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História Nem em meus sonhos mais profundos (Jenlisa e Chaesoo) - Capítulo 14


Escrita por: itspimenta

Notas do Autor


⚠️ ALERTA DE HOT ⚠️

• Esse capítulo terá uma particularidade, ele não terá dois pontos de vista como estava sendo nos capítulos anteriores. Decidi que neste apenas colocaria a visão da Jennie da situação.

• Também queria alertar que em um ponto logo no começo eu falo de “causa de ansiedade e depressão”. Não estou generalizando quando coloco meu ponto de vista. Cada pessoa passa de diferentes formas por essas duas doenças e as causas podem ser as mais variadas. A que eu cito é apenas uma das inúmeras que podem existir.

Lembram que no capítulo que as meninas foram para Tailândia lá pela primeira vez e a Jisoo fala no final “Só não imaginei que isso não duraria o tempo que gostaria”? Então, acho que agora vocês sabem do que ela estava falando 😞

Boa leitura 💛

Passando vergonha em 3...2...1...

Capítulo 14 - S2:EP04 - Vivendo um sonho


Fanfic / Fanfiction Nem em meus sonhos mais profundos (Jenlisa e Chaesoo) - Capítulo 14 - S2:EP04 - Vivendo um sonho

(Point of view: Jennie Kim)

“BLACKPINK. KIM JI-SOO. KIM JE-NNIE. PARK CHAE-YOUNG. LA-LI-SA. BLACKPINK. BLINK. COMEBACKEUL. CHUKHAHAE”

Estávamos novamente no palco do Show! Music Core performando Ddu-du Ddu-du. Os Blinks presentes no momento gritavam em euforia quando aparecemos e o instrumental da música começou a tocar. Cantamos e dançamos dando tudo de nós para aquela apresentação, assim como em todas as outras que a antecederam. A perfeição era nosso objetivo, mesmo que às vezes não fosse possível, entretanto sabíamos que nossos fãs notavam nossos esforços em cada apresentação.

Uma frase que Lisa sempre nos diz e creio que todos deveríamos tentar praticá-la é “nunca devemos nos comparar e tentar superar o outro, mas nos comparar e tentar superar a nós mesmos”. Talvez esse seja o mal desse século. A causa da maior parte da ansiedade e talvez da depressão. Essa eterna cobrança dos outros em querer que sejamos melhores que todos, ignorando completamente que cada um de nós é único, diferente e especial. Nunca devemos comparar o tempo do outro com o nosso, porque com toda certeza não serão iguais, pois cada ser humano amadurece em um ritmo diferente.

Se eu e as meninas vivêssemos nos comparando com outros grupos já estaríamos no hospital igual Lisa naquele dia de ensaio. Tudo se tornaria mais desgastante e os dias seriam de pura paranoia. Isso não seria nada saudável. Todavia, o que encontramos são famílias cada vez mais exigentes e incompreensivas. Além disso, quando estamos na escola já somos “educados” a tentar ser os melhores. Para piorar nem todo tipo de inteligência é valorizada. Sempre temos a ideia equivocada passada nos filmes e reforçada pela sociedade que os inteligentes são aqueles ótimos em matérias de exatas, excluindo tranquilamente os outros seis tipos de inteligência. Talvez – ou melhor, seja – por isso que indivíduos que demonstram interesse pela área artística sofrem preconceito, por não ser nada que teoricamente vá trazer orgulho (faixada para se exibir, melhor dizendo), honra e principalmente dinheiro para sua família.

Se nós, artistas no geral, pensássemos assim não existiriam as formas de lazer mais básicas de uma sociedade. Cinema, literatura, concertos, teatro. Nada disso existiria se não houvessem pessoas que persistissem nos seus talentos, sonhos e quereres acima da opinião dos outros. O mundo já é sério demais, acredito eu, para ser privado de um pouco de diversão. Claro que para quem tornou isso sua profissão ela vem com toda responsabilidade como qualquer outro tipo de emprego. É necessário ter rotina, horário de trabalho, planejamento, estudo, preparação, prazos e tudo o que qualquer trabalhador enfrenta em sua profissão.

