História Never fall in love - Capítulo 1


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Categorias Shawn Mendes
Personagens Personagens Originais, Shawn Mendes
Tags Ficçaoadolescente, Romance, Shawnmendes
Visualizações 21
Palavras 3.106
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Romance e Novela
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


olá anjos, primeiramente eu queria dizer uma coisa: eu não tenho certeza de nada aqui. não sei ao certo se conseguirei continuar até o final, tudo depende de como será daqui para a frente. se eu vou conseguir escrever todos os capítulos, se não vou demorar, se vou ter tempo... mas por enquanto eu to botando fé KKKKK

enfim, um avisinho. quando o shawn era mais próximo do shawn e o pessoal da magcon, eles viviam juntos e também tinham outros amigos em comum, incluindo a valerie cooper e a summer. e quando a val tinha dezenove, e shawn dezessete mais ou menos, na boca do dezoito, eles ficaram. mas não que fossem amigaaaaassos, só eram conhecidos mais ou menos. e aí no ano seguinte, o shawn entrou em turnê e se afastou do povão todo por um ano, e ai ele está voltando agora bem pleno pra umas férias com família e amigas.

a personalidade de shawn mendes me pertence, pois vou fazer da maneira como o imagino, e a da valerie cooper também.

eu espero que vocês gostem, de verdade. boa leitura, e aliás, sou a vih ♡

Capítulo 1 - .waiting for him


    Definitivamente, eu odeio não poder — e não querer, só para constar — tirá-lo da minha cabeça. É incrível como me interesso por caras que têm algum problema. Bom, o problema de Shawn Mendes é o fato de ser um astro pop, conhecido por praticamente todo o Canadá, e por boa parte do mundo. Estava em meu sangue o desejo por caras difíceis, não? 

Já o vi muitas vezes em festas. Temos alguns amigos conhecidos, portanto nos encontrávamos com frequência antes de ele começar sua turnê e sumir de nossas vistas. Não nos falávamos muito antes, só alguma troca estúpida de palavras. E eu também tenho um problema, na verdade. O problema de Valerie Cooper é querer mais que uma troca de palavras.

    Quando ele tinha dezessete, eu tinha dezenove. Foi naquela época que fiquei com o Mendes, e tenho que confessar que a sua timidez não o impediu de me deixar aquele gostinho de quero mais quando foi embora. Mas nada mudou, continuávamos só como conhecidos. E não que eu queira ter algo a mais com o cantor, porque não sou chegada com esse lance de relacionamento, mas Shawn Mendes consegue acabar com a minha sanidade sem precisar de mais que uma passada de mãos nos cabelos.
   
          — E aí, qual é o plano 'pra pegar o cantor? — Summer pergunta enquanto arruma os cabelos.

     — Não tem plano, Summer. Mas eu sei que vai dar certo, confia em mim — falo, ainda em frente ao espelho.

    Uma pilha de vestidos justos e decotados está sobre a cama. Summer disse que eu deveria usar algum deles se quisesse a atenção dele, mas eu sei que Shawn é diferente. E além do mais, eu quero fazer do meu jeito, com as minhas roupas. Sendo assim, pego uma jeans rasgada na gaveta e também uma camiseta com o símbolo de uma banda de rock. Pesco os saltos debaixo da cama. A amiga costuma dizer que pareco uma garotinha sexy quando me visto assim, ou talvez uma "nerd sexy".

    — Mas fala sério, o que você quer com ele? Transar? — pergunta, terminando de passar o batom vermelho na boca.

    Reviro os olhos e solto os cabelos, não fazendo questão de despenteá-los. Gosto da minha aparência desleixada às vezes.

    — Não! — protesto, e ela me olha como se não tivesse nascido ontém. — Tá, isso também.

     — Não me diga que 'tá apaixonada, Val. Por favor, que você não esteja gostando do Shawn! — ela choraminga, e eu só consigo rir do seu desespero.

    Me apaixonar, jamais. Me divertir, com certeza. Esse é o meu lema.

