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História Nerd Love (Camren) - Capítulo 56


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Capítulo 56 - Nothing Will Change That


Lauren POV

– Aqui, prova esse! - peguei um pouco do meu sorvete com a colher e levei até a sua boca.

– Hum, até que não é ruim! - Sorriu.

– É só isso que tem a dizer? Não é tão ruim? - perguntei incrédula.

– É bom, mas eu prefiro sorvete de morango. - falou.

– Você deveria se permitir provar outros sabores. - falei comendo meu sorvete de creme e flocos.

– E eu provo! - justificou. – Porém o de morango é melhor e…

– O mais incrível de todos, já sei! - revirei os olhos. Ela riu.

– Deixa de ser careta! - empurrou meu ombro levemente.

– Eu não sou careta!

– Imagina! - foi irônica. – Podemos ir visitar o Coliseu?

A olhei. Seu olhar era duvidoso.

– Claro, amor! Podemos fazer o que você quiser hoje.

– Tudo que eu quiser? - assenti. Deixaria pra me arrepender depois. – Vou cobrar!

Tínhamos acordado cedo hoje, mas o tempo passou rápido. Já estava de tarde, havíamos almoçado uma hora atrás e agora tomávamos sorvete. Decidimos sair hoje e ficar o máximo de tempo possível fora de casa pra conhecer o que conseguirmos em Roma. Paramos em uma sorveteria perto do restaurante onde havíamos feito nossa refeição e agora estávamos saindo da mesma pra continuar nossa tour.

Camila entrelaçou nossas mãos me puxando pela cidade enquanto eu comia minha casquinha e ela finalizava o sorvete. Fomos visitar o Coliseu, onde Camila me fez tirar um zilhão de fotos dela em várias poses. Ainda bem que eu comprei bastante filme pra minha Polaroid. A atração era enorme, peguei um ângulo incrível no andar de baixo e tirei a foto.

– Que lugar maravilhoso! - Camila exclamou sorrindo.

– Realmente! - olhei pra ela. – Fez uma boa escolha, amor!

– É, eu sei! - se gabou. Ri.

– Convencida! - ela me deu um selinho.

– Vem, vamos ver mais de perto!

Depois de analisar bem o Coliseu, seguimos nossa jornada até o Museu do Vaticano. Quando entramos foi impossível eu não soltar um "Uau!", e olha que ainda estávamos na entrada. Não tinha ideia se podia tirar foto ou não, mas nem liguei, peguei minha câmera e tirei de praticamente de todas as esculturas. Aquele lugar era uma obra de arte abrigando outras. Só o teto daquele lugar era incrível.

– Eu encontrei meu lugar em Roma. - falei pra minha esposa que riu. – É sério, olha tudo isso, amor!

Disse animada.

– É mesmo apaixonada por arte, não é? - assenti.

– Não me formaria nisso se não fosse.

– Nossa, grossa! - ri beijando a bochecha dela.

– Não quis soar ignorante, desculpa!

– Só perdôo se me der um beijo. - pediu.

– Dou até mil se quiser!

– Ótima sugestão!

Iria beijá-la mas parei quando vi uma pintura de um dos meus artistas favoritos. Quase corri até lá, deixando Camila ali.

– Lauren! - se virou pra mim quando viu que eu a deixei plantada.

– Camz, olha só isso! - tirei uma foto. Ela veio até mim e cruzou os braços em minha direção.

– Isso não se faz, sabia?

– Amor, é uma obra de arte do Michelangelo. - falei. – Mi.Che.Lan.Ge.Lo.

Soletrei. Ela arqueou a sombrancelha.

– Sei que ele é um dos seus artistas favoritos, mas me deixar plantada esperando um beijo, não foi legal!

– Desculpa, meu bem! - segurei seu rosto com uma mão e lhe dei um selinho. – Prometo nã…

Parei de falar quando vi a Capela Sistina bem atrás dela, mundialmente conhecida pelos fantásticos afrescos de Michelangelo.

Quando notei já estava correndo até lá.

– Lauren! - Camila ficou mais brava ainda.

Eu ignorei. Fiquei tirando fotos das pinturas e esculturas que tinha ali.

Parecia que eu estava em um sonho.

