História Nem Tudo é Como o Esperado! ABO! - Capítulo 6


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Categorias EXO, Got7, Neo Culture Technology (NCT), SHINee
Personagens BamBam, Byun Baek-hyun (Baekhyun), Chenle, Do Kyung-soo (D.O), Doyoung, Haechan, Huang Zitao (Tao), Jackson, Jaehyun, Jaemin, Jeno, Jinki Lee (Onew), Jisung, Johnny, Jonghyun Kim, KiBum "Key" Kim, Kim Jong-dae (Chen), Kim Jong-in (Kai), Kim Jun-myeon (Suho), Kim Min-seok (Xiumin), Lu Han (Luhan), Lucas, Mark, Mark, Minho Choi, Oh Se-hun (Sehun), Park Chan-yeol (Chanyeol), RenJun, Taemin Lee, Taeyong, Ten, Winwin, Wu Yifan (Kris Wu), Yugyeom, Yuta, Zhang Yixing (Lay)
Visualizações 116
Palavras 3.158
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Ecchi, Esporte, Famí­lia, Fantasia, Festa, Ficção, Ficção Adolescente, Fluffy, Lemon, LGBT, Musical (Songfic), Romance e Novela, Saga, Shonen-Ai, Shoujo (Romântico), Slash, Universo Alternativo, Violência, Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Gravidez Masculina (MPreg), Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Heeeeey!!!!

Acharam que não me veriam hoje? Há, cá estou!

-------- Boa Leitura! ------------

Capítulo 6 - Paradise City! - Você não poderia, me levar para casa?


Fanfic / Fanfiction Nem Tudo é Como o Esperado! ABO! - Capítulo 6 - Paradise City! - Você não poderia, me levar para casa?

 

Jaemin ficou olhando para a caixa com o teclado que tinha ganho de Lucas, queria tanto estrear aquela belezinha, mas suspirou derrotado, não havia tempo.

— Pode deixar que eu ponho no seu quarto, Nana. Vou passar em casa pra pegar umas coisas. — disse Yukhei enquanto via o biquinho fofo que o mais novo fazia encarando o presente que dera.

— Eu vou pôr no seu carro então, hyung. — o menor disse pegando o pacote como se fosse vidro.

— Pode deixar que eu ponho e— 

— Não, eu quero mais tempo com meu novo tesouro. — interrompeu o mais novo e Lucas riu.

O lúpus foi procurar Jaehyun pela mansão, mas trombrou com Chittaphon e o sorriso bobo que tomou os lábios foi involuntário, sempre era, e nunca deixava de aparecer.

— Diga xis, Yuk-hyung! — falou o ômega e tirou uma selca com o alfa. — Até desprevenido é lindo, né gente?

Lucas ergueu as sobrancelhas, mas percebeu que na verdade o menor estava fazendo um storie em seu Instagram. Ele deu uma pescoçada no mini vídeo do outro e gostou do resultado, estavam bonitos mesmo. Porém se arrependeu do quão perto chegou para ver a tela do celular alheio, acabou por passar perto demais do pescoço de Chittaphon, perto o suficiente para sentir o cheirinho gostoso que despendia do mais novo, isso o fez fechar os olhos automaticamente, era injusto um ômega cheirar tão bem daquela forma. Os cabelos escuros dele eram cumpridos na frente, mas completamente batidos na nuca, que ficava exposta como se convidasse quem quisesse se aventurar a deixar marcada aquela pele tão macia.

Ah, e como o lúpus queria fazer aquilo e muito mais com Chittaphon.

Contudo, Lucas reprimiu um rosnado e sentiu que sua calça estava ficando apertada, porra, era tão absurda a forma como aquele ômega o atraia.

— Viu o Jaehyun? — perguntou tentando se distrair.

— Já foi, disse que precisava buscar o Doyoung. Estranho, o Johnny tinha acabado de se oferecer pra isso. — falou Chittaphon pensativo e o lúpus riu quase se esquecendo do volume na calça.

— Ele jamais deixaria isso acontecer. — comentou consigo.

— O que disse?

— Nada não, pequeno. Eu vou indo então. — Lucas sorriu dando um beijo no rosto do Zhang e se foi.

O ômega apenas assentiu enquanto era chamado por um dos funcionários contratados para cuidar do andamento da festa, porque, claro, que Chittaphon estaria fazendo sala aos convidados, mas não perderia seu tempo servindo a ninguém.

