História New Avengers - Capítulo 15


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Categorias Capitão América, Homem de Ferro (Iron Man), O Incrível Hulk, Os Vingadores (The Avengers), Thor, Viúva-Negra (Black Widow)
Personagens Anthony "Tony" Stark, Clint Barton (Gavião Arqueiro), Dr. Bruce Banner (Hulk), Feiticeira Escarlate (Wanda Maximoff), Lady Sif, Laura Barton, Loki, Maria Hill, Mulher-Hulk Vermelha (Betty Ross-Banner), Natasha Romanoff, Nick Fury, Steve Rogers, Thanos, Thor, Visão
Tags Adolescentes, Avengers, Jovens, Marvel, Mutantes, New Avengers, Nova Geração, Novos Vingadores, Pepperony, Poderes, Romanogers, Thanos, Vingadores
Visualizações 42
Palavras 2.814
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Crossover, Famí­lia, Ficção, Luta, Magia, Mistério, Romance e Novela, Sci-Fi, Universo Alternativo
Avisos: Linguagem Imprópria, Spoilers, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


hey hey hey

enjoy, desculpa qualquer erro, mas já vou dormir por causa do #enem

Capítulo 15 - O Resgate


- Olá, Zemo.

- Boa tarde, Ophelia – o homem fala, com um forte sotaque russo.

- Como vai a caça ao Maximoff?

- Apreendemos ele perto do perímetro da Torre dos Vingadores. Talvez ele esteja começando a lembrar de quem era. De qualquer jeito, apagamos ele novamente, mas terá que permanecer na base de Nova York até sua estabilidade.

- Desde quando ele foi estável?

- Cuidaremos dele para você. Vamos ao que interessa.

- Nós vamos despedaçar aquela agência. Pedaço por pedaço. Garanto isso à você, Zemo.

- Você deseja isso em gratificação ao mundo e a Hydra ou à si mesma?

A mulher engoliu em seco.

- Não duvide de mim. Dediquei metade da minha vida em nome dessa instituição e não é agora que rixas passadas irão ficar entre meu julgamento.

- Tudo bem, Víbora.

- Não me chamo mais assim.

- Henry e Faustus chegaram, Madame. Saxon está comprometido com seu trabalho na capital – seu subordinado anunciou.

- Comecemos a reunião, Ophelia.

- Esse é o começo da queda, meus caros.

Howard mostrou a gravação do que conseguiu capturar com seu celular para os amigos. Eles estavam em um depósito da SHIELD para não serem pegos pelas câmeras e poderem conversar a vontade.

O vídeo mostrava a mulher, seu subordinado e um homem mais velho, depois houve a chegada de mais dois homens e eles foram para a área secreta atrás do armário da sede.

- Como vocês escaparam de lá? – Edward perguntou, checando os dois para ver saber se não estavam feridos por alguma luta da Hydra.

Os dois lembraram de como aconteceu.

Quando todos os agentes entraram na sala de reunião e isolaram-se, eles sabiam que tinham que ser rápidos para sair dali.

América pegou seu casaco e deu um jeito de mascarar seu rosto, deixando apenas seus olhos a serem vistos. Ela indicou que Howard fizesse o mesmo com o casaco dele (por alguma razão, ambos sentiam frio quando entravam no lugar). Dessa forma não seriam reconhecidos.

Movendo-se devagar, perceberam que tinha dois agentes na entrada para a sede abandonada e mais no carro preto que estava a frente do local.

A ruiva concentrou-se, e com sua mente apagou os dois agentes da entrada (não sabia como tinha mais dominância disso, mas quando realmente precisava usar sua mutação, era tão fácil quanto falar russo). No entanto, aqueles que estavam no carro, confusos, foram ver o que tinha acontecido.

Eles correram para fora.

Howard respirou fundo e sentiu a adrenalina surgir e com isso, seus punhos estavam ganhando um brilho alaranjado. Os homens da Hydra preparavam para atirar, e nesse meio tempo, Howard projetou uma rajada de pura energia na direção deles.

Eles correram mais.

Quando chegaram ao carro, nem esperaram e ligaram-no em retirada.

- Foi moleza – América sorriu.

Ninguém acreditou.

- Ainda tem mais: estamos sendo espionados. América e eu descobrimos nos computadores da sede que tem diversas imagens da gente circulando a Hydra.

- Por que iriam espionar a gente?

- Somos os filhos dos Vingadores. Falando antes do desaparecimento, eles podiam tentar nos usar para deixar nossos pais vulneráveis. Mas se forem imagens recentes, não entendo o porquê – Charlotte disse.

- As imagens que encontramos foram somente depois do desaparecimento dos nossos pais.

- Iremos mostrar para o Fury?

- Que estamos sendo espionados?

