1. Spirit Fanfics >
  2. A Jornada Divina de Natsu Dragneel >
  3. Insurgência das Trevas

História A Jornada Divina de Natsu Dragneel - Capítulo 79


Escrita por:


Notas do Autor


Nada a falar, espero que gostem do capitulo.

Capítulo 79 - Insurgência das Trevas


Fanfic / Fanfiction A Jornada Divina de Natsu Dragneel - Capítulo 79 - Insurgência das Trevas

Lucy – Então, qual seria seu plano para essa situação? – indagou a loira a sua frente, voltando seu olhar para Natsu, sentindo um leve mal estar por ver o rosado naquele estado – Àquilo é uma deusa primordial, a criadora da “noite”, seu domínio Elemental está em outro patamar, a gente nem mesmo pode “afetar” ela, quem dera fazer qualquer coisa a ela – suspirou.

Anna assentiu, com uma expressão séria em sua face – Realmente, Nix não é um ser fraco em nenhum sentido, devemos levar em consideração sua capacidade e como ela poderosa – levantou um dedo ao ar, clamando ainda mais atenção para si – Por isso, ao criarmos uma barreira multicamada em torno de Natsu, e usarmos uma magia, a [Revilt], podemos resolver essa situação, pois no fim, essa magia, a Revilt, pode separar conceitos míticos, e Natsu e Nix são dois seres com capacidades magicas avassaladoras – sorriu – Então, ao usar essa magia dentro de uma barreira multicamada da Wendy-chan – apontou para a azulada – Podemos interferir no conceito “existencial” de Nix e Natsu, e separá-los assim.

Kitty – Hm, Revilt, é? – arqueou suas sobrancelhas – Você pode utilizar essa magia? – questionou, levemente impressionada.

Anna – Hum, sim, posso – assentiu positivamente.

Kitty – Entendo – pensou profundamente, no fim assentindo – Acho que é nossa única opção, mas... – encarou Anna pelo canto de seus olhos – Onde essa garota aprendeu uma magia de alto grau como essa? Revilt é uma magia arcaica antiga, e por ser necessário energia “celestial”, mesmo eu não posso utilizar essa magia... onde ela poderia ter aprendido essa magia... – lembrou – Ela... parando pra pensar, ela não foi “apagada”, mais sim ela “trocou” de lugar? – questionou-se, confusa – Se sim, isso explicaria a situação dessa garota, Lucy, filha de Astral Trinity, já que ela possui parentesco com as três princesas do apocalipse, ou seja, a única hipótese que sua mãe seja Layla Thereshia... sim, isso explicaria como ela tão “naturalmente” conseguiu quebrar a barreira interdimensional que rondeia esse mundo... então aquela garota – referiu-se a Lucy – Faz parte da Família Real do Rochedo dos Sonhos? Sim, com o sangue da Família Real, ela poderia excluir a existência de outra “personalidade” semelhante à dela em qualquer mundo... mais como na época ela era uma criança, ela simplesmente trocou de lugar... hum, entendo.

Erza –..., Mas? – a ruiva, como as outras meninas, estranharam o silencio repentino da vampira, que nada falou, chamando a atenção do Grimório – Kitty? – indagou, achando estranho o repentino silencio.

Kitty – Hm? Oh, sim – riu levemente, disfarçando – Nada não. Tem uma chance de funcionar. Levando em consideração o fato de o Mestre ter parado de interferir diretamente com a mana presente no ar, podemos utilizar essa magia para separar Nix de seu corpo – logo, completou em mente – Claro, caso ele não acabe quebrando a barreira em torno de sua origem antes e comece a utilizá-la, aí sim será impossível salvá-lo com essa magia.

Pouco mais de quinze minutos depois, em torno de um circulo mítico, todas a garotas estavam presentes em cada ponto, fazendo uso de sua mana para ajudar Wendy a erguer a barreira e suportá-la, enquanto Anna utilizaria de sua magia, Revilt, para atacar e separa Natsu e Nix um do outro.

