História Never Been Goodbye - Capítulo 5


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Categorias Bangtan Boys (BTS), Blackpink, EXO
Personagens Byun Baek-hyun (Baekhyun), Jennie, Jeon Jungkook (Jungkook), Jisoo, Jung Hoseok (J-Hope), Kim Jong-in (Kai), Kim Namjoon (RM), Kim Seokjin (Jin), Kim Taehyung (V), Lisa, Min Yoongi (Suga), Park Jimin (Jimin), Rosé
Visualizações 12
Palavras 3.381
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Ficção, Hentai, LGBT, Luta, Magia, Mistério, Romance e Novela, Sobrenatural, Suspense, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Espero que gostem......

Capítulo 5 - Pesadelo


Como era de se esperar eu e Henry ficamos estranhos um com o outro depois daquele bendito beijo, toda vez que tentei tocar nesse assunto ele mudava para outro imediatamente, e também continuei lendo o diário de Anne maioria das partes era sobre esses feitiços que ela aprendia um tédio na verdade, o dia passou rápido e eu passei esse dia inteiro na casa de Henry realmente estou muito cansada e preciso dormir.

Novamente me encontro naquele quarto, porém ele estava diferente estava mais velho, o cheiro de mofo fazia minha “querida” rinite atacar e a poeira ajudava, estava completamente cheio de teias de aranha, a escrivaninha de Anne estava quebrada a madeira estava podre o chão cheio de ratos aquilo me dava ânsia e eu não estava na cama como daquela vez pois nem havia uma cama no local só havia alguns pedaços de madeira no lugar nem havia uma janela o quarto estava totalmente exposto a qualquer coisa, no momento em que eu estava na janela pude ver lá fora uma garota e um garoto eles estão muito longe então não consigo identificar quem é pois a fogo em volta dos mesmos,  a fumaça cobre uma noite que com certeza era bem iluminada, procuro achar a porta da casa e saio de lá e tudo que vejo é o caos tudo esta destruído a vila que havia ali não existe o cheiro de sangue se impregna em minhas narinas a imagem de pessoas caídas no chão me apavora mais continuo focada no que esta acontecendo naquelas únicas duas pessoas que há em todo o lugar, eles não se importam com o que esta acontecendo ao redor deles, discussão era isso que estava acontecendo vou me aproximando a cada grito que escuto dos dois, a cada passo consigo identificar o garoto era esse tal de Thomas que apareceu no meu outro sonho so que ele estava mais velho robusto, ai me lembro do meu outro sonho a Anne estava discutindo com ele e depois um homem misterioso o matou, voltei de meus devaneios e vi o homem misterioso se aproximando do Thomas corri em direção a eles gritei mais não estavam me escutando claro como iam escutar sendo que era só o meu sonho, em menos de um segundo uma adaga foi cravada em seu coração fazendo mesmo cair na hora mais antes que chegasse ao chão a garota que provavelmente era Anne o segurou em seus braços, o tal homem estava apenas parado ao lado dela e disse apenas um frase “foi preciso Anne” em meios a gritos soluços murmúrios escutei meias palavras “p-por..que...se..bas....tian...” apesar de eu não entender quase nada entendi perfeitamente quando ela disse o nome dele, as lágrimas rolavam em seu rosto intensamente ela não poupava nenhuma delas e isso por um motivo estava me deixando de coração apertado também, mais em menos de um milissegundo elas pararam automaticamente, senti um peso em meu corpo e um arrepio transpassou  em mim olhei para o lado e vi cinco pessoas dificilmente consegui identificar pois estavam cobertos por roupas escuras e em seu rosto só se via seus olhos negros e assustadores, Anne e Sebastian ficaram um ao lado do outro em seus rosto eu via tensão mais também havia raiva, ninguém trocou uma palavra sequer seus olhares já mostravam que estavam prontos para lutar até o último suspiro deles, apesar daquilo ser apenas um sonho estava me deixando tensa como eles, o que me assustou foi um dos cinco que estavam um pouco a minha frente me olhar intensamente olhei para trás pra ver se não havia outra pessoa ali mais estava vazio quando voltei o olhar ele já estava em minha frente chegou perto do meu ouvido e sussurrou “você já viu demais amorzinho” eu estava em choque minhas mãos estavam trêmulas o suor escorria por minha têmpora e descia pela bochecha por fim chegando ao chão, por último ele disse algo que me fez ficar tremendo por inteiro “nos vemos em breve amor”, acordei  imediatamente suando muito e tremendo olhei para o minha janela ela estava aberta levanto cambaleando indo em direção a mesma e olho para fora, e avisto nuvens pretas, carregadas, formavam-se velozes e turgidas, foram se acumulando, encobriram as estrelas arredias, a pálida lua, o vento rolava, gania, mudava de direção, um relâmpago riscou o céu, revelou num ápice as arvores vergadas pela força do vento, perdeu-se ao longe; seguindo-o, trovões ribombaram e se distenderam, aquilo indicava uma grande tempestade para o resto da noite e o começo do dia sem previsão de fim, fechei minha janela e deitei na cama mais não consegui dormir, a simples frase “nos vemos em breve amor” ecoava em minha cabeça incessantemente, por que diabos ele me chamou de amor?

