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História Nem era pra ser - Capítulo 2


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Notas do Autor


Bem vindos ao segundo capítulo! Queria dizer que vou começar minhas aulas e provavelmente vou demorar para postar, então não me xinguem caso não tiver nada de novo ✊😔

Capítulo 2 - Capítulo dois


Ayano andava pela casa sozinha, pois seus pais tinham viajado novamente para a Europa. Ela pensava em pedir emancipação, porque nunca teve dificuldade para cuidarde si mesma e ao pensar em ter sua própria casa, a primeira coisa que pensou foi em ficar sozinha com ele e fazer coisas obcenas junto dele. Ao imaginar isso, começou a se tocar fantasiando tudo em sua cabeça, logo tornando aquilo uma masturbação incrível. Sexo era a única coisa que passava em sua cabeça, e aumentava mais os movimentos ao ver ela se confessando para ele e ele beijando ela. Não tinha nada a perder, nenhuma rival estava viva para incomodar ela ou tirar seu Senpai dela, portanto ela decidiu se confessar para ele o mais rápido possível, pois sabia que ele fazia sucesso com as meninas daquela escola, e não ligava para o mito de se confessar sexta iria dar tudo certo. Ela se garantia e só queria ter ele em suas mãos, mas acabou percebendo que esqueceu de se encontrar com Taro e Budo e ficou se culpando eternamente por perder um momento com seu amado. Logo mandou mensagem para Budo, que não sabia de como tinha seu número, mas apenas continuou digitando quando logo recebe uma mensagem dele de volta

[Budo] Aya-chan, você não vai poder vir mais tarde? Ainda dá tempo

[Ayano] Não sei, Budo... O Taro ainda está aí?

[Budo] Está sim, então vem logo!

[Ayano] Estou a caminho, mas espera, você não me mandou o endereço

[Budo] Erro meu, aqui está

Ele mandou seu endereço e logo a yandere levantou do sofá, trancou a porta e seguiu seu caminho até eles.

*Vinte minutos depois*

A yandere chega na casa que parecia ser uma casa rústica, então bateu na porta esperando seu Senpai abrir, mas logo foi surpreendida por Budo. A garota suspirou decepcionada, mas deixou para lá e começou a ouvir um monte de baboseira daquele menino bobo. Ela não se importava com nada que ele dizia, só queria ver aquela pessoa, e assim ele apareceu. Estava usando uma camisa social e uma bermuda jeans, estava lindo para ela, diria perfeito. Ao ver a menina, ele sorriu docilmente e Ayano perdeu tudo com aquele sorriso

Ayano on

Ao ver aquele sorriso, se não tivesse força o suficiente para me manter em pé, poderia estar caída no chão agora mesmo. Eu sou totalmente obcecada por tudo que Senpai faz. Imagina nossos filhos que lindos eles iriam ser? Claro, tudo de bom tem que acabar um momento, até que Budo me sacode perguntando se eu queria comer alguma coisa. Minha vontade era de matar ele agora mesmo, tanto por ter interrompido meus pensamentos com Senpai e por ter tocado nele a algumas horas atrás, mas se não respondesse, iriam pensar que tive um tique

- Sim, sim. O que tem para comer?

- Deixa eu ver... Bem, tenho umas torradas, um suco de laranja e um bolo que tá lá na geladeira faz uns meses. O que vai querer?

- Um suco está bom

- Ok, vou buscar, tu quer algo?

- Eu?

- Sim, né

- Pode ser as torradas

Ayano não iria desperdiçar essa chance de comer a mesma coisa que Senpai, então pediu o mesmo

- Ok, então um suco de laranja e as torradas?

- Isto

- Já volto

Senpai apenas acena com a cabeça. O silêncio toma conta da sala, e Ayano apenas pensava no que falar para não parecer uma completa estranha para ele. Até que Taro resolve falar

- Ei, Aya

A menina distraída que se encostava na parede, se atrapalhou toda ao ouvir chamarem seu nome, o que fez que ela caísse, e Taro foi ajudá-la, mas acabou que caiu junto com ela, por conta de um tapete mal arrumado. Os dois estavam bem perto e por centímetros não se beijavam. Ayano não sabia o que fazer pela primeira vez na sua vida, naquele momento que ela podia aproveitar, ela simplesmente ficou imóvel esperando alguma reação do que estava em cima dela, mas nada, só o que fez foi se levantar e ajudar a mesma a se levantar, como na primeira vez que se encontraram.

