História Neos END - Capítulo 53


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Categorias Histórias Originais
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Palavras 2.987
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Ficção Científica, Luta, Romance e Novela, Sci-Fi, Survival, Terror e Horror, Violência
Avisos: Canibalismo, Drogas, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Olá para vocês! Tudo bem? Chegou a época de voltar pra faculdade e vou demorar um pouco para fazer esses ultimos, então, paciência! Vai sair! Prometo!
Espero que gostem do capítulo e boa leitura!
Ps: acho que como a primeira, vai fechar em 60 capítulos de novo. Uma estimativa aproximada.

Capítulo 53 - Age of Empire


Fanfic / Fanfiction Neos END - Capítulo 53 - Age of Empire

–––– CIARA ––––

 

        

       – Prepare-se, Ciara!

       – Decidiu parar de teatrinho e mostrar sua cara de verdade? – provoquei.

       – Aproveite, pois será a ultima cara que verá. – ameaçou ele, esfregando os punhos.

       – Por que você simplesmente não me explode com essa tal bomba? Ou era apenas um blefe?

       – Não. De fato, há uma bomba dentro de você e de sua irmã, mas seria muito chato explodi-la desse jeito. Prefiro me divertir com você antes, minha filha!

       Eu soltei uma risada azeda.

       – Capricho? Isso não combina com você, papai.  

       A energia latente de nós dois estalou, criando lampejos negros no ambiente que ascenderam até o céu, ricocheteando nas nuvens escuras que cobriam Nova York. A sensação que tive após perder meu pai completamente de vista foi de ter o meu corpo esmagado por uma pressão avassaladora, que me impulsionou para frente. Era como se o próprio Yomungarde tivesse acertado um soco direto em mim, condensando sua força em um único ponto extremamente menor e concentrado. A violência do golpe de Maxwell me arremessou várias quadras longe, me fazendo capotar enquanto destruía várias construções e prédios no percurso. Karma e outros ficam paralisados perante a força dele, sem saberem o que fazer.

         – Desgraçado! – Karma avança contra Maxwell em um ataque imprudente e desesperado, mirando a ponta da foice no pescoço do monstro. A lâmina chispou no pescoço dele, criando fagulhas com o atrito, mas sequer arranhou sua pele.

         – Essa é a lâmina de seu falecido mestre? Que pertinente. – desdenha Maxwell, rindo.

         – Ora, seu... – Meu pai solta um estalo de dedos e faz o Andarilho voar até colidir com uma pilha de destroços atrás, onde o resto se abrigava. A construção danificada desabou em cima deles.

         – Não estou interessado em insetos. Tudo o que me importa é minha filha!

         Atendendo ao seu pedido, com uma cambalhota em cima de sua cabeça, eu reapareci desfechando uma estocada perfurante em sua região dorsal. Com uma perícia digna de uma anomalia, meu pai parou minha investida com extrema facilidade, girando seu tronco para lançar um chute giratório na direção da minha cabeça. Com muita dificuldade, eu espremi meu corpo e voltei meu tronco para trás, desviando do golpe mortal dele e que gerou uma rajada de pressão que varreu várias construções naquela direção. Eu aterrissei, enrijecendo os músculos das pernas para suavizar o impacto e me manter em uma postura mais sólida. Tentei raciocinar o que faria a seguir, mas em um piscar de olhos, meu pai encaixou seus dedos gigantes em volta do meu pescoço e me levantando no ar como um boneco de pano. Os tentáculos se atiçaram, chicoteando loucamente em várias direções aleatórias e decepando o seu braço que me agarrava.

       Eu desci tossindo e engasgando com a falta de ar, mas não tive muito tempo para recuperar o fôlego, tendo um chute violento encaixado no meu abdome e me fazendo alcançar os céus. O braço de meu pai regenerou instantaneamente e ele bate as palmas das mãos, reproduzindo uma onda supersônica no ambiente que me desorientou. Uma simples batida de suas mãos foi o suficiente para espatifar várias vidrarias a quilômetros de distância e ensurdecer a todos por vários minutos, menos a mim – o choque produzido no ar apenas me atordoou por alguns segundos, tempo suficiente para que ele me alcançasse no céu.

