História Negócios Passados - Capítulo 5


Escrita por: e Zaci

Postado
Categorias Avatar: A Lenda de Aang, Kuroko no Basuke, Naruto
Personagens Aang, Aomine Daiki, Hinata Hyuuga, Itachi Uchiha, Katara, Madara Uchiha, Naruto Uzumaki, Sakura Haruno, Sasuke Uchiha, Sokka, Zuko
Tags Clichê, Katara, Knb, Mistério, Naruhina, Naruto, Romance, Sakura, Sasusaku, Zutara
Visualizações 9
Palavras 2.482
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Hentai, Mistério, Poesias, Policial, Romance e Novela, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Olá! Tudo bem? Espero que sim!

Tenham uma ótima leitura.

Capítulo 5 - Meu funcionário


Fanfic / Fanfiction Negócios Passados - Capítulo 5 - Meu funcionário

Katara em um ato de desespero saiu rapidamente de casa sem notar que sua roupa estava amassada, descabelada e maquiagem borrada. Hinata não podia deixar sua amiga ir sozinha então foi logo atrás, ambas foram na escola de Hakoda mas o pequeno não estava lá.

(...)

— Aomine?! É você mesmo? – Naruto se aproximou do amigo que estava acabando de entrar na empresa. 

— Unhum… – Continuou olhando para frente.

— O que aconteceu com você? Essa reunião é importantíssima. – O loiro se aproximou de uma moça da recepção e pediu para ela buscar café. – O Sasuke já está lá na sala com os homens que vão fazer as entregas. 

— Sasuke sozinho com esses homens não é seguro. – Sussurrou – Estou subindo, me encontre lá. 

Aomine entrou no elevador, estava inquieto e ansioso com esta reunião que colocava em risco uma boa quantia de dinheiro. Ele saiu e se deparou com uma enorme porta feita de madeira, soltou um suspiro e entrou na sala atraindo todos os olhares espantados.

— A encomenda não pode ficar tanto tempo parada no mesmo local, levantará suspeitas. – Sasuke falou enquanto se ajeitava na cadeira.

— E por que ainda está lá? Quais são os problemas? – Aomine questionou e se sentou. 

O celular do Sasuke estava no silencioso, mas acendeu por conta de uma ligação chamando a atenção de Aomine. Era sua noiva, Sakura Haruno, ligando para o seu amigo de infância e por algum motivo estranho tinha um emoji de coração ao lado do nome dela.

Aomine rapidamente voltou a atenção para a reunião, mas a todo momento se pegava pensando na ligação da Sakura.  

— As rotas, todas estão com cães. – Um homem barbudo que aparentava ter mais de 50 anos respondeu um pouco tímido. 

— Ainda não entendi o problema. – Aomine encarou o senhor. – Estão com medo? 

— Pelo visto sim, sabe que não podemos ter funcionários medrosos. – Sasuke se levantou e ajeitou seu terno com um sorriso malicioso. 

— Nã-não é isso. – O senhor gaguejou. 

— Nítido que não seja medo. – O homem de pele escura sorriu. – Vamos dizer que é prevenção. 

— Indo direto ao ponto não iremos nos arriscar a esse ponto. – Aomine e Sasuke franziram o cenho e se entre olharam. – Então as entregas não serão feitas. – Um outro homem aparentemente mais corajoso disse se levantando. 

— Tudo bem… Vocês estão no direito de recusar essa viagem supostamente perigosa. – Sorriu Aomine de forma amigável deixando todos os homens tranquilos. – Eu e o Sasuke iremos no escritório ao lado e já voltamos com uma solução onde ninguém tomará prejuízo. 

Sasuke e Aomine saíram deixando os homens tranquilos, mas por dentro estavam em fúria ninguém podia negar nada para essa dupla, não se davam tão bem porém trabalhavam muito bem juntos. 

— Acabou a reunião? – Naruto saiu do elevador com uma xícara de café em suas mãos e entregou para o Aomine.

— Supostamente sim. – Aomine respondeu sério. – Naruto, tem como arrumar novos homens para fazer a entrega até o final da tarde? 

— Posso tentar. – O loiro sorriu. 

— Sasuke, preciso que você termine esta reunião. – O moreno assentiu. – Não esqueça de penalizar pois estão quebrando um contrato caro e não podemos sair no prejuízo.

