História New Beginner - Park Jimin - Capítulo 4


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Kim Seokjin (Jin), Kim Taehyung (V), Park Jimin (Jimin), Personagens Originais
Tags Bangtan Boys, Bts, Jimin, Park Jimin, Romance
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Palavras 1.487
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Ficção, Fluffy, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)

Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


oi, gente!
eu sei que demorei, mas... por favor, não me taquem pedras KKKK
tô com um capítulo tenso aqui, espero que gostem
boa leitura :) ❤️

Capítulo 4 - Ir ao parque não foi uma boa ideia


— Nossa, Jimin! Você é curioso demais — riu Lucie. — Nós só estávamos conversando sobre moda, não é, Ana?

— Sim, era isso mesmo — nós duas sorrimos como cúmplices.

— Ah, se é isso, então eu não me interesso nem um pouco — Jimin deu uma risada sem graça. — Vamos almoçar? Cadê a comida?

— Bom dia para você também, Jimin, esqueci de dizer — disse Lucie, sarcástica. — O almoço está na geladeira. Pensei que não fosse acordar tão cedo, então deixei lá. É só pegar e esquentar no microondas. Fique a vontade, a casa é sua.

— Você não pode fazer isso para mim? Você sempre me serviu, Lucie — Jimin reclamou, suspirando triste em seguida. — O que houve? Por que está assim?

— Nada, Jimin. Nada. Eu só acho que você está dependente demais, e não pode ser assim. Um dia, eu não vou estar mais aqui, você sabe… Eu já tenho mais de 60 anos, não vou ficar por muito tempo viva. Você fará todas essas coisas como, se já terá se acostumado comigo fazendo isso tudo para você? — Lucie olhou nos olhos de Jimin com um olhar triste.

— Isso é fácil, oras — Jimin riu. — Existem outras empregadas e pessoas no mundo que podem se disponibilizar à isso.

— Você não tem jeito mesmo… Espero que Minseok não seja igual a você quando adulto — respirou fundo. — Vá, pegue a sua comida e a esquente, eu não farei mais isso. É uma coisa tão fácil, qualquer um consegue. Agora, se me dão licença, eu irei dormir um pouco. Até mais tarde — ela disse e simplesmente retirou-se da cozinha, indo em direção à sala e subindo as escadas depois.

— Aconteceu alguma coisa com ela? — Perguntou Jimin referindo-se à Lucie.

— Que eu saiba, não — olhei para o chão sem coragem de encará-lo por conta do que aconteceu minutos atrás. — Eu também estranhei essa atitude. Ela deve estar estressada, depois passa.

— Ah, entendi. Vamos comer então.

Assenti e peguei o meu prato e o de Minseok, já que eu o ajudaria a comer.

Comemos tranquilamente. O ambiente não estava com um clima tão desagradável como imaginei que estaria, mas isso porque Minseok estava lá também. Não conversamos, apenas trocamos uma palavra ou outra, nada demais.

Depois, eu brinquei um pouco com Minseok na sala e Jimin apareceu já arrumado para finalmente ir ao trabalho — deveria ter ido de manhã também, mas ficou dormindo o tempo todo. — Despediu-se de seu filho e saiu.

A tarde foi tranquila. Eu ainda estava me acostumando com esse trabalho onde eu cuidaria de uma criança. Era um tanto complicado, mas Minseok era comportadinho até, não havia problema.

Jimin chegou do trabalho mais cedo do que o previsto e, pelo visto, ele estava muito animado. E eu nem sabia o porquê.

— Ei, filhão! — Jimin chamou chamou Minseok e o mesmo foi correndo até ele. — Que tal irmos até o parquinho aqui perto? Faz tempo que eu não te levo… Além do mais, precisamos de um tempo de pai e filho, não?

— Sim, sim, sim! — Minseok ficou animado. — Mas a Ana tem que ir também!

O sorriso de Jimin se desfez na hora. Olhou com uma expressão de desprezo para mim e eu, com raiva, tomei logo uma iniciativa.

— Não, Minseok. Eu posso ficar aqui. Vá você e o seu pai, vocês precisam de um tempo para os dois. Eu vou ficar bem, não precisar se preocupar — sorri para confortar o pequeno que estava à minha frente.

— Isso não importa! Eu quero que você vá também — falou, autoritário e pisou no chão, demonstrando estar com raiva.

Lancei aquele mesmo olhar de atordoada para Jimin, igual ao que eu lancei no primeiro dia que eu apareci naquele lugar e Minseok não queria que eu fosse embora.

— Tudo bem, a Ana vai conosco então… — Disse Jimin, sem ter nenhuma saída.

— Tem certeza? — Perguntei.

— Tenho, mas se você enrolar muito não terei mais. Vá se trocar antes que eu mude de ideia.

Bufei e praguejei muito mentalmente, mas acabei indo. Coloquei uma calça jeans, uma blusa de manga comprida qualquer que encontrei no guarda roupa e um converse vermelho.

Desci as escadas correndo e logo dei de cara com os dois me esperando no mesmo lugar que estavam quando subi.