Lucy – Acha mesmo que isso irá funcionar? – indagou, cética de que aquele plano iria funcionar, levando em consideração que Natsu era uma caixinha de “imprevisibilidade”.

Anna – Claro que sim – riu – Confia em mim – estufou o peito, orgulhosa – Se tudo corredor conforme eu disse, a gente consegue salvar Natsu fácil, fácil.

No fim das contas, não só Lucy, mais todas a garotas, até mesmo os Grimórios, estavam ansiosas com esse plano.

Após o que a loira ter dito isso, a barreira que já tinha sido erguida e consolidada com a mana das meninas, repentinamente começou a vibrar de forma inconstante, e do corpo de Natsu, todas puderam ver uma pressão mítica alastrar-se lentamente, mais constantemente, por todas Rochtheis, e posterior momento, pelo mundo inteiro.

Levy – Ela não deveria ter dito isso... – suspirou, negando pesadamente.

Mira – Oh, frase maldita... – outra a suspirar pesadamente.

Meredy – Tinha que dizer isso... – e mais uma, suspirou de forma a desgostar da situação.

Wendy – Oh, céus... – negou pesadamente, chorando por dentro.

Anna – Oh, não... – suou frio – Por essa eu não esperava – riu sem graça.

A pressão mítica estava em pé de igualdade com os deuses, e num único segundo, já os tinha ultrapassados, demonstrando uma pressão cada vez mais pesada sobre o mundo, lentamente interferindo com as leis elementares básicas que regem o mundo. Esse, no fim das contas, era o primeiro passo inicial para quebrar as leis míticas que regiam esse plano.

Depois disso, a barreira começou a rachar, não aguentando tamanha pressão, quebrando completamente, e do centro da arena, em Rochtheis, para todo o mundo, até mesmo no mundo inferior, todos puderam sentir a pressão mítica alastrando-se como uma mão demoníaca erguida para degolar a todos.

Kitty – Isso é a pior situação possível... – suou frio, afastando-se lentamente, junto a todas as meninas, sentindo um rio alastrar-se por sua espinha – Ele entrou em contato com sua origem e perdeu o controle de si mesmo, liberando desenfreadamente sua capacidade mítica sobre esse mundo – ria nervosamente – Se qualquer erro ocorrer, toda essa energia, pode destruir esse plano a poeira.

Kitty e as garotas encaravam a sua frente a gosma negra – a Nix – lentamente ser absorvida pelo corpo de Natsu, e assim, podendo mostrar o corpo do rosado mais uma vez; contudo, a diferença do rosado retardado amado pelas meninas, era que dessa vez, Natsu estava com sus olhos nublados em uma sombria melancolia, inconsciente, em um estado aonde não conseguiria diferencia nada, nem inimigos e aliados. Suas mechas de cabelo, ante rosados vibrantes, agora tão negros quanto a profunda escuridão de Nix, esvoaçando fortemente pelo ar pela forte pressão que ele mesmo lançava. E por todo seu corpo, inúmeras tatuagens e símbolos sinistros corriam pelo seu corpo, mudando de posição a cada momento.

Anna – Isso não é nem um pouco bom, ne? – riu levemente, continuando a se afastar de Natsu.

Kitty – Hmp, você nem consegue imaginar como isso é ruim – suou frio, vendo a situação em que elas estavam metidas, rindo de modo nervoso – Ele entrou em contato com sua origem, contudo, ele entrou em contato de forma muito forçada, liberando muita energia em seu corpo, ao qual não estava preparado, a única coisa a ser feita agora é direcionar toda essa energia, caso não, ele liberara ela de qualquer modo e causara uma catástrofe enorme.

Wendy – Ele não tinha o Grande Caminho de Buda? Não serviria para direcionar toda essa energia? – indagou, confusa, pois essa era uma técnica divina de um deus antigo, então deveria servir para uma situação como a que elas estavam envolvidas naquele momento.

