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História Natiese: o romance - Capítulo 1


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Notas do Autor


Oi dnv! Sentiram saudades? Eu senti, e vocês não fazem ideia do quanto!
Mas eu estou de volta, trazendo a parte 2 da nossa fanfic, espero que gostem...
PS: Pretendo mudar o final a parte 1, ainda... eu sei que ficou horrível...
PS2: Não ia trazer a parte 2 agora, mas tenho uma amiga que está me pressionando, então bora kkkk
PS3: Essa parte não terá um salto temporal, igual à temporada anterior, estando localizada entre as preparações da primeira temporada de "A Melhor Amiga da Noiva" e o curta "Minhas Regras";
PS4: As partes 2 e 3 (sim, pretendo fazer uma parte 3) serão baseadas em teorias criadas em um grupo no whtsapp para viciados em Natiese, cujo link eu mandarei, mediante mesagem no privado.

Capítulo 1 - O recomeço


Natalie Narrando...

Alguns meses se passaram, desde todos aqueles acontecimentos com o Rodrigo. Hoje, ele está melhor, como pessoa, como sócio e como amigo. Sim, eu sei o quê vocês estão pensando: Por quê eu e a Pri voltamos a ser amigas dele, mesmo depois do que ele fez? A resposta é simples:Por que nós duas concordamos que todos merecem uma segunda chance e, até então, o Rô vem se mostrando merecedor dela. Hoje, ele é um dos nossos grandes amigos e um dos grandes apoiadores do nosso relacinamento, que já tínhamos oficializado, mas não havíamos contado para vocês, apesar de que vocês já estavam desconfiados que a nossa amizade, era mais do que só e somente só, amizade.

Estávamos iniciando outro projeto, que se chamava "A melhor amiga da noiva". Outra fanfic de Camren, mas com a Pri sendo a Lauren, dessa vez. Ou melhor, a Fernanda, como sugere o roteiro criado por ela mesma. A minha namorada era um gênio mesmo! Tivemos algumas alterações de roteiro como, por exemplo, todas as meninas que eram amigas da Lauren e da Camila- Fernanda e Juliana, respectivamente- passaram a ser somente o Daniel, que era interpretado pelo Rô. Sim, colocamos ele como o mocinho amigo do casal, para "Limpar a imagem dele", que estava suja, já que ele havia sido o primeiro vilão e o cara responsável pela primeira morte (que pode ou não, ter acontecido) nos nossos projetos. Sem falar em alguns cortes nas cenas e a mudança de cenário: não iríamos gravar em NY, claramente.