Depois de uns 15 minutos, minha mulher praticamente teve que me arrastar pra longe daquele museu, ou se não, era bem capaz de ficar ali pra sempre. Não tínhamos muito conhecimento de Roma, então ficamos andando pelas ruas tirando fotografias de tudo que achávamos bonito. Até chegarmos na rua Piazza Venezia, e darmos de cara com outra atração.

– O nome é Altare della Patria ou Vittoriano se preferir. - falei, após tirar uma foto.

– Eu sei, eu pesquisei antes de viajarmos. - disse.

– Ainda está irritada comigo porque eu não te beijei? - ri.

– Você me deixou plantada igual uma tonta duas vezes.

– Eu só estava empolgada! - justifiquei. – Dá um desconto!

– Di i discinti. - me imitou na língua do 'I'.

Ri baixinho seguindo em frente.

Seguimos em seguida para outras ruas como Via del Corso e Via del Fori  Imperiali. Estávamos caminhando lentamente lado a lado pra outros locais, eu tentava segurar a mão da Camila, mas ela não deixava, ainda pensando no que fiz mais cedo. Tentei mais uma vez e ela se afastou de mim mais do que já estava.

– Babe? - chamei. Ela fingiu que não ouviu. – Eu já me desculpei.

Relembrei. Ela revirou os olhos.

– Se desculpas apagassem o que você fez, eu te perdoava!

Me segurei pra não soltar uma risada, ou era capaz de ela querer me tacar a primeira coisa que tiver na frente.

– Apagar não vai, mas você pode me perdoar assim mesmo. - falei.

Ela me olhou.

– Hum, não tô afim! - deu um sorriso sarcástico no final.

Revirei os olhos.

Olhei pra céu notando que estava quase anoitecendo, olhei meu relógio de pulso que eu tinha habilitado para o horário de Roma e chequei as horas. 17:57. Tomei um gole de água da garrafinha que eu tinha trago e tapei de volta, guardando no bolso lateral da minha mochila. Quando fiz isso, Camila se aproximou entrelaçando nossas mãos. Eu iria rir mas ela me impediu.

– Se rir, pode ter certeza que não vai dormir na cama hoje. - segurei o riso na mesma hora, tentando ao máximo me controlar.

Eu estava ficando muito vermelha.

Respirei fundo, me acalmando pra que essa vontade passasse.

Era a minha lua de mel, não seria louca a ponto de fazer alguma besteira pra que ela me mande dormir no sofá.

– Sem risadas, ok. - concordei.

Abracei seu pescoço com um braço continuando nosso caminho. Até sentir meu celular vibrar em meu bolso. O peguei com minha mão livre. Notei que tinha algumas mensagens das desocupadas, ri de algumas delas. Camila me olhou estranho dando a mim aquele olha curioso.

– O que foi?

– A Dinah perguntou se já havíamos feito bebês e a Toni mandou usarmos camisinha. - contei.

Ela balançou a cabeça, rindo.

– Elas não tem o que fazer não? - dei de ombros guardando o telefone. – E a Vero escreveu alguma coisa?

– Sim, mas não queira saber.

– Por quê?

– Não foi uma coisa muito apropriada. - ela deu de ombros.

– Agora mesmo que eu quero sab… - foi interrompida.

Seu telefone vibrou. Ela o tirou do bolso e checou o que era.

– Mani perguntou se estávamos bem e mandou usarmos proteção. - viu outra mensagem. – A Cherry perguntou se era menino ou menina e a Lucy pediu pra ser madrinha. Loucas!

– Vou dar na cara delas quando chegarmos em casa. - falei.

– Vou ter o prazer de ajudar!

Ela observou algumas flores que estavam ali e se aproximou delas.

– Que lindas! - fiquei ao seu lado. – Essas cores estão tão…- sentiu o cheiro das orquídeas e sorriu. – …vivas.

– Não entendo de flores, mas realmente estão bem diferentes das que costumamos ver.

Ela começou a analisar. Camila era completamente apaixonada por flores, não sei se desde sempre mas quando a conheci ela já gostava. Sabia o nome de todas, e as reconhecia apenas vendo cada uma delas. Era surreal o quanto ela gostava disso.

– Tem girassóis, rosas…- mexeu em mais algumas. – Tem margaridas também e…

Parei de escutá-la quando vi a atração que eu tanto esperava pra ver, bem ali do outro lado da rua. Caminhei até lá, esquecendo mais uma vez que Camila estava ali. Eu não conseguia acreditar. Finalmente eu estava vendo aquilo.

