História Never Be The Same - Camren - Capítulo 95


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Categorias Camila Cabello, Fifth Harmony
Personagens Personagens Originais
Tags Camren, Comedia, Drama, Luta, Romance, Surf
Visualizações 805
Palavras 1.197
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Esporte, Famí­lia, Festa, LGBT, Luta, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Bom dia amorzinhos.

Capítulo 95 - Ensinando a surfar


Fanfic / Fanfiction Never Be The Same - Camren - Capítulo 95 - Ensinando a surfar

P.O.V  Lauren

Bato os meus braços  na agua nadando e olho para trás vendo a Angelina deitada de barriga para baixo na prancha, ela mexia as mãozinhas na agua mas não nadava perfeitamente bem, por sorte a minha prancha está amarrada com uma corda na dela e para onde eu vou, a pequena vai comigo. Estou ensinando-a a surfar, tem que aprender desde pequena e quando ela estiver com cinco aninhos, já vai estar arrasando no mar com poucas manobras. Volto a nadar em direção a uma pequena onda que se formava, Angelina está com boias em seus braços e um óculos de mergulho em seus olhos.

Fico rapidamente de pé, não estamos no fundo e isso facilita muitas coisas, a onda bateu em minha prancha e eu já me preparei para fazer uma manobra, Angelina se agarrou mais ainda em sua pequena prancha com medo de cair. Derrapei pela onda começando primeiro com essa manobra leve, minha filha tombou para o lado e quando iria cair no mar, me jogo para perto dela, agarrando o seu corpinho antes que alguma coisa acontecesse. A pequena se agarrou forte em mim e começou a rir, ela não estava com medo até agora?

- Sua sapequinha – Beijo o seu pescoço arrancando mais ainda risada dela.

- Mamãe!

- Olha meu amor, você tem que ficar de pé na prancha – Puxo a sua pequena prancha rosa com o seu nome cravado – Suba aqui.

- Subir? – Angelina me olhou um pouco confusa.

- Isso, deixa eu te ajudar – Coloco-a em cima da prancha e seguro as suas mãos – Não solte as minhas mãos.

- Cair – Angelina disse apreensiva.

- Não vai cair meu amor, presta atenção na mamãe – A mesma me olhou com um pouco de medo – Não vou te deixar cair.

- Não?

- Não, meu amor – Nego com a cabeça – Confia na mamãe?

- Sim – Angelina olhou para baixo e flexionou seus joelhos.

- Isso minha princesa, do jeitinho que te ensinei – Sorrio orgulhosa – Agora você vira um pouco os seus pés para ter mais equilíbrio.

- Como? – Angelina questionou em confusão.

- Desse jeitinho – Delicadamente arrumei os seus pés na prancha – Entendeu?

- Uhum – Angelina fez um som nasal enquanto olhava para os seus pezinhos.

- Agora vou te levar para aquela pequena onda, vou estar o tempo todo com você.

Angelina sorriu sapeca e acenou varias vezes com a cabeça, paro de segurar apenas uma mão sua para eu poder empurrar a prancha, Angelina voltou a ficar apreensiva mas parou assim que percebeu que não iria cair. Assim que nos aproximamos da pequena onda que se forma perto do raso, ajudo-a a se equilibrar sobre aquelas aguas aglomeradas e solto levemente a sua mão, ela nem tinha percebido isso. Minha filha olhava bobamente para o mar e parecia muito bem concentrada, obviamente ela não fez uma manobra por não saber mas já ficando equilibrada está de bom tamanho.

- Olha só, o meu amor conseguiu – Bato palmas.

- Pega mamãe – Angelina se jogou em meus braços, rapidamente a agarrei.

- Estou orgulhosa de você – Beijo a sua testa.

- Digam “xis” – Escutei a voz de Camila perto do mar, viramos rapidamente para ela e a mesma está com o seu celular em mãos.

- Xis! – Angelina e eu dissemos ao mesmo tempo com sorrisos.

- Esses são os meus amores – Camila mandou um beijo no ar – Venham para cá, preparei lanches deliciosos para vocês com um belo suco natural de morango.

