História Never Forget You (Malec) - Capítulo 12


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Categorias As Crônicas de Bane, Os Instrumentos Mortais
Personagens Alexander "Alec" Lightwood, Aline Penhallow, Catarina Loss, Clary Fairchild (Clary Fray), Isabelle Lightwood, Jace Herondale (Jace Wayland), Magnus Bane, Maryse Lightwood, Max Lightwood, Ragnor Fell, Robert Lightwood, Simon Lewis
Tags Alec Lightwood, Lemon Malec, Magnus Bane, Malec, Malec Longfic, Tmi
Visualizações 307
Palavras 2.940
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Fluffy, Lemon, LGBT, Romance e Novela, Universo Alternativo, Yaoi (Gay)
Avisos: Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


AINDA É QUINTA!!!

Gente, vou informando desde de já que semana que vem não tem capitulo em virtude do evento do ano — para mim — entitulado de #Helenafaz3. Venho bem ocupada com os preparativos da festa dela, já que eu sou a mamãe que vê diy, e está sendo complicado. Me perdoem.

Mas... Esse capítulo tá muito lindo, juro. ~ se não estiver, finjam, obg ~

Playlist:

— Carry You • Ruelle ft. Fleurie
— Start A Riot • Banners
— Half Light • Banners
— Wasteland • Verité
— 1965 • Zella Day
— I Got You • Bebe Rexha
— Feel It Still • Portugal/The Man
— Someone To You • Banners
— Someone To Stay • Vancouver Sleep Clinic
— Sweet Creature • Harry Styles

Enjoye. 💙

Capítulo 12 - (1.2) Yes


— "Esse é o primeiro dia da minha vida. Estou feliz por não ter morrido antes de te conhecer. Mas agora eu não me importo, eu poderia ir a qualquer lugar com você. E eu provavelmente seria feliz." 

first day of my life. gnash ft. Good Grace. 

— Abril, 2018 

[Magnus]

Olhar para Alexander naquela manhã ensolarada estava me dando certos calafrios. Com os óculos escuros, encarando a janela com um sorriso infantil e satisfeito, juro a mim mesmo que jamais o vi tão belo. Porém, cada vez que o olho, também escuto em minha mente uma melodia torturante. Tic-tac, tic-tac. Não que eu esteja arrependido em ficar. Eu estaria arrependido se tivesse ido e perdido isso. Perdido ele, e com isso, perdido tudo.

Apertei as mãos no volante, tentando dissipar meus pensamentos. Provavelmente, eu estava apenas nervoso pelo que havia decidido fazer. Era uma grande escolha e eu pensava que quando a fizesse, teria conquistado toda uma vida para mim. Seria um cantor bem sucedido, teria um relacionamento duradouro, teríamos ambos estabilidade, e não que eu trabalharia em um Starbucks e alugaria um carro para levá-lo para viajar. Entretanto, Alec me deu a lição mais preciosa de minha vida: nada realmente importa há não ser o que sentimos. E eu o amava. Nosso tempo contado deveria ser aproveitado.

Decidi isso enquanto dormia com ele no hospital. Fizemos o clima fúnebre do lugar parecer menos depressivo com nossos beijos e sonhos. Ou os dele. Sorri pequeno quando ele escreveu viajar no primeiro tópico, e um pouco nervoso quando ele escreveu casar no último. Casar. Nossa. Até a palavra me dava arrepios.

Porém, eu o olhei quando ele tentava explicar as razões pelas quais ele havia escrito aquilo e as razões pelas quais jamais realizaria e as razões pelas quais eu não deveria estar parecendo quase em pânico. Não existia nenhuma outra pessoa possível para que eu quisesse fazer isso. Era ele, sempre seria. Então, sim, iria cumprir minha promessa de realizar os sonhos que ele ainda tinha. Iria casar com ele.

