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História Never - Mark Lee, nct. - Capítulo 4


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Notas do Autor


Iae gente, em plena época de corona vírus, eu consegui extrair uma micro coisa boa para vcs, um new chapter. Leiam e não se esqueçam de lavar as mãozinhas, deitar nas camas enroladas no cobertor com o ventilador ligado pq tá calor e ficar em casa, quer coisa melhor?!

Boa leitura.

Capítulo 4 - Detalhes percebidos.


Apesar de ainda estar anestesiado pela notícia repentina da viagem de sua mãe para a França, não era pela saída da mãe que seu coração pulsava freneticamente, num ritmo extra rápido, e sim por sua tia recém chegada, parecia coisa do ruim, para quê colocá-lo em tamanho constrangimento?

Jogá-lo por cima dos ombros de sua tia em plena época de atualização. Sim, pois agora tentava se acostumar com essa mulher madura de hoje, porquê à anos atrás ela era sua noona na purberdade, agora seria capaz de tirá-lo a adolescência que ainda corria em suas veias para transformá-lo num homem.

 

A garota/mulher, vinha-o buscar dentro de poucos dias, enquanto isso, chegava para visitá-los constantemente, não podia mentir, estava felicíssimo, a conversa sobre Hip-hop no dia do macarrão não havia sido interrompida por ali, S/n fizera várias citações de rappers antigos e Lee compartilhou  seu conhecimento sobre trappers e rappers atuais, não que a mulher não soubesse, mas era bom se atualizar de poucos que preferia deixar de lado, no fundo, sabia que era ruim o fato de não gostar de coisas novas logo de cara.

 

Que bom que tinha Mark para ajudá-la.

 

A senhora Lee não se aguentava de euforia, ainda faltavam cerca de quatro dias para viajar e já tinha uma mala, das cinco que planejava levar, a irmã e o filho achavam exagero cinco malas, porém desistiram de opinar, combinaram que um dia antes, a convenceriam a levar apenas duas malas. Enquanto a viagem não acontecia, a mais velha estava curtindo ao máximo a volta de sua irmã, para ela, era uma alegria ver que tudo estava voltando as antigas, principalmente o fato da reaproximação de S/n e Mark, amava-os mais que tudo e era bom ver que os dois ainda se gostavam como quando eram adolescente e criança, era comovente a volta dos dois depois de anos separados. Apesar de ir também resolver um divórcio em Paris, estava tão feliz que ter que olhar para a nova esposa de seu marido durante a assinada de papéis se tornava banal, supérfluo.

 

Lembranças On

 

- Sai! Eu não quero mais brincar com você! - Disse o pequeno Mark, birrento.

 

- Por quê, amor? O que eu fiz? A titia fez alguma coisa? - agachou-se em frente ao pequeno, que tinha um bico nos lábios.

 

- Você me abandonou pra ficar com o Jake cabeçudo! - cruzou os braços virando o rosto, ignorando o olhar de sua noona sobre si.

 

- Own, Mark, eu sou sua, meu amor. - Sorriu com ternura. - Sou toda sua. - repetiu segurando o queixo do menino com as mãos, virando seu rosto para sua direção. - Agora o "Jake cabeçudo" já foi embora e eu vou brincar com você.

 

- Só comigo? Promete? Pra sempre? - Perguntou com os olhos brilhantes.

 

- Sim, prometo, pra sempre, meu amor.

 

Lembranças Off

 

Ainda se lembra do meu ex namorado, Jake? - Perguntou ao sobrinho.

 

Aquele era um momento de lazer, depois do almoço abundante que a senhora Lee fizera, uma bela de uma lasanha, rios de macarrão, bolo de carne, um pequeno-grande churrasco, estes pequenos prazeres renderam aos três uma bela de uma barriga digna de uma grávida de Taubaté, "grávidos do Canadá", seria um ótimo trio, a diferença seria apenas a barriga que não era falsa e sim verdadeiramente verdadeira. Estavam sentados, cada um numa cadeira de balanço, um ao lado do outro, como velhinhos lembrando do passado revigorante.

 

- Sim, lembro. - Mark colocou a mão na barriga fechando os olhos, era uma sensação boa a de estar tão cheio ao ponto de que se caísse no chão não conseguiria se levantar se fosse de frente, ficaria como uma barata a tentar levantar-se.

 

- Sentia muito ciúmes dele, não é? - disse com os olhos fechados, desfrutando de seu inchaço estomacal.

 

- Quem? - Perguntou apertando os olhos.

 

- Você, oras. - Virou a cabeça para o lado, abrindo os olhos para encará-lo.