- Mama, é incrível, não é? – Indago para a minha filha.

- Amo mama – Angelina foi as pressas para a areia enquanto puxava a corda da prancha.

- Hija, você vai ser uma surfista tão boa quando a sua mamãe – Camila a pegou no colo – Minha pequena latina.

- Tenho duas latinas em minha vida – Suspiro toda boba, abraço ambas ao mesmo tempo – Meus amores.

- Fome – Angelina murmurou com a mão na barriguinha.

- Vamos comer – Dou um beijo estalo nos lábios da minha esposa – Amo você, minha rainha.

- Eu te amo, Lolo – Camila acariciou a minha bochecha – Vamos lá.

Fomos para perto do quiosque, as nossas amigas não puderam dar atenção por estarem trabalhando bastante e bem concentradas. Nos sentamos em uma mesa disponível, Angelina ficou sentada em meu colo. Camila colocou dois pratos com os nossos lanches e o suco de morango, dei a primeira mordida já aprovando aquela delicia. A minha filha abocanhou o lanche e mastigava lentamente, o dela não tinha tantas coisas como tem no meu, então ela não vai se engasgar facilmente.

- Como devagar, meu amor – Camila ditou – Não pode se engasgar.

- Tá mama – Angelina acenou e esticou ambas as mãos para pegar o copo.

- Está gostoso? – Camila perguntou olhando para a nossa princesinha.

- Muitão – Angelina respondeu antes de beber uma bela golada do suco, os cantos de sua boca ficou rosado pelo liquido.

- Deixe-me limpa-la – Camila pegou o guardanapo e passou na boca da nossa filha – Prontinho.

- É tão gostoso ver o jeito que você cuida dela – Comento sorrindo – Você é uma ótima mãe, Camz.

- Ah meu amor, você também é fantástica – Camila puxou uma cadeira para se sentar ao meu lado – Eu vi tudo quando ensinou a nossa pequena a surfar, ela está arrasando.

- Você não fica com raiva dela gostar das mesmas coisas que eu?

- Amor, porque eu ficaria? – Camila me olhou incrédula – Eu amo o jeito que ela puxou a você, isso só me deixa mais boba apaixonada.

- Mas a Angel não puxou somente a mim, ela tem muitos traços latinos – Murmuro encantada – E tem momentos que se parece tanto com você que me deixa encantada.

- Viu só? Uma junção perfeita de nós duas – Camila selou os nossos lábios.

- Não pode – Angelina esticou a mãozinha para tampar a boca da latina.

- Porque meu amor? – Perguntei indignada.

- Não – Angelina fez um bico e ficou emburrada – É feio.

- Era só o que me faltava – Camila revirou os olhos mas riu – Neném, não pode fazer isso.

- Pode.

- Você tem que deixar eu e a mama nos beijarem – Aperto a pequena me meus braços.

- É feio – Angelina sai do meu colo e vai para o colo da minha esposa – Mama, não pode.

- Minh ciumenta – Camila deixou um beijo a testa da nossa filha – Puxou a mamãe Lo.

- O que? Eu não sou ciumenta – Cruzo os meus braços – Você que é.

- Eu? – Camila apontou para si mesma – Me poupe querida, você é mais.

- Não sou.

- É sim.

- Menta – Angelina gargalhou como se fosse a palavra mais engraçada.

- Ciumenta – A corrigi.

- Vamos fazer o seguinte, somos ciumentas e não podemos negar – Camila disse e eu aceno.

- É mesmo, não quero ninguém perto da minha mulher.

- Eu não disse? – Camila sorriu vitoriosa.

- Vou lá conversar com uma gatinha – Provoco-a.

- Cabello Jauregui, nem inventa – Camila me olhou com raiva.

- Ahá! – Solto uma risada – Ciumenta!

- Pepeta – Angelina se intrometeu – Pepeta.

- Toma aqui – Camila colocou a chupeta na boca de nossa filha.

- Meus amores – Beijo a bochecha de cada uma.


Notas Finais


Essa família é louca e ao mesmo tempo um amorzinho.


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