Não dormi nada a noite inteira, levantei como previsto hoje está frio e por isso tenho de vestir roupas quentes e com certeza passarei o dia inteiro em casa ajudando minha mãe, lendo livros comendo e dormindo.

- _____ - minha mãe me chama.

- o que foi? –tomo um gole do meu café.

- você esta com olheiras não dormiu essa noite?

-tive um pesadelo não consegui dormir muito –falo a olhando e vejo o quanto preocupada ela está, levanto chego perto dela e faço um carinho em sua bochecha –não precisa se preocupar foi só um pesadelo –eu acho, penso sentando na cadeira novamente.

- espero que sim –sorri mais ainda assim vejo preocupação em seu olhar ela se preocupa tanto comigo –mais filha se acontecer saiba que estarei eu sou sua mãe e faço qualquer coisa por você –fala saindo da cozinha.

- filha papai vai sair quer alguma coisa da cidade sei que você não sai em dia de chuva –fala entrando na cozinha roubando um pedaço de pão meu –se você quiser eu compro mais só trarei a noite passarei o dia inteiro na cidade –fala sentando ao meu lado colocando café em sua xícara.

- por que você vai ficar o dia inteiro lá hoje não é a sua folga? A e não precisa me trazer nada –falo tomando o ultimo gole de café, lavando a xicara e guardando depois.

- vou passar o dia inteiro trabalhando na livraria, é meio que um bico sabe já que hoje estou de folga –fala com a boca completamente cheia do pão que ele me roubou –e sim hoje é minha folga mais eu gosto de trabalhar na livraria –toma um gole do café.

-bom já que você vai trabalhar na livraria hoje poderia me trazer alguns livros? E aproveite e leve os livros que eu emprestei mês passado já terminei de ler todos, estão em cima da minha escrivaninha, bom tem um que não o que está aberto na escrivaninha pode deixar –falo me virando pra encará-lo.

-trago sim, e também levo eles –se levanta beija minha bochecha –bom eu vou pegar seus livros no quarto –sai da cozinha mais logo volta na porta –tem alguma preferência de livro e quantos também.

- bom tem uma lista no meu quarto em cima do criado mudo, lá tem todos os livros que eu pretendia ir emprestar quando eu fosse devolver os outros –passo indo pro meu quarto acompanhada do mesmo –ali está os livros, vou pegar a lista –aponto para os livros, e vou em direção ao criado mudo –aqui está –entrego a lista.

- bom vou indo que já estou atrasado –guarda tudo na bolsa de couro preta e sai.

Procuro minha mãe e acho a mesma no quarto dela sentada lendo um livro qualquer e tomando café.