    — Summer, ralacionamentos é o tipo de coisa que você curte, não eu. Me erra, vai. — falo, terminando de vestir a calça jeans. Ela dá risada, porque sabe que é verdade.

    Arranco a camiseta do pijama, não gostando muito do que vejo no espelho. Aperto os seios, juntando-os, como se isso fosse aumentá-los milagrosamente. Mas não tem jeito, a família inteira é de mulheres muito magras, traseiro e peito pequenos, e não fugi dessa regra. Mas fora o tamanho dos seios, algo que realmente me incomoda, está tudo certo.

   
                Pego umas duas pulseiras douradas, sem muitos detalhes e as arrumo em um dos pulsos. Quando termino de me arrumar, dou uma última olhada no espelho antes de pegar minha bolsa e meu celular e me encostar na parede, prestando atenção no exagero de Summer com a maquiagem.

    — Você é uma gata, 'pra que tudo isso, Summer? — questiono, como se aquilo não fizesse sentido.

    A morena revira os olhos e continua trabalhando na exagerada camada de rímel, ajeitando o decote um tanto quanto chamativo. Essa é sua marca, admiro isso, apesar dos caras chamarem minha amiga de piranha. Summer é inteligente, é uma garota linda e tem um coração bom, apesar dos ataques agressivos, mas precisa ser tudo isso para si mesma, não para os caras com quem saí.

   — Pronto. Vamos, temos a missão "caça-cantor" para cumprir. E quero pegar algum amigo dele também. — fala, piscando para mim e abrindo a porta.

    Saímos de casa e esperamos o uber, encostadas no muro. Ela dá uma checada no celular, tempo o suficiente para eu perceber o que ela havia acabado de dizer.

    — Quem? Cameron ou Taylor Caniff? Tem o Matt, Jack...  Sabe de mais alguém? — questiono.

    — Não sei, Taylor parece mais... selvagem. Não acha? — ela sugeriu, e eu respondi com uma careta.

    Taylor Caniff não seria nem o último cara com quem eu ficaria. Taylor é um reclamão, esnobe, metido a besta que acha que pode fazer tudo por ser bonitinho. Para falar a verdade, ao meu ver, o Caniff nem é tão bonito assim. Quando os meninos, inclusive Shawn, faziam parte de algo chamado Magcon — não sei muito bem o que é, eram meus amigos naquela época, mas eu nunca me interessei muito —, ouvi dizer que Taylor falou umas merdas no Twitter sobre eles, e só estava ali pelo dinheiro e pela mordomia. O que não me surpreendeu, não é mesmo? Cameron foi idiota de ter aceitado esse cara, e quando conversamos, disse isso sem pensar duas vezes.

    Eu e Cameron somos os mais próximos de toda a turma, por isso peguei initimidade o bastante para jogar umas verdades na cara dele.

    — Taylor é um idiota, Sum. Não vou deixar ficar com ele, desculpa.

    Ela revira os olhos.

      — Tem razão. Quem? — ela pergunta.

    Cameron não, por favor...

   — E se tentasse não ficar com ninguém esta noite? Talvez só dançar, sem precisar dos caras... O que acha? — sugiro.

      — Como se você não fosse ficar com o Mendes! — ela acusa, estteitando os olhos, e dou risada.

    Assim que pegamos o táxi, mando uma mensagem ao Cam, aproveitando para ver o endereço novamente e informar o motorista. Em vinte minutos chegamos ao edifício, e agora, estamos subindo o elevador até o terraço, aonde o Dallas está dando a festa.

    Assim que as portas abrem, vejo aquele típico cenário de festa adolescente. Eu sou mais velha que alguns deles aqui, mas estando em uma festa dessas, me sinto uma adolescente de dezesseis anos. Alguns estão brincando de briga de galo na piscina, outros estão bebendo, e outros, com certeza, transando em algum canto dentro do enorme salão do terraço. Copos vermelhos estão jogados pelo chão, e lá dentro, vejo um barzinho, comida e umas vinte e cinco pessoas espremidas numa pista de dança improvisada.