Se ele quisesse, era claro. Tinha isso, a parte mais importante. Como pedir alguém em casamento. Vejo sempre em livros e filmes que o correto é uma declaração e ficar de joelhos e tudo bem, é um protocolo bonito. Mas eu nem sei como começar a fazer isso. Eu estava suando por um pedido que nem tinha ao menos feito. As alianças estavam em meu bolso. Comprei na manhã seguinte aos nossos planos bobos anotados no caderno de música que eu levava na mochila.

Quando chamei Alec para viajar, ele me deu o mais lindo sorriso que eu já vi. Ele parecia tão feliz naquele momento que eu me perguntei o que poderia fazer para manter ele daquele modo até o último suspiro. Então, meu coração quebrou em mil pedaços ao pensar nisso.

— Você parece tenso, amor. — Alec comentou, me trazendo de volta; até perdi o foco no trânsito — O que houve?

— Não dirijo há um longo tempo. — respondi, o que não era uma total mentira; havia tirado a carteira aos dezesseis e dirigido apenas cinco vezes após isso — Só quero que seja perfeito.

— Já está sendo. — ele respondeu, me dando um beijo na bochecha; tão doce, comigo, ao menos — Eu não sei como agradecer a você por isso, Magnus.

Ignorei o trânsito por cinco segundos para olhar para ele.

— Eu te amo tanto. — falei quase sem perceber; Alec enrubeceu — Tanto, tanto.

Nah, isso está deixando você muito sentimental. — ele falou, me dando uma pequena cotovelada ainda com as bochechas vermelhas — Vou mudar a música.

Eu ri, pois adorava as mais variadas reações que eu conseguia obter dele a cada vez que eu dizia que o amava. E eu via muitas delas pois não estava poupando nenhum esforço para que ele soubesse, tocasse, sentisse que era real. Alec deu de ombros quando parou de tentar achar uma música e deixou I Got You tocando.

Blue... — tentei, sem saber bem como começar aquilo — Falou com sua irmã?

Alec cerrou a expressão. Eu suspirei, cansado. Havia duas semanas desde que ele havia saído do hospital, e passava a maior parte dos dias dormindo comigo para evitar a família. Desde a discussão dele com Isabelle — que ele havia me contado em detalhes enquanto descansava a cabeça em meu peito —, ele parecia desejar fugir da família, mesmo que enfrentasse uma guerra interna sobre isso. Ele não tinha tempo para isso. Isso machucava mas existiam situações que até podia ser positivo. Se eu ao menos conseguisse fazê-lo falar...

— Magnus, não estrague as coisas. — Alec falou, rude e breve — Está perfeito, eu e você, juntos, riscando meu maior sonho e nosso primeiro tópico do seu caderno. Deixe estar como está.

— Sabe que quero apenas o melhor para você e vê-lo fazer o que é certo. — respondi, quase impaciente; precisei respirar um pouco para me controlar e como ele disse, não estragar as coisas — Como quiser, meu amor. — voltei atrás, e ele suspirou parecendo aliviado. Senti uma pontada de culpa.

Alec voltou a encarar a janela e eu aproveitei a música para me inspirar em meu pedido. Elaborar todas as coisas que me faziam ama-lo era muito simples para mim. Responderia quase automaticamente que foi o sorriso. Porém, nós dois éramos muito mais que isso. Alec era minha única chance de amar alguém.

— Não quero magoar você fazendo com que pense que não me importo ou que não dou ouvidos a você. — ele falou repentinamente — Eu dou. Irei falar com eles, irei falar com ela, ficará tudo bem, babe.

— Alexander... — pedi, estacionando o carro ao que encontrei um bar – mais uma taverna – na estrada; estava lotado, mas estava tudo bem sobre isso, foi como uma lâmpada em minha cabeça; se nossa história fosse um gibi, apareceria uma agora — Não estrague as coisas.