Kurumi – Sim, ela é perfeita para um momento como esse. O Grande Caminho de Buda auxiliaria e muito a direcionar toda ela energia que está sendo liberado de seu corpo... – apontou para o seu mestre – Mas, você acha que ele conseguira fazer alguma inconsciente de seu arredor, da forma em que está?

Wendy – Não – suou frio – Mais então, o que eu deveria fazer nessa situação? Com ele inconsciente, fica impossível de fazê-lo direcionar toda essa magia por si mesmo – nesse momento, nada vinha a sua mente, uma ideia que poderia lhe ajudar, nada – Droga, sou tão inútil – rangeu seus dentes fortemente.

Mesh – Bom, temos um meio de fazê-lo liberar toda essa “energia” pra fora sem colocar o mundo inteiro em risco nem nossas vidas – argumentou repentinamente, depois de muito refletir, chamando a atenção de todas.

Levy – Sério!? Qual? – animou-se para saber.

Kitty – Mesh!! – exclamou alto, contrária à ideia proposta.

Mesh – Não vejo muitas opções – deu de ombros, suspirando pesado – Primeiramente, tudo que está acontecendo agora é culpa de Hestia, para que Natsu venha a liberar toda essa energia que está presa dentro de sua origem, para que ele possa abrir um portal direto para o Rochedo dos Sonhos, descontrolando e desconstruindo todas as leis espaciais e temporais desse plano. Como ele já chegou a esse estágio de energia descontrolado, simplesmente não podemos fazer ele liberar tudo pra fora, poderia causar uma inversão das leis místicas que regem esse mundo... e matar tudo e todos.

Meredy – Oi, oi... Eu sei que meu Natsu-chan é forte, mais apenas sua energia “descontrolada” consegue inverter as leis místicas que regem até mesmo os deuses? Que conceito de “força” irracional é esse? – questionou-se em sua mente, completamente horrorizada com a situação – Hght – com força, tossiu e tentou se acalmar – Mais então, o que faríamos a seguir?

Kurumi –... Vamos direcionar toda essa energia para abrir um portal para o Rochedo dos sonhos – suspirou pesado.

Erza – Han? Vocês falam, falam e falam que ele vai “quebrar isso” é “destruir aquilo” caso libere toda essa energia – encarou o rapaz, que ainda não tinha se quer feito um movimento, porém, toda aquela “energia” que o circundava era avassaladoramente poderosa – E agora querem liberar essa energia para abrir o portal que vai destruir as leis que regem esse mundo? Decidam-se logo se querem destruir o mundo por descontrole ou destruir por controle!

Mesh – Aí que está a nossa resposta – suspirou pesado, para logo em seguida sugar uma pesada lufada de ar para seus pulmões – Ele precisa, de alguma forma, liberar essa energia, então é melhor não desperdiçar essa chance, por mais que estaremos fazendo o que aquela idiota da Hestia quer.

Kitty – Então – encarou as garotas – Eu vou lhes ensinar o que é necessário fazer.

 

Levemente afastada do centro da arena, que era o maior foco agora, estavam as rainhas que participavam dos Jogos Mágicos como patronas: Cana Alberona, Eillen Irene Belserion e Ankhseram E. Fiore.

E, as costas de suas rainhas, vinham suas principais escudeiras: aquela que serve serviçalmente a Eillen Irene Belserion, Kagura Mikazuchi. A morena, que ate poucos minutos estava na arena duelando com Ultear, que tinha vindo a falecer em sua frente pelo ataque de Kyorisviel, estava logo atrás de sua senhora como se nada tivesse acontecido, ignorando a situação em que Natsu estava metido naquele momento, e como tudo estava se desenrolando ali, naquele momento.

