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História Never - Mark Lee, nct. - Capítulo 2


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Notas do Autor


Olá, abiguinhos.

Obrigada pelos favoritos e comentários, eu tô muito feliz, obrigado mesmo, mas tenho que me desculpar por ter dado falsas esperanças sobre eu postar um novo cap no sábado, sábado esse que ainda era do ano passado. Sorry, de agora em diante não vou mais garantir que vou postar em tal dia, vou de surprise mesmo, pra não deixar vcs iludidos.

Boa leitura (:

Capítulo 2 - Manias velhas


Fanfic / Fanfiction Never - Mark Lee, nct. - Capítulo 2 - Manias velhas

- Que macarrão ótimo, S/n! Aprendeu a cozinhar na Europa? - Perguntou a mãe de Mark.

Sua tia havia ficado para o jantar e por sorte ou azar, também havia se oferecido para fazer.

- Qualquer um faz macarrão, mãe. - Disse o Lee com a cabeça deitada sobre a mesa de madeira.

- Porra, Mark! - Sua tia riu. - Não me humilha assim, essa é uma das poucas coisas que eu sei cozinhar, poxa. - Fez um bico.

- N-não foi isso que eu quis dizer, tia. Me desculpe. - Levantou a cabeça da mesa a observando.

- Tudo bem, pelo o menos falou a verdade. - Sorriu gentil.

- Orégano.

- O que? - Disseram S/n e o sobrinho em uníssono.

- Orégano é bom, vou buscar, tá no meu quarto. - Correu saindo cozinha porta a fora.

A mais nova riu colocando mais macarrão em seu prato. Enquanto isso, o mais novo a observava descaradamente, era constrangedor se a mesma percebesse, porém inevitável, o mais alto queria saber se com aquele retorno, voltariam a conviver como antes, seria interessante e essa possibilidade animava Mark, coisa muito rara vindo do mesmo.

- Olha... - Disse com a boca cheia de macarrão. - Não é querendo me gabar, mas isso... tá muito bom. - Fez sinal de legal com a mão e com a outra segurava o prato repleto das tiras enroladas por extrato de tomate. O mais novo riu. - Você não quer? Tem queijo, do jeito que você gosta... quer dizer, ainda gosta, não é?

- Gosto. Gosto sim. - Respondeu ainda sorrindo.

S/n enrolou uma pequena quantia de macarrão em um garfo colocando em frente a Mark, que por sua vez aproximou sua boca do alimento, logo o colocando na boca sentindo o sabor ótimo da comida. Aquilo estava inegavelmente esplêndido.

- Bom, né? Ô glória, aleluia! - Gritou começando a dançar na cozinha enquanto comia.

O mais novo colocou a mão na frente dos lábios, sentia que poderia se engasgar. Outra velha mania desenterrada: O senso de humor no qual o sobrinho jamais havia se esquecido.

- Acho que eu vou colocar uma música gangsta pra tocar. - Gargalhou colocando o prato na mesa digitando no celular atrás de Still Dre.

- Tia! - Mark deu sua típica rara risada esquisita.

- Lembra?! - Gritou devido a música alta.

- Minha mãe vai te mata-

- MÚSICA DE BANDIDO! QUE MERDA DE MÚSICA É ESSA?! - A senhora Lee gritou.

A mãe de Mark corria atrás do celular na mão da irmã e enquanto isso o mais novo tinha um ataque de risos encostado na mesa, soltando mini lágrimas de felicidade, essas que eram raras serem libertas.

"Que saudade, tia." - Pensou cessando o riso.

...

- Eu gosto de rap, sempre gostei. - Disse S/n.

- Como eu não sabia? Achei que Still D.R.E era só uma brincadeira pra irritar a mamãe. - Comentou Mark finalmente se empanturrado com o sucessor do antigo macarrão, esse que tinha se esvaído rapidamente.

- Eu não ia te encher com interesses musicais, você era só uma criança, mal prestava atenção nas pequenas frases que eu te dizia, quanto mais em um discurso sobre a origem do hip-hop. - Riu.

- Bom... mesmo sem saber e-eu herdei esse gosto.

- Sério?! - Se ajeitou na cadeira.

- Sim. Infelizmente a mamãe se recusa a gastar dinheiro com... - Riu soprado. - "Música de bandido".

- Ela também nunca engoliu esse meu gosto. - Aproximou o rosto para perto do mais novo. - Você viu? Quase me bateu. - Sussurrou.

- Eu vi. - Sorriu. - Onde ela está? - Virou a cabeça para trás.

- Deitada no sofá. - Respondeu pegando o garfo do garoto de sua mão para levar uma quantia do alimento para seus lábios.

Poderia parecer loucura, mas aquele simples gesto, fez com que o Lee de dezenove anos desaparecesse, dando lugar ao menino de seis anos retornasse, mas sensível do que nunca, porém mais mal intencionado também. Suas pernas afastaram-se uma da outra lentamente como mágica, suas costas deslizavam quase imperceptivelmente pelo encosto de madeira.

Esse efeito é bom ou perigoso? Talvez os dois, a combinação perfeita. Então seria esse o efeito que S/n tinha sobre ele? A submissão instantânea cada vez que o garoto maquia uma cena excitante em seu cérebro?

"Será que você não consegue ter controle sobre você mesmo, seu idiota? Ainda tem treze anos? Tem certeza de que você é um cara de dezenove?" - Pensava Mark fechando suas pernas e se ajeitando no assento. Por sorte, sua tia estava muito ocupada olhando o relógio de ponteiro acima de sua cabeça.

- Nunca aprendi a saber as horas por relógios assim. - Apontou para o objeto cujo fazia um tic-tac constante.

- Qualquer dia eu posso te ensinar. - Respondeu empurrando o prato para o meio da mesa. "Chega de macarrão." - Pensou.

S/n sorriu soltando ar pelo nariz. - É engraçado você dizer isso, antigamente... eu que falava isso e acabava nunca te ensinando o que eu tinha prometido. E agora... - Levantou o tom suspirando. - Você já aprendeu até o que nem eu sei. - Se aproximou colocando uma de suas mãos nos fios de cabelo do mais novo.

- Tia... - Sussurrou.

- Eu gosto muito de você. Eu fico muito feliz por você ter crescido e estar tão bem e ser tão inteligente como você é. - Beijou a lateral da testa de Mark se levantando da cadeira. - Está tarde. Vou tomar um banho e dormir. - O observou sorrindo enquanto saía da cozinha passando lentamente seus dedos entre os cabelos macios do sobrinho.

- Não posso ser tão manteiga derretida assim. - Sussurrou preocupado colocando uma das mãos na cabeça. - O sorriso continua bonito. - Sorriu bobo


Notas Finais


Cap curto e meio sem emoção, but ok.


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