Alec tirou os óculos, me encarando com aqueles olhos azuis noite, tão lindos que podiam me oferecer uma constelação singular independente do horário. Ele sorriu, abrindo a porta porém a fechando rapidamente e me encarando novamente, como se lembrasse de algo. Tive medo, pois ele disse que não costumava beber, e eu sei agora que ele sequer poderia, mas não fiz perguntas pois amava o modo que ele me olhava e queria apenas aquilo, pelo máximo de tempo que eu conseguisse. Queria eternizar cada momento em mim, queria fazer com que cada palavra dita gravasse em meu coração e jamais fosse esquecida. Que o sorriso dele fossem minha eterna paisagem favorita e os olhos dele fossem a primeira coisa que eu lembrasse ao acordar e ao dormir. O amaria por toda minha vida e nas outras que viessem após, o amaria também. Amaria-o de um modo que me consumisse e mesmo que pudesse amar outra pessoa, jamais seria na intensidade que eu o amo.

— Magnus, eu te amo demais. — ele falou, e eu sorri desconcertado — Não precisa responder. Eu que estou respondendo. Eu te amo muito, de verdade.

E eu podia cogitar, em qualquer outra pessoa, se ele apenas não estava desesperado por sentir algo em seus últimos dias, ou até que eu era o que tinha e não uma escolha, mas com Alexander e o tom honesto da voz dele, e o modo com o qual o coração dele parecia estar em cada palavra dita a mim, não existia nenhum espaço para dúvidas. Eu o beijei, sentindo ele avançar para mim no mesmo instante que fui até ele, o que me fez sorrir. Sempre encontraríamos um ao outro.

...

Alec sorriu quando entramos na taverna. Não um sorriso grato ou feliz, era mais curioso e até um pouco sarcástico. Eu revirei os olhos, deixando ele passar em minha frente – como sempre fazia e agora que ele sabia a razão, até se movia de um modo que fazia tudo parecer melhor, ou pior, já que quase sempre eu ficava excitado.

— Como decidiu que viriamos para Wasteland? — ele perguntou, observando as mesas em busca de uma vazia.

Porque é a única cidade com todos os seus requisitos que realiza casamento de pessoas de dezoito e dezenove anos sem muita grana e imediatamente, pensei a verdade.

— Usei sua lista de requisitos. — respondi uma segunda verdade — Não subestime Wasteland, jovem Lightwood. Tem esse nome por alguma razão.

— Estou ansioso. — ele respondeu, mas não senti nenhuma sinceridade nisso — Ali, vamos.

Alec apontou uma mesa distante das outras, por isso talvez estivesse vazia. Aquele era um dos requisitos: cidade pequena. Concluído com sucesso. Sou um futuro marido com potencial, pensei nervoso.

— Bom, deveria estar, eu acho. — respondi, puxando a cadeira para ele — Fiz um pequeno roteiro de todas as belezas naturais que podemos conhecer nesses três dias.

— Mags... — Alec chamou com uma feição orgulhosa, pegando minha mão em cima da mesa, quando eu sentei também — Obrigado por isso.

— Não agradeça até que eu te leve a cachoeira. — respondi, ansioso para que desse certo — É lindo demais. Você vai amar.

— Eu sei que sim. — ele respondeu, beijando minha mão e depois meus lábios.

Alec passou a folhear o cardápio, com uma careta adorável vendo a quantidade de bebidas bem superior a de comida. Eu sorri, mas não iria aproveitar. Estava dirigindo e estava com meu garoto. Me manter sóbrio era uma prova de dignidade. Se bem que eu poderia parar de suar tanto pelo nervosismo se tomasse ao menos uma dose.

— Aquele casal, valendo um beijo com língua. — Alec apontou para a porta e eu acompanhei o dedo dele.

Tínhamos essa brincadeira que eu sabia que não existiria ninguém que faria comigo novamente. Quando estávamos em um lugar, criavamos histórias para as pessoas baseadas em suas roupas ou no que elas levavam consigo. Era divertido apesar de não fazer sentido algum.

