História NeverLand - Capítulo 8


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
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NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ecchi, Ficção, Ficção Adolescente, Harem, Luta, Magia, Mistério, Romance e Novela, Sobrenatural, Violência, Yaoi (Gay)
Avisos: Bissexualidade, Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Suicídio, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 8 - Defesa própria.


Fanfic / Fanfiction NeverLand - Capítulo 8 - Defesa própria.

Meu nome é Caard Lumeron, mas não sei o que faço aqui nessa universidade tão vazia... Tudo que me recordo é de como todos me trataram tão mal por ser diferente então como defesa apenas abaixava a cabeça e fingia ser surdo e mudo... 

-Não converse com ele.

-Por que não? 

-Ele é um... 

-Um deles é? 

-Sim...

Não recordava do passado, apenas daquele presente terível, mas então você apareceu uma única luz que não fugiu que agora estava tão diferente, tão sombrio deixando meu coração pular para fora do peito de tanto prazer por aquilo seu sangue maravilhoso mostrava seu passado e eu podia ver seu futuro se me permitisse a ficar ao seu lado para sempre... 

-Caard. -Yuu se virava para ficar de frente para o albino. -Vamos brincar? 

-Não aceito a violência, mas vamos... -"Por todos que me fizeram passar um sufoco". -Vamos brincar. -"Vamos avançar diretamente para o amanhã sem abaixar a cabeça para os agressores!"

-Desperte... Alucard Cameron! 

Caard arregalou os olhos soltando a faca e caindo de joelhos, parecia estar em presência de uma beleza que o deixava sem falas. Os demônios avançavam em direção a Yuu que acabaram por usar a cabeça do mesmo para abrir uma cratera até se aproximar do magma enquanto ambos falavam:

-Últimas palavras, humanozinho de merda! 

-Eu tenho... -Yuu lambia os lábios e usou as mãos para impedir de continuar a caminhada até o centro da Terra. -Se fuderam. 

-O que? 

Uma sombra enrolava na cintura de ambos e os puxavam para fora dali junto de Yuu, mas diferente do moreno aqueles dois tiveram os chifres e asas cortadas, quando sentiram a dor começaram a gritar. 

-Maldito! -Gritou o anjo que começou a tremer diante do que via. 

Uma sombra envolvia o albino que agora parecia com um homem sério e de puro respeito, porém assim que lambeu os lábios o anjo notava uma esfera vermelha em sua mão e que nela sempre se enchia diante um caminho direto ao seu coração. 

-Isso é... 

-Uma esfera de sangue capacitada de pegar o sangue de criaturas, em humanos devo beber, agora entendi por que eu podia beber o seu sangue pelo pescoço Yuu. Tens uma história interessante. 

-E quem diria que o Conde morava junto comigo. 

-Me salvastes, estarei em dívida eterna. -O albino sorriu. -Se me permitires ficar ao seu lado como um pseudo-vampiro sem memórias. 

-Permito. -Yuu sorria e se virou para o anjo. -Desiste? 

O anjo se ajoelhou fraco, incapaz de reagir, pela sua falta de resposta Yuu se aproximou e passou a chutá-lo no rosto, pisoteá-lo para que caísse no chão e continuou com a agressão gritando:

-Vamos! Me diga! É bom quando é comigo não é! Vamos! Ria de novo! Vamos! 

-Yuu... -A voz da loira ecoava no local, fazendo-o parar com a agressão. 

-Eu sabia que você estava ai. -Ele se afastava do anjo. -Por que não ajudou? 

-Pensei que você... 

-Não iria retornar ao que era antes de Deus fazer-me de cachorrinho de crianças impulsivas e suícidas?! 

-Yuu... 

Caard apenas desviava o olhar entre o moreno e a loira, sem dizer uma palavra apertou a mão para parar de roubar o sangue do anjo fazendo um sinal de "Vá embora", vendo que era correspondido com um aceno de cabeça e lágrimas na tentativa de carregar seus companheiros derrotados com tanta facilidade. 

-Yuu... -Chamou o albino. 

-Diga. -Ele se virou na direção do albino. 

Caard tocou seu rosto, puxou para perto e roubou um beijo carinhoso de língua, segurou para que não fugisse, enquanto ambos sentiam o sangue na língua pareciam beber e abandonar o folêgo, aquilo ia diminuindo sua natureza agressiva já do albino ia o tornando novamente em sem memória. 

-Humm... -O moreno tentava empurrá-lo, ficando sem força e jeito de afastá-lo até que o albino se afastou desmaiando em seus braços. -Ele...

-Vocês dois estão ligados... 

-Ligação de sangue não é? 

-É... 

Yuu se olhou para uma colher no chão e pôde notar que uma metade sua estava sorrindo com a íris vermelha enquanto a outra era sua verdadeira face atual assustando-o. 

-Eu me tornei como ele? 

-Como ele?

-Caard... Lumeron... O verdadeiro vampiro nobre preso no corpo de um humano o tornando em pseudo-vampiro. Agora eu, Yuu Mamori preso nesse corpo de anjo, impedindo de me tornar naquele ser que quando era vivo me transformei. 

-Yuu só algo me intriga, qual é o seu nome? 

-O meu... nome..? 

-Sim o seu nome real. -Ela balançava a cabeça em negação. -Algo não está certo em minha cabeça, por que Deus iria aceitá-lo, um ex-humano como anjo?

-Tsukuyomi. -Sua voz parecia fria e distante. -Tsukuyomi Mikoto. 

-Como na lenda do sol e da lua? 

-Meu pai... Quando nascí no mundo humano me viu morrer então me banhou no oceano com a lua cheia nos iluminando e implorou para que me trouxesse de volta, então por algum motivo diz ele que a própria lua tornou-se em homem dando-me a vida novamente, porém foi avisado... -Yuu respirou fundo. -Ninguém se recordaria do nome desse garoto quando o mesmo morrer e será confundido com um demônio, pois estarei transferindo poderes iguais aos meus para impôr ordem e segurança. 

-Mas você foi morto...

-E como a lua que ilumina as dezenas de mortes ocorridas... -Yuu fechou os olhos e respirou fundo. -Ele me tornou anjo para impedír as mortes e concertar o que meu criador fez que foi iluminar a morte e seus passos.

-Você não tem culpa! 

-Tenho. -Ele abriu os olhos e observou o albino grunhir baixo como se tivesse pesadelos. -Mas como eu diria... Tenho um sol que só pode ficar na escuridão. 

-Está falando de Alucard? 

-Sim, ele é a morte que eu iluminarei, assim como ele que me deu vida me iluminou. 

-Você tá muito gay. 

-Hum... -Yuu acabou encostando a testa na de Caard, sussurrando: -Deve ser culpa desse coração mole. 



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