História Natury - Capítulo 11


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Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
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Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Bishoujo, Bishounen, Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, FemmeSlash, Festa, Ficção, Ficção Adolescente, LGBT, Luta, Magia, Mistério, Misticismo, Romance e Novela, Slash, Sobrenatural, Survival, Suspense, Violência, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Pansexualidade, Suicídio, Tortura, Transsexualidade, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 11 - O templo


Fanfic / Fanfiction Natury - Capítulo 11 - O templo

Não foi difícil achar o bendito templo. Estava literalmente no topo da montanha. Tinha um símbolo na entrada. Por algum motivo, o tal símbolo me fazia pensar na letra M.

Haku estava desacordado, tive que manipular o vento para fazê-lo "flutuar".

Entrei no templo e vi que continha vários símbolos nas paredes (eles me faziam lembrar de coisas) e também tinha uma fonte de água. 

Estava morrendo de sede, então bebi um pouco da água. 

Começei a me sentir tonta, e do nada, eu desmaiei.

No dia seguinte-

Quando acordei percebi que havia passado o dia e a noite toda naquele lugar. 

Olhei em volta e me dei conta que não estava mais no templo. Estava em um lugar maravilhoso, paradisíaco. 

Meu primeiro pensamento foi: "Eu morri?".

Só então vi que Haku estava do meu lado (ainda desacordado). Decidi acordá-lo:

-Haku... Acorda, vai...

Ele virou pro lado e continou dormindo. 

Percebi que teria de apelar. Joguei água nele. Ele acordou assustado.

-Que porra é essa?! Hi... Hinami?!- Falou ele se levantando e olhando em volta -Onde estamos? 

-Não sei...

-Cadê aqueles Yrutans?

-Não se preocupe, eu dei um jeito neles.

-Como viemos parar aqui?

Expliquei a ele.

-Pera... A gente passou o dia e a noite toda... Fora?!

-Parece que sim.

-Minha mãe vai me matar!- Desesperou-se ele.

-Jura?- Reclamei -Essa é sua única preocupação no momento? 

-Bom...

-Estou preocupada em como viemos parar aqui e em como vamos sair!- Falei o interrompendo. 

-Acalmem-se, crianças. Eu os trouxe aqui.- Falou um homem não muito idoso.

-Você... por acaso é Kamui?- Perguntei.

-Sim. Você deve ser a filha de Saing.

-Sim... Sou eu...

-Eu fui sensei dela. Ela morou aqui  quase a vida toda. 

Ele olhou para Haku e perguntou:

-Quem é ele?

-Haku, meu amigo.

- Ele é...?

-Humano? Sim.- Respondeu Haku.

-Você permite que humanos saibam quem você é?- Perguntou Kamui assustado. 

-Sim, permito. Nem todos os humanos são cabeça dura para as coisas que não conhecem!- Informei.

- Os humanos são todos iguais.- Discutiu ele.

-Por acaso um humano "comum" faria um antídoto para um veneno mortal só para salvar um Natury? Entraria na frente de um golpe de um Yrutan para proteger um Natury? Não, né? 

-Ele fez isso? Por você? 

- Fiz sim.

-Isso e muito mais.- Falei.

-Pq você fez isso por ela? Uma pessoa anormal, diferente de você?- Perguntou Kamui a Haku.

-Pq eu amo ela e nunca deixaria nada acontecer com ela!- Respondeu Haku.

Kamui pareceu ficar surpreso. Alguns segundos depois ele disse:

-Pq você ama ela? Ela é completamente diferente de você! Isso não te assusta? 

-Não, pelo contrário. Acho ela magnífica!

- Até com os poderes?

-Os poderes só a tornam mais perfeita ainda.

-Bem... Você quer treinar parar ser o que? Guardiã ou restauradora?

-Guardiã. 

-Hmm... Então você é uma guerreira?

-Sou... Quer dizer... É o que eu quero!

-E pq?

-Pq quero proteger quem amo dos Yrutans.

-Isso inclui os humanos? 

-Na verdade... É só os humanos, você é o primeiro Natury que eu conheci.

-Entendo... E quanto a você, garoto...

-Sim..?

- Gostaria de ajudar Hinami?

- Claro. Mas... Como?

-Tem um meio de você ter poderes.- Comentou Kamui.

-Serio? Como?- Animou-se Haku.

-Você se tornaria um feiticeiro. Mas pra isso tem um preço. 

-Que seria?- Perguntei. 

-A vida dele seria cortada metade.

-O que? Como assim?- Me desesperei. 

-Suponhamos que ele vá morrer aos 80 anos. Fazendo o acordo dos poderes, ele morreria com 40 anos.


Terminarei depois.












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