De frente pra mim estava nada mais nada menos que Fontana di Trevi.

Abri minha boca em surpresa, dando um sorriso enorme em seguida. Peguei a câmera e tirei inúmeras fotos de todos os ângulos possíveis. Olhei pro lado e vi pessoas turistas fazendo o mesmo que eu. Tô pensando em seriamente me mudar pra Roma agora, mas isso seria loucura também. Sem conclusões precipitadas.

Camila apareceu do meu lado, me assustando. Ela deu um tapa forte no meu braço. Gemi de dor. Esse foi seguidos de outros, deixando meu braço vermelho e dolorido.

– Camz! - resmunguei.

– Sua estúpida! - continuou a me bater.

– Para!

Segurei suas mãos.

Ela grunhiu se debatendo pra que ela pudesse se soltar. Mas apertei com força, desviando dos chutes que ela tentava me dar.

– Se controla, mulher! - falei rindo.

Eu acho que não deveria ter feito isso, deixou ela mais irritada.

– Não acredito que você fez isso! - esperneou. – De novo, sua idiota!

– Amor, eu só estou empolgada! - falei.

Ela conseguiu se soltar. Pensei que ela iria me bater, mas ela apenas cruzou os braços fazendo aquele biquinho fofo.

– Eu vou pra casa! - disse se virando e caminhando pro outro lado.

– Camz…- chamei, mas ela nem me olhou.

Suspirei.

Pensei por alguns instantes, mas desisti. Indo atrás dela em seguida.

(…)

– O que quer fazer hoje?

Perguntei a minha mulher enquanto tinha ela deitada sobre meu peito no sofá.

– Nada. - falou baixinho.

– Poxa, é nossa lua de mel e você não quer fazer nada? - ela levantou um pouco o rosto pra me olhar.

– Lo, já fizemos praticamente tudo. - se virou de bruços, apoiando o queixo no meu ombro. – Já conhecemos as maravilhas de Roma, já tivemos um jantar, um picnic a luz das estrelas, nossa noite de núpcias…

Sorri.

– Bem que a gente podia repetir algumas certas coisas. - eu disse a puxando pra cima, fazendo seu rosto ficar perto do meu.

Ela sorriu maliciosamente.

– Você é muito pervertida! - acusou.

Me fiz de ofendida.

– E quem disse que eu estava falando do sexo? - rebati.

Ela arqueou a sobrancelha.

– Lauren…- fiz um som nasal. – A maioria das coisas pra você se referem a sexo. - franzi a testa. – Você consegue maliciar qualquer coisa.

– Que mentira!

– Você sabe que é verdade! - rebateu.

Ela tinha razão, mas eu não iria admitir.

Até porque, eu nem maliciava tanto assim.

Virei meu rosto pro lado e encarei a TV, apoiando meu cotovelo no encosto do sofá.

– Ficou em silêncio, concordou comigo. - falou.

– Eu não concordei com nada! - ri, voltando meu olhar pra ela.

Ela sentou sobre o meu quadril.

– Admita de uma vez! - alisou meus ombros.

– Não.

– Lo…

– Eu não tenho nada pra admitir, Camila! - me sentei.

Ela afastou uma mecha do seu cabelo pra trás da orelha e só então assentiu.

– Ok.

Disse, saindo do meu colo.

A conhecendo como eu conheço, não está tudo ok.

– O que acha de darmos uma volta e entrar em qualquer lugar que nos interessar? - sugeriu, cruzando os braços.

Arqueei a sobrancelha.

– O que mais quer conhecer, amor? - perguntei.

Ela sorriu de canto.

– Tudo!

Ela, no mesmo instante, correu para as escadas e subiu pro segundo andar. Provavelmente pra trocar de roupa, já que ela usava um dos meus moletons. Me levantei e fui atrás dela que estava no banheiro do quarto onde dormíamos. Me encostei no batente e a observei prendendo o cabelo em um coque, nua.

– O que foi? - abriu o chuveiro.

– Posso me juntar? - perguntei já tirando a blusa.

Ela assentiu.

