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História Nerds (Imagine Katsuki Bakugou) - Capítulo 10


Escrita por:


Notas do Autor


Boa leitura<3


Bejus :3

Capítulo 10 - Nove segredinhos


E foi assim que fui parar na sala do diretor Nezu.

  – Uma espada? - Ele repetiu

  – Isso! - Eu estava com a espada nas minhas coxas, com muito cuidado para eu não me cortar.

  – Espada invisível - Eu murchei na hora em que ele disse isso.

  – Não - Estava triste até.

  – Pelo que você está me dizendo, você leu em voz alta na biblioteca, que é errado, mas você leu. E então uma espada apareceu embaixo de uma pilha de livros e só você consegue enxergar essa espada, mas ela pode cortar coisas muito bem.

  – Agora o senhor está me entendendo.

  – Então vemos que sua peculiaridade tem uma bela de uma extensão. Parabéns.

  – Como? 

  – Vamos testar isso primeiro - Ele pegou uma caneta e começou a escrever alguma coisa e depois passou a folha para mim – Leia e veremos se é verdade mesmo - Peguei o papel e lá havia escrito caneta.

  – Caneta - Li em voz alta e algo caiu da estante do diretor, retirei a espada do meu colo e coloquei no chão, andei para perto da estante e peguei uma caneta que havia caído no chão – Consegue ver? - Perguntei ao diretor.

  – Não senhorita [Nome] - Sorri e me sentei onde estava sentada antes.

  – O que eu faço agora?

  – Tente escrever com essa caneta - Peguei a mesma folha de papel em que estava escrito caneta e escrevi nela, a tinta saía  normalmente pra mim.

  – Agora consegue ver? - Ele olhou para o papel e em seguida olhou nos meus olhos.

  – Consegui ler perfeitamente senhorita [Sobrenome], e eu não sou um rato - Eu devo ter perdido minha cor. Ele realmente leu o que eu escrevi:

  Diretor Nezu é um rato.


  De repente a caneta da minha mão sumiu como se fosse mágica, mas o que eu escrevi ainda estava muito bem nítido na folha.

  – Diretor Nezu, a caneta da minha mão sumiu - Ele olhou para a folha de papel e suponho que ele ainda consegue ler.

  – Você ainda tem sua espada? - Depois que ele disse isso rapidamente eu olhei para o chão encontrando a mesma.

  – Sim - Eu continuava a encarar a espada e me perguntava como ela ainda não sumiu.

  – Bom. Está liberada senhorita [Sobrenome], pode esquecer o incidente da biblioteca. Comunicaremos sua mãe e seus professores. Não se esqueça de levar sua espada. Nos diga se ela sumir - Coloquei minha mochila e agarrei a espada com as duas mãos.

  – Tchau Diretor Nezu.

  – Até logo senhorita [Sobrenome] - Depois disso saí da sala. A partir do momento em que estava fora do edifício da exola eu estava com um sorriso gigantesco, andei saltitante pelo caminho inteiro. Fiz algumas manobras com a espada e cortei alguns sacos de lixo, nada muito importante.


   ~Meses antes

   Narradora pov

  [Mãe] ou mais conhecida como Tyou, a heroína número 2 se encontrava agora na sala do diretor da U.A.

  – Então terei que deixá-la ir com a espada - A moça assentiu, ela já havia previsto o que ia acontecer, a jovem descobrir o poder que tem ao ler em voz alta, o incidente na biblioteca. Tudo já havia sido previsto.

  – Se você não deixá-la ir com a espada, coisas horríveis podem acontecer. Diga a ela que vai me comunicar e eu a levarei a um médico, mas não diga que eu já sabia de tudo.

  – Conte comigo Senhora [Sobrenome].


   [Nome] pov

  Estava absurdamente alegre a espada ainda não sumiu, mas não a levei para a escola, ela é muito grande cara. Estava andando em direção a exola com um livro sobre gatos na mão, simplesmente não resisti e tive que ler em voz alta – E saiu daquele beco um gato preto com grandes orbes esmeraldinas, um gato com pelos tão azuis que poderia ser comparado facilmente com um pedaço do céu e finalmente uma gata branca e mui formosa - Quando estava acabando de ler sobre a gata vi um beco e em seguida notei 3 gatos saírem desse beco, um gato preto, um gato azul e a gata branca – Isso não pode ser coincidência, tem que ter alguma ligação com o livro ‐ Vi os 3 gatos passarem por mim e eles sumiram em outro beco – Eu preciso saber o que mais posso fazer - Comecei a correr em direção a exola e não parei até chegar ao edifício.


