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História Nem em meus sonhos mais profundos (Jenlisa e Chaesoo) - Capítulo 16


Escrita por: itspimenta

Notas do Autor


Descobri hoje que toda vez que eu conversava com minha mãe sobre o BLACKPINK e ela falava "a menina da cara de má" ela estava sempre se referindo a Lisa e não a Jennie como eu pensava.

Lisa? Cara de má? Mais que a Jennie? kkkkkkk
Brinks, as duas são umas fofas, piticas, vontade de colocar num potinho 💛

OBS.: O capítulo de hoje será com apenas um único ponto de vista ao contrário do que normalmente venho fazendo.

Capítulo 16 - S2:EP06 - Feliz natal


Fanfic / Fanfiction Nem em meus sonhos mais profundos (Jenlisa e Chaesoo) - Capítulo 16 - S2:EP06 - Feliz natal

(Point of view: Kim Jisoo)

Já se passou o tempo que o Natal tinha algum significado e tradições familiares. As memórias me vêm turvas e desorganizadas, a maioria delas eu “recordo” por gravações ainda guardadas pelos meus pais da época que meus irmãos e eu ainda éramos pequenos e comemorávamos o Natal. Quando chegava essa época do ano todos se reuniam na casa da minha tia, irmã de minha mãe. Ela é uma excelente cozinheira e apesar de reclamar por toda a ceia ficar em sua responsabilidade ela não renunciava a tal função.

Lembro que na véspera de feriado a movimentação na casa era o dia todo. Normalmente chegávamos na casa de Titia no dia anterior e dormíamos por lá. Ao longo do dia meus outros tios iam chegando com suas respectivas famílias. Enquanto os adultos já abriam as garrafas de vinho e cuidavam da arrumação da mesa, as crianças ficavam dividindo as horas entre brincar e assistir à programação temática na televisão. Quando a noite engolia o céu nos aglomerávamos na sala, conversávamos, comíamos alguns doces – que eram as únicas coisas que se podiam comer antes da meia-noite – e músicas natalinas faziam parte do repertório na noite santa.

Ao bater das horas anunciando a virada do dia corríamos para a mesa de jantar montando nossos pratos. Minha tia se preocupava tanto com nossos gostos que fazia mais de um tipo de comida. Tinha arroz com passas, arroz à grega e o arroz puro para as crianças que odiavam essas coisas na comida. De sobremesa sempre tinha pavê, mousse de maracujá e sorvete. Após comer sentávamos em volta da árvore para a troca de presentes. Não me animava tanto com essa parte, pois não ganhava nada que realmente gostasse, sempre era um perfume (ainda mais um que eu nem usava), roupas ou brinquedos que não faziam meu estilo. Entretanto, sempre os recebia com um largo sorriso e agradecendo como se tivesse sido o melhor presente já recebido na vida.

Quando fui crescendo essas pequenas coisas que ainda tornavam as noites de Natal mágicas foram se perdendo. Já não esperávamos mais dar meia-noite para comer ou abrir os presentes. Já não nos amontoávamos nos poucos quartos para pernoitar na casa de Titia. Já não tinha a família toda reunida nessa data. Com o passar dos anos fui percebendo que minha família não era tão perfeita quanto imaginei. As pessoas eram falsas e falavam dos outros pelas costas. As brigas foram nos afastando cada vez mais. Meus avós não aceitavam por completo a família construída por cada um de seus filhos. Dessa forma que conheci a verdadeira face do mundo que infelizmente vivemos. E o pior disso tudo foi vê-lo dentro de minha própria casa.

Pelas discussões com seus irmãos meu pai decidiu que nas festas de fim de ano iria se isolar conosco em qualquer lugar que fosse longe de sua família e nem ao menos diria para onde estava indo. Ele queria distância de toda essa falsidade que estava impregnada nas pessoas que um dia quisera muito bem. No tempo de trainee ainda me esforçava para passar essas festas com minha família, mas depois fui inventando desculpas para não ir. Aquilo já não me fazia bem. Até que chegou o dia que pararam de me chamar, mas sabia que era bem-vinda. O Natal perdeu totalmente o significado para mim. É só mais um dia igual aos outros 364 dias do ano.

Porém, nesse ano será diferente. Passarei o Natal com meus pais, meus irmãos e suas famílias, e com minha namorada. Sim, me assumi para minha família cerca de cinco meses atrás. Todos ficaram chocados com a notícia, mas felizmente me aceitaram e receberam Rosé com braços abertos. Depois desse dia me importei de retornar o contato com eles, no meu tempo livre visito meus pais ou vou à casa dos meus irmãos ver meus sobrinhos. Quando sua agenda deixa Rosé faz questão de me acompanhar. Minha mãe e ela estão desenvolvendo uma linda relação e Omma já admitiu que minha garota foi a melhor escolha que eu poderia ter feito.

