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História Nascidos um para o outro - Capítulo 59


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Notas do Autor


Oieee meus amores❤❤❤❤❤ mais um capítulo fresquinho pra vocês ❤❤❤❤
Boa leitura ❤😊❤😊
Enjoy!

Capítulo 59 - "Eu te amo com toda minha alma."


Fanfic / Fanfiction Nascidos um para o outro - Capítulo 59 - "Eu te amo com toda minha alma."

Narração da rainha Priscilla:

Demorei uns dois dias para regressar à Graceland. Precisava espairecer um pouco, já que eu teria que tolerar novamente a presença daquele bastardo e daquele principezinho ridículo do Michael. Aaaahhhhh como eu os detesto!!!!

A carruagem foi fazendo seu percurso, até um dos soldados que a guiava solicitar  permissão para a passagem, quando anunciaram meu retorno. Já nos solos do grande jardim, desci com ajuda de uma serva do veículo, já fui interrogando a subserviente:

“-O como andam as coisas por aqui?”

“- Majestade devo lhe informar que todos os hóspedes do palácio foram embora. E o soberano Elvis viajou juntamente com o Rei Arthur Pedragon para o reino de Camelot. O meu rei deixaste o Major Salles Souto no comando do andamento das obras de reconstrução e abastecimento da precariedade deixada pela Grande Guerrilha.” 

Ela me informou em detalhes, imediatamente fiquei enfurecida com tais informações. Elvis teve a petulância de regressar à Camelot, e não deixaste nenhuma carta ou aviso para mim. Ele continua me tratando como qualquer objeto sem valor, sendo que sou sua esposa e rainha de Graceland. Eu espero mesmo que aquela maldita artesã cumpra com sua promessa de se manter longe dele e desaparecer com aquela bastardo imundo, se não eles sofrerão graves consequências. Já não me bastava tantos embates com aquela ingrata de minha filha Lisa Marie que se engafanhou com aquele mestiço, e agora Elvis continua agindo como se estivesse vencido, e já  se livrado de mim. Ele não perde por esperar aquele desgraçado!!!

{...}

Adentrei em meu lar, Gertrudes veio à meu encontro, me reverenciando. A outra serva levou minha pequena bagagem para meus aposentos.

“-Majestade fico feliz por vosso regresso. Queres que prepares algo para comer?” Ela me pergunta.

“-Não estou com fome. Irei para meu quarto, não quero ser incomodada. Só me importune se for algo urgente.”

Falei, saindo de sua presença, pisando firme. Subi as escadarias. Caminhei pelos corredores, e em fim cheguei ao recinto. Entrei, fechando a porta, me joguei em minha enorme cama, suspirei pesadamente. Olhei ao derredor, vi que o quarto estava da mesma maneira do qual deixei. A tristeza tomou conta de mim. Fazia tempos que não me sentia tão sozinha e abandonada. Antes pelo menos, meu marido e eu conversávamos, todavia após Elvis ter reencontrado aquela mulherzinha, ele se afastou totalmente de mim. Preciso urgentemente reconquistá-lo. Eu gosto dele, apesar de tudo. Preciso fingir em mudar minha conduta, fingir arrependimento, me fazer de vítima de seu descaso familiar. Quando ele e Lisa Marie regressarem ao nosso lar, colocarei essas estratégias em prática.

{..}

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Narração do Michael:

A jornada até as terras de Indiana foi longa e extremamente cansativa. Mas finalmente regressamos. A carruagem foi fazendo seu percurso pelas estradas dos centros urbanos de nosso reino. Algum tempo depois, avistamos as grades dos grandes portões. Finalmente chegamos em Neverland. Estava com muitas saudades de meu lar, apesar de tantos acontecimentos bons e ruins que nos cercavam.

Fiz sinal aos guardas, e com soar das trombetas reais, nossa carruagem perpassou pelos portões, sendo guiada pelo jardim e sendo estacionada frente a entrada principal. Soldados se aglomeravam ao derredor do veículo, desci cumprimentado-os.

“-Majestade, que bom que regressaste.”

Jamie Oliver, um de nossos homens de confiança me saudou.

Apenas assenti, sorrindo torto.

“- Homens ajudem me a carregar o corpo do vosso rei Joseph Jackson, que acabou falecendo na Grande Guerrilha.” Falei, e imediatamente se reuniram meia dúzia de soldados, abri as portas da carruagem, pegamos em grupo o corpo de Joe, carregando para adentro do palácio, nos deslocamos até a saleta fúnebre que tínhamos nos interiores intermináveis do palácio. Com esmero sacrifício,  colocamos o corpo sobre uma imensa pedra de mármore esculpida em formato retangular. Pedi aos homens que me deixassem à sós e eles assentiram,  me reverenciaram e saíram dali. Algum tempinho depois, Janet, Johnny e tio Carlos entraram no recinto e se aproximaram de mim.