Aomine entrou no elevador e assim que a porta se fechou perdeu a postura ereta e suspirou aliviado, estava tão cansado que podia deita-se no chão por ali mesmo. Foi ao estacionamento da empresa, entrou em seu carro dando partida e voltando para a sua casa. 

Ao entrar em casa reparou algo diferente em sua sala, Hakoda estava sentado em seu sofá o esperando. 

— Bom dia, Sr. Daiki. – Hakoda o cumprimentou sério. 

— O que está fazendo aqui? – Olhou para baixo e franziu o cenho. – Não quero a sua mãe dando a louca achando que te sequestrei. – Pegou no braço do garoto. – Vamos, te levo. 

— Me solta! – Puxou o braço. – Minha mãe foi demitida, né? O Senhor pode me contratar no lugar dela. 

— Você tem experiência com algo, moleque? – Aomine se manteve sério e se sentou no sofá. 

— Aqui está o meu currículo. – Hakoda entregou e Aomine começou a ler. 

— Aqui está dizendo que você é formado em psicologia… – Olhou para o Hakoda. – E que tem experiência como piloto de avião e carro. – Hakoda assentia enquanto se mantia sério. – Também está dizendo que já trabalhou na aeronáutica. 

— Sim, aprendi a pilotar avião lá. – Aomine segurou o riso e olhou de novo para a folha. 

— É, você não me deu outra opção além de te contratar. – Sorriu de canto. – Mas acho que você não tem carteira de trabalho. 

— Tenho. – Hakoda tirou de sua mochila uma carteira de trabalho feita artesanalmente. 

— É… você é um garoto preparado. – Riu. 

— E o salário? Tenho muito valor no mercado de trabalho por conta das minhas experiências. – Hakoda se levantou. – Sugiro que seja 30 mil. 

— Tá maluco? – Aomine continuou sentado e encarou o Hakoda. – Se é tão valorizado… – O semblante da criança foi mudando rapidamente e percebeu o quanto o garoto estava triste, aquele olhar era familiar. – …Por que não trabalha para mim? 

— Sério? – Hakoda sorriu. – Posso começar agora mesmo. 

— Ótimo. – Aomine se levantou. 

O mais velho se levantou e saiu andando em direção ao jardim, guiando o garoto, o empresário abriu a porta do carro e se sentou no banco do motorista pegando Hakoda no colo.

— Eu serei seus pés, só para facilitar, o volante é todo seu. – Aomine sorriu, o garoto imediatamente segurou o volante com voracidade encarando o portão preto e dourado. Pegou um pequeno controle e apertou um botão para o portão se abrir. 

Hakoda notou o portão se abrir e ansiedade tomava seu peito, nunca havia pensado que Aomine seria tão legal. A medida que o carro se soltou lentamente deslizando em direção a rua ele virou o volante todo para a direita. Apesar de sentir o volante mais pesado que devia notou que conseguiu fazer a curva perfeitamente, queria gritar em euforia, mas optou por manter a postura de piloto da aeronáutica.

Tentava guiar o carro em direção a sua casa, e apesar de tudo conseguiu com certa facilidade, Aomine encontrava nos olhos do garoto uma alegria incomparável a cada curva que eles passavam, e vez ou outra o notava olhar por cima do ombro como quem esperava uma aprovação, o pescoço do Daiki já doía de tanto assentir positivamente. 

Após um tempo já era visível o edifício onde Hakoda e Katara moravam, e após alguns metros eles conseguiram estacionar do outro lado da rua, em frente ao mesmo.

Ambos desceram do carro e se aproximaram do portão, o porteiro recebeu Hakoda com um sorriso aliviado.

— Por onde esteve, garoto? – O homem se aproximou. – Temos que avisar a sua mãe, ela passou aqui completamente fora de si, estava preocupada com você, achou que você poderia ter sido sequestrado ou algo assim.

— Ops… – Hakoda se encolheu e olhou para o Aomine com um sorriso forçado. – Esqueci de avisar para ela…

— Ele é o seu pai? – Estendeu a mão para o Sr. Daiki e antes mesmo que o homem de pele negra pudesse responder foi interrompido. – São parecidos demais! – Riu. 