- Eu sinto muito, Ayano!

- T-tudo b-bem, S-senpai

- Bem, não posso mentir em dizer que não subiu uma tensão aqui hehe

Diz ele com um sorriso sem graça e Ayano só reproduzindo aquela cena em sua cabeça várias vezes. A yandere notou que ele disse aquilo e logo acenou com sua cabeça com um sorriso tímido, sem precisar fingir como fez em todos seus 17 anos. Entretanto, ela começou a pensar em se confessar para ele, já que Masuta estava demorando, e logo deu início ao plano.

- S-senpai

- Sim, Ayano?

- B-bem, e-eu sempre q-quis te perguntar a-algo, porém nunca tive coragem

- O que seria, Ayano?

- Desde o primeiro dia que te vi, te achei um menino lindo, e confesso que procurei saber mais de ti. Queria tanto de conhecer, mas tinha vergonha de você me achar estranha pelo fato de todo mundo achar

Ela escolhia suas palavras cuidadosamente para não soltar um "Eu sou obssecada por você, Senpai" "Eu já roubei uma cueca sua e fiquei cheirando por horas" "Já lambi uma maçã que tu jogou no lixo". Enquanto isso, Taro olhava Ayano esperando que ela terminasse de falar o que queria.

- E-enfim, eu sempre quis te falar isso, mas como tu passou por muitas perdas, resolvi não comentar nada, mas quando tu e o Masuta vieram falar comigo, achei que era o momento certo.

- A-ayano, bem...

- A-ah, desculpa, desculpa

Ela com desespero de ter feito alguma merda, começou a balançar as mãos na frente do seu rosto como se fosse uma desculpa, mas para sua surpresa, Yamada pegou suas mãos e afastou elas do rosto dela. Ela, corada que nem uma pimenta, olhou pra cima para ver o garoto mais velho começar a falar

- Vou te confessar que recebi várias declarações de tantas meninas que infelizmente não estão mais aqui e nunca soube responder. Fiquei tão confuso quando recebi a confissão de minha melhor amiga de infância e uns dias depois encontro ela morta. Minha vida virou de cabeça para baixo, e só queria ficar trancado no meu quarto, porém uma outra menina não deixou que isso acontecesse, e eu e ela passamos momentos bons juntos, mas um dia, encontro ela morta envenenada e aquela sensação péssima voltou. Foi assim por mais ou menos três meses. Não vi mais motivos para ser feliz ou viver. Aquele assassino foi tão cruel com todas aquelas meninas e o que me deixa mais angustiado, é que ele pode estar na mesma classe que eu, ou pode estar me observando. Enfim... Eu não vou mentir para ti, e sim, fiquei bem surpreso com tua confissão, e posso dizer que não estava nem um pouco preparado, mas não leve para o lado ruim. Eu tenho medo de eu te aceitar e acontecer o mesmo contigo, por isso não quero aceitar, mas ainda podemos ser amigos. Tudo bem?

Ouvir tudo aquilo que Taro falou foi como um soco no seu estômago, ainda mais porque foi ela que causou tanto sofrimento para ele, mas apenas continuou seu papel de menina inocente. Ela queria chorar por ter finalmente se confessado para ele, mas queria chorar também por ter sido rejeitada e ele pedir para serem só amigos. Porém, da um suspiro longo e responde:

- Por mim tudo bem, e Senpai, não se preocupe comigo! Eu fiz aulas de auto defesa e ele não vai se meter comigo tão fácil assim.

Disse aquilo para dar uma esperança de ele mudar de ideia e aceitar seus sentimentos, mas ele continuou com sua resposta e não parecia querer mudar. Ela estava triste, com remorso e com raiva de não poder matar alguma de suas rivais, pois estavam todas mortas. Até que Budo finalmente aparece sem nada em suas mãos, o que deixa Taro curioso em saber o que aconteceu, já Ayano continua com o rosto neutro.


Notas Finais


Espero que tenham gostado


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