Após divagar por um bom tempo nos meus pensamentos, só lembro de ter despertado dos mesmos pela voz do apresentador anunciando sermos as vencedoras do prêmio. Comemoramos inicialmente entre si para em seguida discursar agradecendo aos presentes naquela noite, nossa empresa e aos Blinks, porque com certeza a ideia do BLACKPINK não teria criado forma e ido adiante se não fossem por eles. Fomos aplaudidas por todos e o programa foi encerrado.

Enquanto deixávamos o palco fomos cumprimentando outros artistas e amigos próximos que não víamos há tempos devido às nossas agendas lotadas. Nesse meio tempo de conversa com alguns deles sinto uma mão tocar meu ombro me fazendo automaticamente virar em sua direção. Fico feliz em ver que se tratava de J-Hope e sem perder tempo dou-lhe um abraço apertado.

“Olha se não é minha rapper favorita”

“Ei, pensei que eu fosse seu rapper favorito” Disse Suga fingindo estar sentido com a declaração de Hobi.

“Eu disse no feminino. Você é meu rapper favorito” Respondeu frisando a letra final que indicava o gênero da palavra.

“Torça para Namjoon e Lisa não ouvirem você dizendo isso” Ri Jisoo que se aproximou e cumprimentando os três membros da boy group que estavam por perto.

“Falando nisso, cadê eles? Namjoon estava aqui agora pouco e não falei com Manoban ainda” Questionou Tae ao notar a ausência dos dois amigos.

“Eles estão ali com Rosé falando com o pessoal da JYP” Jisoo diz apontando para nossas namoradas que se encontravam aos risos com outros amigos nossos.

“Enfim, meninas, vocês têm planos para hoje à noite?” Perguntou Suga.

“Na verdade, não”

“Chamamos um pessoal para ir lá na casa de férias nova do Jin. Ele disse que quer estrear o lugar. Um monte de gente já confirmou e a maioria já vai daqui para lá. Vamos também?”

“Eu topo” Digo animada e Jisoo Unnie também concorda comigo “Sorte nossa que amanhã é nosso dia de folga”

“Então tudo certo. Vou passar pra você o endereço, Jennie”

“Certo” Logo sinto meu celular vibrar e confirmo ser a mensagem de Hobi com o endereço da casa “A gente se vê lá então”

“Beleza, até mais tarde” Nos despedimos e fomos atrás das nossas maknaes.

Estávamos tão animadas e nem tínhamos chegado na casa de Jin ainda. No carro colocamos uma das playlists de Rosie Posie e Lisa incorporou a idol que habita seu corpo e alma cantando as letras da melhor forma que conseguia. Nossa felicidade e despreocupação era tamanha que se alguém nos visse assim pensaria que batizaram algo que bebemos, mas era apenas por estarmos juntas. Precisávamos daquilo depois de tudo que passamos e ainda estamos passando nesses os últimos meses. Principalmente minha namorada.

Antes de voltarmos da Tailândia Lisa tentou conversar novamente com os pais. Fomos lá na tarde que antecedera nossa viagem para casa, lugar este que antes trazia boas memórias, mas agora restava apenas as terríveis lembranças de palavras duras e julgamentos. Porém, ao chegarmos lá nos deparamos com o lugar completamente vazio. Lisa perguntou a uma vizinha, que era amiga dela, se tinha notícias do casal e ela respondeu que eles na noite que contamos sobre nosso relacionamento deixaram a residência com poucas malas partindo no meio da noite sem dizerem uma palavra que fosse aos vizinhos. No mesmo dia Lili tentou ligar para os pais, mas foi completamente ignorada, assim como no dia seguinte, na semana seguinte, no mês seguinte, até o número não receber mais ligações com a mensagem automática informando de que não existia mais.

