História Neocity - Capítulo 1


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Categorias Neo Culture Technology (NCT)
Personagens Doyoung, Haechan, Jaehyun, Jeno, Johnny, Jungwoo, Lucas, Mark, Taeil, Taeyong, Ten, Winwin, Yuta
Tags Ação, Conteúdo Pesado, Drama, Ficção, Nct 127, Nct U, Tensão, Tragedia, Universo Alternativo, Violencia
Visualizações 80
Palavras 576
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Comédia, Drama (Tragédia), Ficção, Lemon, LGBT, Romance e Novela, Slash, Suspense, Universo Alternativo, Violência, Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Ok. nervoso é pouco para o que eu estou agora.
Eu dei minha alma por essa história e não sei o que esperar da reação das pessoas, é minha longfic depois de muito tempo, então tudo que eu espero é agradar, eu queria falar mais, porém sinceramente, eu nem sei. >aaa<
Obrigado meus amores que me ajudaram a construir tudo isso, @libelulle por betar todos meus deslizes e aguentar todos meus surtos, @yeoley pela capa LINDA que trouxe toda a vibe que eu queria, @rhein pelo moodteaser PERFEITO. e pela @Proud que me salvou de última hora. Vocês são demais. Obrigado Sue por me incentivar :(
Fiquem de olho nos avisos, classificação, gêneros e tags dessa história por favor! Algumas coisas podem incomodar. Eles vão mudar constantemente ao longo da história, irei avisar quando ocorrer, mas por favor, fique ciente.
Boa leitura~

Capítulo 1 - Prólogo: dreams arent avaliable in reality, try again later


Fanfic / Fanfiction Neocity - Capítulo 1 - Prólogo: dreams arent avaliable in reality, try again later

 

É difícil respirar quando não se há mais nem pé, cabeça ou mínimo controle.

O tipo de ansiedade que corta no peito e sobe à garganta, mas que não é capaz de emitir nada. O tipo de desespero que corre no sangue, se manifesta no pensamento e no ato, que gera a covardia, o desprezo e o maior tipo de crueldade, tal como também é capaz de gerar o mais belo ato, sacrifício e amor;

O sentimento é o maior duas caras da história, filho de uma entidade demoníaca que inventou o humano, esses feitos para andarem em harmonia e equilíbrio —  onde no fim de toda história, na realidade, acabam matando uns aos outros. Tem de se existir pelo menos um mais forte, há de quem ouse burlar as regras de uma lei não escrita pelo tal destino não tão acaso assim.

Amor e ódio são completos opostos e cada um pode carregar uma arma apontada para sua cabeça. Ambos podem matar; a si ou à outro alguém. A existência em si pode ser taxado de um mero milagre, porém há aqueles que a chamam de um simples jogo onde tudo que possa ser feito para ganhar, que seja. Alguns evitam aquilo que não pode ser remediado, lutam pelo seu direito de acabar com a própria vida ou de, no mínimo, fazer ela ter seus últimos momentos memoráveis.

Como um pensamento pessimista, é quase certo de se dizer que não é todo passo planejado que funciona. Houve a criação do primeiro humano e, com isso, de outro também; quem sabe em outras crenças, ambos inventaram o sentimento que, então, gerou desencontro e desgraça, inimizade.

É difícil respirar quando não se tem mais autonomia, escapatória e um gatilho no dedo ou no próprio pescoço, seja você apontando-o ou não. Cada um age com a própria ética, com a própria certeza. Isso é um tanto egoísta. mas puramente verdadeiro.

Poderia ser mais um dia, comum, incomum, repleto de novidades ou puro tédio: é apenas uma hipótese quando já se está morto  — seja por dentro ou por fora —, entretanto o garoto havia se submetido à todas suas escolhas e tinha certeza de que, independemente do que houvesse em um outro lado, ele seria responsável por tudo que havia cometido.

A chuva, que sempre tendia a cair fria e pesada, agora era trêmula e varria qualquer resquício de luz que poderia haver. No momento, apenas havia uma escuridão densa nos dois olhos que se encaravam próximos, frio nas mãos que seguravam a lâmina perto do peito alheio e firmeza nas outras que seguravam o que dispararia fogo contra seu peito.

Haviam gritos, que não sabia distinguir se eram reais ou não, pedindo para parar ou acabar com tudo de uma vez enquanto seu corpo estático não conseguia sentir muito mais, perdido nos detalhes no rosto de alguém que jurou ter conhecido em algum dia, perdido nas lembranças de uma noite sem promessas e também em euforias de uma raiva sem fim. Amor e ódio talvez não fossem tão distintos, tão completos e complexos quanto o humano e sentimento. Conseguia perceber na pele, no seu eu interior, que nunca assumiria qualquer sentimento, até porque, claramente, o outro não tinha nenhum  depois de tantas coisas que tinha cometido.

Ele não tinha sentimentos depois de tantas coisas que havia cometido e iria cometer.

É difícil respirar quando se tem uma bala no peito, com as últimas palavras presas na garganta.

 


Notas Finais


Oras o que foi isso, hm? Vocês vão entender isso tudinho se acompanharem essa história mara hihi. Comentem o que acharam por favor amorecos! Amo ouvir opiniões.
Se quiserem conversar, pode chamar no twitter: @/venusicheng ou no curious cat, que é psicoarctic. Estou disposto a qualquer tipo de crítica. Só’ vem neocity.


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