- Não! Que a SHIELD pode ser atacada!

- Claro! Estávamos em missão e descobrimos essa fofoca máxima! Não tem porque não contar, nem desculpas para isso.

- Howard tá certo, é uma notícia importante. Acho melhor nós dois irmos lá, já que era nossa missão.

- Se mostrarem o vídeo para ele irão revelar que Pietro está vivo. Fury não é burro – Charlotte alertou.

- Editaremos essa parte para fora do vídeo. Vou só pegar minhas coisas com a Meri.

Howard se despediu de todo mundo, e ao despedir-se de Edward, lhe deu o pendrive com uma mensagem: copie tudo. Eles eventualmente teriam que entregar o pendrive nas mãos da SHIELD, mas queriam saber todas as informações que tinham conseguido.

Seu amigo concordou com a cabeça e guardou o pendrive no seu bolso.

América também foi despedindo-se de todos e quando foi abraçar Charlie, sussurrou em seu ouvido que queria ajudar na situação de Pietro. Charlotte sorriu.

Os dois foram andando para fora do depósito e respirando fundo, já que iriam ter que entregar péssimas notícias ao diretor da SHIELD.

Os outros três que formavam um trio permaneceram por lá.

- O que vamos em relação a nossa missão? Não podemos contar que Pietro foi o culpado.

- Fury vai entender se formos falar com ele.

- Julie, ele acima de tudo é muito desconfiado. E não confia na gente.

- Ele confia em você, Charlie – Julie falou.

- Iremos quebrar mais ainda a confiança dele se não falarmos logo.

- Amanhã a gente conta, hoje ele já vai receber uma bomba da América e Howard. Não é justo com ele.

***

Era o dia seguinte e o último dia da semana para a resolução das missões. Essa parte dividiria quem permaneceria e quem continuaria.

- Entrem em fila com seus respectivos trios e aguardem a entrada para a sala do Diretor Fury – Nina falou, com expressão séria.

Os cinco jovens estavam com um rosto cansado demais, cada um com seus motivos.

Edward copiou todos os arquivos no pendrive para outro, e depois Howard foi ao sei dormitório para analisarem o que teria em cada um deles, fazendo com quem nenhum pudesse ter uma noite descansada. Além disso, Howard lhe contou que ele conseguiu fazer durante a fuga da sede da Hydra e tiveram uma longa conversa sobre o que ele podia fazer com seu poder.

O filho do Hulk ficou feliz que seu amigo parecia melhor e queria sua ajuda. Eles sempre tinham um ao outro, e Howard lembrava disso.

Charlotte ficou esperando América em seu dormitório, já que a ruiva havia contado que queria ajudar a encontrar o Pietro. Elas ficaram traçando linhas no mapa de Nova York, pensando em possíveis sedes da Hydra, antigas e atuais (as quais podiam verificar na rede de dados da SHIELD).

No final das contas, não conseguiram determinar uma localização exata, mas tinham duas fortes opções que iam checar a partir de hoje, quando a noite caísse.

Julie aprofundou-se mais ainda nos contos de profecias e magias asgardianas. Tinha que redescobrir algo para ajudá-los. Era sua missão pessoal, não queria falhar novamente.

Secretamente, ela absorvia todo o conhecimento místico que Asgard (e os livros antigos de seu pai e mãe) tinha a oferecer. Ela sentia-se cada vez mais forte com isso, e sentia que havia despertado algo em si.

É claro, não ia compartilhar com seus amigos. Não queriam que eles se preocupassem com nada. Não era como se eles pudessem entender sobre isso de qualquer maneira, ela é uma semideusa estudando sobre sua cultura e seu legado.

- O que vamos fazer? – Julie perguntou.

- Nós contamos para ele o que aconteceu ontem na sede da Hydra. Ele observou a parte do vídeo que Howard mostrou e disse que tomaria conta disso e não era para contarmos à ninguém.

- Só isso?

- Só isso. Fury é um cara que guarda seus segredos bem fundo. Nós sabermos disso é o suficiente para que ele seja mais cuidadoso ainda.

- E sobre nossa missão? – Edward questionou às suas parceiras.

- Contaremos a verdade. Ele deve pedir que não compartilhemos a informação, mas só isso. Não completamos nossa missão porque é peixe grande demais para a gente, não acha? – Charlotte respondeu.

América olhou com uma sobrancelha arqueada. “Peixe grande demais”. Não para elas, aparentemente.

- Howard! Meri! Cheguei! – uma figura apareceu cada vez mais próxima à eles. Era Rowena.

Ela chegou com seus olhos famintos e seu sorriso caloroso. Estava ansiosa para continuar a missão com os adolescentes mimados dos Vingadores.

- Rowena.

- Rowena!