Rosé também contou para seus pais sobre nosso relacionamento. A princípio seu pai brigou com ela, por está namorando uma garota, e com sua irmã, por não ter contado assim que soube. A mãe delas as defendeu e não se importou com sua orientação sexual. As três Parks passaram um tempo sem falar com o único homem da casa, mas ele repensou sobre isso e percebeu que o amor por sua filha era maior. Assim ele se desculpou dizendo que se Rosé estava feliz ele também estava. Um alívio ver o apoio deles com nosso relacionamento. Temi que reagissem da mesma forma que os pais de Manoban.

Falando na tailandesa, ela e Jennie passarão o Natal na casa de sua sogra. A Senhora Kim tem sido muito importante na vida de Lisa, pois a acolheu em seu coração como filha quando aqueles que realmente o devia fazer a deram as costas. Quando contamos em detalhes o ocorrido na Tailândia Lisa também recebeu apoio e amor paterno dos meus pais e dos da minha namorada. Acredito que gradualmente estávamos construindo nossa própria família. Do nosso jeito. Mas as coisas ainda continuam complicadas, principalmente para Jenlisa, e essa complicação tem nome, sobrenome e apelido. Kim Jong-in. Kai.

De fato, o que Yang nos disse na reunião naquela noite se concretizou. No dia seguinte pela manhã lá estavam o CEO da SM Entertainment e Kai assinando os papeis do contrato com ele e Jennie. A coreana não estava nem um pouco contente com esse acordo e tentou, de todas as maneiras, dar outra solução para o suposto problema da YG, mas todas foram rejeitadas sem direito à conversa. Somente nos restou aceitar e esperar os seis meses do contrato expirarem para tudo voltar ao normal. Lalisa não quis demonstrar como se sentia vendo sua namorada com outra pessoa, mesmo que de mentira. Ela via como Jennie era a mais inconformada com essa história, até porque seu nome estaria diretamente envolvido.

Alguns dias após assinarem o contrato os dois CEOs mandaram seus artistas para um restaurante e usaram uma pessoa de fora para espalhar a notícia. Não demorou muito para o Instagram estar lotado de notificações de posts que nos marcaram falando do novo casal sendo flagrado saindo de um encontro. A SM emitiu uma nota confirmando o namoro dos dois e assim nosso pesadelo deu início. Jennie era obrigada à pelo menos algumas vezes sair sozinha com Kai e ficarem juntos em eventos. Claro que a pedido da mesma foi colocada uma cláusula em que era proibido toques muito íntimos e beijos. Eles precisavam passar realidade naquela mentira, mas Jennie, ainda sim, era comprometida e não faria nada neste nível com Lali.

Mas graças à glória do espírito natalino Kai está bem longe de nós até a primeira semana de janeiro. Ele até tentou convencer Jennie que seria uma boa ideia para a imagem dos dois serem vistos passando as festas juntos, mas, obviamente, ela negou e conseguiu cortar logo o assunto. Nesse instante Rosé está me ajudando a terminar minha maquiagem para a pequena confraternização que os meninos do BTS planejaram, pois de lá iriamos direto para a casa dos meus pais. Outros amigos que também estarão lá são as meninas do Twice e Red Velvet, Mino, Bambam e os meninos do Stray Kids.

As garotas do Girls’ Generation também foram convidadas segundo Jungkook, mas o mesmo também disse que desmarcaram por conta de uma viagem de negócios. Havia um rosto novo no meio dos outros. Uma garota, que no momento já esqueci o nome dela, mas nos apresentaram como a namorada do Tae. Quando os dois se afastavam seus amigos comentavam que não foram com a cara da menina, não sabiam dizer ao certo, mas algumas atitudes dela eram um pouco estranhas. Tentaram nos resumir o começo dessa história, pois nossas feições de espanto ao ouvir a palavra “namorada” nos entregaram. A garota é italiana e se mudou para a Coreia devido ao trabalho. V contou que a conheceu por um amigo em comum e logo de início gostou dela. Poucas semanas depois começaram um namoro, digamos, sério. Tenho que admitir que não fui com a cara dela, não só pelo que me falaram, mas ela tem aquela aura de esnobe e foi extremamente ignorante quando foi nos cumprimentar. Mesmo assim não vou me meter no relacionamento alheio, afinal não é da minha conta e pode ter sido somente porque nos conhecemos a poucos minutos.