Sei que não demonstrava, mas tinha certeza que isso afetou e muito a mais nova, afinal eram seus pais, aqueles que ela tanto admirava e amava. Na verdade, ama, porque esse tipo de amor não se evapora tão rapidamente. Ela tinha uma visão daqueles dois que a criaram, mas que o ocorrido naquela noite quebrou completamente essa imagem que tinha deles. Então vê-la se divertindo hoje era extremamente significativo para mim e queria poder mostrar-lhe que ainda podíamos ser muito mais felizes ainda se déssemos uma oportunidade, afinal “felicidade é só questão de ser”. Sei que é “fácil de falar, difícil fazer”, mas deveríamos ao menos tentar, porque a vida é muito curta para ser vivida da maneira errada.

Finalmente chegamos no nosso destino e a residência já se encontrava cheia de pessoas. Felizmente todas eram conhecidas nossas e, o mais importante, idols. Já temos tão pouca privacidade que merecíamos essas saídas com pessoas que não se preocupariam em nos filmar ou fotografar para publicar em sites de fofocas. Fomos recebidas pelo dono da casa que nos mostrou superficialmente onde ficavam os cômodos e nos deu livre acesso para explorar a casa. A noite foi dividida entre conversa, bebida – mas não ao ponto de ficarmos bêbadas – muita cantoria e brincadeiras.

Quando uma música em específica começou a tocar Lisa me chama para dançar. O ritmo dançante e, ao mesmo tempo, sexy nos contagiou e começamos a dançar entre os convidados. Não nos importávamos de sermos vistas juntas, porque nossos amigos mais próximos já sabiam sobre a gente por nossas bocas e os que ainda ficavam na ignorância pensavam que só queríamos provocar. Além disso, alguns ali já estavam tão alterados devido à bebida que nem lembrariam de 10% do que aconteceu naquela festa. Não importa qual fosse a opção eu só queria passar aquela noite com a menina que me tirava da realidade.

 Decidi provocar a mais nova rebolando e roçando meu corpo no dela. Lisa mordia o lábio inferior e seus olhos percorriam todo meu corpo fazendo pequenas paradas em pontos específicos dele, como minha boca, meus seios e minha bunda. Em alguns momentos fazia menção de beijá-la, mas só passava meus lábios nos dela sem encostá-los e me afastava logo em seguida. Era visível a frustração no seu olhar. Eles estavam dilatados e escuros entregando de cara seu desejo por mim.

“Vamos para um lugar mais calmo?” Sussurrei no seu ouvido e a mesma apenas assentiu com a cabeça lentamente. Segurei sua mão e a puxei para um dos quartos que havia na casa. Assim que chegamos no andar de cima dou início a um beijo selvagem e necessitado invadindo sem permissão sua boca, mas que foi bem aceita pela tailandesa. Caminhamos ainda em meio a troca de afetos até um dos quartos livre adentrando nele, fecho a porta com o pé e com uma das mãos a tranco. 

Eu tomei o controle da situação me tornando a ativa naquela noite. Sei que Lisa é inexperiente pelo que já conversamos no quesito sexo, então decidi que na nossa primeira vez eu ia lhe mostra na prática. Sem desgrudar um segundo se quer nossos lábios vamos andando até a cama. Quando sinto suas pernas baterem na borda do colchão finalizo o beijo a empurrando na cama. Ela estava ofegante e me olhava esperando os meus próximos movimentos. Umedeço meus lábios e retiro com um único movimento meu vestido o jogando em um canto qualquer do quarto. Lisa parecia um pouco chocada com o fato de estar me vendo pela primeira vez com apenas peças íntimas. Em passos lentos me aproximo ficando em cima dela.

Sinto uma corrente elétrica percorrer meu corpo enquanto milhares de borboletas faziam bagunça em minha barriga quando volto a beijá-la. Seus lábios são macios, carnudos e delicados, que me proporcionam sensações únicas que ficarão marcadas na minha memória para o resto da vida. Vou ditando o ritmo do beijo e ela claramente sem saber bem o que fazer apenas me imitava. Consigo notar que ela estava muito nervosa, pois era possível sentir seu corpo tremer, mesmo que sutilmente, por de baixo do meu corpo. Eu mordo seu lábio inferior puxando de forma delicada apenas para encerrar momentaneamente aquele ato.