    Summer me olha com um semblante malicioso no rosto, e eu rio. Quando um cara passa com um daqueles copos, não sabemos o que há ali dentro, mas a morena o toma de sua mão e vira um longo gole, entregando-o para mim, que beberico o líquido antes de entregar para ela novamente.

    — Ei, meninas — ouço a voz de Cameron atrás de mim, e me viro no mesmo momento.

    — Cam! — o puxo para um abraço apertado, soltando-o depois de um tempo. — Como vai, Nash? — cumprimento o garoto de cabelos cumpridos ao lado dele, que assente e me abraça também. — Lembra da Sum?

    Olho para ela, que sorri e o olha como se tivesse ganhado na loteria. E, se pararmos para pensar, ganhou mesmo; sei o que ela está pensando, e Nash Grier é realmente um cara muito atraente. Quando me viro para o Grier, percebo que os dois estão flertando, e tenho que conter uma risada antes de perguntar:

    — Nash, Matt e os outros estão aqui?

    — Não perderiam por nada, Vally. Nem mesmo o Mendes, o santinho.

      Nem tão santinho assim, Grier, penso.

    — Shawn veio? Nossa, achei que estivesse fazendo algum show por aí — me fiz de desentendida. — Bom, mas levem a Summer até lá, vou passar no bar e pegar alguma coisa e encontro vocês lá.

    Cameron percebe o que estou fazendo, mas sorri e concorda, principalmente os outros dois. Quando os vejo chegando perto dos Jack, Aaron, Matt e outros, corro para dentro do salão. A música alta invade meus ouvidos, acho que é The Vamps ou coisa assim. Eu pareço realmente estar dentro de uma balada: tudo escuro, geladinho, muvuca, música, pessoas dançando e bebendo.

    Meu primeiro impulso é procurar o Mendes entre todas aquelas pessoas. Quero tanto vê-lo, faz tanto tempo que o vi pessoalmente, quando ele ainda não era tão musculoso e sexy como é nas fotos de hoje. Mas vê-lo em fotografias é uma coisa, e ao vivo é totalmente outra. Certamente, é muito melhor.

    Vendo que não o encontro facilmente, chego até o balcão e peço uma caipirinha de morango. Assim que ela chega, a viro quase inteira goela abaixo; vai me dar mais coragem ainda de falar com ele quando o encontrar. E vou. Eu sou corajosa por natureza, minha mãe é assim, e puxei isso dela. Ela me disse que, se aquele dia no baile da escola não tivesse chamado meu pai para dançar e não o tivesse beijado, eu provavelmente não estaria aqui, porque o meu pai era, e ainda é, tímido e mais na dele. Como Shawn.

    Deixo a minha bolsa atrás de uma planta, onde tenho certeza de que não será achada. Mas por precaução, trago meu celular e dinheiro no bolso comigo até a pista de dança. Aproveitando a vibe The Vamps, reconheço Cheap Wine e começo a me remexer com o ritmo. Ergo os braços para cima e pulo junto com todas as outras pessoas quando o refrão chega, soltando uma risada gostosa. Passo as mãos pelos cabelos, fecho os olhos e aproveito cada segundo deste embalo relaxante que envolve todo o meu corpo.

    Mas sinto um calor enorme quando abro os olhos e, pela porta, vejo passar quem estava esperando.

    Shawn Mendes entra, dando aquela risada contagiante de sempre. Os cabelos estão maiores, percebo um fio rebelde caindo pela testa, o qual ele insiste em tentar colocá-lo para cima toda vez que escapa. Ele usa uma camisa social (mas de mangas curtas) vinho, e os primeiros botões estão abertos, o que cai extremamente bem nele. A calça jeans preta e justa, como ele nem sempre adorou usar, me vem como um tiro. As coxas torneadas estão supermarcadas nela, assim como os braços fortes na camisa. O sapato social é quase tão elegante quanto todo o resto. De repente, percebo que o estou encarando na cara dura por pelo menos um minuto ou mais.

    Fico tão enfeitiçada que não noto quem está ao seu lado. E é Taylor Caniff, quem eu menos preciso ver no momento.