       Quando dei por mim, estávamos trocando golpes no ar, com cada soco e chute mais forte que o último. Meu pai aumentava a força e a velocidade de seus ataques a cada nova sequência, ficando cada vez mais difícil de aparar e esquivar de seus socos. Antes de chegarmos ao solo, meus braços estavam completamente destruídos com o impacto brutal dos socos. Sentia meus ossos como se fossem migalhas e as próprias garras não conseguiam acompanhar os movimentos de seus punhos.

       – O que foi, minha querida? Parece um tanto abalada. – debochou ele em um tom sádico.

       Procurei me ater ao vazio dos meus pensamentos e ignorar aquelas palavras chulas. O Gear se ativa novamente, regenerando meus braços em um estalar de dedos. Meus cabelos ficaram como a neve e os tentáculos voltam a crescer, se afiando naturalmente. Maxwell não pareceu se impressionar muito, apesar de eu mostrar tudo o que tinha naquele momento.

       – Agora eu vejo o porquê conseguiu derrotar Amala e superar Moeb e Yomungarde. Sua força é simplesmente magnífica, minha filha!

       Apesar de conseguir manifestar minha força completa de novo, ainda estava exaurida da luta contra a Serpente Divina e eu começava a sentir espasmos por todo o meu corpo. Minha respiração ficara mais pesada e meus músculos pareciam pesar mais do que antes. Maxwell ataca de novo, com uma rajada de vento severa e violenta criada pelos seus punhos e que me manter presa onde estava, me impedindo de me esquivar do seu próximo golpe. Ele agarra minha cabeça e me arremessa contra um prédio, botando todo aquele edifício abaixo com o impacto. No meio dos destroços que caiam, eu tento me recompor enquanto que tentava me encontrar no espaço, mas sou pega novamente por uma joelhada certeira nas costas. Sentia como se meu corpo fosse se partir em dois enquanto eu vomitava sangue para o alto e ele finaliza com um soco descendente que me afunda no solo.

       Minha visão turva e embaçada girava enquanto observava o escuro com meus olhos semicerrados. Estava soterrada novamente por vários pedregulhos, pensando no que eu faria para vencê-lo. Sua força estava muito além do meu Gear, mesmo em seu estado completo e parecia se adaptar a cada momento da batalha.

       Acima da pilha de destroços que me cobria, Maxwell se dirigia até onde eu estava, até que se encontra com Castos e seus homens em um linha de fogo pesada contra ele. Todos os vinte e cinco homens a comando do General disparam simultaneamente, mas as balas quicaram em seu corpo, como se atingissem um alvo feito de puro metal. Sequer incomodavam meu pai, para o temor de todos eles.

       – Homens! Disparar! – ordenou o General, apavorado.

       – Acham mesmo que isso pode me ferir? Estão muito desesperados, pelo visto. – zombou o monstro, rindo da ofensiva inútil dos militares.

       – Não desistam! Continuem atirando!

       – Eu já disse que é inútil! – Maxwell enrijece sua mão e começa a estalar os dedos na direção dos militares. A pressão formada no ar pelos estalos destroçou os corpos dos soldados; vários tiveram seus peitos e cabeças explodidos até a altura da cintura, e outros apenas a parte de baixo, esguichando um chafariz de sangue em uma cena horrenda. Uma explosão de carne e órgãos misturados com sangue jorraram no ar, bem em frente aos olhos incrédulos de Castos. Enquanto meu pai fulminava os militares azarados com seus dedos, eu pude me recuperar e me erguer dos destroços.

       Já era tarde demais para salva-los.

 

 

 

 

 

 

       – Não!

       – Não! – Castos gritou disparando desesperadamente contra Maxwell. O estalo arrancou a perna direita do General e o derrubou. Outra investida esmagou o lado direito do corpo dele, o deixando semimorto no chão, convulsionando.