“- Com certeza o rei Arthur irá informar à Kathy sobre os últimos acontecimentos e da morte de Joseph. Pretendes aguardar vosso regresso?” Tio Carlos me questionou. Suspirei com pesar. Não sabia o que fazer ao certo, e ainda queria que tudo aquilo fosse um pesadelo.

“-Michael acho melhor esperarmos pela mamãe e pela Whitney. Não é justo delas não poderem realizar suas despedidas. Por favor irmãozinho?!” Jan interveio me suplicando. Ela tinha toda razão. Esse cortejo deveria ser realizado com toda família presente.

“- Vós mecê tendes toda razão Jan, nós vamos aguardar o regresso delas.”

Dito isso, pedi para que Johnny e meu tio Carlos saíssem, eles concordaram e assim o fizeram. Sozinho com Jan a abracei apertado, me permitir chorar toda a dor, desesperança e desespero dos quais haviam me tomado. Ela também chorou incontrolavelmente, e permanecemos ali com nossa imensa tristeza, naquele ambiente gélido e sem vida, apenas dava para serem ouvidos os nossos soluços e os sussurros de nossas angústias. Nos apoiávamos mutuamente, dando nos afagos.

Não!!! Realmente aquilo não era um pesadelo, era real, um momento sombrio e terrivelmente perturbador do qual teríamos de ser fortes para superarmos...

{...}

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Narração da Linda Thompson:

Sorri, me aproximando das duas e as cumprimentei afavelmente.

Um servo trouxe ao recinto uma bandeja de guloseimas para degustarmos, nos reverenciou e saiu.

“- Princesa Lisa Marie Presley, essa é a artesã Linda Thompson Depp, do reino de Neverland.”

Whitney me apresentou à Lisa de maneira formal. Me aproximei mais ainda dela, fitei seus olhos expressivos, iguais aos dele. Impressionante os gestos, o sorriso doce, a forma carinhosa de falar me lembram tanto ele, Elvis o meu único e eterno amor. Depositei um beijo no rosto de Lisa e acarinhei o bebê que estava em seu colo. Certamente és seu filho com o príncipe Michael Jackson.

Sorrimos cúmplices e nos sentamos no sofá.

“-Por que vieste até o reino de Camelot?? Precisas de algo??? Ou ocorreu-lhe algum dano?” Whitney me perguntou preocupada.

“-Então princesa eu vim até aqui conversar com meu filho, o cavaleiro Johnny Depp e também esclarecer algumas coisas com a princesa Presley.” 

Disse-lhe, com profunda tristeza ao me lembrar da promessa que fiz a megera da Priscilla Presley.

“-Desejas que falemos em particular??? Johnny ainda não regressaste, aliás nem Michael, nem a Jan, nem o rei Arthur e nem meu pai. Estamos aguardando notícias de uma carta que chegou à alguns dias, está sob poder da rainha Gwen.” Lisa me disse um pouco acanhada.

“-Sim, eu gostaria que falemos em particular, mas não agora, estou um pouquinho cansada da viagem, podes ser mais tarde?”

Lisa apenas assentiu.

De repente a rainha Kathy adentrou no recinto acompanhada de duas servas e de uma bela jovem bem adornada e bem vestida, provavelmente deveras de ser a rainha Gwenevive Pedragon. Se aproximaram de nós, levantei e abracei Kathy calorosamente, ela estava visivelmente abatida, começou a chorar descontroladamente em meu ombro. Tentei acalentá-la.

-Pelo amor de Deus, o que aconteceu mamãe??” Whitney a questionou, já nervosa.

“- Por favor entreguem os bebês às servas para que os deixem com Grace e vamos comigo para a sala do trono??” A bela moça bem adornada nos disse. A partir dali, não tive mais dúvidas que eras a rainha de Camelot.

Whitney e Lisa entregaram os pequenos as serviçais, antes Gwenevive amamentou o bebê que estava sob cuidados da jovem princesa Jackson. Assim as servas saíram do nosso campo de visão, com a criancinhas em seus respectivos colos.

Então acompanhamos a jovem rainha até uma das inúmeras saletas e passagens que haviam naquele esplendoroso palácio. Entramos e ela fechou a porta atrás de si. Sentou numa cadeira, rente à uma imensa mesa retangular, condecorada, marrom com ouro e pedrarias.

