História Neko - A Fanfic - Capítulo 7


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Categorias Originais
Tags Comedia, Escolar, Fantasia, Neko, Originais, Romance, Shoujo
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Palavras 1.879
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Comédia, Ecchi, Fantasia, Ficção Adolescente, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)

Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Um capítulo extenso, cansativo, porém, que me deu 3 horas pra ficar pensando na ideia que deveria aplicar no mesmo.
Ah claro, desculpem. Sabem a Yazuki? Yazuki Miryu? Pois é, ela mudou de nome para Kawano Haruki. Eu achei que combinava melhor com ela. Enfim, espero que gostem.

Capítulo 7 - Haruki ao ataque


Depois de todos aqueles acontecimentos, Hisashi acordou naquela manhã, porém, os dois ainda pareciam estar brigados. Ou melhor explicando, Neko estava brigada com o rapaz, por um motivo cujo o mesmo não era culpado. Como castigo, ela mandou em seu próprio mestre, e para piorar, deixou o coitado sem jantar e não preparou seu bento para o dia seguinte. Ele não tinha tempo para poder fazer um bento dos mais simples sem se atrasar, era do tipo de chegar cedo. Quando foi tomar banho, sua situação piorou mais um pouco, pois a felina também estava tomando banho lá. Não dava para ver absolutamente nada, pois uma névoa densa cobria seu corpo inteiro, por conta da água quente. Sem dizer uma palavra, e sem dar sequer um grito de pavor, a mesma jogou, com toda a força, um frasco de shampoo na cara dele, fazendo-o recuar, e ela fechar a porta com força. O dia só estava começando para ele, e já tinha experimentado um pouco do que viria a ser. Seguiram a escola sem dizer sequer uma palavra. Nem mesmo com Kaede os dois falaram. Pior, Neko a afastou dele, para que os dois não se falassem de maneira nenhuma. A novata estranhou um pouco o comportamento dela, entretanto, nenhuma palavra saia da boca da felina.

- Ah, que dia azarento... – Queixou-se, quando alguém parou do seu lado.

- Um gato preto atravessou a sua rua? – Perguntou, e quando Hisashi se deparou, era Haruki.

- Não acha que aquilo foi culpa sua? – Protestou o mesmo

- O que foi que a Neko te fez? – Questionou ela, e ele se sentiu um pouco ofendido.

- Não ignore minha pergunta... – pensou, irritado. – Eu fiquei sem jantar... e de quebra, sem bento. – Ele respondeu, enquanto os dois iam para a sala.

- Isso parece muito cruel... – Disse ela, indo para o seu assento.

- Ainda mais quando você é a culpada. – O garoto pensou, se sentando em sua carteira. As aulas prosseguiram seu ritmo como sempre, entretanto, dessa vez, não havia interação entre eles.

Chegava a hora do intervalo, e Hisashi não tinha razões para sair daquela sala. A felina desceu sem seu mestre para lanchar com sua amiga. Visando aquela ser uma chance, Haruki caminhou em sua direção.

- Ei Yuuki... – Chamou, olhando para o lado, como se estivesse envergonhada - ...eu posso dividir meu bento com você... – Completou, e ele pensou sobre a situação.

- Bom, não posso negar, não é? – Comentou, e se sentou com Haruki ali na sala. O mesmo não conseguia ficar sem as bochechas coradas, e ela parecia um pouco nervosa.

- Yuuki... pode esperar um pouco aqui? – Perguntou. – Enquanto isso, pode aproveitar, mas deixa um pouco para mim. – Concluiu, e ele concordou. Haruki trouxe bentos muito bem decorados, e bem refinados. A jovem se levantou e saiu. Foi ao banheiro e pegou o celular. – Alô. Mãe? Vocês podem preparar um jantar especial? É para uma visita que irei trazer, tudo bem? O nome dele é Hisashi Yuuki. Certo, Obrigada. – Comunicou, desligando o telefone logo em seguida, voltando para a sala. Hisashi havia deixado um pouco para Haruki e a mesma se sentou para terminar seu bento. – Yuuki... – O chamou mais uma vez, pensando em conta-lo. – Não é nada, esquece... – Disse ela, sem dar qualquer pista sobre o tal plano.

As aulas prosseguiram normalmente até o termino das mesmas. No final, o jovem não sabia a surpresa que lhe aguardava. Tanto que isso surpreendeu muitos estudantes que estavam saindo, Quando Hisashi estava saindo do prédio, havia uma limusine em frente ao portão principal da escola, e um tapete vermelho.