Do lado de fora da mansão Jeno e Mark acertavam a afinação dos instrumentos e Jisung ajustava sua bateria enquanto Renjun mexia na mesa equalizando os microfones.

— Testa aí, Jeno. — pediu o ômega e o lúpus atendeu. — Acho que finalizamos aqui, né?

— Uhum, só nos arrumarmos. — respondeu Mark.

 

[...]

 

As batidas graves e dançantes invadiam todo canto, inclusive o quarto onde Kim Jeno estava.

O lúpus usava uma camiseta do Linkin Park sem manga, uma calça jeans rasgada, o costumeiro all star de cano alto de couro combinado a sua Jaqueta, aquele “look” não era nenhuma novidade, ainda assim, seria o responsável pelos suspiros dados por quem o visse daquela forma. Os cabelos escuros jogados de lado numa franjinha que ameaçava cobrir os olhos, mas não chegavam nem a atrapalhar sua visão eram um charme extra e da janela, ele observava os convidados chegarem aos montes.

“The ballad of Mona Lisa” do Panic at the disco tocava e as pessoas já buscavam pelos copos servidos em bandejas que eram rapidamente esvaziadas, fazendo os funcionários de Chittaphon correrem para reabastecer os tabuleiros, enquanto mais pessoas chegavam esperando o álcool que as fariam se animar a curtir aquela gostosa melodia com os corpos, como alguns que já se arriscavam pela pista de dança improvisada — era apenas o espaço vazio que seria lotado quando o show do The Dreamers começasse.

— Ten-hyung sabe como divertir os convidados. — Jeno comentou consigo enquanto se voltava para o seu quarto.

O alfa não fazia ideia de quem levaria para a cama, tinha algumas pessoas em seus pensamentos, mas nada concreto, para a dizer a verdade, não fazia diferença quem fosse, apenas queria se divertir e assim o faria, escolheria na hora, como era do seu feitio; improvisar. 

Quem planejava tudo nos mínimos detalhes era Jaemin, e pensando no melhor amigo fitou sua cama, havia um embrulho que achou melhor levar ao mais novo antes que perdesse a coragem.
Seu presente não era algo que tivesse saído para comprar, era algo que lhe pertencia há tempos contendo tanto significado que era como dar uma parte de si para alguém e Jaemin era importante o suficiente para merecer aquele embrulho.

Dessa forma, correu até o quarto que ficava em frente ao seu e deu cinco batidas compassadas.

— Entra Jeno! — ouviu a voz abafada do mais novo.

— Uau… — o alfa perdeu as palavras quando mediu o amigo se encarando no espelho.

Jaemin estava com uma calça jeans branca e uma regata na mesma cor deveras transparente e tão cavada que se não fosse ele estar vestindo, por cima, uma jaqueta jeans desbotada naquele exato momento, seria melhor não usar nada, pois dava muito bem para ver através da peça e pelo seu vão.

— Já pode parar de babar, bebê. — maliciou Jaemin e Jeno o encarou sorrindo.

— Renjun vai gostar, com toda a certeza.

— Tsc, esse é o jeito de me dizer que estou lindo? — o mais novo terminou de ajeitar sua jaqueta. — O que quer?

— Te entregar isso antes que me arrependa. — Jeno respondeu dando uma risadinha e Jaemin arregalou os olhos.

— Não é o que eu acho que é, né? — Jaemin perguntou chegando perto do outro e pegando o pesado pacote. — Cara, eu… 

As mãos do menor tremiam, só podia ser o que ele achava que era, não tinha outra opção, ele conhecia muito bem aquele volume retangular, sabia muito bem o seu peso e mais que tudo conhecia a textura da corda que nem tinha visto ainda. Quando desfez o nó que atava o embrulho constatou suas suspeitas.

Era a coleção autografada de Harry Potter.

O bem mais cuidado de Jeno, que era tão viciado naquela série fantástica quanto Jaemin, os dois descobriram o magnífico mundo de J.K. Rowling juntos, assim como quase tudo em suas vidas. Mas foi o Kim quem conseguira ter justamente o seu combo da série gravado por palavras carinhosas e uma assinatura da autora, em pessoa, quando tinha ido à uma livraria em Londres. Aquele episódio foi de um cagaço enorme, porque o alfa nem sabia que haveria um evento para fãs, muito menos sabia que a autora estaria lá. De qualquer forma, não foram todos que tiveram suas coleções autografadas naquele dia e Jeno, como bom rabudo que era, foi um dos sortudos. 