Nos assentamos nas cadeiras amadeiradas maciças que tinham ali. Havia também um sofá amarronzado no cantinho do local. 

“-Deixe me falar, por favor Gwen.” A rainha Kathy disse com dificuldade. Gwen apenas assentiu.

“-Whitney, filha seu pai faleceu na grande guerrilha. Precisamos ir embora urgentemente de Camelot.” Ela disse de um só  vez, em meio às lágrimas, levantando se,  caminha até Whitney, dando-lhe um abraço forte e demorado,esta que também já chorava compulsivamente. Eu e Lisa colocamos as mãos na boca, completamente surpresas e chocadas.

“- E como aconteceu? Quem matou o papai?? Deus!!! Eu ainda tinha esperanças dele mudar de postura, de se tornar um bom homem, de valor!!!” Whitney disse sentando se novamente na cadeira, colando suas mãos à testa, chorou mais ainda.

“- A morte ocorreu por meio de um duelo entre o rei Elvis Presley e o rei Joseph Jackson. Elvis apunhalou o coração de Joseph com a espada excalibur. Ele não teve outra alternativa Whitney. O rei Joseph havia juntamente com seus soldados, feito um grande estrago em Graceland e ele não pararia até ver todo o reino menphesiano completamente destruído. Infelizmente esse foi o destino que ele mereceu.” A rainha Gwen explicou calmamente.

“- Eu entendo perfeitamente Majestade. Meu pai foi um homem sórdido, sem escrúpulos, um embuste, mas ainda sim eras meu pai. Estou devastada. Preciso sair daqui um pouco. Por favor mamãe quando tudo estiver pronto para partimos, me avise, estarei nos campos do castelo. Com licença.” Whitney respondeu completamente devastada. Se levantou saindo da saleta, bateu a porta. Fitei Lisa, que estava em choque. Fui até ela e me ajoelhei rente à suas pernas, me apoiando ali, ela então me olhou tristonha:

“-Michael não irás nunca mais me perdoar. Por quê meu pai teve que cometer isso??? Logo ele??”

Suspirei com pesar. Ainda fitando seus olhos azuis esverdeados, lhe disse:

“- Se o jovem príncipe lhe ama como jurou, então ele saberás compreender a situação. Vós mecê não tendes culpa de nada. Elvis não teve outra opção. Por favor querida não carregue em seu coração uma falta que não és sua, aliás não és de ninguém, apenas é fruto das péssimas decisões feitas por Joseph Jackson.” 

Acalentei-na com amor.

“-Linda tendes toda a razão Lisa Marie, meu filho vos ama muito. A desgraça foi promovida por meu marido. Agora precisamos apenas ficar em luto, porque, apesar de Joseph ter sido uma pessoa horrível, ele eras uma figura muito importante e respeitada por todo o reino de Neverland, pelos os reinos vizinhos e longínquos, e ele também é parte da casta Jackson.

Com licença, eu irei ajeitar as coisas para partir. Até mais ver à todas.”

Kathy disse em meio ao choro dolorido, levantou se do sofá que estava, e partiu do recinto, pisando firme.

Me levantei do chão, indo até Gwen, me apresentando formalmente. De repente alguém bate na porta, era um servo:

“- Perdoe me interromper Majestade, é que o rei Arthur Pedragon juntamente com o Rei Elvis Presley acabaram de regressar de viagem.” O servo reverenciou e saiu, Lisa se levantou, sorrindo amarelo para nós. Elvis estava aqui, à poucas distâncias de mim, para minha desgraça.

{...}

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Narração do Rei Elvis :

Após algum tempo na estrada, chegamos finalmente em terras londrinas. A viagem não foi tão desgastante pois viemos por um atalho pelas estradas novas, ensinado pelo Senhor Salles.

A carruagem perpassou pelos grandes portões, suspirei aliviado, pois jamais havia pensado que voltaria vivo da grande guerrilha. Joseph era um cara articulador, um pouco mais experiente que eu em relação à embates, guerrilhas, cruzadas. Realmente o que aconteceu ali foi um milagre, sorte, provisão divina, porque nossas chances eram bem pequenas.

Desci da carruagem acompanhado de Arthur, que cumprimentava seus servos e soldados que se amotinavam rente à nós.

Adentramos no castelo, e fomos diretamente para a saleta de reuniões, Arthur pediu a um servo que avisassem à rainha Gwen e a Lisa Marie sobre nosso regresso.