Além deles também estavam presentes G-Dragon e sua noiva Eunjin. Eles se conheceram há cerca de cinco anos e estão juntos há quatro. Ela despertou um lado do nosso amigo que nunca tínhamos visto, mudando-o para melhor. Já estão com a data do casamento marcada para abril do próximo ano e sempre me emociono ao ver eles crescendo com um casal, pois nós quatro acompanhamos de perto a saga desses dois para ficarem juntos. Não sei como, mas eles até hoje conseguiram esconder a relação do público, dizem que até quando conseguirem vão manter segredo dos fãs. Não julgo, nossas vidas já são públicas até demais e não precisamos de pessoas inconvenientes opinando sobre algo que não lhes diz respeito.

 Enfim, a comemoração seria em uma das salas de treino do prédio da Big Hit. Não era nada extravagante, apenas uma reunião com os amigos mais próximos para se divertir. Tudo estava até que bem-arrumado para algo planejado de última hora. Havia duas mesas grandes onde colocaram todas as comidas, que incluía frango assado – sim, frango e não o tradicional peru natalino – arroz branco, refrigerantes, pipoca, chocotone e a sobremesa. Como tinha uma caixa de som grande, por ser uma sala de treino, a música estava em uma altura ótima. Agora tocava a música “Poker Face” da diva Lady Gaga e Wendy dançava com mais alguns que tentavam acompanhar os passos. Era uma cena bem engraçada, principalmente dos meninos tentando sensualizar ao som da música.

Literalmente nosso fim de tarde foi assim. Muita música aleatória que não tinha nada a ver com Natal, comida à vontade, danças engraçadas e muita conversa. Com toda certeza esse dia vai ficar marcado na minha memória. Não estávamos realmente interessados em comemorar o feriado, era apenas uma desculpa para estarmos juntos e nos divertirmos. Infelizmente isso acabaria um pouco cedo, porque a maioria pegaria a estrada para passar o fim de ano com as famílias.

 “Gente, gente. Queria a atenção de todos, por favor” GD levantou uma das mãos para que todos o olhassem “Eu e Eunjin temos uma coisa para contar”

“Adiaram o casamento?” Perguntou Nayeon apreensiva.

“Não. Não é isso” Respondeu rindo, o que nos deixou um pouco mais aliviados, pois então não era uma notícia ruim “Queríamos contar para vocês, que são nossos amigos mais próximos, uma das melhores coisas que aconteceu em nossas vidas” Aquela pausa dramática estava me matando e minha vontade era de dar uma surra nele por estar enrolando tanto “A Eunjin está grávida!”

“É mentira” Praticamente gritou Bang Chan. O casal começou a rir e nessa hora não sabia se era sério ou uma trolagem.

“Tão zuando, carai”

“Vocês tão falando sério?”

“Sim!”

“Não, é mentira gente”

“Agora falando sério, galera. É verdade. Ela tá grávida”

“WHAT!?” Em uma animação coletiva corremos para abraçar nossos amigos. Eles iam se casar e agora seriam pais.

“MENTIRA!?”

“AHHH OMG”

“Quando vocês descobriram?”

“Mais ou menos dois meses. Não contamos antes porque queríamos ter certeza de que estava tudo bem com o bebê”

“Vocês são os primeiros de fora da família a ficarem sabendo”

“Tô me sentindo especial” Lisa finge estar emocionada secando o canto do olho.

“Estou muito feliz por você, G. Você merece tudo isso. Os dois merecem” Disse Jennie abraçando o casal simultaneamente.

“Por conta de mais um membro na família decidimos procurar um apartamento maior. Planejamos nos mudar antes do bebê nascer”

“Se quiserem posso indicar alguns que eu vi quando procurava pelo meu” Jimin se ofereceu para ajudar.

“Seria ótimo, amigo. Agradeço muito”

“Você vai falar para os seus fãs sobre a gravidez?”

“Na realidade não. Não contei nem se quer do meu namoro ou noivado, quero preservar a privacidade do meu filho. A vantagem é que eles não conhecem a Eunjin, então não terá problema quando a barriga começar a aparecer”

“Só não vão para muito longe, ouviram? Quero esse neném por perto para mima-lo muito”

“Pode deixar, Rosé. Quero que meu filho tenha pessoas incríveis como vocês perto dele”

“Vocês têm alguma preferência se querem menino ou menina?”

“Por mim não, mas o GD queria muito que fosse uma menina”

“Tu tem cara de pai de menina” Comentou Mino que estava ao lado do colega de empresa.

“Espero que esteja certo”

“Um brinde aos papais!” Lisa levantou sua bebida puxando o brinde e todos a seguiram.

“UM BRINDE AOS PAPAIS”

Agora tínhamos mais um motivo para comemorar. Estava chegando uma nova vida que seria muito amado pelos pais e por nós, titios e titias. Talvez eu devesse pedir dicas para minha irmã de um presente legal para Eunjin. Desviei o olhar para os lados, mas senti a falta de uma pessoa ali na sala.

“Vocês viram a Jennie?” Perguntei a Rosé que estava conversando com Irene.