— Ele é o sugar daddy dela. — respondi, analisando o terno bem passado do homem em contra partida do vestido leve da moça — Uma estudante de moda Indie e seu sugar daddy. Eles estão de viagem, voltando de alguma cidade muito grande e provavelmente discutiram e agora precisam beber até que estejam altos suficiente para que possam transar e ela perdoa-lo.

— Ela perdoa-lo? E se quem tiver errado com ele for ela? — Alec contestou — É uma possibilidade.

— Não mesmo. Olhe para ele. Parece muito um homem que abandona a moça bela em um bar de hotel fino e dá em cima de outras. — argumentei — Olhe o terno que ele usa em uma taverna para o vestido dela. Não existe nenhuma possibilidade.

— E se ele não estivesse dando em cima de alguém? — ele retornou a argumentar — Se ela tiver interpretado errado? Ele parece ser um homem de negócios. Pode ter falado com alguma sócia e a moça, movida por insegurança ou desconfiança em homens, ter exagerado um pouco.

— Isso não é válido. Fico com minha versão. — respondi por fim, observando Alec conter um sorriso.

— Sua versão está falha, nobre Bane. — ele respondeu — Apenas isso.

Quando Alexander voltou a folhear o cardápio, eu soube o que tinha que fazer. Pois eu tinha tanta sorte, sabe? Olha tudo aquilo. Ele havia me escolhido para ser não o primeiro, e sim, o único. Ele me amaria para sempre. Eu era a pessoa dele. Eu o olhava e sorria e sabia que não amava sozinho. Pois Alexander Lightwood era a melhor parte de mim até em meus hábitos estranhos que por alguma razão desconhecida, ele compartilhava. Em um mundo imundo, a única luz e pessoa completamente pura que eu já conheci, iria partir e era justo que alguém tão bom não permanecesse aqui, mas eu estava tão feliz por ser quem teve a sorte.

— Já escolheu? — perguntei, inflando meu peito de toda coragem possível.

— Uma coca-cola e uma porção grande de batatas fritas. — ele respondeu, me dando o cardápio — Uma pizza também seria bom?

— Não, não agora. — falei, nervoso demais para pensar em comer — Vamos ter que andar.

Ele franziu o cenho, mas não disse nada e eu agradeci a isso.

Decidimos que eu faria os pedidos, então caminhei por entre as mesas, tirando a pequena caixinha do bolso. Gostaria de da-lo algo que ele merece, ouro puro ou prata, mas infelizmente, não posso. Espero que ele goste ainda assim. Tem todo meu coração nessas alianças.

— Hey. — chamei o senhor que cuidava do balcão, que tornou a mim com uma carranca — Bom, preciso que me faça um favor. — falei, recebendo uma sombrancelha arqueada dele — Coloque essa música aqui, e por deus, melhora essa cara. Você trabalha com o público.

— O quê, moleque? — ele falou agressivamente, e eu sorri.

— Dez dólares por uma música. — coloquei a nota no balcão, e ele encarou minha outra mão com um sorriso mais cordial.

— Seu namorado? — perguntou o barman bipolar e eu acenti — Viva os gays, cara.

— Sou bi. — respondi, não que fosse ofensivo ser chamado de gay; apenas éramos invisibilizados demais e quanto mais permitissimos, mais aconteceria.

Viva o amor, cara. — ele se corrigiu, colocando a música que eu pedi — Coragem, homem.

Deus, eu estou recebendo motivacional de um barman carrancudo em uma cidade tão perdida que até o próprio nome assume isso. O que aconteceu com a minha vida?

Quando eu voltei para onde estávamos, decidi que faria ali mesmo, no meio, para que todos vissem. Então, subi em uma mesa vazia. Quando olhei para Alec, ele estava vermelho e com a mão no rosto, provavelmente se questionando se eu já havia bebido.

