História Never Trust Your Neighbors - Taekook - Capítulo 8


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jeon Jungkook (Jungkook), Jung Hoseok (J-Hope), Kim Namjoon (RM), Kim Seokjin (Jin), Kim Taehyung (V), Min Yoongi (Suga), Park Jimin (Jimin), Personagens Originais
Tags Assassinato, Bangtan, Bangtan Boys (BTS), Drama, Jeon Jungkook, Jung Hoseok, Kim Namjoon, Kim Seokjin, Kim Taehyung, Kookv, Min Yoongi, Park Jimin, Suspense, Taekook, Vkook
Visualizações 8
Palavras 1.050
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Ficção, LGBT, Luta, Mistério, Policial, Romance e Novela, Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Primeiro, eu quero pedir desculpa pela atualização meio tarde hihi, eu tava ocupada durante o dia com coisas da escola.
Enfim, espero que gostem! Se sim, comentem ou deem fav! Boa leitura ❤︎

Capítulo 8 - Acreditar


Fanfic / Fanfiction Never Trust Your Neighbors - Taekook - Capítulo 8 - Acreditar

Não que Taehyung já confiasse muito em Jungkook. Pelo contrário, ainda tinha, no fundo, certa resistência em acreditar nele. Quer dizer, ele enganou o Kim, dizendo que acreditava que ele não escondia nem tramava nada, e toda essa situação acabou com Jeon apontando uma faca em seu pescoço. Quem poderia confirmar que ele não faria o mesmo, agora que estava “ajudando” na investigação? 

Mesmo assim, Taehyung não conseguiu conter-se em pensar “Viu, Tae? Não teve nada de errado. Pode confiar em Jungkook, ele não vai te prejudicar! Para de ser louco!”, quando a descrição de Jimin e Hoseok, segundo Jeon, estavam certas. Entretanto, se o mais novo estivesse certo, seria necessário focar todo a sua energia e determinação em Namjoon, que era o mais misterioso. Era, na verdade, libertador finalmente ter um suspeito que fizesse sentido. Estava cansado de todo o papo “Não foi ele. Ele não tem motivos”, até porque, na sua mente, os que não têm motivos, são os menos suspeitos, logo, eles têm uma vantagem maior para fazer o crime. A verdade era que grande parte da resolução de todo o assassinato dependia da personalidade de Namjoon. Se ele fosse suspeito, Taehyung tentaria ser ainda mais próximo do mesmo, para tentar extrair informações, e, caso contrário, voltaria para a estaca zero. A ideia de errar toda uma investigação fazia com que o estômago do garoto embrulhasse instantaneamente. 

 

———————————————————

 

Não muito tempo se passou, e Taehy foi “entrevistar” Namjoon. Ele iria passar na loja onde o outro Kim trabalhava, e lá, pediria um conserto para seu celular - que realmente estava estragado. Lá, ele planejava ter uma conversa aconchegante com o mais velho, onde eles teriam muita confiança um no outro. Se tudo desse certo, Taehyung convidaria Namjoon para passar em sua casa mais tarde, e lá teriam uma conversa mais profunda ainda, na qual eles passariam a ter confiança, e Tae saberia o que precisava.

Sem perder, tempo, chegou na loja, e, por ”coincidência”, foi atendido por Namjoon:

 

- Bom dia! Como eu posso te ajudar? - começou o mais velho, ainda não vendo a cara de Taehy.

 

- Ah! Oi, Namjoon! Não sabia que você trabalhava aqui, mas enfim, eu preciso de uma bateria nova pro meu celular, porque a que eu to usando agora ta viciada - respondeu Taehyung, fingindo surpresa, parecendo um ator hollywoodiano.

 

- Certo, o problema é que talvez demore aqui, então seria interessante você sair e conhecer um pouco mais a cidade, certo?

 

- Sem problema, depois você passa lá em casa e a gente conversa. Hoje às 18:30, pode ser?

 

- Claro, estarei lá!