Pois bem, durante as gravações da primeira temporada, não tivemos problemas, com excessão da falta de fundos, mas a divugação  de Entre Duas Linhas nos ajudou tanto, que rapidamente conseguimos mais fundos e não precisamos parar e, nem ao menos, atrasar as gravações. As cenas de #FeJu trazíam uma verdade tão notória, sobre nós duas- já que nehuma de nós coseguia esconder o que sentíamos, uma pela outra- que ninguém desconfiava de nós, durante o primeiro projeto, mas durante esse, foi criado até o shipp: Natiese. Confesso que eu ainda gosto desse shipp, me traz lembranças boas. Como o dia, durante as gravações das minhas cenas no Canadá, que não foram gravadas noo Canadá, que a Pri nos mostrou o shipp pela primeira vez. Quando falei para ela que as cenas que eu iria gravar naquele dia, eram as cenas em que eu iria estar longe, ela soltou:
O que será que os fãs de Natiese vão falar, à respeito dessas cenas em que não estaremos juntas?
Como assim, Nati... Qual o nome que você falou?- Perguntei, espantada. Não cohecia aquele nome, e a Pri falava dele com um brilho no olho, que eu fiquei curiosa.
Natiese, meu amor, Natiese. Não ouviu e nem leu esse nome em lugar nenhum?- Disse e me puxou para um beijo. Estávamos na sala dela e a porta estava fechada. Beijei-a como sempre fiz quandoo estávamos em um lugar onde poderia aparecer alguém: um beijo lento, que ia aumentando a velocidade com o tempo. Depois eu parava. Ela ficava com raiva e fazia biquinho, mas eu não podia continuar, porque estávamos em lugar público e eu não queria passar por situações constrangedoras, se é que me entendem. O fato é que eu fazia isso, para que ela percebesse que continuaríamos de onde tíhamos parado, mas só quando chegássemos em casa.
Mas o quê... que nome é esse? Por quê eu deveria conhecê-lo, meu bem?-Perguntei, assim que recuperei o folêgo. Essa mulher me deixava sem ar!
Natiese, ue! É o shipp que os inscritos do Ponto Ação Produções deram pra gente. "Nati" de Natalie e "Ese" de Pugliese. Eu gostei, e você, amor?- Ela respondeu. Confesso que eu tinha amado aquele shipp. Gostei mesmo. Na hora, me veio a dúvida: Como eles sabem? Alguém falou da gente pra eles? Acho que deixei transparecer isso, porque a Pri me respondeu, antes que eu fizesse a pergunta pra ela.
Eu acho que eles não estão sabendo de nada, sobre nós, meu amor. Acho que eles apenas sentem a química que há entre a gente. essa que nenhum talento, por maior que seja, conseguiria esconder.- Ela era sempre assim. Sempre sabia o que eu esava pensando e sempre sabia a melhor forma de responder. Não nos levem a mal: não é que querímos esconder de vocês, o quê sentíamos e ainda sentimos uma pela outra, mas é que não sabíamos se iria, ou não, pra frente, e não queríamos colocar vocês nisso. Sem falar que nós também não queríamos misturar trabalho e vida pessoal. 
Natiese, é?- Perguntei com um sorrisinho de lado, maléfico.- Adorei! Vou aderir!- Continuei, em meio a selinhos e beijos que ela distribuía no meu rosto e pescoço.
Que bom que gostou, meu bem! Eu também gostei muito e vou usar sempre, para falar de nós duas.- Ela continuou, enquanto tentava tirar o meu vestido. Aquela mulher não sabia se controlar mesmo.
Pri... Pri... Pri, para! Priscilla Pugliese, para!- Ela não me ouvia, ou fingia que não me ouvia.
Parar? Por que?- Ela perguntou, sem parar de me beijar, e mais: ela estava descendo suas mãos, que estavam, originalmente, em meus braços e, agora, em minha cintura. Se o objetivo dela era me fazer perder toda a sanidade que eu já não tinha, ela estava conseguindo. Se era encharcar a minha calcinha, ela também estava conseguindo. Acho que ela deve ter percebido a miha excitação, já que eu estava segurando, com força, um gemido que estava à beira de sair.
Porque, senhorita Pugliese, aguém pode chegar e nos ver aqui.- Respondi, me segurando o máximo para não gemer ali mesmo.
Calma, meu amor. Ninguém vai chegar, sabe por quê?- Ela parou de me beijar, olhou nos meus olhos e arqueou uma sobrancelha.- Porque não tem mais ninguém nesse prédio, além dos seguranças e nós duas.- Disse, e segurou meu cabelo, me puxando para um beijo. Um beijo quente, um beijo cheio de desejo, um beijo que pedia por mais, um beijo acompanhado de mãos. Mãos fervorosas que entrelaçavam a minha cintura e me puxavam cada vez mais perto colando-me, ainda mais, ao seu corpo. Ela estava excitada. Tão, ou mais do que eu. Olhei em seus olhos. O brilho neles indicava o que eu já sabia: Ela me amava. Ela me amava tanto quanto eu  amava. Ela me amava tanto quanto eu ainda a amo. Ela me amava e queria me amar ainda mais. Não pude resistir, minha calcinha estava tão molhada que não suportei. A Pri tinha dito que não havia como aparecer ninguém, certo? Pois bem! Puxei-a pelos cabelos e a beijei com mais intensidade e com mais vontade que antes. Ela me levantou pela cintura e me colocou em cima da mesa dela. Começou a beijar o meu pescoço. Não pude