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História Nem sempre a melhor escolha (Repostada) - Capítulo 6


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Capítulo 6 - Capítulo 6


Snape entregou os horários dos sonserinos na mesa deles no salão principal após chegarem. Não era nem seis e meia da manhã quando toda a casa já estava reunida.

Harry analisou seus horários; Daphne e Theodore estavam do seu lado, comentando algo sobre o desgosto de ter a maioria das aulas com os grifinórios. 

Harry não pensava que seriam boas, ele realmente não gosta da gritaria espalhafatosa grifinória, mas não se importava. Bastava ignorá-los, como fazia na escola trouxa.

Apreciou as aulas; Flitwick, embora fosse bem miudinho e falasse demais a teoria, ainda era uma boa pessoa. Ele tirava todas as dúvidas de forma paciente e bem didática. Harry não abusara da boa vontade do homem de explicar, mas outra pessoa o fazia: Hermione Granger. A garota se mostrou muito irritante, perguntando várias coisas que as vezes nem tinha haver com a aula. Alguns professores pareceram se irritar com isso, mas ela não ligava.

Na quarta-feira teve aula de astronomia, na torre no lado oeste da escola, com a Lufa-Lufa. Ele conversou com Neville e com os amigos que ele fez, Susan Bones, Ana Abbot e Ernie Macmillan. Esses três pareciam receosos perto de Harry e os outros dois sonserinos, mas após alguns minutos já pareciam acostumados com eles, e conversavam. Harry ficou contente ao ver Neville bem. Neville lembrava a ele próprio, e, embora não se importe totalmente com o garoto, ele achava agradável saber que ele estava bem. 

As aulas de feitiço eram curiosas; o professor Flitwick era um homem miudinho, que precisava ficar sobre uma pilha de livros para poder ser visto pela classe de seus assentos. Ele explicava de forma muito agradável e compreensível, embora não permitisse a prática.

As aulas de transfiguração foram, de certa forma, incômodas para Harry. Era feita em conjunto com a Grifinória (foi a primeira aula, na verdade), e isso incomodou muito Harry. Minerva, contudo, era bem severa. Na primeira aula ela disse:

– A Transfiguração é uma das mágicas mais complexas e perigosas que vão aprender em Hogwarts. Quem fizer bobagens na minha aula vai sair e não vai voltar mais. Estão avisados.

Transformou, então, a mesa em porco e de volta em mesa.

Ela encarava, pelo canto dos olhos, os sonserinos, como se esperasse que eles fizessem algo. Isso fez Harry estreitar os olhos, e a mulher caiu muito em sua avaliação pessoal.

Ela deu um palito de fósforo para cada um, e explicou o que fariam; deveriam transformar o objeto em uma agulha. Ela lhes mostrou o movimento de varinha e o encanto.

Harry pegou sua varinha no coldre (ganhando a atenção de quem viu por um momento pela sua estranha varinha branca e alongada) e apontou com ela para o palito de fósforo. Ele murmurou as palavras e realizou o movimento (um leve corte vertical de cima para baixo), mas nada ocorreu. Então, se lembrou do que lera: magia é intenção. Apontou novamente para o palito e murmurou o encanto, realizando o movimento e querendo que o objeto virasse uma agulha. Então, literalmente em um passe de mágica, o palito ficou rígido e prateado, e pareceu se afinar mais. Um buraco alongado e fino se criou na ponta de cima, e na ponta de baixo o corpo prateado se afinou, fazendo uma haste afiada.

-Muito bem, Sr. Potter sonserino – Minerva falou sorrindo. Era chamado como “Sr. Potter sonserino”, e Adrien de “Sr. Potter grifinório”. – Dez pontos para a Sonserina. Agora, tente transformá-lo de novo em fósforo. É o mesmo feitiço, mas com o movimento inverso.

Harry, então, assim o fez. O corpo ficou amarelado e engrossou; o buraco alongado na ponta de cima deixou de existir, dando lugar a uma parte meio áspera vermelha. A haste afiada sumiu também, dando lugar a uma parte de madeira quadrada.

-Mais cinco pontos – Minerva acrescentou, sorrindo. Harry não ligou; tinha certeza que ela não gostou de pontuar a Sonserina.

Foram três vezes a uma das estufas de Hogwarts, tendo aula com a diretora da Lufa-Lufa, a prof.ª Sprout. Ela é uma mulher gordinha, que quase sempre estava suja de terra. Harry pensou qual seria a reação de tia Petúnia ao ver as unhas da mulher, malfeitas e quase sempre com terra.

Tiveram duas aulas com o prof. Binns e uma com o prof. Quirrell. Ambas eram decepcionantes.