Prendi meu cabelo também, e entramos juntas no box, fechando o vidro. Foi um banho rápido e agradável que envolveu alguns beijos, mas nada que passasse disso. Saímos depois de um tempo enroladas em um toalha, cada uma e voltamos pro quarto. Eu já fui me secando no caminho.

Entramos no closet. Vestimos nossas roupas íntimas e procuramos por algo bonito e simples ao mesmo tempo. Eu peguei uma calça jeans preta, uma blusa da mesma cor, suspensórios também pretos e meu Timber marrom escuro. Os vesti rapidamente enquanto Camila ainda procurava o que iria vestir. Me estiquei e entreguei a ela um cropped listrado azul com branco e uma calça jeans preta.

Ela me encarou e sorriu.

– Obrigado! - me deu um selinho e começou a se vestir rapidamente.

Soltei meu cabelo e me olhei pelo espelho que tinha ali, jogando o mesmo pro lado direito, deixando-os um pouco bagunçados, do jeito que eu gostava. E uma certa pessoa também. Abri uma gaveta que tinha ali e peguei algumas maquiagens.

– Pode passar em mim, amor? - pedi.

– Claro, babe! - pegou a base da minha mão e começou a passar em mim.

Ela fez algo básico como eu pedi, pois de acordo com ela eu não precisava de maquiagem pra ficar bonita. Eu sei, fofo. Preferi não passar batom e nem rímel, não era necessário mesmo.

Ouvi meu telefone tocar. Enquanto eu fui atender, Camila foi terminar de se arrumar. Notei que era uma chamada de vídeo da Vero. Me sentei na cama virando o abajur em minha direção pra conseguir uma iluminação melhor, distanciei um pouco meu braço e o levantei, atendendo em seguida.

– Oi, Velcrônica! - cumprimentei.

Camila me olhou confusa da porta do closet, enquanto passava um batom vermelho. Porém sua expressão mudou após ouvir a voz da minha amiga.

"E aí, Jauregay!"

Respondeu, em seguida as meninas apareceram do lado dela, junto dos meus pais e meus sogros. Franzi a testa.

– Nossos pais ainda estão aí? - ela assentiu.

"Desde o casamento. Sua mãe e Sinuhe fizeram um almoço delicioso pra gente. Nos reunimos na minha casa."

– Ah, sim! Sinto falta de vocês! - confessei.

Camila saiu do closet.

"Nós também sentimos!"

Cheryl falou.

"Cadê a Mila, Laur?"

Normani perguntou comendo um camarão.

– Encontrou um cara e me deixou. - brinquei.

– Mas que mentira! - a voz da minha mulher soou.

Camila escalou na cama e se sentou entre as minhas pernas, encostando a cabeça em meu ombro.

– Oi gente! - acenou pra eles.

"Vocês estão bonitas…vão pra onde?"

Lucy perguntou.

– Terminar de conhecer Roma. - respondi. – Vamos embora amanhã pela tarde, então queremos aproveitar mais um pouco desse lugar maravilhoso.

"Ou seja, vocês não sabem mais o que fazer, certo?"

Dinah disse.

– É quase isso, Chee. - Camila deu de ombros.

"Se vocês soubessem o tanto de coisa que eu e Cheryl fizemos na nossa lua de mel, não iriam ter dúvidas sobre o que fazer pra aproveitar. - Toni disse.

Ri entendendo o duplo sentido.

"Amor, cala a boquinha, cala!" - Cheryl tapou a boca da esposa.

"Como vocês estão?"- Sinu perguntou. "Roma é tão linda quanto nas fotos?"

– Estamos bem, sogrinha!

– E sim, mama, Roma é linda demais! - Camila respondeu.

"Quero sobrinhos!

O rosto do meu irmão apareceu rapidamente na tela.

– De novo? - indaguei.

Todos ficaram confusos.

– Como assim de novo? - Betty apareceu.

– Ah, eu não contei? Camila está grávida. - menti.

Minha esposa olhou pra mim, assim como eles. A olhei de volta e dei uma piscada discreta.

"Agora dedos engravidam?" - Vero questionou. "Se sim, por favor me ensina!"

– A mim também! - Toni disse.

Eu ri.

– É brincadeira, tapadas! - falei.

"Já era de se esperar!"

Ronnie disse, comendo alguma coisa.

– O que você está comendo? - não contive minha curiosidade.

