História Navegando por Águas proibidas - Capítulo 11


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Categorias ATEEZ
Personagens Hongjoong, Jongho, Mingi, San, Seonghwa, Wooyoung, Yeosang, Yunho
Visualizações 17
Palavras 808
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Romance e Novela
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 11 - Quando o sol se põe


Fanfic / Fanfiction Navegando por Águas proibidas - Capítulo 11 - Quando o sol se põe

"No final das contas, aquilo que você plantou sempre volta pra você."

CAPÍTULO 11

Quando entrei no meu quarto, fechei a porta e sentei no chão encostada na parede, eu não tinha mais forças pra conseguir me manter de pé. San havia flertado comigo o tempo todo, nós estávamos sozinhos porque Doong não apareceu e o clima de tensão e desejo no ar. Ele estava sempre me olhando e quando comi a torta, minha boca sujou um pouco, ele se inclinou na mesa na minha direção e limpou o canto com o dedo e depois lambeu, e sorriu. Aquilo me atiçou tanto, não sei como não pulei em cima dele. Porém ele não parou por aí, se não bastasse isso, quando terminamos de comer, ele simplesmente levantou a blusa, e ficou batendo na barriga dizendo que estava muito bom, que eu cozinhava muito bem e que iria me levar pro alojamento dos meninos, por favor, me leva, ou melhor, não faça isso comigo, eu não sobreviveria. Trouxe o brigadeiro pro quarto, pra dar pra Doong e ela não está aqui, como alguns, preciso aumentar o açúcar  no meu sangue. A porta abre e ela entra.
_ Unnie, você apareceu, trouxe o brigadeiro pra você.
Ela estava com um olhar triste, na verdade um pouco inchado, ela estava chorando.
_ Unnie, tudo bem? Você parece triste. Aconteceu alguma coisa?
_ Eles cancelaram meu contato, tenho que juntar minhas coisas e ir embora. Não faço mais parte da empresa.
Não pode ser, a Doong era uma ótima pessoa e uma ótima Staff, por que e estavam fazendo isso com ela? Me sentia mal por não poder fazer nada por ela e a abracei. Disse que não era pra ficar assim, pois ela iria conseguir algo fácil e que nós iríamos nos encontrar sempre. Não aguentava ver ninguém chorando e chorei junto com ela. Ajudei a juntar as coisas e levar até o táxi, todos descemos pra despedir dela, porém fui a última a continuar com ela, eu e Dae Han, entreguei os brigadeiros numa vazinha.
_ Nós vamos nos encontrar de novo Unnie, e eu vou te ensinar a fazer.
Ela agradece e entra no carro. Eu permaneço lá até o perder de vista, e quando me dou conta, Dae Han está ao meu lado, estou me sentindo triste e sensível, ele parece perceber e me abraça.
_ Vamos pro terraço. _ diz ele e eu o acompanho _ você foi contratada pra substituir a Doong.
_ Como? Ela perdeu o emprego por minha causa?
_ Não se sinta culpada. Ela iria sair com você aqui ou sem. Era inevitável. Não fique assim. Mais como eu não ficaria? O que Doong fez pra merecer isso? Me sinto mais mal ainda e começo a chorar, Dae Han me vira e seca minhas lágrimas e me abraça novamente. Ficamos assim até o elevador apitar e a porta se abrir. Nós sentamos no mesmo banco que viemos aqui pela primeira vez, o sol está se ponto e um crepúsculo no céu me chama atenção e aquilo me acalma.
Ficamos sentados por um bom tempo apreciando a vista e a presença um do outro. Estar com Dae Han é como se não houvesse nada no mundo, apenas eu e ele, não consigo o encarar por muito tempo, me sinto intimidada, porém hoje, me sinto convidada a fazer isso. Me entrego a sua presença e quando percebo ele entrelaça suas mãos na minha. Seu toque parece como picadinhas de agulha bem suave, fico arrepiada e ele percebe, pois passa os dedos por todo meu braço e se aproxima cada vez mais. Minha boca começa a salivar e a vontade de beijá-lo só aumenta. Não consigo me concentrar em mais nada além dos seus lábios vindo em minha direção, tudo está acontecendo tão naturalmente que parece que somos prótons e nêutrons, um ímã que está prestes a explodir de desejo. Nossos lábios se encaixam como se fossem feitos um pro outro, me concentro no seu gosto e nas batidas do seu coração que agora está em sincronia com o meu. Ele segura o meu rosto tão delicadamente, parece que ele tem medo de que eu quebre. Ele segue me beijando e passa a mãos no meu cabelo e entrelaça seus dedos nos meus fios e puxa com desejo. Se encaixa tão bem, não consigo em pensar em mais nada além de como é bom beijar seus lábios, passar a mão pelo seu corpo firme e definido, passo as unhas delicadamente por suas costas e ele solta um gemido baixinho. Aquilo faz todas as minhas terminações nervosas pulsarem. Eu me empolgo e sento em seu colo, o clima começa a esquentar, estou prestes a abrir sua blusa, na verdade minha vontade é de rasgá-la completamente, porém seu celular começa a cobrar e o clima se quebra completamente



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