América e Howard se encararam.

América pensava em como iriam contar todas suas descobertas se a parceira deles que não ajudou muito iria estar lá para saber. Não era seguro.

Howard estava feliz que ela tinha voltado e sentia pesar pela mãe doente que a garota dizia ter. Ele sentia-se mal vendo que as pessoas não tinham as mesmas oportunidades de direitos que ele tinha, então tentava ao máximo oferecer igualdade para quem podia.

- Amigos, estou tão feliz que estou de volta. Senti saudades de vocês – Rowena sorriu e abraçou eles falsamente. Era entediante interpretar esse personagem.

O grupo de repente ficou desconfortável com a presença dela e ficaram em silêncio.

Exceto Howard.

- Como está sua mãe?

- Minha mãe? – Rowena riu, e depois lembrou de sua mentira e fez uma expressão melancólica – Minha mãe! Ela está tão fraquinha, coitadinha... À beira da morte.

E ela empurraria a mãe dela para a morte, se fosse possível.

- Se quiser, eu pago pelos serviços dela! Posso arranjar o melhor tratamento para... o que ela tem?

- Ela tem...-

- Podem entrar, o Diretor Fury está aguardando vocês – Nina interrompeu-os.

Os três entraram na sala de Nick Fury. América e Howard direcionaram um último olhar um ao outro enquanto entravam, enquanto Rowena vibrava ao entrar na sala do diretor da maior rival da sua agência.

- Boa tarde, Diretor – América cumprimetou-o.

Fury olhou para América e Howard e depois para Rowena.

- Senhorita Williams? Estava presente durante a investigação final desses dois? – já sabia a resposta, escutou o depoimento dos jovens no dia anterior, mas queria escutar da garota.

- Desculpa, senhor, tive que me ausentar para cuidar da minha mãezinha – Rowena disse, com um gosto amargo na sua boca ao falar de forma dócil de sua mãe.

- Escutarei a sua versão sobre a missão e depois peço que se retire para que eles possam dar a deles.

A sorriso de Rowena caiu. Desejava estar armada para assassinar aquele velho ali mesmo.

A parte dela foi breve, América e Howard mais ainda, visto que eles tinham relatado tudo. Afirmaram que a parceira não sabia da comunicação deles e só.

Quando foi a vez do trio de Charlotte, Edward e Juliette, eles demoraram um pouco mais. Charlotte quem falou tudo, e fez questão de ser o mais objetiva possível.

- Nossa missão da descoberta de quem era o culpado apontou suposto falecido Pietro Maximoff. Hydra o controla agora e foi ele quem nos atacou, mas só fizemos o reconhecimento depois. Os dados roubados contendo as fichas batem com as casas dos agentes atacados – Charlotte disse, entreganto os arquivos para ele.

Nick Fury entrou em colapso por dentro. Sua mente voltava à 2014, quando sua agência estava cheia de infiltrados, havia um Soldado Invernal ativo e com isso estavam vulneráveis.

Atualmente, a vulnerabilidade torna-se mais intensa com o desaparecimento repentino dos maiores heróis que a agência pôde fornecer.

- Dispensados.

- Mas-

- Dispensados. Os resultados sairão amanhã.

Todos estavam na mesma condição. Teriam que esperar.

***

O véu da noite havia coberto o céu.

América e Charlotte estavam preparadas para sair. Ambas vestiam o uniforme da SHIELD, para garantir que a Hydra tenha noção que elas estavam a par das tramas.

Elas ainda carregavam consigo as armas que lembravam-nas de seus pais.

América tinha as pistolas e “ferrões” do arsenal pessoal da Viúva Negra e Charlotte tinha o arco que ganhou de seu pai quando começou a treinar sério.

Elas saíram na surdina, pegando o carro de Howard (América pediu emprestado para “noite de meninas” e Howard não questionou sobre a possível ilegalidade e deu as chaves) e dirigindo para um dos pontos de referência que tinham.

- Não sabia que você sabia dirigir – América falou. A única coisa que ela sabia dirigir era uma moto, por conta de seu pai. Natasha não permitia que ela tivesse um carro.

- Nem eu – Charlotte respondeu com um risinho. A única experiência que tinha era na fazenda – Mas é parecido com dirigir um trator.

Sem tardar as duas chegaram na localidade que queriam, e a princípio cobriram o símbolo da SHIELD para não desconfiarem.

Respiraram fundo.

Na base, foram abordadas e América usou seu poder para fazer com que sejam liberadas. Sem perguntas, sem interrupções.

Seus corações disparavam.

Quanto mais adentravam sabiam que não tinha mais volta. Iriam a frente com o que queriam e tinham que suceder.

Procuraram pela sala de vigia, para ver se o Pietro estava ali e para desliga-las e não capturar a presença delas. Quando encontraram, neutralizaram o agente e seguiram como o planejado.