Porventura, como ótimo melhor amigo e detalhista, Jeno pediu a escritora que fizesse a sua dedicatória em seu nome e de Jaemin, que não estava junto, mas que, porra, sentiu-se extremamente tocado quando o mais velho lhe mostrou aquele mimo; ver seu nome escrito na caligrafia de alguém que lhe despertara o desejo pela leitura com tanto afinco fora indescritível.

O rapaz se sentiu o próprio protagonista da série, que ao ler uma carta de sua falecida mãe, percebeu a semelhança que havia na forma como os dois faziam a letra “g”. Porque Jaemin se pegou do mesmo jeitinho que Harry Potter, todo feliz por notar que justamente o “J” maiúsculo e de mão de J. K. era igual ao seu, e de uma hora para outra, sua letra que era motivo de desgosto, por ser tão displicente, acabou se tornando um xodó.

— Espero que tenha curtido. — disse Jeno ainda sorrindo.

— Eu não acredito… — Jaemin olhou para o maior e o abraçou com força. 

Não haviam palavras que descrever o que ele sentia e sinceramente, palavras nem eram mesmo o forte naquela amizade. Os dois se entendiam pelo olhar, pelas atitudes, pois eram cúmplices desde sempre.

Jeno acariciou os cabelos de Jaemin enquanto sentia os dedos do outro adentrarem sua jaqueta num carinho gostoso e assim ficaram por um tempo.

— Você bagunçou meu cabelo. — Jaemin disse se fingindo de bravo. 

— Seu ronronar me dizia para continuar. — rebateu Jeno e o acastanhado riu faceiro. 

— Vou dar um desconto, o presente que me deu é realmente muito louco. — disse o Lee se voltando para o espelho e ajeitando as madeixas.

PAFT! A porta se abriu com tudo.

— Vamos meus amores, hora do show! — Renjun apareceu escandalizando no quarto junto com Mark e Jisung.

— Sabe, eu podia estar pelado, Renjun! — disse Jaemin revirando os olhos.

— Você será meu hoje, querido. — o Park rebateu se aproximando do amigo e o abraçou por trás apoiando a cabeça em seu ombro.

— Tem razão. — Jaemin sorriu encarando Renjun pelo reflexo e depois virou o rosto para dar um selinho no ômega. — Vamos? 

— Go guys! — disse Jisung empolgado.

A festa já estava lotada quando os cinco deram o ar da graça, então muitos pararam os meninos pelo caminho fosse para trocar uma ideia ou mesmo para cumprimentar as principais atrações do evento. Havia realmente muita gente e dentro da mansão a pouca luz instigou muita gente a se pegar pelos cantos enquanto outra porção parecia esperar por algo melhor. 

Jisung se divertia com essa segunda parte, seus instintos não eram aflorados, então ver como as pessoas se insinuavam para os membros da banda era cômico. Viu uma ômega esfregar os peitos tão descaradamente em Jeno, que mesmo sendo um cafajeste, se assustou. 

Isso era um feito e tanto.

Sustos a parte, os cinco beberam um pouco enquanto falavam com Yuta e Chenle sobre assuntos quaisquer e antes de sumirem da festa; "This is The New Shit" de Marilyn Manson começou a tocar. O sorriso no rosto do baterista da banda foi inevitável ao ver a movimentação afobada dos convidados.

Havia uma brincadeira entre a banda e os fãs;

Seguindo a ordem de nascimento dos membros, o som que antecedia a entrada da banda era, sempre, a música preferida do integrante da vez, que no caso era Jisung, já que a vez de Jaemin havia sido no dia anterior. 

Obviamente as músicas preferidas dos meninos mudavam de tempos em tempos, mas eles sempre compartilhavam essa informação com quem os seguiam nas redes sociais ou durante os shows e dessa vez, o mais novo do grupo estava achando interessante como aquela música parecia com a sua opinião, certas vezes.

 

" Precisamos disso? (Não)

Queremos isso? (Sim)"

 

Como "presente de aniversário", a música de abertura realmente foi o som que Mark vinha ensaiando e Renjun ria da euforia do baixista, era óbvio que estava mais feliz que pinto no lixo.

Jaemin era o centro das atenções, com certeza, e isso ficava óbvio no tanto de vezes que a galera gritava por ele até mesmo quando os solos dos outros instrumentos estavam rolando. 

Geral queria o tão concorrido "Cartão Vermelho".