(...)


  Abri a porta, ou melhor, arreganhei a porta com um sorriso giganorme no meu rosto. Vi os poucos alunos que estavam na sala arregalarem os olhos.

  – Quem quer ver seus sonhos de leitura se tornarem realidade!? - Falei olhando para ninguém em particular.

  – Eu quero [Nome]-Chan! - Uraraka levantou sua mãozinha para cima e eu cheguei perto dela, sem nem me importar de fechar a porta, um garoto correu super rápido para fecha-lá e eu o ignorei.

  – Então me dê um livro fofa! - Ela correu para sua mochila e eu vi Katsuki e acenei para ele, ele acenou sutilmente de volta.

  – Aqui [Nome]-Chan - Ela me deu um livro sobre João e Maria.

  – Vou ler apenas sobre a casa de gengibre ok? Não quero ver nenhuma bruxa - Comentei rindo e procurando a página correta – E então eles viram uma grande construção, não uma comum como as outras, uma muito melhor, com paredes de gengibre, janelas de açúcar, pirulitos no jardim, e muitos outros doces espalhados pela grande construção - Do nada eu vi as paredes da sala de aula se tornarem açucaradas e eu me senti super orgulhosa. E aí me lembrei. Ninguém mais vê além de mim.

  – Não posso fazer nada, que chato. Uraraka-Chan me dá sua mão - Ela entrega uma de suas mãos e eu a levo até a parede da sala, começo a esfregar a mão dela levemente pela parede, tiro a mão dela e olho em seus olhos – Agora lambe - Todo mundo pareceu me encarar agora.

  – Mas [Nome]-Chan….

  – Lambe Uraraka. Agora - Ela pegou um de seus dedos e passou levemente na boca, logo seus olhos se arregalaram.

  – Como você? O que?! - Todos estavam encarando Uraraka perplexos até que Mina resolve fazer a mesma coisa, assim que ela prova, ela me encara e também arregala os olhos.

  – [Nome]-Chan como você fez isso menina?! - Ela estava na minha frente e do nada começou a me abraçar – Uma parede doce. Do nada você começou a ler e eu tava te achando mó estranha e então mandou a Uraraka lamber o próprio dedo. MAS NO FINAL A PAREDE ERA DOCE! ME DIZ QUE EU NÃO VOU MORRER SE PROVAR MAIS! - Ela me balançava freneticamente para frente e para trás enquanto encarava os meus olhos.

  – Eu ainda não sei muito bem como funciona. Só sei que apenas eu consigo ver mas todos podem sentir. Espera aí - Me soltei dela e corri até a carteira do Katsuki, eu tenho mais intimidade com ele que tem óculos do que com o cara robô que também possui óculos.

  – Katsuki me empresta teus óculos aí rápidão sim? - Fiz a melhor carinha de cachorrinho abandonado que podia e recebi um suspiro em troca.

  – Só não quebra ele tá? - Ele me entregou os óculos e eu sorri.

  – Brigadinha Katsuki - Dei um beijinho na sua bochecha e fui até a minha mochilinha, peguei papel e caneta e anotei tudo o que precisava, agora só precisava ler.

  – E então aquele simples óculos recebeu um upgrade, agora quem o estivesse utilizando observaria tudo o que um olho normal não vê, mas isso apenas por 1 hora - Terminei de ler e entreguei os óculos para a Mina, ela o pegou e o colocou nos olhos, e eles se arregalaram mais uma vez enquanto ela olhava ao redor.

  – Aaa! Então tu enxergava tudo isso menina, que isso xente? Ameizin! - Ela cutucava o glacê preso nas paredes e o observava atentamente, me senti bem por ter feito isso. Mas não durou muito tempo pois caí dura no chão. Desmaiei.


Notas Finais


Tchauu


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