Após algum tempo, adentraram na grande saleta Gwen com Lisa Marie, a jovem rainha abraçou fortemente seu marido, fazendo demonstrações de amor, e Lisa se pendurou em mim num afago acalentador. Estava ocupado cumprimentado minha filha, que nem havia me dado conta até o momento de Linda Thompson ter entrado no lugar com elas. Olhei absorto, meu coração disparou, minha respiração ficou escassa. Me desvencilhei de Lisa, caminhando até Linda, que me fitava com um turbilhão de sentimentos no olhar. Estávamos bem perto, então sorri largo e a cumprimentei beijando sua mão, ela se arrepiou ao meu toque. Suspirou.

“- Vós mecê por aqui??? Vieste por causa de nosso filho???”

Ela nada disse, apenas me olhava nervosa, parecia que minha presença a desestabilizava, e eu ansiava por agarrá-la, beijar seus doces lábios, matar a saudade que me corroía por dentro.

“- Fada e princesa Lisa Marie, acho que deveríamos deixar Elvis e a senhoria Thompson à sós para conversarem.” Meu amigo Arthur disse e eu sorri agradecido.

“- Não tendes tal necessidade rei Arthur, o assunto  que eu vim tratar com o rei Elvis Presley, a princesa também poderás participar.” Ela replicou.

“- Não!! Eu necessito falar a sós com a senhora Linda Thompson. Por favor nos deixem.” Eu fui incisivo. Linda me olhou enfurecida. Lisa me abraçou mais uma vez, beijou o rosto de Linda e saiu acompanhando os Soberanos Pedragon. Linda volta a me olhar com misto de emoções.

Ensaiei em me aproximar, ela levanta uma das mãos me impedindo.

“- Por favor Elvis não se aproxime de mim. Não podemos continuar com isso!” 

Ela me falou em súplica. Olhei sem entender, mesmo em protestos, grudei nossos corpos, ela arfou. A beijei com gana, ela se debatia, depois se entregou, e então compartilhamos de um beijo quente, cheio de amor e devoção, só paramos quando o ar nos faltou. Ela estava trêmula, vi lágrimas teimosas caírem por sua face, enxuguei com a pontinha dos meus dedos então a abracei, falando rente ao seu ouvido:

“-O que foi meu grande amor? Linda, o que aconteceste??? vós mecê estás tão estranha!!!”

Ela funga, depois de um tempinho em silêncio, decide falar:

“- Eu não posso mais me comportar como uma qualquer. Vós mecê és um homem casado, vossa esposa foi me procurar, exigiu que nos afastássemos, se não...” Chorou e não evitou de corresponder ao meu abraço.

“-Se não o que??? Eu te amo Linda! Minha Linda! Aquela mulher não pode fazer nada contra nós, mas precisamos nos manter juntos!!!”

Eu disse- lhe acalentado-na.

“-Ela vai me destruir, manchar minha reputação, disse que eu poderia ser condenada à morte por ser uma adúltera. Elvis eu decidi que irei me afastar de ti, e levarei meu filho comigo. Por favor, esqueça de nós, será o melhor...”

“-O melhor para quem??? Eu jamais vou desistir da minha família, vós mecês são minha família, vós mecê és a mulher da minha vida!!! Priscilla é um ser humano amargo e solitário, só sabes fazer ameaças para nos amedrontar. Confie em mim, não irás acontecer nada contra tu ou contra nosso filho. Iremos enfrentar isso juntos, nosso amor irá nos fortalecer...”

“- Ela foi até minha guilda, me disse coisas horríveis, então  eu prometi que iria me afastar de vós mecê. Elvis eu não posso aguentar viver essa situação, pelo amor de Deus, compreenda!!!

Nos entreolhávamos absortos de emoção.

“- Linda me diz olhando fundo em meus olhos que vós mecê não me amas, então te deixarei em paz!”

“- Elvis... Eu te amo, mas não és o suficiente para militarmos contra um sistema!!! Por favor... Não podemos ficar juntos.”

“- Eu quero que o sistema e toda sua corja de hipócritas moralistas vão para o quinto dos infernos. EU JAMAIS VOU DESISTIR DE NÓS, DE VIVER O NOSSO AMOR! EU VOU TE PERSEGUIR, INSISTIR ATÉ VÓS MECÊ COMPREENDER QUE EU TE AMO COM TODA A MINHA ALMA, E NADA NEM NINGUÉM VOLTARÁ A NOS SEPARAR NOVAMENTE.”

{...}


Notas Finais


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