- você não pretendia organizar a casa hoje? –sento na cama vendo o que a mesma estava lendo –que livro é esse? –falo curiosa tentando ler o titulo que estava coberto por sua mão.

- a... é um livro que seu pai comprou pra mim quando tínhamos começado a namorar –fala olhando o livro –pra ser sincera nem lembro mais o nome do livro –ri virando pra ver qual era o titulo –“amor de verão” –lê o nome meio surpresa –lembro que seu pai me disse que esse livro nos representava não sei da onde “amor de verão” representava dois loucos como namorados.

-por que loucos? –falo rindo do jeito que a mesma falou

-não que éramos e sim porque fomos muito aventureiros, andávamos sempre machucados das “aventuras” que tínhamos –fala entre aspas rindo de alguma lembrança que tivera –eu e seu pai fomos  símbolo de encrenca até o pedido de namoro foi meio louco –colocou o livro do lado e olhou pra mim –senta direito que vou te contar.

Flashback on

- você tem certeza? –falo com medo do retardado do Max acabar nos matando com a ideia de pular desse penhasco pra cair no rio –se você nos matar Max eu juro que vou te atormentar depois dessa vida.

- relaxa Rose não é tão alto –fala olhando pra baixo –olha é como se você desse um pulinho vamos? –fala estendendo a mão pra mim

- isso é loucura –falo olhando a altura do lugar –porem você sabe que amo loucura –pego em sua mão –então vamos.

- vamos –no momento do pulo fechei os olhos e pude escutar um grito do meu lado –EU TE AMO ROSE EU SEMPRE VOU TE AMAR QUER NAMORAR COMIGO? –depois do grito sinto o impacto do meu corpo com a água fria, coloco minha cabeça pra fora e olho pro Max que esta assustado mais ainda assim rindo –Rose nós pulamos –fala mergulhando na água.

- Max –falo e o mesmo volta para a superfície me olhando com o rosto totalmente vermelho, ele achou que eu não escutei –você pode repetir o que disse agora a pouco antes de cairmos no rio mais sem gritar igual uma gazela? –falo rindo vendo que o mesmo ficou mais vermelho que antes.

- bom...Rose...você...quer...namorar...comigo? –falou num sussurro quase que imperceptível.

-poderia falar mais alto? –falo trazendo seu rosto com as duas mãos para ele poder me encarar.

- você quer namorar comigo? –no momento em que fui responder escutei novamente o grito de gazela –AAAAAH UM BICHO ME MORDEU –cai na risada da cara do mesmo

Flashback off

- meu pai realmente era doido –falo rindo junto de minha mãe que não consegui falar de tanto rir –vocês dois tinham uma vida agitada em –falo rindo mais ainda.

- seu pai foi meu melhor amigo por anos então sim nos tínhamos uma vida agitadíssima –fala rindo com a mão na barriga.

Passei o dia inteiro com minha mãe recordando de momentos dela com meu pai, como hoje estava chovendo muito não tive noticias de henry, meu pai chegou muito tarde então não tive tempo de começar a ler nenhum dos livros pois logo fui dormir.

Amanheceu ainda estava aquele clima chuvoso mais o dia estava lindo, a grama molhada e muito mais verde, o cheirinho gostoso de terra molhada, o vento batendo de frente para o meu rosto, os passarinhos cantando, dava vontade de ficar olhando para aquela paisagem que podia se ver de minha janela o dia inteiro, porém eu tinha uma vida a viver, desci as escadas e já pude sentir o cheiro de café fresco entrei na cozinha e pude ver meu pai e minha mãe rindo de alguma coisa aleatória, era tão bom ver os dois assim rindo e conversando.

- sobre o que estavam falando? –pego um copo e encho com suco e pego uma maça da fruteira –parecia muito interessante –mordo a maça olhando para os dois.

-não vai tomar café? –meu pai fala mudando de assunto –você ama café.

-não mude de assunto, sobre o que era vai fala –falo juntando as duas mãos.

