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História Natiese: o romance - Capítulo 2


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Notas do Autor


Descupem-me por demorar, mas eu já estou de volta...
Para compensar, trouxe um meio-hot pra vcs... divirtam-se!

Capítulo 2 - Um filler, porém importante


Priscilla narrando...

Como eu estava com saudade do corpo da Natalie... Devido aos preparos para as gravações de AMADN, chegávamos em casa muito cansadas e mal nos tocávamos. Íamos, cada uma para seu apartamento, e lá ficávamos. Eu estava tão louca de saudade, que acabei encerrando o expediente de todos os fucionários, com excessão dos seguranças, mais cedo. Todos ficaram me olhando com uma cara de: "Você? Justo VOCÊ?!" O Rô, sem sombra de dúvida, teve a melhor reação:
Eu te conheço. Por quê essa cara de quem comeu e não gostou?- Perguntou, com uma sobrancelha arqueada, depois de se sentar ao meu lado, num banquinho em frente à lanchonete.
Na verdade, a cara é de quem não comeu.- Soltei de uma vez, sem perceber.
Que? Como assim?- Ele me perguntou, com cara de quem não havia entendido. Cara, essa, que logo virou um sorriso malicioso- AAAAAH entendi agora. Mas o quê isso tem a ver com o trabalho? Você não está pensando em tranzar com ela, aqui, não é?- Perguntou, ainda confuso.
Óbio que não!- Repreendi-o.- Digamos que nós estamos muito cansados, não é? Com todo esse trabalho, sei que você também não está dormindo direito, nem curtindo a sua namorada.- Disse e dei uma cotovelada nele.
Você tem razão. Devo ter dormido dez horas na última semana. Talvez menos.- Respondeu, cabisbaixo.- Você está certa, vou avisar os outros funcionários. Eles também merecem descanso.- Disse e se levantou. Já eu fui falar com a Natalie. O restante da história, vocês já sabem. Acabamos por tranzar na minha sala, coisa que eu disse ao Rô que não faria.

Chegamos no apartamento da Natalie e ela não me deixou sair de lá. Ela disse que iria se vingar pelo que eu a havia feito passar com seu vestido. Trancou a porta e disse que ia banhar no banheiro do corredor e esperava que eu fizesse o mesmo, no banheiro do quarto dela. Eu ia retrucar, dizer que eu tinha que ir para casa, que tomri banho la, más ela não deixou. Ela disse que só me deixaria sair de lá no dia seguinte, e el só deixou mesmo, no dia seguinte, como prometido.

