História Never fall in love - Capítulo 2


Escrita por:

Postado
Categorias Shawn Mendes
Personagens Personagens Originais, Shawn Mendes
Tags Ficçaoadolescente, Romance, Shawnmendes
Visualizações 27
Palavras 2.083
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Romance e Novela
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


prometi que atualizaria no final de semana hueheue! e está aqui ♡

bom, queria avisar que logo no segundo capítulo teremos um smut, ou hot, como é mais chamado. se vocês não gostam, não acho que vá afetar muita coisa na história, então se quiserem pular...

avisando também que o smut tá um pouco curto, mas imaginem que não foi só isso que eu escrevi que realmente aconteceu heheheh. ah, outra coisa, não sou muito boa com smut viu, mas tô tentando haha

boa leitura, gente ♡

Capítulo 2 - .remembering


Viemos ao apartamento do Mendes, e tenho de me segurar para não rir quando penso que provavelmente estou realizando o maior sonho de qualquer fã de Shawn. Esse garoto é tão gentil, tão atraente, tão sexy sem nem ao menos se dar conta, que chego a duvidar de sua existência enquanto o espero em seu quarto, estirada em sua cama de solteiro macia. Há algumas prateleiras com livros, alguns troféus, ou provas de algum prêmio musical que com certeza ganhou desde o início da carreira. Assim que bato o olho nos sete livros da saga Harry Potter, sorrio. Sei como ele gosta desses livros, a primeira coisa que listo ter em comum com o astro pop.

    Tiro os meus sapatos e me levanto da cama, silenciosa. Apago a luz do quarto, deixando que apenas um poste de iluminação fora da janela clareie levemente o quarto. Sei que o que vou fazer é ridículo, típico de filmes, mas quero fazer. Eu quero que Shawn nunca mais se esqueça de mim, quero que ele se lembre de Valerie Cooper enquanto estiver em algum hotel, se preparando para algum show. Me escondo em um dos cantos do quarto escuro, e me camuflo ali.

    Consigo ouvir o garoto se aproximando do quarto, e quando chega, sinto o meu interior pegar fogo.

    — Ei, Valerie, quer... — ele começa, mas quando não me vê na cama, para.

    Quando percebo Shawn em pé, em frente a cama, noto que é a hora de satisfazer os meus desejos e saciar essa vontade que aprisiono dentro de mim.

    Caminho até ele devagar, os passos quietos e lentos. Assim que ele se vira e dá de cara comigo, empurro seu peito e o faço sentar na cama. Arranjo um espaço entre suas pernas, e tomo seu rosto em minhas mãos, fazendo Mendes olhar para cima e se concentar exclusiva e completamente em mim. Parece confuso, sem reação, e eu entendo. Gosto dessa expressão, o que me instiga a continuar.

    — Me assustou — ele diz baixinho.

    — Essa era a intenção, Shawn. — me inclino para sussurrar em seu ouvido, percebendo os braços do menor ficando arrepiados.

    Mordo seu lábio inferior e o puxo com os dentes, jamais desviando de seus orbes castanhos. Quando o cantor entreabre os lábios, peço permissão para explorá-lo, e ele cede. Beijo o Mendes devagar, mas de um jeito prazeroso; brinco com a sua língua, fazendo-o sorrir durante o toque, enquanto vou saciando a sede aos poucos. Meu Deus, se estou a provar veneno, quero dizer que é um dos melhores. Necessito dele percorrendo as minhas veias como meu próprio sangue.

    Quando pauso para recuperar o ar, faço com que ele ainda mantenha o olhar sobre mim, e arranco devagar a camiseta cinza-escuro, deixando que os meus seios tenham somente um tecido por cima deles, e admito, não vejo a hora de rasgá-lo, mas tudo tem o seu momento, e quero fazer corretamente, ou não sou uma Cooper.

    Contorno seu lábio com o indicador, traspassando ternura. Não me apresso para começar a desabotoar sua camisa vinho, por mais que a quisesse fora do corpo desde a festa. Empurro seu corpo para trás, deitando-o na cama, e me sentando pouco acima do cós da calça jeans justa. Termino de abrir os botões da camisa, me dando a mais bonita visão do abdômen superdefinido do cantor. Suspiro, e acho que nunca será possível ver Shawn sem camisa e não suspirar.

    Dou uma risadinha e deixo uma das minhas mãos deslizarem até o peitoral, sentindo os pelos me provocarem cócegas. Meus lábios se aproximam os do garoto, mas antes, olho para ele.

    — Suas fãs devem ter ficado malucas quando viram aquela sua foto de camisa aberta... Perceberam que você não é mais um bebê. — brinco, e ele gargalha.