 

Dito e feito, quando o relógio bateu 18:30, Taehyung ouviu uma batida em sua porta:

 

- Oh, espera aí, já vou! - gritou do quarto, enquanto colocava um sapato para receber seu amigo.

 

Ele abriu a porta, e, assim que o mais velho entrou, começaram a conversar:

 

- Oi, Namjoon! Tudo bem com você? Aceita algo pra tomar? Alguma bebida, talvez?

 

- Oi Tae, comigo tudo certo. Aceito uma cerveja, por favor. 

 

E assim que Taehyung serviu a bebida desejada pelo mais velho, o assunto começou a ficar mais interessante:

 

- Era disso que eu tava precisando! Ai, a polícia ta pegando muito no meu pé ultimamente, eu precisava desestressar, obrigada Taehyung!

 

- De nada, Nam! Te entendo. Eu também não gosto deles, principalmente aquele detetive que nos entrevistou na delegacia, uns dias atrás.

 

- Na verdade o detetive foi bem gentil comigo. Só que acham que eu sou cúmplice só porque eu sei mexer em um computador...

 

- Que situação, hein? Nessas horas eu fico muito feliz que existe o interrogatório pra que eles conheçam as pessoas de verdade. A pessoa pode ter o perfil de um assassino mas na verdade não mata nem uma mosca. Eu espero que eles revejam a sua situação. Te conheço e sei que você não faria nada.

 

- Olha, a verdade é que ninguém nesse prédio me conhece de verdade. Ninguém sabe sobre minha história. Eu não culpo a polícia por fazer o trabalho dela, mas eu me sinto meio desconfortável. 

 

E assim, continuaram conversando sobre assuntos diversos, e, sinceramente, meio aleatórios. A verdade é que Namjoon era muito engraçado e querido, mas era, de fato, o mais misterioso dos moradores do prédio. Jungkook, mais uma vez, estava certo. Talvez Taehyung precisasse considerar confiar nele, de uma vez por todas. Pra ser bem honesto, ele achava Jeon muito interessante, talvez de uma maneira mais necessária do que amigos se interessam um pelo outro, mas só o tempo lhe traria respostas sobre seu interesse romântico no mais novo. 

De uma coisa Taehy tinha certeza: a vida naquele prédio, com os sete moradores, nunca seria entediante, e eles tinham uma grande conexão. Obvio, com segredos, e omissões de verdades, mas as vezes, os que eles mais precisavam era esquecer de suas vidas, e simplesmente rir com algumas pessoas que moravam do lado. Contudo, existia um assassino entre eles. Descobrir quem ele era, os motivos e detalhes sobre o crime, era uma meta de Taehyung.

O tempo foi passando, e o Kim ainda trabalhava no caso. A polícia fez mais algumas pesquisas, e descobriram que o assassino foi, de fato, um morador, pois, em imagens da câmera de segurança da loja do outro lado, não foi possível ver ninguém entrando ou invadindo o prédio na hora do homicídio. Além disso, descobriram que a faca usada para matar Donald era profissional, quase feita especificamente para esse tipo de ofício. Ao ouvir isso, Taehyung sentiu um frio que vinha da ponta dos pés até a ponta da sua cabeça. Pensar que eram feitas facas só para coisas assim. E o pior, as pessoas realmente compravam! Como se não fosse suficiente, a ideia de que dormia no mesmo teto que um assassino simplesmente era algo que lhe deixava tremendo. O garoto sempre prezou pela vida, e, consequentemente, o bem e a saúde das pessoas. Logo, o homicídio ou crimes que causem a morte intencionalmente era algo que ele simplesmente deixava-o muito sensível, e não suportava a ideia de conviver com alguém que não tivesse princípios. Na sua visão, nada justificava o ato de matar alguém. Toda vida era considerada preciosa, e seria injusto tirar ela de alguém tão repentinamente, e de modo tão sanguinário e doentio.


Notas Finais


Eras isto! Até quinta que vem! Lembrem de comentar as opiniões de vocês, e me avisem se vocês virem algo errado, por favor!


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