Ankhseram, a menorzinha, entre duas mulheres altas e “fartas” destacava-se grandemente, porém, um dos principais fatores de todo seu destaque era seu ar de “orgulho” puro, quase sólido, que permeava ao seu arredor, que “iluminava” seu ser, dando contraste a sua beleza. Atrás de si estava Juvia Lockser, sua criada e participante dos jogos em seu nome, ao qual permanecia com sua total e completa atenção vidrada no centro da arena, especificamente, Wendy.

E a mais desleixada entre as rainhas, Cana Alberona, mesmo bêbada e com seus cabelos totalmente desgrenhados, demonstrava uma beleza levemente selvagem, enquanto de modo algum largou a garrafa de saque que segurava e permanecia bebendo a todo custo, independente do que estivesse se desenrolando a sua frente, ela permanecia calma e bebendo vagarosamente, mais constantemente, sua bebida.  Atrás da Rainha de Porliv estava Kyouka Olietta, sua participante dos Jogos Mágicos, ao qual permanecia ereta atrás de sua Rainha, completamente calada.

Cana suspirou pesado, olhando com tédio todo desenrolar da situação – Aquela idiota da Héstia tinha que ser apressada dessa forma. Veja, desencadeou um monstro adormecido.

Ankhseram – Não há muito o que possamos fazer, ela sempre foi idiota desse jeito – suspirou igualmente – Devo dizer, foi um milagre ela ter se segurado todos esses anos para ir atrás de Virgo.

Eillen – Mas, no fim das contas, isso vai contra o desejo de Virgo, que era não interferirmos diretamente em sua busca – apertou seu braço levemente – Droga, graças a isso tudo acontecendo, não poderei levar minha filha de volta a Arlbion comigo – suspirou levemente.

Cana – E então? – encarou as outras duas rainhas – O que deveríamos fazer nessa situação inesperada?

Ankhseram – Nada? – indagou antipaticamente, negando com sua própria cabeça – Dado o atual momento, e o estado em que Natsu entrou, duvido muito que seremos úteis para algo..., mas... – estreitou seus olhos levemente – Não há dúvidas, essa situação, devemos aproveitá-la, é claro – riu de canto., lambendo seus lábios levemente.

Cana assentiu positivamente, rindo – Sim, não há duvidas que devemos tomar proveito de tudo – levou uma garrafa a sua própria boca – Então, você é quem irá em meu nome, Kyouka – depois de falar, tomou um longo gole de sua bebida – Tome conta de tudo por mim, O.K.?

Kyouka – Entendido, Sua Majestade – nem mesmo questionou, apenas respondendo de imediato a sua rainha.

Ankhseram – Hunp, digo o mesmo a você, Juvia – encarou a azulada por cima de seu ombro – Apesar que tenho certeza de que você iria com ou sem minha permissão – riu de canto.

Juvia – Não diga isso, Ankseram-sama – riu – Pelo menos, enquanto eu permanecer “aqui”, pelo nosso contrato, eu devo lhe obedecer – sorriu radiantemente para Ankseram.

Ankhseram olhou-a pelo canto de seus olhos, não mudando de direção seu corpo – Enquanto permanecer “aqui”, né... – bufou, seu tom de voz tinha um leve tom de zombaria – Bom, não que me importe – deu de ombros, voltando sua atenção para o centro da arena – Enquanto você continuar a fazer sua “missão”, não me importo que você faça o que quiser.

Juvia – Que grande complacência a sua, Vossa Majestade, Ankhseram-sama – riu levemente, ficando de joelhos ao lado de Kyouka.

Eillen – Bom, minha pequena Kagura, acredito que nada deva ser dito – igualmente a Ankhseram, a ruiva encarou sua serva pelo canto de seus olhos – Sua principal missão deve ser cumprida com prioridade máxima, acima de tudo.