    Me sento em um dos bancos do bar, terminando minha caipirinha. Observo os dois vindo até o balcão também, mas na outra ponta. Estão um pouco longe, mas permaneço olhando exatamente para o Mendes. Não desvio o olhar por nada, não até que ele note. Com o canudo entre os dentes e as pernas cruzadas, o encaro como se pudesse devorá-lo com o olhar.

    E então, quando menos espero, os dois olham. Sutilmente, mas eu sou esperta o suficiente para perceber que notaram a minha encarada. Quando Taylor cochicha algo inaudível com o Mendes, que passa as mãos no cabelo enquanto se mantém concentrado em mim, vejo que há algo a mais nessa encarada. Acho que ele se lembrou de quem eu sou; talvez estivesse pensando como a pequena Valerie Cooper cresceu.

    Mas, quando o Caniff termina de dizer o que quer que tenha dito, o mesmo caminha até mim. E só aí que saco a burrada que fiz: claro, como estou olhando para eles, Taylor é tão convencido que deve ter achado que  estava flertando com ele.

    — Coop, você veio. — ele cumprimenta, e eu estreito os olhos. Quero ver até aonde ele chega. — Quer uma bebida, sei lá, ir 'pra algum lugar mais calmo?

    Reviro os olhos. Taylor estraga meu clima.

    — Primeiro, não me chame de Coop. — abro um sorriso falso, e desço do banco. — Segundo, já tenho uma bebida, e aqui está ótimo 'pra mim. — mostro a caipirinha, para o caso de ele não ter notado. — E terceiro...

    Passo por ele e ando devagar até o Mendes, encostado no balcão e rindo do Caniff. Aponto para Shawn e olho para Taylor.

    — Era para ele que eu estava olhando, Caniff. Vê se deixa de ser tão convencido, cara. — digo, com uma piscadela.

    Percebo Shawn me olhar de uma forma engraçada, e o irritadinho me mostra o dedo, gritando enquanto vai  em direção a saída: — Vá 'pro inferno, Valerie! Shawn, eu vou até os meninos, se quiser vir, não tem problema, só cuidado com ela!

   E saí.

    — É, Shawn! Cuidado comigo, sou perigosíssima! — brinquei, arrancando um riso dele. — Nossa, quanto tempo, não?

    — Muito. Viajei muito ano passado, acho que me lembro de ter visto você na festa do Cameron só ano retrasado, se não me engano. — ele me explica, dando um gole na bebida dele.

    Percebo suas bochechas ficando vermelhas. Não sei se está corando pela aproximação repentina, se só está começando a ficar bêbado ou se é assim por ser avermelhadinho desde sempre. Ok, essa frase é suja em tantos sentidos...

    — E como anda a carreira? Quer dizer, não dá 'pra não ler seu nome quase toda semana na internet, mas... como tem sido? — quero saber, apoiando as costas no balcão, ao seu lado. Estamos muito próximos.

    — Corrida. Mas muito boa, na verdade. Gosto dos fãs, eles me passam muita coragem e amor, acima de tudo. Eles são meus amigos, sabe? — ele diz, e eu me perco em suas palavras apaixonadas. Sei como Shawn é, acho meio chata essa melação, mas nele caí tão bem.

    Sugo o restinho da caipirinha e olho para o homem ao meu lado, encarando-o bem nos olhos. Ele não desvia o olhar, talvez pareça um jogo para ele. Acha que talvez eu vá ceder, mas não é isso que faço. Ele quem cede, e olha para a pista de dança, passando as mãos pelos cabelos.

    Tenho de me conter para não olhar para lugares em seu corpo que não devo olhar, mas quero muito. Mas, para ele sacar mais ainda quais são as minhas intenções aqui, hoje a noite, com ele, solto:

    — Você cresceu, Mendes. De altura e... Enfim, 'tá forte. Lembro de você com dezessete, ainda não era assim. Tão atraente. — lanço um olhar provocativo à ele, antes de pedir outra bebida.

    Ele dá risada, não sei se fica tímido ou se gosta do elogio. Mas acredito que seja a primeira opcão.

    — Obrigada, eu acho — diz, e fica mais vermelho ainda. — Preciso dizer que mudou muito desde aquela vez.