“Não vi não. Acho que ela pode ter saído”

 Não sei o porquê, mas tive a necessidade de ir atrás dela. Ao sair da sala me deparei apenas com um corredor vazio. Caminhei por toda sua extensão até chegar na varanda que proporcionava uma bela vista para uma Seul iluminada.

“Jennie?” Ela me olha assustada, mas logo me dá um sorriso tímido, entretanto notei que ela abaixou o olhar e pareceu estar triste “Nini, está tudo bem?”

“Não é nada... só... lembranças”

“Pode conversar comigo. Você sabe, né?” Jennie levantou os olhos cruzando com os meus. Seus olhos cor de chocolate eram lindos e ainda mais por lembrarem olhinhos de gato. Ela ajeitou a postura no pequeno muro que tinha ali e seu olhar focou em um ponto desconhecido por mim.

“Ouvi que o GD vai ser pai e ver o quanto estão felizes... bem... me lembrou do meu... pai”

“Você nunca falou sobre seu pai”

“Eu nunca tive contato com ele. Na verdade, até tentei, mas ele não liga muito para mim. Minha mãe me teve jovem, com 24 anos. Eles se conheceram na faculdade. Ela me disse que não se importava com o fato de ainda serem jovens, porque na visão dela ele seria um ótimo pai. Mas foi exatamente o contrário. Ele até ficou do lado dela por um tempo, mas fazia ela correr atrás dele. Quando nasci ela viu que eles não dariam certo e terminaram, mas ela precisava de ajuda, principalmente financeira. Foram na justiça e conseguiu uma pensão, mas que logo começou a atrasar e ele sumiu. Anos depois ele tentou entrar em contato, porém não fez questão de me conhecer ou passar tempo comigo. Foi uma grande decepção encontrar com ele pela primeira vez. Eu mesmo não querendo criei muita expectativa. Sempre falei que a sua ausência não me afetava... mas afetava sim”

Vi uma lágrima solitária rolar pela sua bochecha e sem pensar estiquei o braço secando aquele pingo de tristeza. Fiquei com minha mão pousada em seu rosto. Na sua pele macia e delicada “Jennie... Eu sinto muito. Nem sei o que dizer. Ele é muito idiota por não dar valor a filha incrível que ele tem”

“Posso te mostrar uma coisa?”

“Mais é claro que pode”

Ela então puxou o celular que estava uma de suas bolsas da Chanel e começou a mexer procurando por algo. Até que colocou o aparelho sobre o muro que logo reproduzia a melodia de uma música. O início parecia ser o som de um baixo e em seguida entrava um vocal masculino. Ouvia a canção prestando muita atenção na sua mensagem. Parecia ser uma pessoa falando para seu pai ou apenas desabafando sobre ele. Tinha consciência que era muito novo na época para saber como a partida do pai o afetaria no futuro. Percebi que por aquela música Jennie tentava me dar uma amostra de todo o desejo que guardou para si em seu coração. Aquele desejo de ter seu herói, aquele que a protegeria e a faria feliz. Porém, ela tinha que esquecê-lo... porque ele se foi.

Me desencostei do muro aproximando-me dela a envolvendo em um abraço. Lhe dei sinal de que poderia desabafar e ela o fez chorando como nunca a vi chorar antes. Talvez não fosse nem porque sentia falta dele, mas o fato de que deixou esses sentimentos guardados por muito tempo fingindo ser forte, quando na verdade precisava de proteção. Beijei o topo de sua cabeça e acariciava sua bochecha com uma de minhas mãos tentando lhe passar de alguma maneira conforto.

“Eu sei que tem vezes que essas coisas nos afetam de alguma forma. Cutuca nossa criança interior machucada. Porém, sua mãe te ama muito e sei que não ia querer te ver assim por alguém que não fez questão de ser presente em sua vida. Mas ela está. Eu estou. Assim como Lisa e Chaeyoung. E sempre estaremos com você” Novamente nos abraçamos e fiquei feliz ao ver que estava mais calma. Não nos incomodamos com as notas musicais continuarem tocando no aparelho. Talvez fosse necessário ouvi-las mais um pouquinho.

All I wanted was a kick-a-bout in the park

For you to race me home when it was nearly getting dark

How I could've been yours, and you be mine

It could've been me and you until the end of time

Do what you want, when you want

Be as fucking insincere as you can

What kind of way is that to treat your wife

To see your son on Saturdays

What way is that to live your life?

(...)

I wont be the lonely one

Sitting on my own and sad

Forget your dad, he's gone


Notas Finais


Nome da música: Daddy’s Gone (by Glasvegas)
Link da música: https://bit.ly/3e7ui18
Link da tradução da música: https://bit.ly/3gTAI5R

Até quarta, nesse mesmo horário, nessa mesma batcaverna 💛


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