História Natiese - Uma patricinha em minha vida - Capítulo 14


Escrita por: ~

Postado
Categorias Fifth Harmony
Tags Lesbicas, Natiese, Ponto Ação
Visualizações 1.015
Palavras 1.006
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Ficção, Ficção Adolescente, LGBT, Literatura Feminina, Romance e Novela
Avisos: Bissexualidade, Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 14 - Capítulo 14


Enquanto caminhava, Laura resolveu colocar o fone de ouvido para ouvir algumas músicas. Ela gostava muito de ouvir Rock e detestava funk. Às vezes quando ela colocava a música muita alta no quarto, Natalie vinha brigar com ela. E nisso, sobrava confusão até para os empregados.

            De repente, ela parou e retirou os fones. Tinha visto uma garota sentada em um banco da praça. Essa praça ficava a poucos metros do colégio, e sempre que as aulas terminavam, os alunos iam conversar neste lugar.

            A garota estava de costas, mas Laura imaginou quem seria e deu um sorriso. E foi caminhando sem fazer barulho até chegar perto dela. Ao chegar, deu uma mordidinha na orelha da garota. E era a Priscilla Pugliese, distraída e também com fones de ouvido. Ela acabou ficando vermelha por causa da atitude da irmã de Natalie.

            — Laura?

            — Oi, linda — disse, sentando-se ao lado dela — Tudo bem?

            — Melhor agora. — disse Priscilla, sorrindo sem jeito para ela.

            — Sabia que você fica mais linda quando está com vergonha?

            — Meu Deus, Laura... Vou ficar que nem um pimentão aqui desse jeito!  

            Laura sorriu e perguntou: 

            — Hum... Ouvindo música?

            — Sempre! Amo demais.

            — Eu também. E queria ficar assim pelo resto da tarde... Não estou afim de assistir aula hoje.

            — Eu também queria. Mas não dá, Laura. Temos que ir para o colégio. Aliás, já está quase batendo o sinal.

            Priscilla até se levantou, mas Laura segurou o braço dela.

            — Eu tenho uma ideia melhor...

            Priscilla sorriu e balançou a cabeça negativamente, ficando perto dela.

            — O que é?

            — Vem comigo... Você não vai se arrepender.

            — Laura! Laura!

            — Ei, pode confiar em mim.

            Priscilla sorriu e seguiu a garota. Onde Laura iria levar a garota? Enquanto isso, no colégio, o sino estava quase tocando e Ygor não viu Priscilla em lugar nenhum.

            — Meu Deus, onde está essa menina? E pior é que ela não atende o celular.

            Kely e Natalie passaram perto, e Ygor fechou a cara. Ele não tinha engolido a história da patricinha quase ter matado a sua amiga afogada.

            Antes que Natalie entrasse na sala, Rodrigo Tardelli colocou o braço na entrada da porta para que ela não entrasse. Ela olhou furiosa para ele e perguntou:

            — O que você quer?

            — Natalie, nós precisamos conversar.

            — Rodrigo, o professor está quase chegando. Pode ser outra hora?

            — Quando? Você nem lê mais as minhas mensagens e nem atende as minhas ligações.

            Antes que ela pudesse dar alguma desculpa, o alarme tocou.

            — Depois conversamos, Rodrigo.

            Rodrigo ficou desapontado, mas a deixou passar, indo para a sua sala em seguida. Depois de Natalie ter colocado seus materiais na mesa, Kely puxou conversa com ela.

            — O que aconteceu, amiga?

            — O Rodrigo queria conversar comigo.

            — Hum... Você continua ignorando as mensagens dele, né?

            — Com certeza! Eu quero ver ele correndo atrás de mim.

            — Amiga, não quero te desapontar não, mas vai que ele desiste. E aí?

            — Ai, credo! Pode parar de pensar negativo. Ele nunca vai desistir de mim. Eu sou Natalie Smith, meu amor!

            Na sala, Rodrigo estava com uma cara péssima. Não via a hora de chegar o intervalo para conversar com a Natalie. Thomas viu que o amigo não estava muito bem e perguntou:

            — O que houve?

            — A Natalie.

            — O que a patricinha aprontou dessa vez? — disse ele, sorrindo.

            — Ela não para de me ignorar. Tentei falar com ela agora, mas disse que só depois conversaria comigo.

            — Tenta falar com ela no intervalo ou no final da aula.

            — É... Vou tentar. Ela não vai escapar de mim.

            Um pouco longe dali, Laura e Priscilla estavam andando na areia de uma praia com os tênis nas mãos. Logo pararam e sentaram para olhar o mar, que estava até calmo naquele dia. Em poucos segundos, o vento começou a brincar docemente com os cabelos soltos das garotas.

            Laura fechou os olhos, abriu os braços e disse:

            — Sente só, Priscilla... As ondas desse mar... Esse sol... Isso tudo... É tão mágico...

            Priscilla sorriu.

            — Só você mesmo para me trazer aqui em horário de aula... Nunca tinha matado aula na minha vida.

            Laura deu um sorriso e olhou para ela.

            — Eu acho que estou te levando para o mau caminho... Desculpa.

            — Não me peça desculpas, me beije!

            Laura ficou tipo “Sério isso?” Ela então se aproximou-se mais dela.

            — Você me surpreende a cada dia mais, sabia?

            — E você gosta?

            — Eu amo! — e beijou Priscilla.

            Durante as aulas, Natalie notou que a carteira de Priscilla estava vazia. O que será que havia acontecido? Será que era ainda estava chateada pelo que aconteceu ontem? Essas perguntas estavam rondando sem parar na cabeça dela. Sem falar, que ela não estava conseguindo tirar da cabeça a respiração boca a boca que tinha feito na garota.

            Quando o intervalo chegou, Natalie e Kely saíram rapidamente da sala para não se encontrar com Rodrigo. E minutos depois, Rodrigo foi até a sala e não viu elas. Ao ver Ygor saindo, perguntou:

            — Ygor, você viu para onde a Natalie foi?

            — Não, Rodrigo.

            — Ok. Valeu!

            Rodrigo saiu, e Ygor ficou pensativo. Natalie e Kely viram Rodrigo e mudaram de corredor.

            — Amiga, nós não podemos ficar fugindo dele em um colégio minúsculo desse! — disse Kely achando péssima a atitude de Natalie.

            — Kely, não estraga os meus planos.

            De repente, um dos amigos de Laura, o Betão, veio falar com elas. Ele era um rapaz alto, forte e negro. Tinha amizade com Laura desde pequeno. Até morava perto da casa dela, mas com o tempo se mudou para outro bairro.

            — Ei, Natalie, por que a Laura não veio para a aula?

            Natalie virou-se absolutamente confusa e perguntou:

            — Como assim a minha irmã não veio para a aula?

            — É, ela não veio. Aconteceu alguma coisa?

            — Não. Não sei, Betão. Ela ia vir.

            — Fala para ela me ligar depois. Tá bom?

            — Ok.

            Betão saiu, e Natalie estava sem saber o que tinha acontecido. Na verdade, já estava imaginando algumas possibilidades.

            — Natalie, onde está a sua irmã? — perguntou Kely.

            — Eu não sei, mas ela só pode estar com uma pessoa...

            — Quem?

            — Priscilla Pugliese! Ai, que ódio! 



Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...