História Natsu e Erza: primos de sangue - Capítulo 8


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Categorias Fairy Tail
Tags Natsuxerza, Natza
Visualizações 73
Palavras 1.217
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Ecchi, Festa, Ficção Adolescente, Hentai, Literatura Feminina, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo
Avisos: Adultério, Álcool, Heterossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 8 - Hospital


Fanfic / Fanfiction Natsu e Erza: primos de sangue - Capítulo 8 - Hospital

Se existisse um universo aparelho seria que agente fosse opostos de sexos, personalidades ou os dois, e se dois universos se juntasse? Seria um colapso com fim de tudo ou aumento do universo de tudo, podia causar uma guerra e quem sobreviria e o quê aconteceria? 

•••


  Erza não ficou longe de Natsu por nenhum minuto, da ambulância até o hospital, menos na parte da cirurgia onde teve que ficar na sala de esperar. Erza nunca sentiu culpado em sua vida, era para te sido ela, mas foi salva pelo seu primo.

  Então Erza teve que ligar para sua tia e sua mãe avisando sobre o trágico acidente na rua e qual hospital eles estavam, em uma hora às duas chegaram preocupadas querendo entrar no quarto, porém impedido melhor médico que não permitiu a entrada das três até segunda ordem, apenas que fosse para suas casas e voltasse no dia seguinte.

  Erza nem conseguiu se alimentar o tomar um banho direito e nem ao menos dormiu, ela apenas fazia uma coisa: pensava em Natsu...


  No dia seguinte.

  Erza dormiu por apenas uma hora pois queria ao menos desejava chegar no hospital cedo para que pudesse sentar ao lado dele. Vestiu uma roupa qualquer e saiu de casa iam correndo para hospital nem avisava sua mãe sobre sua saída...
  
  Após um tempo ela chegou no hospital, indo até a recepção perguntar onde se encontra Natsu Dragneel, onde estava no hospital. A recepcionista respondeu dizendo está no terceiro andar no quarto 49. Erza caminhou na direção do elevador indo ao terceiro andar e depois indo até o quarto 49. 

  Erza entrou no quarto em silêncio caminhado até perto da cama, vendo Natsu desacordado com aparelho para respirar, ouvindo o som de seu coração batendo, ela puxou uma cadeira para ficar bem ao lado dele agarrado na mão dele olhando em seu rosto, abaixando à sua cabeça até chegar no braço dele começando a chorar por arrependendo de tudo. 


Irene - filha, filha acorda - Erza abriu os olhos lentamente e viu sua mãe ao lado e depois à sua tia e seus amigos todos de pé, não só preocupados com Natsu mas também com ela - você devia ter me avisado que viriam aqui, fiquei preocupada, ontem você nem comeu e hoje também, sei que está preocupado com seu primo eu também estou, mas você precisa se alimentar. 

Erza - desculpa mãe, eu vou me alimentar, mas eu não vou sair do lado dele. 

Irene - tudo bem.

Haru - eu vou pegar algo para você comer - disse a mãe de Natsu, saindo do quarto. 

Gray - como ele está? 

Erza - eu não sei, o médico ainda não entrou aqui, se entrou então eu não ouvi, mas ele está respirando e acho que vai ficar bem, eu espero - sussurrou na última parte. 

Gray - e você como você está? 

Erza - bem - disse bem baixo - nada para que vocês precisam preocupar. 

Levy - a diferença que nós nos preocupamos com você e com Natsu, não precisa ficar  tão abalada. 

Erza - é claro que eu preciso, é minha culpa, é minha culpa - assim começou a chorar - ele salvou a minha vida por eu sair correndo por esta sentido ciúmes, ciúmes! Ele está nessa cama com aparelho por minha causa e eu vou está ao lado dele até ele acordar. 

  Todo mundo ficou em silêncio, Irene chegou ao lado de sua filha tocando no ombro dela e olhando para o sobrinho. Logo a Haru chegou com um sanduíche grande e um corpo de café expresso para que Erza alimentasse... 