"Torta de limão, sua mãe que fez."

Fiz cara de satisfação.

– Mamãe, eu sinto tanta saudade da sua comida! - falei. Ela sorriu.

– Então quer dizer que minha comida é ruim? - Camila me olhou.

– Não, amor, sua comida é ótima! - falei. – É que faz tempo que eu não como nada que a minha mãe cozinha, sinto falta.

"Quando voltarem, vou fazer aquela torta de frango que você gosta, filha."

Sorri pra minha mãe.

– Obrigado, te amo!

"Eu também, meu amor!"

– Bom, nós precisamos ir porque vamos sair. Nos vemos amanhã! - Camila disse.

"Tá bom, vamos parar de atrapalhar a lua de mel de vocês." - Vero disse. – "Até amanhã, garotas!

Todos acenaram.

– Tchau! - Eu disse antes de desligar.

Olhei pra minha mulher que ainda estava grudada em mim.

– Você é linda, sabia? - elogiei.

– Eu sei. - arqueei uma sobrancelha.

– Modéstia se despediu e tu nem viu. - brinquei.

Ela riu.

– Eu tô brincando, babe! - me deu um selinho. – Obrigado pelo elogio, você também é linda!

Me beijou de novo.

– Obrigado! - beijei sua testa. – Vamos?

Ela assentiu.

– Vamos!

Saímos de casa depois de pegar nossos documentos, dinheiro e trancar as portas. Decidimos não ir de carro já que queríamos conhecer o máximo do que não conseguimos ver por aqui. Observamos alguns artistas de rua e deixamos alguns trocados pra eles, entramos em uma loja de doce e compramos uma boa quantidade pra provarmos.

Porém, antes de continuarmos nossa aventura, decidimos parar pra comer algo. Entramos em um restaurante qualquer, nem ligando pra nada. Pedimos uma mesa e nos sentamos, o garçom logo veio nos atender. Fizemos nossos pedidos e aguardamos. Depois de comermos e bebermos algo delicioso, paguei a conta e saímos dali, voltando para o nosso "turismo".

Camila entrelaçou sua mão na minha enquanto caminhavámos pelas ruas olhando em volta. Avistamos uma ponte com um riacho fundo e grande na qual logo minha esposa me puxou pra lá, apenas porque ela queria passar por ela. No fundo, atrás de nós, tinha um hotel enorme que tinha luzes amarelas brilhantes que iluminavam tudo ao redor.

Era lindo!

– Nosso último dia…- ela disse. – Eu gostaria de ficar mais um pouco.

Acariciei sua mão.

– Eu também, babe!

Ela me olhou.

– Eu amei tudo, tá? Foi incrível passar esses dias com você, apenas. - confessou.

Sorri.

– Pra mim também foi maravilhoso, sempre vai ser assim com você, Camz.

Paramos no meio da ponte e viramos uma de frente pra outra, com as nossas mãos dadas.

– Promete que nunca vai me deixar? - ela juntou nossas testas.

– Eu prometo, porque eu não seria louca de fazer isso! - respondi.

Seus olhos encontraram os meus.

– É que as vezes eu tenho medo de te perder. De você não ser real, entende? - soltou o ar de seus pulmões.

Direcionei uma de suas mãos até meu rosto, e acariciei.

– Está tocando minha pele, não está? - ela assentiu. – Então, viu? Eu sou muito real, amor. Você nunca vai me perder!

Ela me tocou com as duas mãos. Agora minha nuca.

– Eu te amo.

– Eu te amo. - respondi.

E então nos beijamos.

Só Camila me fazia sentir as famosas borboletas no estômago, os arrepios em todo o meu corpo, as chamas em meu interior, o desejo gritante dentro de mim, os batimentos acelerados do meu coração, a confusão de todos os sentimentos na minha mente, a paixão que existia em mim chamando por ela.

E principalmente…

Todo o amor que tinha para oferecer a ela.

Porque Camila era a mulher da minha vida.

Desde o início.

Sempre foi e sempre vai ser.

Porque ela é minha e eu sou dela.

E nada vai mudar isso.


Notas Finais


Lamento dizer que talvez seja o penúltimo capítulo dessa história gente😟😟

Está acabando.

Perdoem os erros.

Abraços e Tchauzinho.


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