— Hakoda é o meu funcionário. – Aomine comentou apertando firmemente a mão do homem. – Libere nossa subida e ligue para a Katara, informe que o Hakoda está bem, porém não precisa comentar sobre mim.

O porteiro estreitou os olhos, a torrente de ordens direcionadas a ele tinham tanta certeza que Aomine nesse momento parecia o próprio síndico, na verdade era pior, nem o síndico era tão autoritário, antes que o porteiro pudesse responder viu o homem adentrar o elevador com Hakoda.

— Será que a mamãe vai ficar com raiva? – Hakoda perguntou enquanto olhava para o chão. – Não quero que vocês briguem mais. 

– Ela já está com raiva, mas não se preocupe, vamos tranquilizar ela. Em caso de discussão eu saio do apartamento e volto para casa.

Hakoda assentiu, assim que saíram do elevador avistaram a Katara na porta que mudou rapidamente a expressão ao ver Aomine com o seu filho. 

— VOCÊ É UM HOMEM SUJO! SEQUESTROU O MEU FILHO POR CAUSA DE UM “NÃO”! 

— Katara? Não fale tão alto, temos tantos fofoqueiros nesse prédio. – Disse Hinata puxando-a para dentro e fazendo um sinal para os rapazes entrarem. 

Aomine direcionou seu olhar para a janela assim que adentrou o apartamento, um pouco abaixo de seu tórax notava Katara vociferando contra ele, cuspindo palavras ofensivas sem parar.

— Você é idiota por acaso? Acha que sou assim? Acha que preciso ser assim?

— Sim! Você é nojento! – Escutou soluços constantes e olhou para o Hakoda, ele estava chorando. – Hakoda? O que ele te fez? 

— Nada… Ele me ajudou a arrumar um emprego. – Pegou um cheque de 30 mil da sua mochila e mostrou para a Katara. – Meu primeiro salário.

— O pirralho apareceu pedindo um emprego, dizendo que iria te proteger, te ajudar, ele foi por conta própria. – Aomine disse tranquilamente. – Pode ter havido uma desatenção sua, mas não me culpe.

— Des-desculpa… – Katara olhou para o chão. – Hakoda é tudo o que tenho. Não consigo me imaginar sem ele ou que alguém tenha feito algum mal a ele. – Olhou o Aomine nos olhos. – Obrigada. – O seu olhar passava tristeza, mas ao mesmo tempo sinceridade. 

— Está bem. – O mais alto meneou com as mãos enquanto mantinha a serenidade na expressão. 

— Então? Ele voltou? – Uma voz surgiu mais ao longe, Aomine identificou Zuko saindo da cozinha com uma xícara em uma das mãos. – Tinha que ser você…

— O que ele está fazendo aqui, mãe? – Mostrou a língua para o Zuko. 

— Ele me ajudou a te procurar, o perdoei por aquele dia e hoje me mostrou ser uma ótima pessoa. – Sorriu. – Até me ofereceu um emprego na empresa dele. 

Enquanto Katara conversava com Hakoda. Hinata se encontrava já entre as duas figuras, os homens se encaravam e o clima ficava cada vez mais tenso.

— Sequestrou o moleque, Daiki? – Zuko questionou num riso irônico.

— O que você quer, idiota? – Aomine rosnou.

— Parem! – Hinata disse olhando para o Aomine. – Obrigada por trazer o Hakoda, mas já pode se retirar. 

— Ok, porteira. – Aomine comentou rindo e seguiu rumo a saída, logo seus passos eram ouvidos se distanciando. 

— Sr. Daiki! – Hakoda deixou sua mãe falando sozinha e foi atrás dele. – Fique para jantar! – Puxou a calça do Aomine para baixo levemente pedindo para o adulto se agachar. – Espero que esse homem se manque e vá embora. – Resmungou no ouvido dele, falando sobre o Zuko, e formou um bico com os lábios logo em seguida. 

Aomine encarou Hakoda e pensou em apenas sair andando dali o ignorando, aquela história já havia ido longe demais, porém a expressão do garoto denotava uma necessidade grande da presença do Daiki, o que o faz retornar para dentro do apartamento.

— Irei abrir um vinho para comemorar! – Katara foi até a sua geladeira e pegou o vinho, era o mais barato do mercado. – Espero que gostem! – Gritou da cozinha enquanto passava o líquido da garrafa para as taças. Colocou tudo em uma bandeja e levou. 