  Logo os amigos foram embora para suas casas, com tempo anoitecendo Irene foi após muita persistência a fazer sua filha ir com ela e falhado e depois a tia Haru também tentado e não conseguido tirar ela de lá. Já de noite Erza não soltava a mão dele até sentir ele se mexer, olhando ao rosto dele vendo ele aos poucos abrindo os olhos encarando o teto e depois vitando ao rosto na direção de sua prima, piscando algumas vezes com a outra mão ele retira a máscara de oxigênio colocando à uma mesa ao lado e vendo os olhos lacrimejando dela.

Natsu - oi - disse rouco - estou no hospital né? - tossiu - como você está? 

Erza - como eu estou? Como você está?

Natsu - com fome, com sede, com cansaço, com muita dor. 

Erza - me desculpa, isso é por minha culpa...
 
Natsu - não é, eu fiz o quê meu coração mandou eu não me arrependo de nada, faria tudo de novo de fosse preciso - disse com um pequeno sorriso.

Erza - tudo isso por causa de um idiota ciúmes.

Natsu - na verdade até eu fico feliz por você senti ciúmes de mim, pois eu senti isso por longo anos - Erza olhou nos olhos deles sem entender nada - sabe eu podia ter morrido, e assim eu nunca poderia contar a verdade para você Erza... Eu não quero mas esconder isso pois não sabemos no dia do amanhã, é algo que eu sinto e nunca contei para você por medo e agora eu estou com muito medo do que eu vou falar... 

  Natsu ficou em silêncio respirou bem fundo olhou nos olhos dela e disse tudo.

Natsu - Erza eu te amo do fundo do meu coração.

Música ( motivação ) 

Lembranças de quando pequeno
Sempre olhando para o escuro 
Ouvindo trovões 
Em minha volta gritos 
Lembrando de ver dor 

São apenas pesadelos 
Quem me impede de levantar 
Ando preso no tempo 
Vejo não tão claro 
Preciso desabafar 

O quê aguarda meu destino 
Onde posso encontrar paz? 
Ouço as vozes 
Quero apenas ouvir a minha 
Será que mereço tudo isso? 

Preciso de um motivo para viver 
Quero achar pelo menos um
Não quero ser esquecido 
Nessa forte chuva 
Na cruzada de fogo 

Onde ninguém consegue me ver 
Preciso de um motivo para viver 
O vazio em meu peito 
Não se preenche 
Quero me conectar a humanidade 

Desejo ser real 
Não posso ser essa ilusão 
Estou dividido 
O quê há dentro de mim? 
Apenas antigas lembranças 

Que desejo esquecer 
Não vou mais me esconder 
Quero sentir algo 
Quero sentir o amor 
E entrar em um mundo colorido 

O chão tremendo 
Caindo no chão 
Ouvindo aquelas vozes 
O quê eu mereço de verdade?
Preciso de um motivo para viver 

Quero achar pelo menos um
Não quero ser esquecido 
Nessa forte chuva 
Na cruzada de fogo 
Onde ninguém consegue me ver 

Preciso de um motivo para viver 
O vazio em meu peito 
Não se preenche 
Quero me conectar a humanidade 
Desejo ser real 

Não posso ser essa ilusão 
Estou dividido 
Estou perdido 
Em um mundo de mentira 
Onde está a verdade? 

Só existe a dor 
Só existe a dor 
Nessa vida cheio de erros 
Quero ouvir minha própria voz 
Para saber o quê eu mereço no final 

Preciso de um motivo para viver 
Quero achar pelo menos um
Não quero ser esquecido 
Nessa forte chuva 
Na cruzada de fogo 

Onde ninguém consegue me ver 
Preciso de um motivo para viver 
O vazio em meu peito 
Não se preenche 
Quero me conectar a humanidade 

Desejo ser real 
Não posso ser essa ilusão 
Estou dividido 
Estou dividido 
Estou dividido 


Continua



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