kakaroto escutou um barulho e se escondeu em cima de uma árvore, no entanto desceu ao sentir que o ki que se aproximava era do pai. Bardock o viu pular da árvore.

Bardock — O que faz aqui? E por que tem três homens caídos lá atrás? — pegou no ombro de filho.

Kakaroto — Broly queria falar comigo, eu disse a ele que estava fora e rira proteger Vegeta, ele não gostou é claro e mandou esses homens para me matar. É uma pena que eles eram fracos! — deu um sorriso colocando a mão no queixo.

Bardock — Esse desgraçado não tem limites! Foi bom você ter vindo aqui, preciso de sua ajuda. Temos que ir logo antes que Broly resolva ir embora. — saiu caminhando com Kakaroto logo atrás.

Kakaroto — Mas o que aconteceu? Você está tenso! — olhou os olhos do pai percebendo que ele estava preocupado.

Bardock — Esse maldito está mantendo seu irmão em cativeiro! — fechou as mãos em punho com força.

Kakaroto — O quê?! Devemos ir logo, eu bem que achei o sumiço dele estanho. Aquele desgraçado ainda vai me pagar. Vamos correr!— saiu correndo logo atrás do pai.

Ao chegarem perto da casa Bardock foi por um lado e Kakaroto por outro, estavam transformados em super Sayajin, em silêncio derrubaram os homens que estava por fora se encontrando na porta da frente.

Bardock — Vamos entrar com tudo! Está preparado? — olhou para o filho ao lado que estava em posição de ataque.

Kakaroto — Sempre! — sorriu e deu um chute na porta.

Dois homens apareceram com o barulho, Bardock lhes deu uma rasteira e Kakaroto partiu com um soco deixando um deles desmaiados, o outro se levantou e juntos de uma vez Kakaroto e Bardock deram um soco ao mesmo tempo fazendo ele cair ao chão desacordado.

Saíram procurando pela casa entrando em todo os cômodos.

Kakaroto — Eu não consigo sentir o ki dele! — olhou para o pai preocupado — Ele deve estar muito fraco! — entraram em um corredor, nisso um Saiyajin apareceu na frente deles, que se prepararam para atacar.

Paragus — Esperem! Eu não quero brigar, eles estão lá em baixo no calabouço! — apontou a direção — Mas por favor eu preciso que você me de um soco!

Bardock — Mas porque? Você disse que não quer brigar e nos disse para onde ir! — o olhou confuso.

Paragus — Eu nunca gostei do modo como Broly agi, por isso quero ajudar, mas se eu sair ileso ele vai desconfiar e matar a mim e minha família! — abaixou o olhar de tristeza.

Bardock — Eu sei como você se sente! Mas não posso te bater assim... — antes que Bardock terminasse Kakaroto deu um soco na face do homem o deixando desacordado — Porque você fez isso? — ele estava bravo.

Kakaroto — Ele não pediu para fazer isso? Só livrei a cara dele da morte! — sorriu e saiu rumo ao calabouço. Bardock balançou a cabeça negativamente passando a mão na face.

Bardock — Você tem que para de agir por impulso! — o seguiu logo atrás.

Quando arrebentaram a porta e entraram, Bardock ficou chocado. Raditz estava acorrentado na cama nu cheio de cortes pelo corpo e estava bem fraco.

Bardock — Raditz! Ele está bem fraco! — se aproximou soltando as correntes. Raditz abriu os olhos fracos vendo seu pai a sua frente — Que bom que você está bem! — o abraçou — Vamos sair daqui logo!

Kakaroto — Pai! — Bardock o olhou — E esse aqui? Ele está muito fraco, quase não consigo sentir o ki! — apontou para o outro.

Raditz — Leve-o... Por... favor! — sua voz estava bem fraca.

Bardock — Pegue ele Kakaroto! — pegou o filho no colo.

Kakaroto enrolou um lençol sobre Turles e o pegou no colo, rapidamente os dois saíram correndo para fora da casa e só pararam quando entraram na caverna onde Bardock escondia.

Kakaroto sentiu uma angustia dentro de si, misturado com frustração e decepção. Não entendia porque sentia aquilo, até que se lembrou do vínculo. Bardock se o encarou, vendo sua expressão de espantado.

Bardock — O que aconteceu? Ainda está preocupado com seu irmão? Ele está bem vai melhorar logo! — se aproximou o pegando no ombro.