       O breve momento que ele se distraiu, eu saltei por trás e o agarrei pelas costas, me prendendo ao seu pescoço, antes que findasse a vida de Castos.

       – Ciara!

       – Seu oponente sou eu! – Os tentáculos vibraram, cortando o vento no percurso e acertando meu pai em cheio nas costas. O velho capotou alguns metros até colidir com várias lojas do outro lado da avenida onde lutávamos. Sem descanso, eu cravei os oito tentáculos no solo, extraindo várias rochas gigantes do solo e as lançando contra o executivo.

       Antes que pudesse alcança-lo, os pedregulhos foram obliterados por seus punhos, se reduzindo a pedrinhas de calçamento.

       – Isso é tudo que pode fazer... – Antes que terminasse de falar, lancei metade de um prédio pequeno em sua direção, esmagando-o com a construção. Uma nuvem densa de poeira se espalhou pela avenida, dificultando minha visão, mas eu ainda conseguia sentir sua radiação reverberar no ambiente.

       Repentinamente a radiação ambiente se intensifica drasticamente, bagunçando meus instintos. Agora era praticamente impossível discernir a radiação de meu pai e a radiação encontrada no ambiente – entre muitas habilidades dele, estava em poder camuflar perfeitamente seu nível de radiação, que podia ser o de uma fera louca até um humano comum, sem energia nenhuma. Me sensor de perigo apitou e involuntariamente minha cabeça baixou juntamente com meu tronco, desviando de um soco avassalador de Maxwell. Eu me reposicionei com uma cambalhota, ficando em guarda novamente.

       – Bons reflexos, minha querida.

       Maxwell curvou seu cotovelo para trás e uma rajada de vento me puxou para ele, encurtando a distância entre nós. Antes que ele me acertasse com um pontapé, eu galguei sua perna, saltando por cima de sua cabeça e desviando de outro golpe aéreo com destreza magistral. Meu pai quebrou seu movimento no meio, saltando até onde eu estava e conectando um chute que é aparado pelos meus tentáculos. Eu rolei cerca de 20 metros com o impacto do ataque, me preparando para desviar de outra investida veloz do monstro, mas ele consegue me agarrar por uma das garras e me lançar até o chão, me fazendo beijar o solo novamente. Maxwell iria pisar na minha cabeça, mas eu rolei rapidamente para o lado e soltei uma rasteira que o derrubou, impossibilitando de me pegar no meio do meu movimento. Ainda no solo, Maxwell soca o chão e sacode toda a avenida, me desequilibrando antes que eu pudesse chegar a me equilibrar novamente.

       – Droga!

       Rapidamente ele avança desferindo um soco direto mirando em meu rosto. Eu joguei o crânio para o lado e enrosquei meu braço com o seu, o trazendo para perto de mim. Talvez não fosse o movimento mais sábio, mas me permitiria melhor controle sobre a intensidade de seus golpes. Meu pai curvou seu outro braço e enrijeceu os músculos, passando uma cotovelada para dentro a qual é aparada pelos tentáculos. Com seus dois braços imobilizados, esta era a chance para feri-lo em algum ponto cego.

       – Agora! – bradei.

       Karma veio descendo do céu em uma rasante com sua foice pelas costas de Maxwell. Rapidamente o mutante desbancou seu corpo para trás, puxando o meu para a mira da lâmina de Karma. O fio cortou o ar perto do meu rosto, passando de raspão e eu acometi o corpo do Andarilho, sendo arremessada com ele até o outro lado da avenida, perto dos corpos estraçalhados dos militares.

       –Um ataque tão pífio que me dá dó. – desdenha meu pai, batendo as mãos.

       – Droga... ele está forte demais! – praguejei, cerrando o punho.

       – Ciara! Você está bem? Eu quase...

       – Tudo bem. Não foi culpa sua. – respondi, limpando o rosto. – Eu me descuidei perto dele também.

       – Não consigo sequer feri-lo. – diz Karma, frustrado. Ele virou o rosto, mirando todos os pedaços de cadáveres explodidos pelo mutante. – Ah! O que foi isso?!