História da Magia era a única matéria ensinada por um fantasma. O Prof. Binns era realmente muito velho quando adormeceu diante da lareira na sala dos professores e levantou na manhã seguinte para dar aulas, deixando o corpo para trás. Binns falava sem parar enquanto eles anotavam nomes e datas e acabavam confundindo Emerico, o Mau, com Urico, o Esquisitão.

Quirrell fora uma piada. Sua sala cheirava fortemente a alho, que todos diziam que era para espantar um vampiro que ele encontrara na Romênia e temia que viesse atacá-lo a qualquer dia. Seu turbante, contou ele, fora presente de um príncipe africano como agradecimento por tê-lo livrado de um zumbi incômodo, mas os alunos não tinham muita certeza se acreditavam na história. Primeiro porque, quando um lufano, Finch-Fletchley, pediu ansioso para Quirrell contar como liquidara o zumbi, Quirrell ficou vermelho e começou a falar do tempo; segundo porque eles repararam que havia um cheiro engraçado em volta do turbante, e Ernie Macmillan insistia que devia estar cheio de alho também, de modo que Quirrell estava protegido em qualquer lugar.

-O que teremos primeiro hoje? – perguntou Harry a Theodore quando eles se sentaram à mesa.

-Aula dupla de poções com os grifinórios – Theodore falou sorrindo maldoso. Era a aula de Snape, onde seriam sonserinos e grifinórios. Isso seria adorável de se ver.

-Não fique com essa expressão, Theo – Harry avisou. – ela faz parece que você está pensando em algo nojento.

O garoto corou, o que fez Daphne sorrir levemente. Se voltaram a comida que estava na mesa.

Naquele instante chegou o correio. Harry agora já se acostumara com isso, mas levara um susto na primeira manhã quando centenas de corujas entraram de repente no Salão Principal durante o café da manhã, circulando as mesas até verem seus donos e deixarem cair as cartas e pacotes no colo deles.

Edwiges não trouxera nada para Harry até então. Às vezes entrava para beliscar sua orelha e comer um pedacinho de torrada antes de ir dormir no corujal com as outras corujas da escola. Esta manhã, porém, ela esvoaçou entre a geleia e o açucareiro e deixou cair um bilhete no prato de Harry. Ele observou por um tempo e a abriu.

Prezado Harry, dizia, numa letra muito garranchosa.

Sei que tem as tardes de sexta-feira livres, então será que não gostaria de vir tomar uma xícara de chá comigo por volta das três horas? Quero saber como foi a sua primeira semana. Mande-nos uma resposta pela Edwiges.

Hagrid.

Harry pegou uma caneta tinteiro que havia trazido do mundo trouxa e escreveu nas costas do bilhete os dizeres:

Irei aí.

-H

Deu um pedaço de torrada para Edwiges e em seguida pôs a carta no bico dela, que saiu voando para fora do salão. Harry, então, notou que Theodore observava a caneta em sua mão.

-O que é isso? – o garoto de cabelos castanhos perguntou curioso.

-É algo chamado “caneta”. É uma espécie de pena, mas é bem dura e a tinta já vem imbuída nela. Os trouxas a utilizam. – Harry falou e entregou a Theodore, que a analisou curioso.

-De quem era? – Daphne pergunta.

-Era de Hagrid. Ele me convidou para tomar chá com ele. – Harry disse e bebeu um pouco de café.

-E você vai? – Theodore perguntou parecendo abismado com a ideia.

-Ele pode parecer selvagem, mas não é. Só é... Disfuncional. – falou após procurar a palavra mais próxima do adequado.

Terminaram de tomar seus cafés e saíram da mesa, descendo às masmorras. Foram para a Masmorra da Sonserina, e saíram dela com seus livros e material (caldeirão, balança e outras coisas) em direção a masmorra em que o prof. Snape dava suas aulas.

Chegaram e viram serem os primeiros. O ambiente estava bem frio, como é de costume nas masmorras. Era meio assustador, com todos os animais embalsamados. Harry, pelo que percebeu, foi um dos menos afetados pela friagem mais que anormal e pelas figuras dos animais, assim como Theodore e Daphne. Ele convivia com Duda; aquelas criaturas meio mumificadas não eram nada se comparadas aquela coisa horrorosa, que, para piorar, era natural, não artificial como os bichos embalsamados. Duda era uma anormalidade da natureza, que poderia se repetir. Essa ideia por si só fazia Harry se arrepiar.

Alocaram-se no balcão do meio do lado esquerdo, e sentaram-se em seus banquinhos de madeira meio altos. Observaram a sala encher pouco a pouco, mas Harry deu mais atenção ao seu livro de poções, onde grudava algumas fitas coloridas com anotações. Ele estava tão absorto fazendo essas anotações que não viu Adrien se aproximar dele para falar algo, e nem o vou pular para seu assento ao lado de Rony Weasley quando Snape entrou de forma dramática na sala, com sua capa esvoaçando atrás de si.