Kakaroto — Não é isso! Eu sai sem avisar o Vegeta, ele está achando que o abandonei de novo, tenho que voltar logo. — olhou para fora da caverna pensativo.

Bardock — Como você sabe se ele está ou não? — Kakaroto olhou para o pai e abaixou a cabeça sem graça ficando meio vermelho — O quê?! Não me diga que... Você fez o vínculo com ele? — ficou surpreso, Kakaroto apenas fez que sim — Por que você fez isso, você sabe que é para sempre.

Kakaroto — Foi por isso que eu fiz. Eu o amo demais, quero que seja meu para sempre, mas ele ainda não quis fazer em mim. — abaixou a cabeça meio triste — Sei que ele fará quando cegar a hora certa.

Bardock — Não quero que você sofra Kakaroto! — esfregou a mão direita na cabeça do outro.

Kakaroto — Não se preocupe, eu estou feliz! — sorriu para o pai apertando a bochecha dele.

Bardock — Pare de gracinhas! Você nunca cresce? — segurou as mãos do filho que queriam apertar suas bochechas.

Kakaroto — Eu preciso voltar logo! Te vejo depois, a propósito tem alguém a espreita, não sei quem é. Tome cuidado! — o abraçou e virou de costas, depois voltou e apertou as bochechas dele de novo.

Bardock — Pare Kakaroto! Não é bom você sair agora, espere até amanhã. — olhou para fora também sentindo um ki, um ki que ele conhecia muito bem — Eu conheço esse ki é um amigo antigo.

Kakaroto — Não posso esperar tanto, nem Vegeta pode esperar, não se preocupe estarei bem! — pegou a mão do pai e saiu sumindo entre as árvores.

Bardock cobriu o filho que ainda estava fraco e dormia junto com Turles. Ele havia limpado as feridas de ambos e colocou ervas que ajudavam na cicatrização. Andou de um lado a outro sentindo aquele ki.

Bardock — Droga! Porque ele está aqui? — meio nervoso resolveu sair.

Subiu em um árvore e foi na direção do ki que estava bem perto. Parou em um galho observando Toma parado sobre uma rocha com a mão no queixo.

Bardock — O que você faz aqui? — Toma surpreso com a voz se vira vendo Bardock sobre a árvore.

Toma — Você ainda pergunta? Depois de tantos anos você se esqueceu! — cruzou os braços olhando Bardock pular da árvore e parar a sua frente.

Bardock — Eu não esqueci de nada! Pensei que estivesse morto, você sumiu. — os olhos de ambos se encontram e sem graça Bardock vira a face para o lado — pensei que você já tivesse desistido disso.

Toma — Eu quase morri sim! Eu quis me afastar, não conseguia mais ficar perto de você sabendo a verdade, depois que me confessei, você disse que o amava, eu fiquei chocado, tinha que sumir. Depois conheci Fasha, comecei a sentir algo novo dentro de mim, mas... — se aproximou tocando na face do outro — Eu ainda continuei pensando em você. E quando ela me disse seu nome, eu voltei a lembrar de tudo que eu queria esquecer.

Bardock — Eu... Me apaixonei, era mais forte do que tudo, eu sinto muito. — afastou se virando de costas.

Toma — Mas tinha que ser depois de termos feito aquilo! — abraça Bardock por trás.

Bardock — Aquilo nunca deveria ter acontecido! — se estremeceu sentindo a boca do outro tocar seu pescoço — P-Pare! Não podemos...

Toma — Porque? Por causa dessa marca em seu pescoço? — passou a língua sobre ela — Eu devia ter feito essa marca naquele dia! — foi a frente dele o olhando nos olhos — O dono dessa marca nem liga pra você! — pegou no maxilar de Bardock e se aproximando o tomou em um beijo urgente, Bardock se deixou levar abrindo a boca — Por que se deixa levar com esse beijo? — sussurrou baixo.

Bardock — Pare! Já disse que o amo! — se afastou caminhando até a caverna.

Toma — Se o ama tanto quanto diz, porque me deixou te beijar agora? — o pegou pelo braço fazendo parar a frente da caverna — Porque não resisti a isso! — o puxou colando seus lábios novamente em um beijo urgente.