       – Meu pai os matou. – retruquei, direta. – Procure pelos sobreviventes e os leve para o comboio. Eu vou ganhar tempo para vocês!

       – Ciara... você não pode derrotar esse monstro sozinha! – disse Karma, temeroso.

       Eu suspirei, cerrando os punhos.

       – A questão não é se eu posso ou não. Eu tenho que vencer! – contestei, me levantando.

       – Ciara...

       – Vai rápido!

       Contudo, o Andarilho foi detido por meu pai com uma rajada poderosa de ar, lançando Karma para cima de mim. Nós rolamos até o interior de uma cratera no meio do asfalto da rua.

       – Não tem que ser assim, minha filhinha querida. – Maxwell muda seu timbre de voz novamente, com um ar mais amigável e paternal. – Ainda há tempo de você vim para o lado certo. Ainda podemos reconstruir esse mundo inteiro, juntos!

       – De novo com essa conversa? Você está tão obcecado assim em destruir os humanos? – perguntei, me levantando.

       Maxwell solta uma risadinha sarcástica.

       – Não “destruir os humanos”, mas sim “aprimorar”. – Interpõe. – A humanidade já apreciou demais sua estagnação.

       – O que?

       – Ciara, minha filha... você, entre todos os outros, me entende claramente. Os humanos são seres frágeis e sem qualquer tipo de esperança. Não entendem o porque lutam ou por quem lutam. Não possuem ideais sólidos, só pensam em si próprios e destroem a si próprios. Tudo o que eu quero é a perpetuação de uma nova espécie, mais forte, construída em uma base sólida e bem edificada que é você.

       – Foi para isso que você me criou? – perguntei, enojada. – Você me criou apenas para satisfazer suas ambições?

       – Expectativas! Não ambições! Somos livres dessa imperfeição que os humanos possuem. Somos a nova etapa da humanidade. A nova espécie dominante! E tudo isso começou com você, minha querida.

       – O que está dizendo? Está louco!

       – Foi o que os outros disseram – Maxwell saltou para dentro da cratera, causando um pequeno tremor no chão. – Eles diziam que não era possível uma espécie que usasse de energia nuclear como fonte primária da vida. Disseram que era loucura adaptar as pessoas a níveis elevados de radiação. Todos eles estavam errados e você é a maior prova disso!

       – Eu sou um monstro! Você me criou para ser o que sou hoje! – gritei, revoltada.

       – Não, minha querida. Você é muito mais que isso! Você é o novo degrau da evolução humana! Você é a passagem que irá nos guiar a um futuro brilhante, livre de doenças degenerativas e outras pragas como o câncer. Com você será possível unificar todo o mundo e uma só nação! Podemos fazer isso juntos, como pai e filha! – Ele estende a mão, convidativo. – O que me diz?

       Eu passei algum tempo em silêncio, com a cabeça imersa em pensamentos. Karma jazia atrás de mim, ainda caído e assistindo a todo aquele diálogo com a voz muda.

       – Tem certeza de que podemos fazer isso?

       – Absoluta certeza. – garantiu.

       – Como eu pude ser tão cega? Tem razão, papai! – Eu cheguei perto dele e o abracei, enquanto Karma esbugalha os olhos.

       – Ciara, não! – gritou enquanto tentava rastejar na minha direção.

       – Eu sabia que você faria a decisão certa, minha filha.

       – Desculpe, papai. Eu estava errada. Você não é louco... – Eu fiz uma pausa, cravando minhas unhas em sua pele e me segurando firme nele. – Você é totalmente insano!

       Rapidamente eu me embrenhei em seu tronco e o impulsionei para cima com a força das pernas, desferindo um golpe aéreo preciso com as garras. Meu pai saiu voando até se acometer com uma pilha de carros tombados do outro lado da rua. Depois eu corri para socorrer Karma, que ainda estava machucado.

       – Ciara...

       – Desculpe... – Eu abracei, arrependida do que havia causado. Karma tocou o meu rosto delicadamente.