 

 Mark abriu os olhos surpreso devolvendo o olhar neutro de sua noona, que esperava sua resposta. - Bom, e-eu…

 

Vivia emburrado quando eu te deixava para ficar com ele. - Riu nasalado. - Naquela época… - Suspirou. - Eu estava muito mal comigo mesma e… parece bobo, mas com aquele ciúmes todo, você me fazia sentir especial, lembro que no dia que eu fui embora, você disse que precisava de mim. - voltou a fechar os olhos. - Aquilo doeu no meu coração. - Sussurrou.

 

A vermelhidão começou a tomar conta do Lee, que estava sentado ao lado da mesma, tentando formular uma resposta plausível para responder aquele comentário tão repentino e profundo. Era tão bom e ao mesmo tempo tão ruim lembrar de tudo aquilo, ao mesmo tempo que o confortava e o fazia sorrir, algumas lembranças faziam o garoto querer virar um avestruz de tanta vergonha e, estes episódios de ciúmes de Jake com sua noona, eram coisas que para ele, mereciam ser enterradas junto com a versão Little Jaelous Mark.

 

- B-bom, mas você me largava sempre, lembro que quando começou a namorar com ele, não falava nem ficava com outra pessoa. - Depois de dita a frase, o Lee constatou finalmente que era, definitivamente, uma máquina fabricante de merda ambulante. Que bosta de resposta era aquela? O Little Jealous Mark evoluiu para um Big Jealous Mark?

 

S/n no começo, não soube como reagir, porém, depois de um tempo, apenas sorriu terna, seu menino continuava protetor e carente.

 

Ainda tem ciúmes de mim? Mesmo depois de tantos anos ainda tenta justificar seus atos de quando tinha..?

 

- N-não! E-eu só… - Suspirou. - Droga, me sinto tão nervoso perto de você! - Outra merda.

 

- O-o que? - Sorriu largamente desencostando sua coluna do encosto da cadeira de balanço, que inclinou para a frente com o ato.

 

- E-eu... não. - Mark suspirou tentando normalizar seus batimentos cardíacos.

- Eu não sinto mais ciúmes, eu apenas estou colocando para você o tipo de pensamento que eu tinha sobre isso na época. A senhora entendeu errado. - Concluiu mexendo os dedos no moletom preto.

 

- Está bem, Mark, ok, eu só estava tentando brincar com você. Não precisa ficar nervoso, essa é a última coisa que eu quero fazer com você. - Falou mostrando seus dentes brancos e perfeitamente alinhados.

 

-  Ok. - O Lee respondeu baixo e rouco, observando a tia desviar o olhar de si, para a pequena horta que tinha em seu quintal, junto com as flores coloridas que deixavam o lugar mais bonito.

 

O mais novo poderia apreciar o local com mais atenção seguindo o fluxo de sua noona, porém estava tediosamente acostumado com o jardim/horta, então preferiu permanecer com o olhar na lateral do rosto de S/n, seu maxilar era bonito, bem feito e levemente marcado, seu nariz não era empinado, porém era bonito, um bonito que não pode ser descrito, seu olhar desceu pelo ombro alheio, observando o lindo brilho que ali se encontrava, como se estivesse suada, mas de um jeito charmoso e sexy, naquele dia estava de vestido, era florido, parecia uma menina, Lee sorriu de lado.

 

- Está feliz por ir morar comigo por alguns dias? Já vou avisando que não sou muito de agitar a casa e tudo mais... - Riu a mulher desviando o olhar do jardim/horta para olhar para o garoto novamente.

 

- Somos dois. - Mark riu nasalado.

 

- Eu tenho um gato, o nome dele é Snowbell, em homenagem ao Stuart Little, ele tem cara de gato arrogante, por isso coloquei esse nome nele. - Suspirou.

 

-  Sério? Qual a cor?

 

- Ele é todo cinza, não é muito peludo...

 

- MAAAAAAAAAAAAARRRRKKKKK! - a senhora Lee gritou de dentro da casa, a tia e o sobrinho taparam os ouvidos com o grito.

 

- O que foi, mãe?! - Perguntou.

 

- VOCÊ TÁ ACHANDO QUE EU SOU DOMÉSTICA, PALHAÇO?! VENHA JÁ TIRAR ESSA TOALHA DE CIMA DA CAMA! - Gritou histérica.

 

S/n segurou o riso e o garoto tentava fazer o mesmo. - E VOCÊ, SUA LAGOSTA DO HAWAII, VENHA ME AJUDAR COM ESSA LOUÇA, PESSOAL INGRATO! ACHANDO QUE EU SOU DOMÉSTICA?! POIS EU NÃO SOU!

 

-  Vamos, já estou até imaginando a chinela voando.


Notas Finais


Até logo.


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