- Por favor, queira entrar, Hisashi-sama. – Diziam os seguranças, abrindo a porta da limusine, e ele estranhou um pouco.

- O que é isso? – Perguntou.

- Ah, eu não te disse, entre no carro. – Respondeu Haruki, surpreendendo um pouco Hisashi.

- Haruki? Então... – Iria dizer, mas foi interrompido por ela.

- Vamos logo, eu explico a caminho de casa. – Implicou ela, e o mesmo entrou junto com ela. Neko, no fundo, via seu mestre entrar naquela limusine, indagada, mas como estava brigada com ele, não reclamou.

- O que aconteceu entre vocês dois, senpai? – Perguntou Kaede, vendo a limusine.

- Ah, bem é que... – Disse a felina, explicando a situação. Enquanto isso, Hisashi era levado a casa de Haruki.

- Para onde estamos indo? – Questionou, ingênuo, e a mesma deu um pequeno sorriso.

- Para a minha casa. – Disse ela. – Ah é, eu não te disse, hoje, você é meu convidado de honra. – Comentou, e ele ficou um pouco sem reação, surpreso.

- Convidado de honra? – Falou, e a jovem concordou.

- Terá um jantar hoje lá em casa. Sinta-se agradecido, pois não sou tão boazinha assim com todo mundo. – Disse ela, parecendo um pouquinho arrogante. – Especialmente você. – Completou ela, quando passaram por muitas arvores. Porém, como a limusine era de vidro esfumaçado, não tinha como ver muito lá fora.

- Haruki-sama, estamos chegando. – Disse um dos motoristas. Não demorou muito para o carro parar em frente à entrada da casa. Hisashi, ao sair do carro, se deparou com uma mansão enorme, com uma fonte em frente a porta de entrada.

- Sejam bem-vindos Haruki-sama, Hisashi-sama. – Diziam as empregadas e os garçons, enfileirados, se arqueando ligeiramente. Hisashi ficou deveras impressionado com o tamanho daquela casa.

- Muito obrigada. – Respondeu a moça. – Ei, vamos, agradeça. – Sussurrou ela para o rapaz.

- Ah... Muito obrigado. – Agradeceu ele, arqueando seu corpo.

- Esperamos que possa apreciar sua visita. – Disseram, se retirando, cada um a seus postos.

- Então, Hisashi, seja bem-vindo a mansão da família Kawano. – Falou a jovem, e os dois entraram.

- Você realmente mora aqui? Nesse lugar gigantesco? – Perguntava, abismado.

- É claro, essa é a minha casa. Moro eu, minha mãe, meu pai e os empregados. – Explicou Haruki. – Venha, eu te mostro a casa. – Convidou, e o mesmo não negou. Subindo as escadas, se deparava com um corredor enorme, cheio de portas.

- Essa porta dá para o closet da minha mãe. Muitas das roupas dela ficam aqui. – Explicava, andando com ele para uma direção. – Essa porta dá acesso ao meu quarto. Não irei lhe mostrar agora, pois é meu cantinho pessoal. – E os dois continuavam a explorar a casa. – Essa outra porta leva você ao quarto da minha mãe. Ela deveria estar lhe esperando lá em baixo, mas é bastante vaidosa. – Continuavam explorando cada cômodo daquela casa, até que chegaram a uma última porta. – E esta, leva ao escritório do meu pai, aonde o mesmo fica praticamente 24 horas por dia, exceto nas horas de refeições. – Terminou de explicar. Depois de tanta caminhada, com certeza Hisashi estaria com fome. E uma prova crucial disso era sua barriga a roncar. – Com toda essa caminhada, eu sabia que ficaria com fome. Vamos descer. – Comentou ela, descendo com o mesmo as escadas, quando se depararam com a mãe de Haruki.

- Ah, você deve ser o Hisashi-san, não é? Muito obrigada por tomar conta da minha Haruki na escola. – Disse a mãe, bastante agradecida.

- Não é nada, Sra. Kawano. Sua filha é uma ótima pessoa. – Respondeu, mostrando um leve sorriso.

- Bom, vamos ao que interessa. Serveurs! – A jovem chamou, batendo duas palmas. O jovem, sem entender o que estava acontecendo, logo foi surpreendido com vários e vários carrinhos. Os garçons foram organizando os pratos na mesa, e também os talheres. Das escadas descia um homem de alta classe, assim como o resto da família, muito bem vestido. Era o pai de Haruki.