Isso fez com que o tecladista demorasse o máximo possível para dizer quem eram seus escolhidos. 

— Oukaaaaay! — Mark chamou a atenção de todos quando terminaram de tocar "Wonderwall" do Oasis. — Depois dessa dose de açúcar, Jaeminie, quem é o primeiro escolhido?

— A primeira escolha da noite será… — o rapaz olhou a sua volta fazendo suspense e abriu um sorriso. — Lucas-hyung!

O alfa estava encostado em uma das árvores abraçando Taeyong pela cintura e antes de ir buscar seu cartão deu um beijo na nuca do Kim que ficou completamente vermelho com a algazarra geral.

— Hoje tem, galera. — zombou Renjun e Lucas sorriu sem se abalar.

Depois disso, a banda tocou mais umas músicas e Jaemin começou a se sentir esquisito, por isso tratou de pensar em possíveis pessoas para receberem os dois cartões restantes. Prestou atenção na galera e mordeu os lábios, eram muitas opções e ao mesmo tempo nenhuma. Isso o levou a escolher, literalmente, na sorte e com dois uni-duni-tês marotos resolveu seus problemas.

Quem nunca?!

Faltavam apenas cinco músicas para o final do show e o acastanhado sentiu um calor repentino.

— Sinto muito galera. — falou ao final de “Paradise City” do Guns N’ Roses. — Yuta e Xiaojun, os cartões são seus!

Sem se importar com qualquer coisa e com a mente se anuviando em pura luxúria, Jaemin agarrou o colarinho de Renjun e o beijou com sede, como se o ômega não fosse existir dali um segundo e todos que acompanhavam aquela cena foram à loucura ou ao desgosto.

— Foi mal, hoje eu sou do Jaeminie… — disse Renjun piscando todo manhoso para os alfas que o encaravam enquanto era arrastado pelo palco e deixava seu microfone na mão de Jisung. — Cuida dele.

— Sim, senhor. — respondeu o mais novo.

Com Jaemin entrando no cio, Jeno e Mark sorriram maliciosos, era hora deles procurarem pela própria diversão.

 

[...]

 

Era como se tudo fosse um mero borrão na visão de Jaemin, ele só queria arrastar seu amigo até o quarto para fodê-lo noite a dentro ou pelos dias que viessem. Os dois pareciam se fundir enquanto os corpos se esfregavam pelo caminho, esbarraram em algumas pessoas, mas não pararam para se desculpar ou ver quem era, apenas subiram as escadas com pressa e basicamente arrombaram a porta do quarto de Jaemin.

O sorriso cúmplice estampado no rosto de ambos indicava que a vontade de se explorarem era mútua, a porta foi trancada e Renjun jogou o maior na cama sem dó alguma, o beijo do mais novo era um perigo, com toda certeza, haviam se separado por míseros segundos e o ômega já ansiava por mais.

— Renjun-ah, vem logo! — choramingou o mais novo.

— Tô indo, só quero apreci— 

Jaemin puxou o outro e ficou por cima, o sorriso cafajeste que sondou sua face deixou Renjun com um puta tesão e o menor se esfregou no Lee.

— Você é tão gostoso, Renjun-ah… — disse o mais novo beijando o pescoço exposto do ômega que tirava sua jaqueta.

Não havia muita delicadeza na forma como tiravam a roupa um do outro e era justamente a falta de trato que tornava tudo mais gostoso, intenso e inesperado.

— Renjun-ah?

— Hm?

— E-eu… — Jaemin sentiu um certo pânico.

Algo estava errado.

Se afastou do amigo sem sair de cima do mesmo. O calor consumia seu corpo como fogo abrasador e seus braços mal sustentavam seu corpo, os olhos queimavam em igual proporção e um incômodo se tornou presente em suas orbes.

Ele precisava se livrar das lentes de contato que estava usando.

Por conta do show, Jaemin dispensou seus óculos, ele tinha uma miopia chata que o impossibilitava de enxergar as coisas de longe. Só que naquele exato momento justamente as lentes que o ajudavam nas horas de “cegueira” eram quem estavam lhe fazendo rosnar agoniado. Se sentou sobre os quadris de Renjun que o observava ligeiramente preocupado e tirou as finas películas dos olhos, por quase milagre, porque, na verdade, não conseguia abrir os olhos direito.

Ainda sentia um certo incomodo então permaneceu de olhos fechados quando tornou a beijar Renjun, mas logo esqueceu, seu corpo pedia por contato físico, pedia por alívio e com desejo explorava o corpo do menor com as mãos sendo correspondido na mesma intensidade.

