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História Never Falls - Capítulo 1


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Notas do Autor


Olá queridos leitores, é com muito prazer que lhes apresento essa história.
Farei ela de incenso porque por conta de um motivo é o meu gênero favorito entre todos.

Sem mais delongas aproveitem!

Capítulo 1 - The Beginning


Fanfic / Fanfiction Never Falls - Capítulo 1 - The Beginning

Never Falls.

Era o último dia de verão e Evil Chiper foi derrotado. 

Como o nome entrega. Sim ele é mal. Ele é um demônio dos sonhos quase onipotente que fez com que todos dessa cidade quase morressem. 

Eu consegui derrotar ele no último segundo, eu em uma jogada arriscada usei uma magia antiga pra me fundir com ele. Era o único jeito. 

Aliás me chamo Dipper Down, apesar do nome estranho eu não tenho síndrome de down hahaha.

A fusão foi muito arriscada mais por algum milagre ela deu certo. Eu usei meus poderes recém adquiridos e pus um limitador em mim mesmo, apesar de ser um jovem deus, tendo imortalidade, imunidade a envelhecimento e poderes virtualmente ilimitados eu não almejo a dominação mundial, eu quero apenas viver uma vida comum e ser feliz.

Foi nesse pré suposto que me baseei em toda a minha vida, apesar de bizarrices e mistérios sempre me perseguirem eu nunca pedi por eles. 

Então era isso, o último dia de verão. 

Eu estava no ônibus com minha irmã gêmea, Mabel Down. 

Ela é uma garota energética e bem bonita, tenta sempre ver o lado positivo das coisas e me serve de amparo e ajuda quando tenho minhas frequentes crises de ansiedade e depressão. 

Ela é minha única irmã e a pessoa que mais amo nesse mundo, mais apesar de tudo eu sempre sinto que ela tem um lado obscuro... Não sei ao certo de onde surge ou o que causa essa sensação, mais sempre que a vejo me encarar é como se ela me visse como algo que não é seu irmão... Talvez seja só mais uma de minhas paranoias... Quem sabe. 

De volta a atualidade eu estava com minha irmã sentada ao meu lado, estávamos nos despedindo de todos, era um momento emocionante. 

Alguns choravam intensamente, enquanto outros evitavam nós olhar. 

Até mesmo eu me emocionei, senti algo úmido descer meu rosto, eu não queria ir embora, mais havia chegado a hora de dizer adeus... 

Minha irmã diferente de mim apesar do sorriso no rosto não aparentava se importar com aquela situação, ela simplesmente não demonstrava emoção. 

Realmente esse jeito dela ainda me assusta um pouco, mais acredito que seja só uma mera dificuldade de se expressar, eu já havia me acostumado com aquele tipo de situação.

Motorista: Partindo!

Finalmente o motorista havia dado partida e começado a se mover, aquele era o fim de Never Falls... 

Olhei em volta e vi minha irmã abraçada ao meu braço esquerdo, era uma sensação boa, a pele dela era muito macia e em contato com a minha me dava uma ótima sensação interna. Era como ter um animal fofinho te abraçando, além disso seu calor corporal me dava uma sensação de aconchego. Realmente era a melhor forma de passar a viagem. 

Continuando a olhar pelo ônibus notei que alem de mim e minha irmã não havia nenhuma alma viva sequer, somente o motorista.

Não posso negar eu gostava daquilo, nunca gostei de multidões ou muitas pessoas juntas, estar em um lugar vazio e aconchegante com sua irmã ao seu lado era uma ótima forma de viajar. 

Então tentei relaxar, ajeitei meus óculos e fechei meus olhos. 

Naquele momento eu só queria descansar o máximo que pudesse antes de voltar para a escola, não me entenda mal, eu gosto de aprender e estudar, mais aquele ambiente cercado de adolescentes que recém entraram na puberdade e garotas irritantes com a voz fina não era o ideal pra mim, sem contar os professores chatos e babacas que exigiam coisas que nem eles mesmos fariam. Resumindo escola era um saco.

Minha irmã não parecia ter o mesmo problema que eu, ela se acostumava rápido ao ambiente escolar, ela sempre aparentava estar à vontade lá. 

Então notei o peso no meu braço esquerdo aumentar. 

Levantei levemente os olhos e olhei pro lado para perceber que minha irmã havia dormido, ela faz isso desde pequena, sempre que viajamos juntos els dorme em cima de mim...

Voltei então a fechar meus olhos e tentar descansar, dessa vez tendo certeza que não haveria nenhum incômodo durante a viagem. 

"Pack!"

O ônibus bate em um buraco e da um salto, rapidamente abro os olhos pra perceber que... 

Ele estava parado no ar!

Tudo a minha volta está em um tom de azul claro, e tudo estava parado, até a expressão da minha irmã de sono não demonstrava nenhuma mudança. 

Desprendo minha irmã do meu braço e começo a andar pelo ônibus em busca de informações. 

Mas... Nada. 

Não havia absolutamente nada que indicasse aquela anomalia.

Começo a pensar na possibilidade de retirar meu limitador e usar os meus poderes para resolver o problema quando-

"Paaaaa!"

Dois raios caem dentro do ônibus sabe-se lá de onde.

Um deles me acerta e outro cai ao lado da onde eu estava sentado. 

Derrepente tudo apaga... 



Notas Finais


Então pessoal, esse é o primeiro cap, espero que tenham gosto.

Um incenso de vez em quando não faz mal, vejo vocês em breve.


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