    — O que é que tem de tão demais, Coop? — pergunta, enquanto eu beijo todo o seu rosto.

    — Ah, Shawn, você devia saber que isso é sexy. Suas roupas, o fato de você usar essas calças e esses sapatos te deixa extremamente sexy. Até a sua timidez te deixa sexy. — ele parece surpreso, acho que não tem tanta noção disso. Dou uma risadinha.

    Desço até seu pescoço, distribuindo beijos castos nesta área. Deixo que a respiração quente que saí de propósito da minha boca arrepie todo o seu corpo. Meus lábios deslizam até seu peitoral, aquecendo toda a extensão com a língua até chegar ao cós da jeans. Lanço um olhar malicioso ao moreno, e me encaixo entre suas pernas. Ouso tocar o volume escondido pela calça, que pulsa em minhas mãos como se quisesse saltar para fora.

    Para tornar isso ainda melhor, migro as mãos para trás e abro o sutião preto, jogando-o no rosto do homem, que sorri com o meu gesto típico de dançarinas de boate, ou até uma stripper. Assim que volto a minha atenção para ele novamente, não demoro a desafivelar o cinto e abrir o zíper, procurando seu membro dentro da cueca.

    Quando os meus movimentos de vaivém percorrem toda a extensão de sua intimidade, percebo Shawn pulsar sob as minhas mãos. O meu coração está acelerado agora, admito; não faz parte da minha rotina estar nessa situação com Shawn Mendes, mas posso começar a me acostumar com isso. Quem sabe, não?

    Minha língua aquece a glande, enquanto deslizo as minhas mãos para cima e para baixo por todo o membro do Mendes, e aposto que a formigação é tanta que percebo as veias saltarem. Quando minha boca recebe a ereção inteira, sugando-a com força, o moreno libera o primeiro gemido rouco, algo que soa como música para os meus ouvidos.

    Depois de pelo menos um minuto inteiro nesta posição, meus lábios úmidos galgam por seu tronco, alcançando novamente os alheios. A doçura que sinto ao colar nossos lábios é tamanha que penso ser um veneno traiçoeiro. Mas se for, não quero parar de me envenenar. Nunca. Preocupante, Summer diria. O contato das línguas entorpece, e abro um sorriso enquanto estamos assim. Entretanto, não aguento mais esperar tanto.

     Deito ao seu lado, puxando Shawn para cima da mim. O garoto arranja um espaço entre as minhas pernas e afunda o rosto na curva do meu pescoço, soltando o ar quente como eu havia feito e distribuindo selinhos por toda a área, até descer aos meus seios. Minhas mãos envolvem seus fios de cabelos, e entrelaço minhas pernas em seu quadril. O Mendes desliza os lábios pelo seio pequeno, até chegar ao meu mamilo pouco destacado. Ali, Shawn o lambe de primeira vez, sugando-o sutilmente enquanto massageia o outro, não querendo deixá-lo enciumado. 

    Sorrio, soltando meu primeiro gemido ruídoso; fecho os olhos, movida pelo êxtase oriundo de sua proximidade. Puxo-o para mim, instigando o rapaz a sugar mais forte, e é isso que ele faz. O arrepio faz eu me contorcer, arqueando as costas sobre a cama. Quando sinto suas mãos cutucarem a minha cintura com a ponta dos dedos, entro em uma crise de riso, mas ao mesmo tempo me surpreendo por ele lembrar que eu sinto cócegas e adoro que façam em mim nessas horas.

    — Lembro daquele dia... quando toquei sua cintura e você gargalhou. — Shawn explica, descendo por uma trilha de beijos.

    Seus lábios percorrem todo o meu tronco até chegar ao cós da minha calça, abrindo-a sem demora. Shawn arrasta a jeans e a peça íntima por minhas coxas, largando-as no chão. Assim, estou completamente nua. O garoto joga os sapatos e as meias no chão e se despede da calça e da cueca de uma vez só com a minha ajuda. Tenho que conter a vontade de me encolher aos olhos dele, que ao invés de atacar minha intimidade como os outros caras fazem, olham para mim.

    O Mendes volta até mim e me deposita um selinho rápido nos lábios, a esticar a mão até a gaveta e tirar dali um preservativo. Pensava que, o fato de todos os garotos terem camisinhas na gaveta ao lado da cama, era coisa de filmes. Por experiência própria, posso afirmar que não, e acabo rindo silenciosamente enquanto ele não vê. Antes que Shawn possa fazer qualquer coisa, arranco o pacotinho brilhante de suas mãos e abro-o com os dentes em poucos segundos, me ajeitando sobre a cama para vesti-lo. Assim que nos vemos preparados, me arrumo sob ele e estaciono minhas mãos em suas costas.