Com sorte, viram que em algum andar estava o Maximoff, em uma sala cheia de guardas e dentro de uma cela que era o suficiente para deter sua ultra velocidade.

- Devíamos ter deixado ele acordado para interrogar ele – Charlotte falou.

- Eu não tenho experiência nisso, Charlie! Só invadi uma base da Hydra uma vez e não tinha ninguém!

Elas moveram com suavidade pelos cantos, andando sem preocupação com as câmeras recém desligadas, mas cuidadosas com quem iria vê-las. Eventualmente achando um agente capaz de indicar onde Pietro estava. Neutralizaram ele depois. Aprenderam rápido, fazer perguntas primeiro, apagá-los depois.

Logo, escutou-se o alarme soando bem alto e duas adolescentes foram vistas pelos agentes que lá estavam presentes: uma ruiva e uma morena, usando o símbolo da SHIELD. Elas trancaram a área para isolarem-se e diminuir a luta.

A garota ruiva conseguia atirar e desarmar todos em um instante, enquanto a garota de cabelos castanhos atirava em cada agente em sua direção com total perfeição.

Elas atiravam tão naturalmente quanto respiravam. Dentro de um minuto metade dos agentes presentes no local estavam no chão, mas os que sobravam continuavam a lutar.

As balas de América haviam acabado, assim como as flechas de Charlotte.

Os agentes, no entanto, miraram e atiravam nelas.

Sem opção, América usou seu poder e criou uma barreira que parou as balas no ar, logo depois, usou-o também para deixar três dos cinco homens inconscientes. Em momentos de pura adrenalina como esse, era só pensar no que queria e isso era obedecido.

Charlotte rapidamente recolheu suas flechas usadas e mirou nos guardas, que caíram no chão. Sobrando só mais um, ela recuperou outra flecha e mirou em seu antebraço, acertando em cheio.

Estavam ficando cansadas. América sentia uma forte dor na sua cabeça por ficar restringindo as balas e desligando a mente dos agentes e Charlotte se via em uma condição que suas flechas estavam no corpo dos agentes atingidos.

A luta agora tomou outro nível, corpo a corpo. Sobraram somente cinco agentes no perímetro da cela de Pietro e para quem treinou com os melhores da SHIELD, não podia ser tão difícil.

América lançou-se para um agente e subiu nele, fazendo com que ele virasse e caísse. Depois foi para cima de outro, que tentou atacar ela com uma faca. América desviou das investidas do agente, mas eventualmente levou um corte raso em seu antebraço ao tentar se defender. Quase nem sentiu a dor com tanta adrenalina, lançou um dos ferrões elétricos da Viúva que deixou o homem no chão.

Em seguida, ela usou mais da sua flexibilidade e os ferrões para abater os oponentes que vinham em sua direção. Quando era menor, sua mãe presava ambos a dança e a luta, o que lhe fez uma especialista nos dois âmbitos.

Charlotte invocou todo o treinamento que teve com sua tia Natasha e seu pai para afastar os agentes. No começo, manteve-se na defensiva para cansar os dois que lutavam ao mesmo tempo com ela e tornar a luta justa.

Ela fez com que os dois atingissem um ao outro com a rapidez que tinha para se mexer, e com isso fez com que a luta fosse ganha usando o ataque de um contra o outro.

Pegou uma de suas flechas especiais e jogou na porta da cela de Pietro, fazendo a mesma mais frágil, porém ainda resistente. Com mais duas de suas flechas aquela porta voou para longe.

Depois de libertar o Maximoff não o viu, sua retirada foi como um vulto. Ele estava desesperado para fugir, naturalmente.

No entanto, o espaço isolado fez com que ele ficasse indo de um lado ao outro, ainda confuso por tudo.

Elas pararam calmas na frente dele.

- Vocês me lembram de algumas pessoas – Pietro falou com extremo sotaque, seu inglês quebrado arrastando-se na frase.

- Somos filhas de heróis com quem você trabalhou um dia.

- Heróis...?

- Os Vingadores.

- O arqueiro? Eu ajudei ele naquele dia – tentou falar, mas flashes de suas memórias cegaram seus pensamentos – Minha irmã? Wanda?

- Ela está segura. É uma heroína hoje em dia.

- Ela sempre foi. Quem são vocês?

- Os Vingadores são nossos pais. Eu sou filha do Gavião Arqueiro, me chamo Charlotte. A ruiva é filha do Capitão América e Viúva Negra, seu nome é América – Charlotte falou, convicta de si mesma – Iremos ajudar você.


Notas Finais


gostaram? odiaram? amaram?

chequem o tumblr: newavengers-blog!

thats all folks!!!


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