-estávamos falando sobre nossa noite de núpcias –minha mãe fala rápido fazendo meu pai abrir o boca em um perfeito “O”  -o que amor? Ela já deve saber o que é isso –fala rindo.

- e-eu tenho que...trabalhar –fala saindo todo vermelho da cozinha, depois que ele saiu minha mãe e eu caímos na risada.

- o papai é muito envergonhado –falo rindo olhando pra porta da cozinha.

- sim –senta na cadeira rindo.

Tomei café e tomei um banho, e sai um pouco pra caminha para poder clarear as ideias e admirar o dia apesar de estar nublado, pensei em chegar na casa do henry, mais algo me dizia que não, olhei pelo gigante portão de sua casa e pude ver sua silhueta na varanda de seu quarto, ele estava distraído olhando para o nada parecia preocupado ou algo assim, como eu não queria ser pega secando ele sai o mais rápido que pude dali, andei tanto que não sabia nem aonde eu estava mais, bom eu até sabia pois eu estava na floresta que tem perto da minha casa, nem parecia que havia chovido pois tudo estava lindo, a barulho da floresta me acalmava, o vento gania baixinho passando por mim, o cheiro de madeira molhada e da terra se impregnava em meu nariz, aquilo era bom, ouvi o barulho de água e eu sabia que era do riacho ali perto, a cada passo podia ouvir o barulho aumentando, a vista daquele riacho me encantava toda vez que eu ia pra lá, apesar do vento estar um pouco forte eu precisava mergulhar naquele riacho nem que fosse por alguns minutos, me despi ali joguei a minha roupa em qualquer lugar entrando em seguida na água, o contato do meu corpo quente com a água fria fez com que me arrepiasse um pouco, conforme os minutos foram passando meu corpo foi se acostumando com a temperatura fazendo com que a água ficasse quente para mim, a cada mergulho aquilo ficava mais maravilhoso, mais como tudo que é bom dura pouco, o dia foi mostrando seu fim fazendo a brisa que havia ali ficar mais forte me causando arrepios constantes, e revelando a cor alaranjada do céu mostrando no horizonte o sol indo aos poucos se escondendo nas montanhas e fazendo o local escurecer totalmente, me fazendo sair daquela água maravilhosa e vestir minhas roupas para sair dai, senti que havia alguém me vigiando no momento não liguei mais isso começou a ficar estranho, a maldita sensação de borboletas no meu estomago estava levando minha ansiedade aos limites, meus olhos percorriam o lugar todo mais como já estava escuro isso dificultava a minha visão, pensei em usar minha magia mais vai que fosse um camponês pervertido que estava me olhando eu estaria ferrada se me vissem fazendo magia, fiz a coisa mais certa a fazer sai correndo igual uma louca, tropeçando em tudo pelo caminho, chegando perto da minha casa mais ainda correndo até dar de cara com a porta depois de não ter consigo abrir a mesma, cai no chão toda suja de terra, minha mãe abriu a porta e com certeza sua cara não era uma das melhores, seu rosto mostrava raiva e preocupação, porém a raiva reinava em sua expressão.

-onde você estava? –falou controlando o tom de sua voz –melhor não precisa nem falar ate imagino pelo estado de sua roupa –fala me levantando me puxando pro banheiro –toma um banho e depois teremos uma conversa seria sobre essas suas saídas e chegadas tardias –sua voz estava assustadora me fazendo recuar para trás sobre o que será essa conversa? –não me adianta olhar com essa cara de cachorrinho abandonado _____ -fala por fim saindo do banheiro.

Tentei passar ao máximo meu tempo no banheiro pois essa conversa que eu teria com ela não seria nada fácil, vesti minhas roupas tentei enrolar no quarto mais ela abriu a porta indicando que já era hora de eu descer, chegando na sala encontro meu pai sentado com uma feição nada feliz, quando fui me pronunciar minha mãe colocou seu dedo em sua boca fazendo sinal para que eu ficasse em silêncio e sentasse na cadeira a sua frente e assim fiz me preparando para escutar.