Kagura – Entendi, Eillen-sama – respondeu secamente, sem demonstrar qualquer sentimento, contudo, sua mente era outro lugar, no fim das contas – Porque, Eillen-sama? Qual a necessidade de me ordenar a fazer isso? – rangeu seus dentes – Ficarei tanto tempo longe de você, minha senhora... – um leve tom choro a voz de sua mente tinha – Droga, tudo culpa daquela desgraçada de deusa inútil e daquele pirralho de merda e daquela outra macaca – rangia seus dentes, pensando no rosado e na ruiva – Se não fosse por Erza, Eillen-sama... com toda certeza... me amaria indiscutivelmente...

O silêncio instalou-se naquele ambiente, onde a atenção das mulheres era Natsu, seus Grimórios e as meninas, que a todo custo tentavam resolver a situação em que estavam.

 

Astral – Hahahahahah – riu forte, arregalando seus olhos, de viando de uma espada, rindo mais ainda e continuando a desviar dos ataques de Elisabeth contra sua pessoa – E pessoa que a grandiosíssima “Rainha das Fadas” possuiria somente isso de força. Diga-se de passagem, eu estou decepcionado – rebateu outro corte de espada com sua mão, rindo de canto.

Elisabeth – Esse desgraçado – em momento algum, a loira caiu nas provocações do Rei Demônio a sua frente, mais dizer que ela não estava intrigada com a situação atual em que ela estava era mentira – O que está acontecendo? Astral Trinity, com absoluta certeza, foi “expulso” desse mundo quando aquele garoto – referiu-se a Natsu – Tornou-se o “candidato a Rei Demônio” desse mundo, impossibilitando dele adentrar nesse mundo sem sua chave, sua filha – encarou Lucy de relance – Contudo, sua filha não demonstrou sinais de ter despertado sua “origem”,  então é impossível ele ter vindo a esse mundo por conta própria – franziu seu cenho – Mais então, de onde vem toda essa sua força? Esse poder, mesmo que não seja sua força “completa”, é muito mais poderoso do que ele tinha anteriormente – no fim das contas, o que Natsu derrotou ao se tornar um Candidato a Rei Demônio foi simplesmente uma “sombra” do real monstro que era esse Rei Demônio de outro mundo, Astral Trinity – É impossível que tenha atravessado a barreira interdimensional que rodeia esse mundo por conta própria... Como, então? – suspirou pesado, posicionando-se com maior firmeza no chão, erguendo sua espada – Estou curiosa, vendo seu atual nível e força, devo dizer que eu não lhe vencerei de modo algum. Como você trouxe seu “corpo real” a esse mundo sem a ajuda de sua filhinha? – indagou, realmente curiosa, pois se fosse fácil “entrar” naquele plano, “sair” também não seria um problema.

Astral riu de canto – Como eu trouxe meu “corpo real” a esse plano, hm? – indagou levemente, rindo de canto – Bom, eu tive a colaboração de minha pequena cunhada para esse feito – riu.

Elizabeth – Hum, entendo – percebeu que o Rei Demônio de outro mundo apenas estava ali como uma peça, pois no fim das contas, estava sendo “usado” para algum proposito – Essa pessoa que o mandou até esse plano... com certeza não é alguém que se possa levar levianamente... – pensou, encarando o Rei Demônio que não tinha feito movimento algum – Continuaremos a lutar, Astral Trinity? – indagou.

Astral – Uym... – pensou profundamente – Acredito que não vejo sentido continuarmos a lutar, pois no fim das contas – encarou Natsu que permanecia parado no centro da arena, enquanto Lucy e as meninas faziam seus preparativos – Vocês já adquiriram o que queria. Ele entrou em contato com sua “Origem”, perdendo o controle de toda a sua força.

Elizabeth – Hmm, sábia decisão – riu levemente. Guardando sua espada em sua cintura, a loira focou sua atenção no centro da arena – Pai, estou um passo mais perto de lhe salvar... – seus olhos brilhavam com uma resolução completa e absoluta.


Notas Finais


Gostaram? espero que sim, comentem o que acharam.


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...