- Você... – fitou o jovem por um tempo. – Você se chama Hisashi Yuuki? – Perguntou o homem, e ele concordou. – É filho do Takeda, não é? – Questionou, e mais uma vez, Hisashi afirmou. – Sabia que tinha alguém conhecido. Seu pai trabalha para mim em uma das lojas da família. – Comentou. – Nunca pensei que iria conhecer seu filho. Muito prazer. – Concluiu, oferecendo um aperto de mão.

- O prazer é meu. Conhecer o chefe do meu pai em pessoa é uma experiência única para mim. – Falou, dando um aperto de mão no pai de Haruki. Todos então se sentaram e jantaram. A comida para Hisashi parecia estar deliciosa, afinal, não comia a quase dois dias por causa da briga com Neko. Ao terminar, Hisashi se levantou.

- Bom, acho que já está tarde. Haruki, não pode pedir para seu motorista me deixar em casa? – Sugeriu o rapaz, mas ela pensou em algo.

- Yuuki... por que não passa a noite aqui? – Também sugeriu a jovem dama, mas ele parecia negar.

- Não posso, não tenho roupas para ficar essa noite aqui. – Concluiu.

- Acredito que temos algumas roupas do seu tamanho aqui. Vamos, irei lhe mostrar. – Disse ela, e Hisashi tentou, mas não conseguiu negar. Foi ao banheiro, enquanto uma das empregadas escolhia sua roupa. Quando saiu do chuveiro, sua roupa estava perfeitamente disposta. Se vestiu e saiu dali.

- E então, aonde vou dormir? Não tem um quarto de hóspedes? – Perguntou o jovem rapaz.

- Bom, quanto a isso... – Disse ela, ficando um pouco vermelha. – Temos sim, mas... que tal dormir no meu quarto? – Concluiu, ficando um pouco mais corada.

- No seu quarto? Não precisa se incomodar, eu posso dormir no quarto de hóspedes. – Ele tentava convencer Haruki.

- Não, não tem problema. Vamos, venha. – Falou ela, puxando ele pelo braço, e abrindo a porta de seu quarto.

- Haruki... – pensou ele, ficando um pouco vermelho. O quarto de Haruki era grande, com uma cama bem larga. Parecia o quarto de uma princesa. – Ah, não precisa se preocupar, eu durmo no chão mesmo. – Denotou, mas ela acenou a cabeça com um não.

- Pode dormir na minha cama. Ela é grande, vê? Cabem 3 pessoas. – Retrucou. – Só espere um pouco, eu irei vestir meu pijama. – Disse ela, entrando por uma outra porta. Era seu closet pessoal. O jovem então sentou-se a cama, e olhou em volta. Tudo lhe parecia grande, estava desacostumado com aquele tipo de ambiente. Era sua primeira vez em uma mansão, e de uma amiga, ainda por cima. A porta se abriu, e dali, se revelou uma Haruki com uma camisola semi-transparente, que mostrava seu corpo, porém a mesma estava vestindo roupas íntimas com babados. Uma tática infalível para seduzir o rapaz, e realmente surpreendeu o jovem mais uma vez, que ficou com o rosto totalmente vermelho, e seu nariz sangrando.

- Haruki... tem certeza de que esse é seu pijama? – Pergutou, muito envergonhado.

- Bem, geralmente eu durmo sem nada, mas como hoje eu vou dormir com você... – Comentou ela. – ... ou v-v-você vai querer que eu t-t-tire? – Perguntou, provocando e levemente puxando a alça da camisola para o lado, como se fosse retira-la.

- Não, não, por favor não! Não faça isso. – Falava, e Haruki caia na gargalhada com o rapaz tentando impedir ela. Ela não iria fazer aquilo, mesmo se ele quisesse.

- Tá bom, tá bom, eu já entendi, se acalma. – Respondeu, entre risadas. O rapaz parou de falar, mas seu rosto estava bastante quente. Sem dizer mais nada além de boa noite, os dois se deitaram e dormiram. No outro lado, Neko estava um pouco preocupada com Hisashi, mas não se importou muito e dormiu sem seu mestre, embora lembrasse da cena no portão da escola.

 


Notas Finais


Nada a dizer, de verdade... desculpa, mas eu to um pouco cansado depois de escrever esse capítulo. Foi difícil pensar na sua ideia, mas uma vez terminada, veio aquele alívio. Espero que tenham gostado, nos vemos no próximo capítulo.


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