    Com o arrepio intenso repentino, noto que Shawn esstá se encaixando. Seu membro me invade cautelosamente, esmagando as minhas paredes antes de me preencher por completo. Ele vai devagar, como se não quisesse me machucar, e apreciaria isso, se não estivesse com tanto desejo de senti-lo de verdade dentro de mim. 

    Os movimentos de vaivém aumentam, e posso sentir minhas paredes internas se acostumando e dilatando aos poucos e o meu interior explodir como se estourasse mil fogos de artifícios coloridos ao mesmo tempo. Tenho que apertá-lo mais ainda, descendo as mãos para seu traseiro e pressionando-o contra o meu corpo, como se ele pudesse me invadir mais ainda. Nunca tive tanta sede como tenho de Shawn Mendes agora.

    Shawn alcança meus lábios, tomando-a com desejo, o mesmo sentimento que transporto em meu sangue agora: desejo. Mas aos poucos, o ritmo aumenta tanto que a única função de minha boca é morder o ombro do rapaz acima de mim e abafar os gemidos ruídosos e involuntários. Não comsigo controlá-los, assim como essa sede interminável.

    Entrelaço minhas pernas em seu quadril, impedindo que alguma distância exista entre nós. Olho para ele, notando suas bochechas mais avermelhadas e suadas, dando o primeiro sinal de cansaço. Os cachos imperfeitos estão colados na testa, e dúvido que os meus também não estejam molhados. Sem que eu espere, o de cabelos castanhos me abre um sorriso tão desajeitado que posso sentir meus braços arrepiando. Eu não brinco quando digo que ele tem esse poder sobre mim às vezes.

    O barulho que nossos corpos produzem quando se encostam mostra o quanto estamos suados e cansados. Estamos perdendo a força, e isso significa que estou quase chegando lá. Ele respira fundo com a falta de fôlego, e eu também o faço. Subo minhas mãos por suas costas em um arranhão bruto, fazendo-o estremecer. E quando me dou conta, percebo que é Shawn quem está no comando disso, o que não estava nos meus planos.

    Quando as minhas paredes começam a esmagá-lo, sinto que cheguei ao ápice, arqueando as costas na cama e o empurrando para fora de mim junto de um grito agudo. O garoto caí ao meu lado na cama estreita, tentando recuperar o ar, assim como eu. Minhas pernas tremem. Meu interior explode.

    Quando recupero minha sanidade e o controle do meu próprio corpo, me viro para ele.

              — Que horas são? — pergunto.

    Ele me olha como se esperasse outra pergunta, mas checa o relógio de pulso.

    — Duas da manhã — ele informa, e me observa por uns instantes. — Por que?

    — Posso dormir aqui? Prometo que eu saio antes de você acordar. Não posso ir agora, Summer 'tá com a chave e eu aposto que ela não foi embora da festa ainda — bufo, olhando para o teto e cobrindo os seios com um dos braços.

    O cantor revira os olhos como se isso não fosse acontecer, encarando o teto também.

   — Claro que vai dormir aqui. Não vou deixar sair a essa hora da madrugada. Com certeza eu posso te levar amanhã 'pra casa, Val.

    Bem, eu costumo transar, aproveitar, me despedir e ir embora para nunca mais ver a cara do sujeito. Mas com Shawn é diferente, com certeza vou vê-lo de novo pelo resto das semanas. E, talvez, só talvez, eu queira vê-lo de novo. Sendo assim, não protesto, estou tão cansada que só penso em fechar os olhos e dormir.

    — Tudo bem. Aonde eu dumo? —pergunto.

                   Ele ri.

    — Pode dormir aqui. Mas cuidado, eu costumo chutar — ele me avisa.

    Nada de novo por aqui, meu caro. Eu também chuto enquanto durmo.

    — Então somos dois.

    Puxo um cobertor fino no pé da cama e cubro nossos corpos nus. Quando me dou conta, já está até chovendo ao lado de fora. O clima não poderia estar melhor para uma boa noite de sono. Abro um sorriso ao Mendes e viro na direção contrária, e ele faz o mesmo. Sinto nossas costas grudadas, e esse toque me acalma. Me aconchego nesta posição e me entrego de vez ao sono. 


Notas Finais


então foi isso ♡

espero que tenham gostado, não prometo o terceiro capítulo amanhã, mas talvez quem sabe. já tá em andamento.

bjos,
vih.


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...