História Nem que seja a ultima vez! - Capítulo 6


Escrita por: ~

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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Visualizações 21
Palavras 1.356
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Comédia, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 6 - Isso eu não aceito


Fanfic / Fanfiction Nem que seja a ultima vez! - Capítulo 6 - Isso eu não aceito

 

Min Ha Ri estava ciente que seu namorado estava bravo com ela, porém imaginou que isso passaria assim que ele acordasse assim como aconteceu todas as outras vezes, mas dessa vez ela teve que ficar se esquivando dele, parece que ele dessa vez não esqueceu. Estava aflita nem ela mesma sabia a resposta pra aquilo tudo. A noite também pensou no encontro, Jimin ele era a causa de tudo. Talvez tivesse uma obsessão por ele. Mas não era ele que habitava a vida dela. E sim J-hope. Estava saindo da faculdade mais cedo para fugir das perguntas dele, mas seu braço foi pego por uma mão forte e pelo cheiro que invadiu suas narinas sabia quem era, fechou os olhos pedindo uma solução para aquilo.

Naquele encontro ficou com medo que tudo fosse ser revelado, não é como se ela não se sentisse culpada pela carta, mas ela gostou tanto que J-hope a quisesse, que foi impossível não dizer que a carta a pertencia, a atenção e energia que ele emprega nas pessoas é magnifica é como o sol, as pessoas parecem girar em volta dele. Mas ele nem sequer notava isso, era natural do seu ser. E Min Ha Ri como uma boa vaidosa e gananciosa não perdeu a chance de ter o sol apenas para ela. Abriu os olhos encontrando o namorado a encarando, sorriu sem graça pra ele. Mas sabia que agora não poderia mais fugir.

— Vamos conversar na lanchonete, você já comeu? – acenou que não. Era encantador para ela, mesmo que ele estivesse furioso com ela ainda sim se preocupar, era impossível não se encantar.

Eles se sentaram em uma mesa, J-Hope estava louco por respostas. Ainda mais porque não conseguiu identificar o perfume que sentiu.

— Pode começar a explicar, você quer terminar e ir atrás do Jimin? – mais que rapidamente os olhos dela quase saltaram pra fora, ele nunca tinha tocado no assunto termino.

— Não quero terminar J-Hope, não sei o que aconteceu. Talvez eu não goste é dela. – sua fala pareceu piorar a situação, o quanto amigos eles tinham se tornado a ponto de J-Hope a defendê-la.

— Impossível não gostar dela, talvez porque você sequer deu a chance de se conhecerem. Mas a questão aqui é o Jimin, e o que você sente por ele. Porque depois de ontem estou começando acreditar no que ele sempre me disse. – Ha Ri tentou segurar a mão dele, mas ele se esquivou e pediu um suco. J-Hope estava sofrendo, ele a ama, como poderia aceitar que ela preferia seu melhor amigo. Mas tinha que encarar esse assunto, ele estava decido não terminaria o dia sem resolver essa questão.

— Estou confusa. Eu sei que não gosto dele. – ela parou de falar porque sua mente voltou ao momento do encontro e reconhecendo o sentimento que teve ao vê-lo com ela. Eram ciúmes? Não podia e não queria que fosse.

— Então vamos terminar, não quero ter uma namorada confusa por outro homem ainda mais esse homem sendo meu melhor amigo. – sua voz estava amarga, ele não estava conseguindo digerir tudo aquilo. E era notável que tão pouco ela estava, um burburinho começou logo o campus inteiro estaria sabendo da briga e o possível termino do casal sensação da faculdade.

— Não vamos terminar Hoseok! – quantas vezes era ela que fazia essas ameaças a ele, e agora entendia o desespero que o assolava, agora sentia, e via como se é dolorido.

— Então você sugere o que? Que continuemos assim? Não aceito isso. – Não esperava que ela fosse chorar muito menos ela pensou que choraria.

— Então já que assim não dá, vamos apenas dar um tempo? Que tal? 3 dias? Não estamos separados, apenas um tempo para que a gente se acalme. Não vamos terminar. Ouviu Hoseok eu que não aceito isso. – estava gritando, quando foi que ela se prestou a esse papel, ela pouco entendia, mas queria gritar e extravasar o que estava sentindo. Saiu da mesa deixando um J-Hope surpreso e pesaroso, mas o tempo seria o melhor a se fazer.