Toma deslizou sua língua sobre o pescoço de Bardock dando leves chupadas, abaixou sua mão agarrando o pênis dele por cima da calça.

Toma — Está bastante excitado para quem não quer! — voltou a chupar o pescoço enquanto apertava o pênis.

Bardock — Aaahh... N-Não! — segurou na mão do outro que estava sobre seu pênis.

Toma — Você quer muito isso, não quer? Quanto tempo faz que você não tem uma transa? Desde que aquela sua mulher morreu Uh? — o puxou para dentro da caverna — Eu sempre estive por perto lhe observando. Quando soube que você ia se juntar a ela, meu coração quebrou em mil pedaços, foi ai que decidi me afastar de vez. Mas fui fraco quando te vi naquela floresta hoje. — puxou a armadura de Bardock para cima a retirando.

Observou o peito definido a mostra e mordeu os lábios. Voltou a beijá-lo, passou as mãos apertando o peito e puxando o biquinho do mamilo.

Bardock — Não... Eles vão nos ver, pare! — segurou nos cabelos de Toma que lambia seu mamilo.

Toma — Eles estão tão fracos, que não vão acordar tão cedo! Você pode gritar, gemer alto que eles não te ouvirão. — sussurrou no ouvido dele — Você quer mesmo que eu pare? — retirou sua própria armadura ficando nu.

Ele se aproximou de Bardock, que não conseguia lhe olhar direito, tirou os sapatos dele e a calça, parou por alguns segundos observando o corpo de Bardock, que ergueu seu olhar ficando vermelho com o olhar de malícia que vinha do outro. Toma se aproximou encostando o corpo sobre ele e se esfregando, tomou a boca de Bardock novamente, começou a lhe masturbar com a mão direita, com a outra mão pegou o próprio pênis e devagar foi colocando dentro de Bardock, começou a se mover suavemente.

Bardock — Aaahh! Não... Posso... — todo seu corpo dava espasmos, e os cabelos se arrepiavam.

Toma começou a se mover mais rápido, arrancando ainda mais gemidos e suspiros de Bardock. Depois de um tempo não aguentando mais, ele goza com força sobre seu abdômen. Toma continuou com movimentos rápidos, até não conseguir mais se segurar e gozou dentro de Bardock ouvindo o gemido baixo que vinha da boca dele. Ofegante ele se levanta meio fraco segurando na parede, pega sua roupa e tenta colocá-las rápido, mas suas pernas estavam falhas, era difícil se manter de pé. Toma se aproximou pegando no braço dele.

Bardock — Me solte! — puxou o braço e se afastou.

Toma — Vai ficar com raiva de mim?! Você gostou, eu sei! Tanto quanto eu. — tocou na face de Bardock.

Bardock — Vá embora, por favor! — se virou olhando para o lado.

Sem falar nada Toma se vira e sai da caverna, Bardock colocou suas roupas e deitou sobre a cama, colocou ao braço direito sobre a face, depois adormeceu.

***

Kakaroto entrou na vila apreensivo, sentiu como Vegeta estava agora, isso lhe deixava triste, não queria ter magoado seu príncipe, mas não teve escolha. Procurou pelo ki de Vegeta e foi a sua procura, o encontrou no lugar de sempre, ele estava sentado abaixo da árvore onde Kakaroto havia feito o coração. Ele se aproximou passando a mão direita sobre os cabelos arrepiados.

Kakaroto — Me perdoe! Você esperou até adormecer. — desceu seus dedos sobre a face adormecida do príncipe.

Kakaroto o pegou no colo para levar para o quarto, mas Vegeta abriu os olhos, encontrando a face de Kakaroto próximo de si.

Vegeta — Me coloque no chão! — Kakaroto o colocou ao chão e ele se virou de costas cruzando os braços — Onde você estava?

Kakaroto — Desculpe! Eu tive um problema para resolver, pensei que seria rápido, mas demorou demais. — se aproximou o abraçando — Você pensou que eu tinha ido embora?

Vegeta — Eu... Eu não pensei nada! Porque saiu sem avisar?! — afastou dos braços do outro — Onde você esteve?

Kakaroto — Eu disse que jamais te abandonaria de novo. Confie em mim! — passou a mãos sobre alguns fios de cabelo.