       – Não me dê mais esses sustos, sua pirralha! – repreendeu o Andarilho, com um cascudo na minha cabeça.

       – Vamos sair daqui. – Eu o ajudei a se levantar e saímos juntos da cratera, onde Maxwell já nos aguardava, saindo do meio das chamas dançantes, furioso.

       – Tola! Não percebe a besteira que está cometendo?

       – A única coisa que eu vejo é sua forma ignorante e deturpada de ver o mundo e as pessoas. Você trata a todos como seres inferiores, mas se esqueceu de que também já foi humano!

       – Eu escolhi a evolução! Evolução essa que você rejeita.

       – Eu escolho a vida! E agora, irei tomar a sua, papai! – ameacei, ficando em guarda.

       Karma já conseguia se mover e também se preparou para retomar ao combate. A energia de meu pai incendiou todo o oxigênio do ambiente a nossa volta, reproduzindo estalos até onde nossos olhos conseguiam alcançar. A radiação que emanava dele continuava a aumentar, fazendo até eu mesma me sentir mal com sua presença.

       Ele agora estava furioso.

       – Eu desejava que você, como um ser perfeito, se conscientizasse do seu lugar e desse continuidade ao meu glorioso legado, mas você insiste em se misturar com esses seres imperfeitos. Você me desapontou muito, minha querida.

       – Karma! Para trás! – Eu o empurrei rapidamente, o tirando do alcance do ataque. No mesmo instante, me braço direito foi completamente obliterado por Maxwell, sem sequer ver o que havia me atingido. Tudo aconteceu tão rapidamente que meu cérebro mal processou a dor de ter um membro desintegrado instantaneamente.

       Ao mesmo tempo, tentei bloquear com o braço que restara a investida de meu pai, em um movimento instintivo e tortuoso. Com um ataque direto, ele quebra meu outro braço e me afunda no chão, levantando uma nuvem de poeira e rochas para cima. Karma se levanta, apavorada e temeroso por mim. Ainda estirada no solo, ele envolve seus dedos no meu pescoço e me levanta com seu fosse um pássaro abatido depois da caça. Karma interveio com um ataque desesperado, mas Maxwell bloqueava todos os seus golpes facilmente com apenas a ponta dos dedos. Ele agarrou a foice pelo fio da lâmina, puxando o Andarilho até ele e o derrubando com um tabefe no rosto, pisando em cima de suas costas em seguida.

       – Tudo podia ter sido diferente, minha filha. Você estaria comigo agora, frente a um novo mundo e reinando em cima de um povo que lhe entende e que a admira. Você podia ser o marco inicial de uma nova era gloriosa! Agora irá ser apagada da história e ninguém no futuro irá lembrar de você e, muito menos da sua resistência patética.

       – Você... não... – eu mal conseguia respirar e sentia minha consciência desfalecendo.

       – Solta... ela! – Karma esperneava no solo como uma barata, mas estava totalmente rendido por Maxwell também. – Ciara!

       – Então diga adeus, Ciara!

       – Não!

       Um estrondo se fez ouvir no ambiente e o mutante foi repelido, arremessado a quase 1km de onde nós estávamos por um forte impacto. Eu cai no solo, semiconsciente e tossindo sangue em excesso, sendo socorrida por Karma rapidamente. Meus olhos semicerrados comtemplaram uma figura alta e imponente, com as feições bastante similares às minhas. Seus cabelos negros esvoaçavam com a brisa agitada e suas pernas estavam deformadas com sua mutação. Ela estava parada na nossa frente, encarando meu pai.

       – Você! Até você?

       – Não acredito. Você é...! – disse Karma, estupefato.

       Meus olhos ficaram congelados com o que eu via. Era como se um fantasma estivesse na minha frente.

       – Desculpe a demora, irmãzinha! O trânsito estava meio congestionado!

       Não tinha dúvidas. A Julgadora havia retornado!       

                 


Notas Finais


Obrigado para quem leu e espero que tenham gostado!
Até o próximo capítulo! ^^


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