História Never Fall In Love With a Vampire - Capítulo 1


Escrita por:

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Personagens Originais, Rap Monster, Suga, V
Tags Bruxos, Jikook, Kookmin, Lobisomens, Namjin, Sope, Taegi, Taeyoonseok, Vampiros, Vhope
Visualizações 68
Palavras 994
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Fantasia, Ficção, Ficção Adolescente, Lemon, LGBT, Mistério, Romance e Novela, Sobrenatural, Suspense, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Álcool, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 1 - Prólogo


Fanfic / Fanfiction Never Fall In Love With a Vampire - Capítulo 1 - Prólogo

Jimin sempre foi considerado um livro aberto. E que apesar de ser bastante tímido e reservado, todos sabiam dos gostos do baixinho e se encantavam com seu jeitinho, porém tinha uma coisa que nenhuma pessoa sabia de si, nem mesmo seus pais. Ele era um amante da madrugada.

Não era um daqueles adolescentes que passa a madrugada inteira conversando e mexendo no celular. Seu negócio era com o silêncio e a noite. Tudo o que precisava naquele momento.

Depois de se certificar que seus pais estavam realmente dormindo e que sua cama estava um amontoado de travesseiros debaixo das cobertas, pegou seu caderno e seu fones e foi em direção a janela. Quem o vissem fazendo o que estava fazendo não acreditaria.

Esse é o problema do mundo... Eles criavam um perfil com o que acham que sabem sem ao menos conhecer realmente a pessoa.

Assim que colocou os pés no telhado, sentiu o frescor da brisa que passou entre seu cabelos o fazendo fechar os olhos. Ah como achava incrível o mundo e a beleza que ele carrega.

Talvez Jimin seja o único adolescente que não queria morrer por causa do mundo.

Jogou seu caderno no chão e quase se bateu por ter feito barulho, não queria ser pego pelos seus pais, eles nunca entendem, e com um impulso saltou de cima do telhado caindo agachado no chão.

Colocou seus fones dando play em uma música que tinha escutado no rádio do carro do seu pai e pegou o caderninho azul do chão. Olhou uma última vez para a casa apagada e em passos suaves foi em direção a praia que fica a uns vinte e cinco minutos dali.


[…]


Vinte minutos depois Jimin já podia ouvir as ondas se quebrando sobre as pedras nas encostas. O cheiro do mar característico, a brisa refrescante, a noite escura e a lua cheia prateada que clareava a areia fina da praia vazia era simplesmente magnífico.

Andou mais um pouco para um lugar mais afastado, apesar de não precisar já que a praia estava completamente vazia, aonde costuma ficar sempre que ia ali.

Era uma pedra um pouco mais alta que as outras, sentou-se nela e apenas observou. A noite estava linda. O céu estrelado com a lua cheia quase beijando o mar, mesclando o prateado da lua com o azul, quase preto, da água do mar.

Deveria ser umas quatro horas da madrugada e Jimin estava sem um pingo de sono. As aulas começariam daqui a duas semanas e não fazia ideia de como iria passar ali olhar o mar já que teria que acordar de manhã para estudar. Sentiria falta daquele lugar.

Para Jimin, a madrugada é a hora que você pensa em todas as coisas que não pensou o dia inteiro.

Havia uma frase, que ele tinha visto em algum lugar que não se recordava, que dizia: “A madrugada é companheira dos que sente inquietude. Ela chega rompendo o sossego da alma e abrindo frestas inspiradoras no silêncio.”

E Jimin tinha que concordar com a pessoa que disse isso. A madrugada vem e com ela milhões de pensamentos. Jimin usava a madrugada como inspiração para aquilo que sentia, colocava tudo o que sentia e sabia em palavras simples em linhas em branco.

E era por isso que se considerava um amante da madrugada.

O que seria de si sem a madrugada.


[…]


Estava ali escrevendo ao som da música que tocavam no fone a mais de uma hora. Agora tocava Baby Baby de um grupo que ele escutava.

Amava aquela música.

Uma sensação estranha subiu pela sua espinha o arrepiando dos pés a cabeça.

Tirou os fones para ver se escutava alguma coisa, apenas o vento balançando as folhas das árvores. Olhou para um ponto específico no meio das árvores que ficava em um canto afastado onde começava uma imensa floresta. Alguma coisa ali lhe chamou atenção.

Aos poucos aquele nada que encarava foi tomando forma de uma silhueta masculina.

- Olá...? - Disse um pouco alto para chamar a atenção daquele que, literalmente, brotado das sombras. – Eu só estou observando a noite...

- Desculpa te assustar. – Aos poucos a sombra deixou o rosto daquele homem. – Eu farei nada com você... Só estava andando.

Ele tinha os cabelos loiros quase branco, era tão branco quanto o reflexo da luz da lua no mar e não era muito mais alto que si, arriscaria dizer que era do seu tamanho.

- Só acho que não deveria ficar sozinho no meio da madrugada. – Sorriu de lado que poderia ser considerado assustador.

- E porquê? – Jimin perguntou quase que num tom irônico e desafiador. – Não tenho medo de assombrações.

E o homem soltou uma risada alta que ecoou pelo lugar aonde estavam. Ele aproximou-se de Jimin causando ainda mais um desconforto na sua espinha.

Alguma coisa dizia que não era uma boa ideia ele está ali, perto daquele cara.

- Humanos são tão ridículos. – Sussurro. Fitou Jimin de cima, esse que continuava sentado. – Pois deveria ter medo.

Jimin estava respirando com muita dificuldade. Tinha que sair dali agora.

-Você acredita... Como posso dizer... Em... Vampiros?

Esse cara só pode está de brincadeira.

- Que idiota – Só pode ser um drogado que não sabe o rumo de casa, pensará. – Para de usar droga... Não está te fazendo bem.

- Só estou te avisando que você deveria ter medo. Um conselho de amigo... – Curvou seu corpo ficando cara a cara com Jimin, esse que estava pronto para enfiar a caneta na perna desse cara e sair correndo. – Tenha medo de tudo e todos. Não confie em nada.

- E por... Porque eu deveria confiar em você?

- Não deveria... – Riu uma última vez.

Jimin engoliu o que estava na garganta e fechou os olhos... Aquilo não pode ser real. Pensou.

Os abriu de novo e era como se nada tivesse acontecido.

O cara estranho tinha sumido igual fumaça em lugar aberto. Será?

Será que foi só coisa da sua imaginação?


Notas Finais


Por favor lêem :3


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...