Ele se dirigiu até a sua mesa ignorando os alunos e abriu um livro com capa de couro preto. Pegou uma pena e mergulhou a ponta dela em um frasco de tinta, começando a realizar a chamada.

Quando chegou em Adrien (cerca de quinze segundos depois, já que falava os nomes lentamente e de forma meio arrastada, e repetia duas vezes) ele fez uma pausa momentânea, como Flitwick havia feito em uma aula.

-Ah, sim – Snape disse. Pode-se ouvir Malfoy e seus guardas-costas, Crabbe e Goyle, darem risinhos. – Adrien Potter, nossa nova celebridade.

Então, continuou a chamada. Quando chegou no nome de Harry ele também fez uma pausa, mas não comentou nada, seguindo com a chamada.

– Vocês estão aqui para aprender a ciência sutil e a arte exata do preparo de poções – começou. Falava pouco acima de um sussurro, mas eles não perderam nenhuma palavra. Como a Prof.ª Minerva, Snape tinha o dom de manter uma classe silenciosa sem esforço. – Como aqui não fazemos gestos tolos, muitos de vocês podem pensar que isto não é mágica. Não espero que vocês realmente entendam a beleza de um caldeirão cozinhando em fogo lento, com a fumaça a tremeluzir, o delicado poder dos líquidos que fluem pelas veias humanas e enfeitiçam a mente, confundem os sentidos... Posso ensinar-lhes a engarrafar fama, a cozinhar glória, até a zumbificar, se não forem o bando de cabeças-ocas que geralmente me mandam ensinar.

Hermione Granger estava na ponta do seu banquinho, como se ansiosa para mostrar que não era uma cabeça-oca.

-Adrien Potter! – Snape gritou de repente, em frente a Adrien, que se assustou. – O que eu obteria se eu adicionasse raiz de asfódelo em pó em uma infusão de losna?

Adrien ficou vermelho.

-Não sei...

-Não sei, senhor – Snape disse. – Vamos tentar de novo. Onde posso encontrar bezoar?

-Não sei, senhor... – Adrien falou, envergonhado.

--Tsk, tsk. Parece que a fama não é tudo. – Snape falou sorrindo maldoso. Harry observou aquilo com uma sobrancelha arqueada. – Mais uma chances Potter. Qual a diferença entre Acônito licoctono e Acônito lapelo?

-Não sei – Adrien falou, com a vergonha agora transformada em irritação. – Mas acho que Hermione sabe. Por que não pergunta a ela?

Snape estreitou os olhos.

-Um ponto da Grifinória. Isso não é jeito de se falar com o professor. – Snape falou frio. – Harry Potter, responda a primeira pergunta. – Snape ordenou.

-Adicionar raiz de asfódelo em pó em uma infusão de losna faz com que seja criada um poção do sono conhecida como Poção do Morto-Vivo. – Harry disse, pouco interessado. Havia se voltado para seu livro, anexando mais e mais anotações sobre os textos. Encontrou vários erros.

-A resposta da segunda? – Snape pediu, o encarando. Parecia irritado pelo garoto não estar prestando atenção nele.

-Bezoar é uma pedra encontrada no estômago de uma cabra, mas também pode ser encontrada no estômago de alguns outros animais, como bovinos e até nos seres humanos. – terminou de anexar anotações, fechando o livro em seguida e se virando para Snape, que estava próximo dele – incomodamente próximo.

-E por fim, Sr. Potter, qual a diferença entre Acônito licoctono e Acônito lapelo? – Snape perguntou o encarando intensamente com seus frios olhos negros.

-São espécies diferentes do gênero Acônito, mas fora isso elas são basicamente a mesma planta. – Harry concluiu, encarando Snape nos olhos.

Ficaram assim, se encarando, até que Snape desviou o olhar, e parecendo irritado perguntou:

-Por que não estão anotando?

Os grifinórios, então, muito apressados passaram a anotar as respostas de Harry.

-Cinco Pontos para a Sonserina – Snape disse na frente da sala.

As coisas não melhoraram para os alunos da Grifinória na continuação da aula de Poções. Snape separou-os aos pares e mandou-os misturar uma poção simples para curar furúnculos. Caminhava imponente com sua longa capa negra, observando-os pesar urtigas secas e pilar presas de cobras, criticando quase todos, exceto Draco, de quem parecia gostar. Ele, então, parou em Harry e Theodore, que faziam poções juntos.

-O que é isso, Sr. Potter? – Snape perguntou. – Por que não está seguindo a receita?

Alguns grifinórios se atreveram a rir. Adrien foi um deles. Não gostou que Harry tenha respondido as perguntas, se sentia humilhado. Não aceitava ninguém o humilhando. Ele ainda reclamaria com Dumbledore sobre Snape depois.