-_____ eu e seu pai conversamos e suas chegadas tardias estão passando dos limites e não precisa falar nada eu sei que você estava nadando no riacho por que você estava com os cabelos molhados e cheia de folhas e terra, você imagina o quanto nos deixou preocupados? Você passou o dia inteiro fora de casa sem dar noticia alguma.... –minha mãe continuou falando mais não prestei atenção em nada, pois estava focada na janela ao lado do sofá em que eles estavam, havia uma pessoa me olhando eu tentava saber quem é mais a pessoa estava toda coberta por roupas dos pés a cabeça só seus olhos estavam visíveis mais ainda sim não dava para vê-los direito, seus olhos pareciam querer ler minha mente, não aguentei a curiosidade e sai da casa deixando meus pais falando sozinhos, quando eu já me encontrava lá fora procurei a tal pessoa e por uma sorte eu a achei eu acho, chegando mais perto pude ver que era um homem, me lembrei do homem do meu sonho era ele mesmo, foi se aproximando de mim estávamos a centímetros um do outro, e novamente ele se abaixou indo em direção ao meu ouvido sussurrando.

-não conseguiu esperar amor? –meu corpo congelou como da outra vez eu não conseguia processar nada do que estava acontecendo eu só conseguia observar seus olhos negros e profundos que de algum jeito conseguiam ler a minha mente, ele me olhava fixamente sem em nenhum segundo desviar seu olhar e o mesmo eu fazia parecia que eu estava hipnotizada por ele, só fui sair daquele devaneio quando minha mãe me chamou me fazendo olhar pra ela mais quando fui voltar a olhar para o homem desconhecido ele havia desaparecido, e minhas conclusões chegaram estou ficando louca?

-então...me responda por que saiu daqui correndo lá pra fora? –ela estava com tanta raiva que nem conseguia me olhar se não me matava na hora –vai _____ me explica –dessa vez ela me olhou

-e-eu...-eu não conseguia criar palavras de tão nervosa que eu estava –e-eu...na-não...s-sei –foram as únicas palavras que consegui falar sem ficar sem voz.

-quer saber vai pro seu quarto –falou, no momento em que fui abrir a boca para falar algo –AGORA –gritou, me fazendo sair de lá às pressas, entrei no quarto deitando na cama, olhei para o lado e vi o diário de Anne e decidi ler para eu me distrair um pouco.

20 de novembro de 1814

Querido diário,

Tenho tanta coisa pra contar desde a ultima vez que eu escrevi minha avó Liz esta doente muito doente, eu queria poder ajudar ela mais não sei como uma amiga dela que é curandeira disse que ela iria melhorar, mais desde que ela falou isso minha avó só piorou, não come nada, não tem nem forças pra levantar da cama estou com tanto medo de algo acontecer eu não sei o que faria se ela se fosse mais ela diz que não é pra mim se preocupar pois ela vai melhorar assim ela disse mais não estou tão convencida quanto a isso, e tem mais o Thomas anda me tratando mal sempre me xingando ou me evitando, ele ficou assim um pouco antes da avó Liz adoecer, justo no pior momento de minha vida ele está assim queria ele aqui do meu lado me consolando, não sei se não é ciúme pois um primo dele o Sebastian sempre vem aqui pra ver como minha avó está ele é um doce, mais nunca que eu iria ficar com ele então não tem motivo pra ele ficar com ciúme, o primo dele me trata como uma irmã mais nova e também ele é muito mais velho que eu por que eu iria namorar alguém uns dez anos mais velho que eu? Esse Thomas é uma figura, mais eu ainda acho que não é só por isso que ele esta assim, espero que minha avó fique melhor e que o Thomas não termine comigo, pois ele sempre fica estranho às vezes quase terminamos então tenho um pouco de medo de isso acontecer.

Eu nem terminei de ler o diário mais meu sono e tanto que eu não vou conseguir terminar de ler, eu preciso urgentemente dormir.


Notas Finais


aceito opiniões.......e se gostaram comentem...;-;


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