— Senhoras e senhores dessa linda cidade em miniatura, posso ter a atenção de vocês? — gritei, tomado por uma repentina coragem que eu nem sabia que conseguiria ter — Eu espero que estejam todos me escutando pois vou falar algo muito sério agora.

— Magnus, se você não descer daí, vou te tirar no soco. — escutei Alec ameaçar, me fazendo rir.

Blue, relaxa. — pedi, porém eu que precisava relaxar — Continuando, vocês vêem aquele homem lindo, que mais parecer uma obra de arte? Então, ele é meu namorado e o amor da minha vida. — fechei os olhos, procurando em minha mente tudo que me fez ama-lo como eu fazia, e sorrindo bobo ao encontrar milhões de flashes em minha mente do quão incrível ele era — Quando eu o conheci, eu tinha catorze anos e ele não lembra disso. Mas eu jamais o esqueci. Alimentei isso loucamente por três anos inteiros e quando tudo acabou, eu pensei que estaria livre. Livre de ama-lo, de adora-lo e desejar tanto algo que eu sabia que jamais teria. Mas o destino existe, amor, e ele me trouxe você de volta. — eu desci da mesa com um pulo ciente que todos aqueles olhares estavam sobre nós, mas eu só via uma pessoa no recinto — Não somos convencionais, Alexander. Mas sei que se você voltou para mim, tenho que agradecer a dádiva e aproveitar a chance de fazer você feliz. — não podia falar muito, para não expor ele de um modo que ele não queria, além de que falaria tudo para ele enquanto o amasse — Você é o amor que eu sonhei para minha vida. Avassalador, me consome. Um amor mais forte do que eu jamais seria, que me mantém tentando. Eu lembro daquele beijo desajeitado na barraca de tiro, e eu ainda guardo as fotos em meu armário e a princesa jujuba em minha estante. — ele sorriu, com os olhos lacrimejantes e eu estava no mesmo modo — Eu lembro da primeira vez que vi você e da primeira vez que me viu. Amo você em todos os idiomas e vidas possíveis. Espero que escute o que estou dizendo. Quando os dias forem muito difíceis, quero ser a pessoa que estará sustentando você. — quando abri a caixinha, Alec se permitiu chorar e eu também, pois estava sentindo tudo demais — E quando tudo tiver o inevitável fim... Eu só espero que você saiba o quanto eu amo você. Então, Alexander Gideon Lightwood, você aceita casar comigo?

Alec me encarou descrente e eu estava realmente ficando nervoso. Meu deus, eu jurava que ele aceitaria. O que eu fiz? Meu estômago está revirando com esse silêncio e todas essas pessoas nos olhando me fez arrepender de ter tanta certeza que ele iria me dar a resposta que eu esperava.

— Ei! — Alec me chamou repentinamente, e eu voltei a olhar para ele; ele sorria, mesmo vermelho pelo choro — Sim! Eu aceito, é lógico que sim.

— Sério?

— Sim! — ele respondeu novamente, me olhando confuso — Coloca a aliança em mim agora, amor.

Eu ri, enquanto as pessoas aplaudiam — mesmo que algumas pessoas nos olhassem com desdém e preconceito não disfarçado, como se importasse — e eu estava em paz. Alec se inclinou para me beijar, sem dizer mais nada. Nós dois sabíamos que não precisava nada ser dito ou feito naquele instante em que havíamos decidido tornar oficial a maior verdade de nossas vidas: nós éramos um do outro.

— Ele disse sim e eu acho que consigo respirar agora. — brinquei, vendo algumas pessoas rirem enquanto Alec escondia o rosto em meu peito — Agora se nós permitem, podem continuar com a programação normal por que eu tenho que casar.


Notas Finais


~ escutando a marcha nupcial e chorando em New Americana ~

COMENTA BASTANTE GENTE PRA MIM TER BASTANTE COMENTÁRIO PRA RESPONDER KKKK 💙

Nos veremos em breve, amo vocês ❤️

Xoxo, V. 💙


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