— Olha pra mim, Jaeminie… — pediu o Park gemendo no ouvido alheio e o maior o encarou.

Uma orbe era eletricamente azul enquanto a outra era verde vivo, assim como o irmão, Jaemin era um lúpus.

O sorriso que adornou os lábios de Renjun foi estupidamente sacana, mas morreu assim que o maior chupou seus mamilos, os dois gemeram.

Pera aí, os dois gemeram? 

Renjun enrugou o cenho, mas seus dilemas foram para a casa do caralho quando o cheiro do mais novo invadiu suas narinas lhe entorpecendo por inteiro, era completamente diferente do que esperava, mas nem por isso deixava as coisas menos interessantes. Ainda mais com Jaemin beijando e mordiscando sua barriga enquanto o olhava tão safado.

— SAIAM DAQUI! — a voz abafada de Lucas foi ouvida lá fora, aparentemente ele rosnava para alguém.

— Jaemin-ah… — Renjun quase não conseguia pensar com clareza. — Tem certeza? Não quer s-sair d-daqui? – o Park perguntou usando seu último resquícios de sanidade.

O lúpus sorriu sadicamente, estava entre as suas pernas de Renjun com o membro duro roçando a entrada dele que quase babava querendo sentir o volume alheio dentro de si.

— Tenho, bebê, vamos continuar exatamente como o planejado. — respondeu Jaemin olhando o outro enquanto o masturbava.

— M-mas você é... ahh… um lúpus… ahhh Jaemin-ah... 

Renjun arqueou o corpo sentindo o pau do outro lhe penetrar lentamente enquanto era encarado, não havia sido preparado, mas nem carecia, havia tanta lubrificação natural que mesmo virgem, a dor que sentiu foi prazerosa, talvez fosse masoquista. 

— Isso, bebê, a única que eu quero ouvir de você são os gemidos. — falou Jaemin estocando o menor que sorriu sacana.

— Se é isso que quer… — Renjun retrucou rebolando. — Me fode com mais força então!

 

[...]

 

No corredor, Lucas enfrentava um puta problema, havia corrido pela mansão assim que o cheiro do irmão invadiu suas narinas e pelos gemidos do quarto, entendeu que o mais novo não sairia tão cedo dali.

Contudo, o aroma absurdamente adocicado havia se espalhado pela festa e os alfas estavam aos poucos sendo afetados, não demoraria até que se aglomerassem ao pé da escada onde Lucas usava sua presença de alfa lúpus para afastar quem chegasse perto.

Se o cio de um ômega comum já era atraente, quem diria o cio de um lúpus?!

— Porra, como DIABOS o Nana foi se tornar um ômega?! LÚPUS?! UM ÔMEGA LÚPUS?! – Lucas se questionava entre rosnados e desespero.

Ele era o único alfa sóbrio daquele lugar com toda a certeza, o álcool havia sido evaporado de seu corpo quando percebeu o perigo que passava seu maknae, porque óbvio, também era o único ali, que não se sentia afetado pelo cheiro estupidamente doce de Jaemin, afinal era o seu irmão.

E situação até que estaria controlada, se a presença de alfa lúpus de Yukhei fosse também a única naquela mansão.

Só que não.

A vida não podia ser um mar de rosas, nunca podia, ela sempre havia de sacanear de alguma forma e lá estava ele.

Com os orbes tão heterocromáticos quanto os de Lucas, porém azul e âmbar, somados ao fato de ser um jovem com os hormônios à flor da pele.

— Puta que pariu, essa noite vai ser longa. – bufou Yukhei passando a mão no cabelo e rosnando. – SE RECOMPONHA, JENO!

 

 

[...]

 

 


Notas Finais


E aê o que acharam?

Me retiro bem quietinha, pois preciso correr se quiser ir à balada ainda!!!
ahuahuahhauhua


link da fic de halloween: https://www.spiritfanfiction.com/historia/just-close-your-eyes-17776464

Fanfics da série:
Nem tudo é o que Parece! ABO! https://www.spiritfanfiction.com/historia/nem-tudo-e-o-que-parece-abo-14474549
Nem Tudo é como o Planejado! ABO! https://www.spiritfanfiction.com/historia/nem-tudo-e-como-o-planejado-abo-15430454

Querendo me achar:

📷 https://www.instagram.com/blinglilly/
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