— Vamos? — Perguntei, chamando a atenção do pequeno Minseok e de Jimin.

— Ah, vamos — disse Jimin e destrancou a porta. — Pensei que fosse demorar mais.

— Problema seu, porque eu não demorei — dei um sorriso de canto, convencida. — Aliás, você vai mesmo com essa roupa que usou no trabalho?

— Verdade… — Jimin olhou para sua própria roupa. — Eu esqueci de me trocar — bagunçou seu cabelo, parecendo estar um pouco “embolado” com a situação. — Vocês podem esperar um pouco? É rápido, não irei demorar.

— Está bem — concordei. — Pode ir, iremos esperar.

Jimin assentiu e subiu as escadas correndo.

Dois minutos depois, ele já estava de volta. Ele estava bonito, confesso. Estava usando uma calça jeans preta rasgada e uma camiseta vermelha com listras pretas.

— Agora sim — deu um sorriso mínimo. — Vamos.

Não andamos muito, já que o parque era muito, tipo, muito perto de casa.

Pensei que Jimin, por ser daquele jeito, iria fazer drama e preferiria ir de carro ao local, mesmo que fosse praticamente ao lado da mansão. Mas… me enganei.

Chegando lá, Minseok ficou animado e foi correndo rapidamente em direção ao balanço, tendo atrás de si o Jimin, que pretendia brincar um pouco com seu filho.

Vi que Minseok fez um novo amiguinho, mas, ao se afastar, logo Jimin teve queixas de seu filho quanto ao novo amigo, e eu pude ouvir tudo.

— Papai! — Veio Minseok chorando e correndo desesperadamente em direção ao seu pai.

— O que foi, filho? — Pegou a criança no colo e o fitou com preocupação.

— O Chanyeol fez piada e disse que eu não tenho mãe! — Disse quase soluçando de tanto chorar.

— Calma, mantenha a calma, Minseok! Eu… eu vou resolver esse problema, mas acalme-se! — Disse Jimin limpando as lágrimas de Minseok.

Ele era tão carinhoso e protetor com Minseok… Talvez ele realmente fosse um homem doce como Lucie disse, porém tudo o que aconteceu o afetou muito, até na questão de personalidade. Foi aí que tudo realmente fez sentido para mim.

Jimin caminhou até o casal que estava sentado em outro banco, que era os únicos que estavam lá além de mim, Jimin, Minseok e a outra criança, que era seu amiguinho, então… provavelmente aqueles eram os pais da criança que provocou Minseok e fez piada com o coitado apenas por não ter mãe — ou melhor… por ter mãe, mas que, infelizmente, estava morta.

Levantei-me também e acompanhei Jimin e Minseok.

Os pais do tal Chanyeol, que estavam sentados, ergueram o olhar para Jimin assim que ele chegou perto.

— Vocês não deram educação para o filho de vocês? — Perguntou Jimin. Foi em um baixo tom, mas foi possível perceber uma certa raiva em sua voz.

— Oi? Por que está perguntando isso, seu estranho? — Perguntou o pai, confuso.

— Ah tá, além de não darem educação, ainda nem supervisionam o que ele anda fazendo — riu sarcasticamente. — O que estou dizendo, é que essa criança que vocês chamam de filho, ofendeu Minseok, que é o meu pequeno.

— Ofendeu? Como? — Perguntou a mãe.

— Disse que Minseok não tem mãe.

— Mas ele tem, não tem? E a moça ao seu lado? — Perguntou o pai referindo-se a mim.

— Ela não é mãe dele porcaria nenhuma, ela é só uma babá — respondeu Jimin com cara de tédio.

— E cadê a mãe dessa coisa? — Perguntou novamente o pai, apontando para Minseok em seguida por ter se referido a ele.

— Coisa não, ele tem nome, e é Minseok, mais respeito, por favor. A mãe dele? Está num caixão. Feliz?

— Poxa, que pena que não temos nada a ver com isso, não? — Riu o pai. — Por que está dizendo isso para nós, infeliz?

— Por que o filho de vocês mexeu com o meu, eu já disse — falou Jimin aumentado o tom.

— Legal, conversem com Chanyeol então, e não conosco.

— Cara, vocês são os responsáveis por ele, será que não entendem? Eu não posso dar bronca numa criança tonta que nem conheço, por isso vim conversar com vocês — disse Jimin, visivelmente irritado.

— Nossa, o paizinho protetor ficou irritadinho, foi? — Disse o pai, soltando uma longa gargalhada

E foi nesse momento que Jimin passou Minseok para o meu colo e se aproximou ainda mais do pai de Chanyeol.

Aquilo não daria certo.

Talvez, ter ido ao parque não havia sido uma boa ideia.


Notas Finais


gentee
eu sei que a fic está pequena ainda, tanto na questão de conteúdo (porque tem apenas 4 capítulos por enquanto) quanto na questão de favoritos e comentários, por isso, peço todo o apoio de vocês para que eu possa continuar motivada a escrever essa fanfic, será muito importante para mim e para o desenvolvimento dela.
obrigada pela atenção, até a próxima.


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