“Lili... não precisa ter medo. Sou eu. Eu quero me dar para você de corpo e alma. Lhe amar por completo essa noite... Posso fazer isso? Posso te amar e tentar tornar sua primeira vez perfeita?” A tailandesa me encarava fixamente e por um instante pensei que ela estaria desistindo da ideia, mas essa dúvida logo se espaireceu quando vi seu sorriso genuíno e o consentimento sair por sua voz. Nossos lábios retornaram a se juntar, todavia de uma maneira mais lenta e suave. Agarrei a sua camisa retirando-a finalmente para me dar mais contato com sua pele. Comecei a admirar seu corpo esbelto deslizando meus dedos por todo seu tronco. Levei meus dedos até seu pescoço passando eles lenta e levemente e em seguida descendo bem devagar passando eles por cima dos seus seios, da sua barriga, seu quadril, descendo eles até chegarem na sua coxa e a apertando. Segurei ela por um segundo. Agora ela me pertence, seus seios me pertencem, sua boca me pertence, sua buceta me pertence. Ela é minha.

 “Você quer esses dedinhos na sua calcinha, não quer? Você quer meus dedos entrando e puxando as laterais da sua calcinha. Você quer que eu desça sua calcinha até ela estar no seu tornozelo e até te deixar abertinha para mim. Abertinha para os meus dedos e para o prazer que eu vou te fazer sentir”

Passei com a minha mão até a sua barriga, respirei fundo pensando em como seu corpo é delicioso. Em como seu tesão deveria ser gostoso. Em como seus seios já deveriam estar duros. É para lá que levarei minha mão agora, por cima do seu sutiã mesmo “Consegue sentir, meu amor, como eles querem ser tocados? Eles querem que eu sinta eles, que eu chupe eles” Tirei esse seu sutiã por fim, deixando-a só de calcinha. Voltei até eles outra vez, sentindo seu peito. Sentindo o quanto são no tamanho ideal para minhas mãos e durinhos.

Movi lentamente minhas mãos em um movimento parecido com massagem, mas não toquei no seu biquinho. Apertei mais uma vez, senti meus dedos afundando na sua pele e a sensação aumentar. Continuei apertando até que a vontade de tocar no seu biquinho ficasse insuportável, que ela implore por uma língua chupando seu peito durinho. Agora, com um dos dedos o direcionei até o seu biquinho, devagar e bem de leve passando ele uma, duas, três vezes. Lisa fechava em alguns instantes bem forte os olhos tentando aguentar aquela pequena tortura.

Cheguei até a lateral da sua calcinha “Você quer ser tocada, não quer? Quer sentir minha mão na sua calcinha, entrando nela, buscando a chance de te dar prazer. Consegue sentir sua buceta pedindo por isso?” Ela abriu os olhos me encarrando e neles eu via suas súplicas para acabar com aquela agonia que provavelmente sentia em seu íntimo “Quero você aberta, exposta para mim, sem nenhuma roupa que atrapalhe a minha chance de te tocar”

Tirei sua calcinha deixando a completamente nua. E antes que eu continuasse me levantei da cama tirando também as peças de roupa que me sobravam no corpo. Engatinhei de volta à cama e me posicionei para enfim começarmos realmente “Se por acaso doer não hesite em me avisar, certo? Se estive se sentindo incomodada ou não quiser continuar com isso me mande parar. Me entendeu?” Talvez eu tivesse algum tipo de bipolaridade. Uma hora falando em fuder ela de jeito e agora querendo ser carinhosa, mas é só questão de provocação, eu nunca machucaria a Lisa ainda mais se tratando da sua primeira vez. Quero que seja bom e prazerosa para ela.