 

Soo Ri atravessava o campus estava saindo mais cedo visto que um professor faltou aparentemente à esposa estava dando a luz. Na noite passada quando chegou a sua casa pensou muito, talvez fosse à hora de esquecer, tinha que aceitar o que aconteceu e lembrar que o passado não voltaria e que Hoseok e Min Ha Ri namoram. Mas parou ao escutar uma voz conhecia gritar vinha da lanchonete, ficou surpresa ao ver que se tratava do casal que vivia em seus pensamentos. Apenas entendeu termino, mais não fazia sentindo. Ela imaginou que estivessem brigando por causa dela e de Jimin. Mas parecia uma tempestade, foi ali vendo a briga dos dois que se deu conta eles se amam, não esperava que ela gostasse dele, mas estava vendo com os próprios olhos, talvez nem mesmo Min Ha Ri se dessa conta dos seus sentimentos, a vida que ela sempre levou dificilmente a faria identificar o sentimento. Ambos estavam sofrendo e jamais gostaria de ver isso, queria o bem dele e até dela.  

Shin Soo Ri se dirigiu pra fora do campus, resolveu ir ajudar os pais no restaurante já que saiu mais cedo. Tinha que se ocupar com algo ou ela ficaria pensando sobre aquilo o restante do seu dia.

Os seus sentimentos não deixariam de existir, mas ela seguiria enfrente, talvez o destino dela e daquela carta fosse aquele, juntar os dois. E muito quem sabe, alguém ainda espera por ela e seu amor. A com certeza espera.

Não viu Jimin naquele dia, ele disse que faltaria por conta de uns exames de rotina que iria fazer.

 

— Acho que acertei. – Soo Ri que aguava os temperos como toda manhã e estava de costas para a entrada do terraço, não percebeu a pessoa entrando. Jin por outro lado gostou de poder olha-la sem que ela notasse. Ficou encantado em ver o que aquela aluna fez ali, tinha de tudo ali.

— Ohh, Professor. – não tinha se assustado ao ponto de gritar mais seu coração estava frenético. Soo Ri sorriu para ele que tinha tanta admiração dela.

— Tudo bem? – ele temeu estar invadindo a privacidade dela. Ou a tê-la assustado com sua entrada repentina.

— Claro o que o traz aqui? – ela se aproximou dele, permitindo-o sentir o perfume que exalava dela. E certamente ela estava ciente do perfume amadeirado e marcante do professor, ainda mais que a fez sentir vontade de enfiar a cabeça no pescoço dele e permanecer horas o cheirando. Ficou vermelha com vergonhas de seus pensamentos. O rubor não passou despercebido pelo Professor que não tirava os olhos dela, curioso com a garota sensível.

— Acho que você deve ter esquecido, mas no inicio do semestre foi anunciado que os alunos teriam que escolher um orientador para a feira de sabores do final de período e bom você é a única que ainda não tem um orientador. – foi deveras encantador para Jin assistir a cena que se passou. Ao se dar conta do que o professor falava, ela notou seu deslize. O que precisava esquecer ela não esquecia. Todos os melhores professores devem estar escolhidos, certamente sobrou os mais irritantes e rabugentos. Inconscientemente andava de um lado para o outro buscando uma solução.

— Posso ser o seu orientador. – sugeriu sutilmente, assim esperava que tivesse sido.

— Mas já devem ter pedido para você. – mas antes que ela pudesse falar mais ele negou.

— Então sim, aceito. Professor você salvou a minha pele. – disse rindo, e se culpando por ser tão esquecida, poderia realmente vir algo ruim desses descuidos dela.

— Soo Ri, por favor. Apenas Jin. – desde o jantar que aquela questão não saia de sua cabeça, por algum motivo sua mente repudiava que ela o continuasse a chamar de professor. Não sabia o motivo ainda, por isso estava com a intenção de ficar perto dela, para que possa descobrir.

— Obrigada Jin, ainda bem que também sobrou ou estaria em apuros até mais. – ela saiu depressa por causa do sino que havia tocado. O que ela não sabia e tão pouco Jin iria dizer é que ele recusou todos os pedidos que lhe foram feitos enquanto aguardava pelo dela.



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