-Eu pesquisei sobre as poções do livro, senhor – Harry disse, enquanto espremia as lesmas ao invés de cortá-las. –, e também realizei algumas experiências de forma teórica. Cheguei a conclusão que o processo que estou realizando é mais eficaz que o sugerido no livro.

Snape o encarou surpreso; nunca, em todos esses anos em Hogwarts, alguém fez algo diferente do que instruiu. Ninguém tinha coragem para tal.

Snape observou o líquido no caldeirão de Harry; estava na cor e no aroma certo. Não, estava até melhor do que deveria estar. Snape encarou Harry, que nem sequer lançava um olhar nele, apenas continuava a receita. Theodore entendera não há muito tempo que Harry era bem mais capaz do que ele, então apenas seguia suas ordens. Estava nesse momento cortando em tiras os pedaços de babosa, não em cubos.

Snape voltou a caminhar, mas lançava vários olhares para Harry e Theodore. Prestava mais atenção neles do que no resto da classe, o que acabou por resultar no caldeirão derretido de Simas Finnigan e o derramamento da poção no garoto e no chão da sala, que fez todos próximos subirem em seus banquinhos.

– Menino idiota! – vociferou Snape, limpando a poção derramada com um aceno de sua varinha. – Suponho que tenham adicionado as cerdas de porco-espinho antes de tirar o caldeirão do fogo?

Simas choramingou quando os furúnculos começaram a pipocar em sua pele.

– Levem-no para a ala do hospital – Snape ordenou a Dino Tomas. Em seguida voltou-se zangado para Adrien e Rony, que estavam trabalhando ao lado de Simas. – Você, Potter, por que não disse a ele para não adicionar as cerdas? Achou que você pareceria melhor se ele errasse, não foi? Mais um ponto que você perdeu para Grifinória.

Adrien, em um ímpeto de coragem (ou loucura, Harry achava difícil distinguir os dois em um grifinório) gritou:

-Mas isso é injusto! Que culpa tenho eu da burrice de Simas? – perguntou revoltado.

-Tem culpa pois, como você mesmo disse, ele é burro, e como companheiro de casa deveria cuidar para que ele não cometesse besteiras – Snape falou ríspido, e acabou assustando Adrien, que não tinha costume de ser respondido com aspereza. – Menos um ponto da Grifinória.

Hermione parecia pronta para pular no pescoço de Adrien para matá-lo. O garoto perdeu três pontos da frente dela, a “garota pontuação”. Circulava um boato de que Hermione azarou Simas por perder pontos da Grifinória após explodir uma pena na aula de transfiguração.

Uma hora depois a aula terminou, e Harry estava se preparando para sair, quando Snape disse:

-Sr. Potter, fique.

Harry, de forma obediente, ficou. Ele conseguiu ouvir Adrien falar baixo, debochado e amargurado, que agora ele “teria o que merece”.

Snape, ao ver o penúltimo aluno sair, deslizou até Harry. O garoto segurou a vontade de perguntar como o homem fez isso.

-Sr. Potter, como sabe tanto de poções? – o professor perguntou. Harry não esperava que ele perguntasse isso, o que acabou por fazê-lo demonstrar surpresa.

-Eu estudei durante o verão o livro do primeiro ano e adquiri alguns outros, senhor. Achei a matéria similar a química dos trouxas, e como química é uma das minhas matérias favoritas, acabei desenvolvendo interesse pela matéria, que me levou a pesquisas. – Harry disse, sem encarar Snape.

Ele estava meio envergonhado. Nunca falara de seus gostos com alguém antes.

Snape o encarou por algum tempos, até que disse “dispensado”. Harry saiu rápido da sala; estava quase atrasado para o chá com Hagrid.

Snape andou até sua cadeira e se sentou. Encarou os fracos com as poções dos alunos da turma recém-dispensada. Todas medíocres, Snape murmurou em sua mente. Contudo, três não estavam. A de Draco, que já esperava estar perfeita, a de Daphne Greengrass e Pansy Parkinson e a de Harry e Theodore. Essa última, de todas as três, era a melhor. Na verdade, ele supunha ser melhor até a que muitos anos mais velhos poderiam realizar.

Snape então se lembrou de sua época escolar; se lembrou que também realizou algo similar. Slughorn o parabenizou muito, e lhe deu de presente uma garrafa de cerveja amanteigada, que tomou sob o olhar de repreensão de sua antiga amiga e agora colega de trabalho, Lilian Potter. Potter. Lhe doía pensar que a única mulher que amou acabou casada com James Potter, uma das pessoas que tornaram sua vida um inferno na escola, seja como estudante ou trabalhador. 

Até hoje o homem o perturba, enquanto fica na escola como auror (estava praticamente morando na escola com sua família para, segundo Alvo, “realizar um serviço de proteção especial”).

Snape suspirou e se levantou. Tinha que preparar a sala para a próxima aula.



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