“Sim... Sim, Nini”

Escorreguei um dos meus dedos para dentro dela prestando atenção nas suas expressões. No início parecia estar doendo, mas logo se acostumou e a dor foi se transformando em prazer. Eu ia com calma. Sua buceta era apertada. Sinto o quanto é quente, apertada e gostosa. Sinto seus músculos ameaçarem contrair no meu dedo. Meu Deus! Que tesão que isso me dá! Coloquei mais um dedo e gradualmente fui aumentando a velocidade das estocadas até chegar na velocidade perfeita. Simultaneamente ataquei seu seio esquerdo chupando-o e passando minha língua em círculos.

O quarto ficava cada vez mais quente com o que fazíamos ali e foi preenchido somente pelo som de sua voz chamando pelo meu nome. Senti que Lisa estava um pouco tensa por não estar acostumada, então beijei seu rosto em vários lugares e dizia baixinho em seu ouvido palavras de carinho para que relaxasse. Parei quando notei que seus seios já estavam muito sensíveis. “Você quer gozar, Lili? Quer gozar para mim?” Quando percebi já estar quase chegando no seu ápice retirei meus dedos e os levei até minha boca sentindo o gosto do seu pré gozo. Porém, meu objetivo era outro.

Desci até o meio de suas pernas e comecei a chupá-la com vontade recebendo em resposta um alto gemido devido à sensibilidade do local. Para intensificar seu prazer inseri dois dedos na sua entrada e continuei trabalhando em seu clitóris que já se encontrava duro. Poucas estocadas depois Lisa libera todo o líquido que tinha dentro dela em um orgasmo perfeito. Ela respirava fundo e quando olhou para mim me presenteia com um lindo sorriso satisfeito.

“Você está bem? Eu te machuquei?”

“Não, Nini... is-so f-foi incrível...” Ela responde um pouco ofegante pelo orgasmo recente, mas não impediu que ficasse um pouco envergonhada. Depositei um leve selar nos seus lábios.

“Eu te amo”

“Eu também te amo, Nini. E-eu... eu queria...”

“Queria...”

“Eu também quero te dar prazer... mas eu não sei como”

“Não se preocupe com isso. Só faça o que sentir vontade. Sei que será perfeito de todo jeito” Rapidamente ela se levantou me deixando sentada em seu colo. Minha intimidade começou a reagir com o contato na sua ficando logo bem molhada. A tailandesa se apossou da minha boca explorando novamente cada centímetro dela. Era um beijo na velocidade certa. Pouco tempo depois senti suas mãos descerem até minha cintura e a segurar firme.

“Rebola pra mim, vai. Rebola gostoso do jeito que só você sabe” Aquilo acendeu uma chama dentro de mim. Comecei a rebolar fazendo atrito entre nossas intimidades e as mãos de Lisa continuavam em minha cintura me auxiliando no ritmo do meu quadril. Senti sua boca deixar selares molhados e chupões fortes no meu pescoço abaixando até abocanhar meu seio direito me fazendo arfar de prazer.

Quando senti falta de uma de suas mãos fui surpreendida com a entrada de seu dedo lá embaixo. Percebi que Lisa estava receosa de continuar, mas a incentivei afirmando estar gostando. Assim que se sentiu mais confiante colocou mais um dedo e comecei a quicar em seu colo sob seus dedos. Quanto mais sentia meu orgasmo chegar mais rápido eu me movimentava. Com uma descida certeira deixei que todo meu gozo melasse não só a mão, mas também a intimidade da minha namorada.

“Tem certeza que é sua primeira vez?” Disse rindo ofegante e recebendo um fraco tapa da outra.

“Para!” Ela estava corada, mas era possível perceber que estava orgulhosa do que conseguiu me proporcionar.

Naquela noite ainda trocamos muitos carinhos e com direito ainda ao melhor oral que tive na minha vida.

Somente porque foi com ela.


Notas Finais


Gente, lembra daquela prova de legislação que eu comentei em um capítulo desses? Então kkkkkkkk eu tô fudida.


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