Vegeta saiu andando com Kakaroto logo atrás, entrou no quarto e bateu a porta na cara de Kakaroto. Ele se aproximou pegando no trinco, mas estava trancada, saiu para fora por uma janela e rodeou até a janela do quarto, mas ela estava fechada com uma cortina lhe tampando. Kakaroto voltou até a porta e bateu de leve.

Kakaroto — Por favor, meu amor abre! Me deixe entrar, não me deixe longe de você! Me perdoa, eu estou aqui agora! — não obteve resposta, então se sentou no chão encostando na porta.

Depois de alguns minutos, escutou a fechadura da porta destrancar, Kakaroto se levantou e girou a maçaneta e a posta se abriu. Ele entrou vendo o príncipe sentado no parapeito da sacada, olhava para fora e usava apenas um short pequeno, preto.

Kakaroto — Me desculpa! — se aproxima e o abraça — Eu te amo muito! — sussurrou próximo ao ouvido e beijou o pescoço. Passou as mãos sobre as coxas do príncipe, enquanto lhe chupava o pescoço.

Vegeta — Vai se lavar Kakaroto! Você está cheirando mal e sujo! — colocou a mão direita sobre o queixo.

Kakaroto — Claro meu príncipe, me desculpe! — se afastou entrando no banheiro.

Depois de se lavar, ele saiu sem roupa. Vegeta estava sentado sobre a cama de costas para o banheiro. Kakaroto se aproximou pegando nos ombros dele e beijou o pescoço, encostou o peito sobre as costas do príncipe, passando suas mãos e apertando os mamilos que estava durinhos. Vegeta se virou e pegou na face de Kakaroto, aproximando começou a beijá-lo com urgência, ficando mais calmo conforme os segundos se passavam.

Kakaroto segurou no pênis do príncipe, começou a movimentar suavemente, sentindo-o crescer em sua mão. Abaixou sua face abocanhando-o com força, fazia movimentos de vai e vem rápidos, deixando a saliva escorrer pelos cantos. Vegeta fechou os olhos jogando a cabeça para trás, ao sentir a língua tocar seu botão, sem forças se deitou sobre a cama.

Vegeta — Aaahh... Ka... — colocou a mão na boca com suas bochechas toda avermelhada. Seu corpo todo estremecia sentindo a língua entrar e sair, lhe chupar intensamente com os lábios. Ele estava quase enlouquecendo de prazer.

Depois de um tempo saboreando aquela área, Kakaroto se levantou deitando sobre o príncipe, começou a lhe beijar e pegando seu pênis, foi colocando devagar, começou com movimentos vigorosos, deixando o príncipe fora de si por várias vezes. Ele conseguia sentir cada espasmo, cada contração que o corpo de Vegeta dava, podia sentir todo o prazer que o príncipe sentia nesse momento, tornando tudo ainda mais intenso.

Kakaroto — Nh! Aaah! Vegeta! — pronunciou o nome do príncipe repetidas vezes.

Vegeta abriu os olhos admirando a face de dor e prazer que Kakaroto fazia, ergueu sua mão direita e tocou na face dele, subindo os dedos até os cabelos que ainda estavam úmidos, depois puxou o corpo de Kakaroto com um abraço, se aproximando de seus momentos ápices de prazer os dois se desfazem juntos, seus gemidos e suspiros se misturavam espalhando por todo o quarto.

Kakaroto saiu de dentro do príncipe e o limpou, depois deitou-se ao lado dele abraçando o corpo com força. Vegeta enrolou sua calda sobre a coxa de Kakaroto e entrelaçou seus dedos com força sobre a mão esquerda dele. Fechou os olhos com um leve sorriso na face.

Continua...

 

 


Notas Finais


Espero que tenham gostado. Voltando ao assunto lá de cima, eu estava falando é claro sobre o que aconteceu com Bardock, isso não estava nos meus planos, mas surgiu essa ideia e eu não resisti em colocá-la rsrsrs
Esse homem é cheio de mistérios ¬ ¬
O que será que aconteceu no passado? Bom, perto do fim da história estarei fazendo uns dois capítulos apenas falando sobre o passado de Bardock, ele próprio vai contar a história para os filhos, eu gosto muito dele e adoro escrever sobre ele, não tanto quanto o meu príncipe é claro rsrsrs
Parece que o nosso príncipe está se aproximando mais de Kakaroto será?
Obrigada por ler e até a próxima.
Beijinhos :3


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