Fiz o quê ela havia mandado, já que eu não iria sair de lá mesmo. Tomei banho enquanto pensava. Pensava no quanto eu amava, e ainda amo, aquela mulher. Pensava no que ela fria, para se vingar do quê eu havia feito com o vestido dela. Termiei meu banho e saí do baheiro, com a intenção de ir pegar alguma roupa dela que, com certeza, não serviria em mim, mas fui impedida pela bela visão que tive, assim que entrei no quarto. Natalie estava deitava, com as perna bem abertas, masturbando-se, com a mão por cima da calcinha.
Oh, céus!- Exclamei, ao ver aquela maravilhosa cena.
Você gosta do que vê, senhorita Pugliese?- Perguntou, em tom provocador.
Se gosto? Amo, e você sabe o quanto!- Disse e fui me aproximando. Assim que cheguei perto dela, Natalie parou o que estava fazendo, se levantou e, me pegando pelos braços, me jogou na cama.
Lembra que eu disse que iria me vingar? Pois então, vamos fazer um jogo. Eu vou te provocar o máximo que eu puder, durante um tempo. Se você não demonstrar nenhuma excitação, nenhum som, cruzada de pernas, ou começar a se tocar, você ganha. Caso contrário, ganho eu.- Disse ela, vestida com um lingerie vermelha de renda, coberta por um sobretudo, que ela havia pegado depois que me jogou na cama, de cor preta, com as mãos a cintura e as duas sobrancelhas arqueadas.
O que ganha, a vencedora, posso saber?- Perguntei, bastante interessada e com as mãos no alto da cabeça, admirando quela visão dos deuses: a MINHA namorada era, realmente, um espetáculo.
A vencedora ganha total servidão da perdedora, isto é, se você ganhar, faço o que você quiser, na cama, e vice-versa.- Olhou-me com olhar safado que só ela tinha.
Você me ama tanto que, até para se vingar, você me presenteia, é?- Indaguei.
Também. Mas não é só isso. Eu pensei em te deixar sem sexo, mas seria castigo para mim também.- Disse e riu. Como eu amava aquela risada. Amava, não. Amo. Eu ainda amo aquela risada, aqueles sorrisos, tanto o de felicidade, quanto o de malícia. Eu ainda amo aquela mulher e amo tudo o que ela faz e o que ela é, como pessoa, como profissional, tudo. Pena que... deixa quieto. Não convém dizer agora. Mais para frente, quem sabe?
Então está certo.- Assenti.- Comece. O quê vale para você fazer?- Perguntei. Eu deveria saber até onde ela podia ir.
Eu posso fazer o que eu quiser, só não posso tocar na sua genitália.- Respondeu.- Isso seria muita apelação.
Concordo com seus termos. Que comece o jogo, senhorita Smith.- Disse e ela colocou uma playlist no celular. Começou com uma música baixa que logo depois, aumentou de volume e eu reconheci. Sacanagem, pensei. Começar com Go Fu*k Yourself era muita maldade. O fato, é que ela começou a dançar de frete para mim e retirou seu sobretudo, que jogou de lado. Após isso, aproximou-se da cama e pôs o pé direito sobre a mesma, deixando sua perna bem à mostra. Ter aquela visão nítida, dela passando suas mãos em sua perna, enquanto olhava para mim e mordiscava o lábio inferior, estava me deixado louca. Mas eu não podia ceder. Não podia e não iria. Permaneci, rígida e trêmula, sem demonstrar nada. Natalie continuava calma. Nem parecia que estava perdendo o jogo. Ela estava me escondendo algo. Percebi que estava certa, quando a primeira música acabou. Ela retirou sua perna, se afastou da cama e ficou de costas para mim, sempre virando o rosto e me olhando por cima dos ombros, o quê a fazia ficar ainda mais sexy. Não sei como, mas consegui não abrir a boca, mesmo salivando muito. Minhas pernas, à essa altura, já estávam completamente molhadas, até mais do que o vestido dela, mais cedo. Para piorar, a segund músca era pior do que a primeira, no quesito "sensualidade": Slow Motion, era o nome dela. Naty começou a  dançar, dessa vez, de costas. Não aguentei e soltei um leve suspiro. Acho que ela não deve ter ouvido, ainda bem. Ou não,já que aquela tortura contiuaria. Ela percebe que eu não estava me mexendo e resolveu agir. Virou-se de frente, de novo e começou a fazer um strip- tease enquanto se aproximava de mim. Jogou seu sutiã em meu rosto e veio chegando mais perto. Engoli seco, para não babar. Eu nunca iria parar de admirar os seios dela. Nem em dez, cem, ou um milhão de anos. Perfeitos, macios, e de formato escultural, eles eram a minha perdição, e ela sabia disso. À essa altura, já haviam tocado mais algumas músicas, mas eu não estava ligando mais. Só queria saber dela. Era ela. Ela era  razão da minha rotia diária. Era por ela, que eu acordava, dormia, comia e tomava banho. Era por ela que eu ria, chorava ou ficava séria. Era por ela que eu comprava roupas, ou não comprava. Tudo era ela. E ela estava ali, dançado e tetando fazer com que eu caísse em tentação. E eu estava caindo, admito. Por pouco, não a puxo para cima de mim. Minha queda foi durante Whorth It, do, até então, girl group, Fifty Harmony. A Naty estava programando isso. Ela sabia que eu não iria durar até o fim dessa música. Retirou sua calcinha e jogou, também em meu rosto. Retirei-a de cima de mim, mas soltei um gemido satisfatório, quando vi a Natalie em cima de mim, rebolando, bem próxima à minha boca completamente nua. As regras diziam que ela não poderia tocar a minha genitália, mas ão falavam nada sobre ela encostar a dela em mim.
Ganhei!- Disse Naty, com olhar satisfatório.- Você vai fazer o que eu mandar.- Continuou.- Eu sabia que você ia cair nessa, tanto que não tem mais enhuma música, depois dessa.

O quê eu disse? Ela sabia que eu cairia nessa. Ela me cohecia como ninguém. Da mesma forma que eu pensei que a conhecia... as eu já disse que vamos deixar isso mais para frente. A noite foi longa e BEM... digamos... animada. Não sei que horas fomos dormir mas já era domingo de manhã.


Notas Finais


E ae, pessoas!
Que fato será esse, que a Priscilla vai contar mais tarde? Será que isso atrapalhou o nosso casal?


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