História Natiese - Uma patricinha em minha vida - Capítulo 12


Escrita por: ~

Postado
Categorias Fifth Harmony
Tags Lesbicas, Natiese, Ponto Ação
Visualizações 372
Palavras 1.084
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Comédia, Ficção, Romance e Novela
Avisos: Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 12 - Capítulo 12


Ao chegar no quarto, Kely viu que Natalie ainda estava em choque, porque quase que a Priscilla se afogou por causa dela. Então a amiga desabafou:

            — Eu te disse que o melhor era ter ido fazer compras, mas você nem quis me ouvir.

            Natalie se aproximou da amiga e disse:

            — Kely, eu sei que quase matei a garota. Mas foi você que me deu a ideia.

            — Eu?

            — Sim. Você queria molhar ela. A partir daí eu tive essa atitude maluca.

            — Ok. Mas cá entre nós, foi engraçado ver aquela menina caindo. — sorriu ao dizer.

            — Kely, não foi nada engraçado. Se ela tivesse morrido, eu estaria no maior sufoco agora. Eu nem sei o que o meu pai iria fazer comigo. Era capaz até dele me deserdar.

            — É. Desculpe. Isso não foi legal. Mas vamos parar de falar dela, né? Tem alguma ideia do que podemos fazer agora?

            Natalie continuava pensativa e se sentindo muito mal com o que havia acontecido. E Kely estava com os pensamentos só na ida ao shopping. Queria muito fazer a amiga mudar de ideia. No entanto, Natalie era muito teimosa.

            Perto da piscina, Laura, Ygor e Priscilla estavam conversando ainda.

            — Como assim vocês já querem ir embora? Se for por causa do que aconteceu, eu tranco a minha irmã no quarto para que ela não nos incomode mais.  — disse Laura.

            Ygor deu um sorriso achando graça do que ela falou, mas já estava decidido.

            — Não dá, Laura. A sua irmã quase matou a Priscilla.  

            — Priscilla... — Laura olhou para a garota — Eu sinto muito pelo que aconteceu. A Natalie é muito louca. Mas não precisa ir agora.... Eu amei tanto a presença de vocês dois aqui.

            — Não, Laura. Nós precisamos ir mesmo. E nó agradecemos muito por tudo. Foi muito bom, de verdade. — disse Priscilla.

            — Tudo bem. Vou acompanhar vocês até a porta. — afirmou Laura, bastante sem graça.

            Laura se despediu de Priscilla com um selinho. Em seguida, Ygor funcionou o carro e saiu de frente a mansão dos Smiths. Durante o caminho, Priscilla estava com um olhar triste para a estrada, sem vontade de conversar sobre alguma coisa. Neste momento, o seu amigo tentou falar com ela.

            — Ei... Olha para mim... — pediu ele.

            Priscilla olhou para o amigo.

            — Não fique assim, linda. O importante é que você não morreu e está ficando com a maravilhosa da Laura.

            — Sim. A Laura é muito incrível. Não acho que eu a mereço.

            — Claro que merece! Lacilla é o poder!

            Priscilla deu um sorriso.

            — Só você mesmo para me fazer rir em uma situação dessa, Ygor.

            — Eu quero muito te ver feliz. E tenho certeza que a Laura também. Já a Natalie...

            — Cara, eu não entendo essa implicância dela comigo. Não fiz nada para ela.

            — Mas é aí que está o negócio... A Natalie implica com os outros por qualquer besteira. Ou...

            — Hum... O quê?

            — Talvez ela esteja apaixonada por você e por isso faz essas coisas porque se nega a aceitar os seus sentimentos.

            Priscilla ficou pensativa.

            — Ai, droga! Falei besteira! Não quero “Natiese”. Quero “Lacilla”! — disse Ygor se sentindo arrependido por ter feito aquela observação.

            — Natiese? Eu e a Natalie?

            — Sim. Gostou? Me veio agora na cabeça esse shipper, menina.

            — Agora você me deixou mais confusa do que já estou.

            — Eu sei. Eu fiz merda.

            — Não... Pode ser que eu tenha uma chance com ela.

            — Ai, Deus, tira essa ilusão dessa menina! Agora é sério, Priscilla! Foi só uma hipótese aquilo que eu disse. Mas acredito que é só implicância boba dela mesmo, porque a Natalie gosta muito do Rodrigo. Não sei ainda porque eles não estão namorando.

            — Oh, valeu pelo balde de água fria, Ygor.

            — Priscilla... Não faço isso por mal. É só que não quero te ver sofrendo.

            Priscilla ficou séria calada e Ygor continuou com os olhos na estrada.

            Em casa, Thomas e Rodrigo estavam jogando videogame. Mas Rodrigo estava com pensamentos em outro lugar, ou melhor, em Natalie. Tinha dito ao amigo que não queria nada sério com a garota. No entanto, ficou um pouco mal em pensar no fato de que poderia perdê-la!

            — Ganhei de novo! Mas não é possível! O que está havendo, Rodrigo? — perguntou Thomas ao ganhar pela quinta vez o mesmo jogo.

            Rodrigo largou o controle do videogame e olhou para o amigo.

            — Foi mal, cara. Eu não estou legal.

            — Ih, o que foi dessa vez?

            — Hoje cedo, eu levei a Natalie para aquela sala desativada no colégio.

            — Sério? Ninguém entra lá. Todo mundo diz que é assombrada.

            — Eu sei... Eu só queria ficar sozinho com ela...

            — Hum... Garanhão!

            — Cara, não é nada disso.

            — Sei.

            — Se fizéssemos sexo lá e se alguém nos pegássemos, iriam nos expulsar do colégio.

            — Isso é vero!

            Rodrigo pensou um pouco e perguntou:

          — Você acha que a Natalie ainda é virgem?

            — Acho que não. Ela é a mais popular e antes de você, ela já tinha ficado com uns caras do nosso colégio.

            — Hum... É porque quando as coisas esquentam, ela sempre pula fora...

            — Talvez esteja insegura. E a mulher precisa sentir confiança na gente, senão não rola mesmo.

            — Talvez não. Ela está. Eu disse que não queria nada sério com ela e acabamos brigando na sala.

            — Que vacilo, hein, cara? A Natalie é mais desejada do colégio. Todo mundo quer ficar com ela. E você faz isso?

            — Eu sei. Fiz besteira! E mandei mensagens para ela depois do almoço e até agora nada...

            Thomas começou a rir.

            — O que foi, Thomas? Eu estou contando que briguei com a Natalie e você ri?

            — Desculpe, cara. Mas levar uma patricinha como a Natalie para uma sala daquelas é pedir para morrer, né?

            — Não ri. Você precisa me ajudar. Não posso perder a Natalie.

            — Eu? Só péssimo nisso.

            — Mas está conversando com a Kely, que eu sei.

            — É... Vamos ver o que vai dar. Agora você que é bom nisso. Já pegou metade do colégio.

            — Só que a Natalie é diferente, Thomas... Ela é diferente. É patricinha, claro. Mas eu gosto dela. E essa briga só me fez perceber que eu tenho que fazer alguma coisa para conquistá-la novamente.

            — Olha... Então se ela é diferente, tenta mostrar que você está diferente...

            — Palhaço! Isso é sério.

     — Mas eu estou falando sério. Tente convencê-la que você quer realmente algo sério.

            — E como vou fazer isso?

            — Não faço ideia, cara. Mas vai dar certo. Tô na torcida! Agora vamos para mais uma partida? Tô querendo ganhar mais uma vez.

             — Jamais. Só te dei um gostinho!

           Thomas deu um sorriso, e eles continuaram jogando. 

            



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