controlar e soltei um gemido rouco e baixo. Logo, ela me olhou e um sorriso malicioso saiu de seus lábios. Eu estava com um vestido cinza-claro cuja barra ia até o meio das minhas coxas e a Prscilla se aproveitou disso. Fazia muito tempo que ela não me chupava e, sinceramente, deu pra perceber que ela estava com saudade, porque ela se colocou no meio das minhas pernas e, assim que ela percebeu que eu estava encharcada, se abaixou e levantou o meu vestido, de modo que dava para ela fazer o que quisesse com a minha genitália. E ela fez! Ah, se fez! Priscilla começou roçando e beijando as mihas coxas, depois veio até o meu rosto e me deu um beijo, colocou dois de seus dedos na miha boca e eu logo entendi o recado: chupei-os até que eles ficassem bem molhados e ela logo se abaixou de novo. Senti seus dedos abrindo caminho para a entrada da minha vagina. Ela estava, realmente, querendo me enlouquecer e ela estava conseguindo. Senti sua língua dançar em meu clitóris e seus dedos penetrarem fundo, a miha vagina. Enrosquei minhas mãos no cabelo dela e a mantive ali, presa à minha genitália, enquanto ela chupava, mordia e lambia o meu clitóris e enquanto ela me penetrava com seus dedos. Eu estava conseguido controlar a altura dos meus gemidos, até que ela fez algo que nenhuma mulher havia feito, até então: eu estava tão excitada com aquela visão dela me chupando, que fiquei molhada à ponto de ela colocar um terceiro dedo dentro de mim. Aí eu não aguentei e comecei a movimentar a cabeç dela com s minhas mõs, para frente e para trás. Meu gemido já estava tão alto, que eu não sabia como os seguraças ainda não tinham ouvido e corrido para a sala para ver se havia alguma câmara de tortura sendo usada.
Goza na minha boca, Naty, por favor...- Ela pediu, de forma manhosa, e em meio às entradas e saídas de língua que ela dava na minha vagina. Não aguentei. Aquela sensação, somada ao perigo de sermos descobertas por algum segurança e a voz trêmula da Pri, que indicava que ela também estava quase gozando, fizeram com que eu gozasse nela. Senti minhas pernas bambearem e, logo depois, percebi que a Priscilla estava lambendo o que havia sobrado do meu gozo. Assim que ela se levantou e começou a lamber os três dedos que ela havia posto dentro de mim, quase tive outro orgasmo. Nunca havia visto um cena tão sexy antes e, com a Priscilla fazendo, ficava ainda melhor.
Nossa, amor! Quando você aprendeu a ser ativa desse jeito?- Perguntei, aida eufórica e com as pernas ainda fracas.
Não sei.- Respondeu, ela.- Só sei que gostei muito do resultado.- Disse e olhou, de forma maliciosa, com o dedo indicador da mão direita na boca e o braço esquerdo apoiando o direito, abaixo do peito, para o meu vestido que, apesar de estar afstado da minha genitália, ainda havia sofrido um pouco: estava amassado e um pouco molhado.
Merda, Pri! E agora? Como eu saio assim?- Perguntei, desesperada. Se eu saísse daquele jeito, todos que estavam no prédio iriam ver, sem falar que nós iríamos passar por algumas câmeras de segurança, ou seja, eu estaria exposta para qualquer um que quisesse me ver.
Fica calma, meu amor.- Disse ela, tentando me tranquilizar, sem sucesso.- Eu tenho a solução.- Disse e foi tirando o college que ela estava usando. Era um college preto com as mangas e o capuz em cinza. O mesmo college que fazia parte do figurino da Fernanda em "AMADN". Peguei-o rápidamente de suas mãos e fiz cara feia, como quem dissesse: "A culpa é sua, tá? Vai ter volta, espero que saiba.". Acho que ela entendeu o que o meu olhar fuzilante queria dizer, porque ela olhou de volta, com um olhar de medo e de satisfação, a safada. Saímos e esbarramos com uns dois seguranças. Ainda bem que eu estava com o college da Pri a minha cintura, porque ia ser difícil explicar aos dois o quê havia acontecido com o meu vestido. Chegamos no meu apartamento e, lá, ela quis se despedir, mas eu a impedi. Eu não ia deixar barato, aquilo na sala dela.
Você vai ficar aqui, mocinha. Achou, mesmo, que eu ia te deixar sair impune?- Perguntei, enquanto fechava a porta na frente dela.
E...Eu nã...não s-sei do que você está falando.- Respondeu, gaguejando.
Sabe não, é? Vou te mostrar, então.- Disse e puxei-a para mais perto. Senti sua respiração falhar e soube, na hora, que havia conseguido  que eu queria. Entre suspiros e gemidos, nossa noite foi adentrando. Não sei por quanto tempo nós tranzamos, mas sei que adormeci nos braços dela e, quando acordei, não sabia quem estava com um sorriso maior no rosto: eu ou ela. Era sábado e nós passamos o dia todo conversando, namorando e assistindo filmes, no meu apartamento.


Notas Finais


Hey pessoas, tudo bem? Sentiram saudade? O quê vcs acharam desse primeiro capítulo? O quê vcs acham que vai acontecer de ruim na estória, dessa vez? Será que o amor delas vai ser capaz de passar por essa provação, ou teremos que esperar até a parte 3?


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