Aomine e Zuko tinham um gosto mais sofisticado para vinhos então no primeiro gole ambos fizeram uma careta e esperaram a Katara se afastar para jogar em algum lugar. Aomine jogou na planta e Zuko foi até o banheiro para jogar fora. 

— E então? Vai trabalhar com o Zuko? - Aomine questionou em um tom discreto ao notar que seu rival havia se afastado.

— Sim. – Olhou para ele e terminou de beber o vinho. – Ele aceita uma mãe solteira. 

_ Você pediu demissão, eu não havia te demitido.

— Fazer uma falsa reunião para transar comigo foi me demitir porque eu nunca iria querer… – Se aproximou dele. 

— Fala isso da boca para fora. Você queria, porém gerou resistência.

— Esse não é um assunto para esse momento. 

Katara e Hinata fizeram o jantar com ajuda de Zuko e Aomine que o tempo todo estavam disputando para ver quem era o melhor, mais rápido ou quem impressionava mais a Katara. 

Era a comida favorita do Hakoda, o Curry, um prato com arroz, frango e um molho de especiarias. 

Aomine e Hakoda estavam arrumando a mesa de jantar enquanto os outros estavam na cozinha terminando de preparar a comida. Hakoda ficou parado olhando para Aomine com um sorriso bobo fazendo o mais velho erguer as sobrancelhas estranhando a reação do garoto. 

— Sr. Daiki, imagina que legal se o senhor fosse realmente o meu pai. – Ele sorriu e seus olhos brilharam. – Por que será que as pessoas vivem perguntando se você é o meu pai? – Aomine sorriu e continuou arrumando a mesa. – O Senhor gosta da minha mãe? – Aomine balançou a cabeça negativamente. 

A verdade era que nem ele mesmo sabia o motivo de perseguir tanto a Srta. Waters, algumas vezes sentia ansiedade antes de vê-la e nas outras vezes sentia paz ao olhar para ela. Diria que foi tesão à primeira vista ou até mesmo amor se fosse um dia que tivesse de ótimo humor. 

— Verdade… Vai casar com aquela atriz bonitona. – Revirou os olhos decepcionado.

Katara e Hinata foram para a sala colocando a comida na mesa. A mesa não era muito grande, mas cabia todos ali mesmo sendo apertados. Katara se sentou entre Aomine e Zuko, eles se entreolharam e estreitaram os olhos como se fosse um matar o outro naquele mesmo instante. Todos se serviram e começaram a comer e a expressão séria do Aomine mudou no mesmo instante que sentiu o gosto da comida.

— Wow! Está uma delícia! – A postura de um homem sério e elegante se perdeu entre as garfadas. 

— Mamãe é maravilhosa! – Hakoda sorriu. 

— Katara, tenho uma proposta. – Disse Aomine com um tom de voz ansioso e com a boca um pouco cheia. Terminou de mastigar e engolir a comida. – Volte para a minha empresa que dou o dobro do que ele vai te pagar e ainda poderá passar o dia com o Hakoda. 

— Ótimo, mãe! Aceita! – Hakoda bateu palmas empolgado com a proposta. 

— Infeliz… – Resmungou o Zuko.

— É tentador… – Katara largou o seu garfo e olhou para o Aomine. 

— Eu não farei nada que te deixe triste. – Pôs a sua mão em cima da dela. – Só volte. 

O telefone fixo tocou desconcentrado a Katara e fazendo ela se levantar da mesa.

— Alô? 

“Katara? Estou voltando para casa.”

— Sério? – Ela deu uns pulinhos empolgada. – Hakoda está enorme! 

“Imagino… E quando eu voltar iremos resolver o assunto sobre o pai dele. Eu sei quem é.”

— Eu não sei se quero fazer isso. 

“Hum… Chegarei amanhã de manhã na cidade, mas só de noite irei na sua casa. Certo? Agora preciso ir. Eu te amo.”

— Também te amo… Estarei te esperando.

Continua….



Notas Finais


O que estão achando?

Quem que deve ter ligado para a Katara? Será que a noiva do Aomine não é ciumenta? Por que ela ligou para o Sasuke?


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