    Quando ele reclama de calor, espero que ele faça algo que estou torcendo, admito, para ele fazer. O Mendes se abana, passa as mãos pelos cabelos de novo e abre, descontraída e distraídamente, mais um botão da camisa, deixando à mostra parte do peito, que não é mais tão liso como era dois anos atrás. Certo, Shawn não é mais uma criança. Ele é um homem. Um homem bonito e gentil demais para ser real.

    Dessa vez, dou uma amenizada na encarada. Não deixo de olhar, mas também não deixo tão na cara que quero que ele arranque essa camisa fora. Mas ele percebe o que fez. Para ele, não é algo certo. E gosto disso, não quero que ele pare. O moreno engole em seco, e eu, não querendo que a tensão tome conta de seu corpo, deixo o copo na mesa.

    — Vem, vamos dançar! — chamo, caminhando até a pista.

     Ele nega com o dedo, mas já o estou puxando para dançar.

    — Já deveria saber que não sei dançar! Já me viu dançando? Definitivamente, qualquer um desengonçado aqui é mil vezes melhor que eu. — por mais que ele tente, já estamos na pista.

    Começa a tocar Valentine, de 5 Seconds of Summer. Está aí uma banda que curto ouvir. Gosto do ritmo, gosto da vibe. Ponho os braços sobre os ombros largos dele, e por mais que ele não seja tão mais alto que eu, ainda preciso ficar na ponta dos pés. Rebolo, ousando até descer meu corpo, e fecho os meus olhos, curtindo o som. Shawn não se mexe, mas sei que está me observando. Posso sentir.

    Quando o refrão chega, tiro uma mão de seu ombro e o puxo para mais perto pelo quadril, nos fazendo mexer o quadril de um lado para o outro. Mas admito, Shawn fica estranho dançando. Ele é duro, não tem muito gingado. Apesar disso, é engraçado.

    — Meu Deus, você é péssimo dançando mesmo. — digo, gargalhando.

    — Eu sei, e eu avisei! — ele diz, tendo que falar bem mais alto por conta da música.

    O Mendes está me olhando como se nunca tivesse me visto antes. Me observa como se estivesse me admirando enquanto eu retribuo, e dessa vez, percebo que nenhum de nós quer ceder. Queremos ir até o final, e sei aonde vai dar. Quero ir até o fim, e vou, porque esse cara desperta todos os meus desejos mais secretos e impuros possíveis e impossíveis.

    — Vou fazer uma coisa que vim determinada a fazer. — sussurro em seu ouvido.

    Minha boca toca sua bochecha, e arrasto-a por seu maxilar até chegar perto da boca rosada. Minhas duas mãos pousam em suas bochechas avermelhadas, e eu o olho nos olhos. Estou tão próxima de seu rosto, e assim a minha ficha caí do quão bonito ele é. Shawn Mendes mexe comigo de tantas formas inimagináveis.

    Toco seus lábios com ternura; um beijo tão casto que não pode contar como um beijo de verdade. Preciso de outro, de muito mais que um beijo. Empurro ele até o canto escuro do balcão aonde estávamos minutos atrás, pensando-o contra a parede, e beijando-o com fogo. Assim que peço passagem com a língua, penso que ele vai negá-la, mas não o faz. Aceita até mais rápido do que eu esperava.

    As mãos do Mendes tocam a minha cintura, me puxando contra seu corpo como se pudéssemos nos difundir em um só. E desse jeito, percebo que há reciprocidade no sentimento de sede que eu guardo em meu interior.

    — Se você já tem alguém e não está interessado, diga logo, porque eu gostaria de ter mais que isso hoje, Mendes — aviso, deixando-o um pouco confuso.

    — Não, é que... — ele começa, mas não termina a frase. — Quer sair daqui?

    Ah, Shawn Mendes, sair daqui com você é tudo o que eu mais quero agora. 


Notas Finais


bom, foi isso! comentem o que vocês acharam, críticas, qualquer coisa. vou atualizar esse final de semana, sério.

vih ♡


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