História Euphophany - Capítulo 7


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jeon Jungkook (Jungkook), Jung Hoseok (J-Hope), Kim Namjoon (RM), Kim Seokjin (Jin), Kim Taehyung (V), Min Yoongi (Suga), Park Jimin (Jimin), Personagens Originais
Tags Aventura, Drama, Novela, Romance, Tragedia, Viajem, Violencia, Yaoi
Visualizações 10
Palavras 2.449
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Bishounen, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Ficção, Ficção Adolescente, LGBT, Magia, Mistério, Romance e Novela, Violência, Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Suicídio, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


se preparem que o cap promete 😝👍

Capítulo 7 - Die?


Fanfic / Fanfiction Euphophany - Capítulo 7 - Die?

lina'PoV

- M e u    D e u s! – Taehyung soletra.

- O que? – Pergunto ainda sorrindo por conta da piada de Jimin. Olho para frente meu sorriso cessa... Avisto sangue nas portas de vidro da entrada. Jimin tampa meus olhos e me guia junto de Taehyung até o andar de cima. – Meninos?

- Hm? – Taehyung responde.

- Estão chorando? – Questiono, pois os ouço fungar pelo nariz.

- A cena é aterrorizante noona... – Jimin diz fazendo-me ficar apreensiva.

Ao chegar ao hotel onde os garotos e eu estávamos... A partir de o momento em que abro aquela porta e vejo aquela bagunça sinto vontade de matar um. Quando os dois meninos iam dar um passo para frente, abro meus braços e os impeço. Respiro fundo com um semblante cansado e digo:

- Taehyung, pegue sua câmera e fotografe esta bagunça. Jimin vá verificar se seus pertences e documentos ainda estão guardados. Eu farei o mesmo. Não baguncem nada ou deixem suas digitais em algum móvel ou tirem do lugar. Vão! – Assentem sem dizer uma palavra sequer. Vou correndo para o quarto a onde estavam minhas armas, adagas, documentos e outros pertences. Ao pegar as malas e sentir leveza meu coração acelera. – Droga! – Abro, e sim estão vazias. – Filhos da puta! – Murmuro, quase arrancando o couro cabeludo.

- Eles levaram tudo! – Jimin disse audível do outro lado do quarto. – Identidade, passaporte, notebook... Até nossos prendrives de música.

- Isso é sangue? – Taehyung disse, chamando nossa atenção. – GENTE! CORRE AQUI!

- Sangue? – Me levanto indo até o mesmo. – Meu Deus! – Meus olhos ficam marejados. Não esboço nenhuma reação a não ser tombar a cabeça para baixo e fitar o chão. Flashbacks da cena, do dia em que minha irmã se matou, o sangue, as lágrimas, o corte... – Infernos! – Repentinamente inicio uma respiração frenética, minhas mãos gelam e descontroladamente treme, meu coração se acelera e sinto impressão de tontura. – Filhos da puta! – Minha vista embaça e não consigo me equilibrar, acabo cambaleando. – T-tae! Tira-me daqui a-agora!

- Céus! – Jimin ao ver aquela cena leva sua mão à cabeça e fica sem reação.

- Calma. – Taehyung carinhosamente pega em minha mão e me tira daquele banheiro todo ensanguentado e me guia para o sofá.

- Minha irmã... Sangue... Vou morrer... Caralho! – Digo sentindo uma sensação horrível no peito.

- Ela está tendo uma crise de pânico. – Jimin se pronuncia, indo até a cozinha pegar um copo de água tentando também não ter um ataque ali.

- Olhe para mim. – Taehyung se ajoelha em minha frente, que sentada no sofá estou chorando igual a uma não sei o que. – Ei, ei! – Fala baixinho levando suas duas mãos às minhas bochechas e fazendo-me olhar em seus olhos. – Estou aqui, não está sozinha. – Acaricia carinhosamente meu rosto, e tira uns fios de meu rosto e os coloca atrás de minha orelha. Jimin chega com um copo de água e Taehyung me ajuda a tomar.

- Aqui. – Jimin vem até mim e tira meu casaco, pois estava soando mais que um mamute congelado. Bem... Talvez eu tenha sujado o sofá com a tinta fresca de minhas vestes mais ok. Encaro meus dedos e começo a meche-os involuntariamente devido à inquietação. Taehyung se afasta e se senta no outro sofá ao lado de Jimin. Deita no encosto do sofá, tomba a cabeça para trás e começa a cantar minha música favorita da minha banda favorita.

Macacão – Twenty one Pilots.

- Eu não posso acreditar o quanto eu odeio Pressões de um novo lugar rolam em minha direção Macacão, macacão, cubra-me Macacão, macacão, cubra-me

Eu estarei lá Mas você vai ter que agarrar minha garganta e me levantar no ar Se você precisar de alguém Vou interromper meus planos Mas você vai ter que me amarrar e depois quebrar minhas duas mãos

Se você precisar de alguém Eu estarei lá Mas você vai ter que agarrar minha garganta e me levantar no ar Se você precisar de alguém (se precisar de alguém) Se você precisar de alguém (se precisar de alguém) Se você precisar de alguém

Eu não posso acreditar o quanto eu odeio Pressões de um novo lugar rolam em minha direção Macacão, macacão, cubra-me Oh, macacão, macacão, cubra-me.

- Devia tornar-se cantor. Já pensou nisso? – Pergunto menos tensa, e para tentar descontrair um pouco.

- Já, sempre quis seguir essa carreira mais sei lá... Não consigo. – Responde Taehyung ainda fitando o teto. – Se sente melhor?

- Oh... Sim. – Continuo chorando. – Eu sou uma fracote mesmo! – Dou um sorriso forçado de decepção. – Não deveria estar chorando igual a uma idiota e vocês cuidarem de mim. Deveria ser o contrário, eu sou mais velha. – Fecho os olhos com a cabeça baixa.

- Não somos fortes o tempo todo. Ok, você é mais velha que nós, mais isso não lhe deve dizer ser de ferro. Afinal somos iguais à diferença é mínima. – Taehyung diz.

- Tirou as fotos? – Pergunto.

- Tirei.

- Ok. Peguem as coisas que resta e vamos meter o pé daqui. – Digo me levantando.

Vou até minha mala e há uma carta limpinha dentro dela, com palavras em coreano. Hesito mas abro-a e o titulo está “abra, e veja a mágica”.

Putianeee olhe a surpresinha que fizemos pra ti! Gostou? Nem precisa responder, já sei que adorou. Venha a este endereço com seus amiguinhos ás 5 da manhã deste mesmo dia, vamos conversar! Achou que eu deixaria barato? Me chuta até a porra do meu sangue sair, e me faz quase ser pego? Meus capas também! Vamos fazer uma negociação. Bater um papinho... Vai ser tranquilo eu prometo haha, nem precisa vir armada. A... Se não aparecer diga bye bye a sua família.
Endereço: ********************

- O que um demônio não faz por uma alma? – Sorrio ladina, e guardo o bilhete. Pego algumas roupas arrumo minhas coisas e espero os meninos na sala. – São dez da noite. Ás cinco, devemos estar neste endereço. – Mostro a carta. – Os merdas não vão nos deixar em paz. Então irei treinar vocês enquanto isso. Vamos num local para pegar armas, e nos lavar. Peço-vos mil perdões por envolver vocês no mundo do perigo. Mas teremos que atirar para proteger-nos. Vai dar tudo certo, e vamos sair vivos ok? Caso não dê certo, sigam em frente e peçam ajuda.

- Não diga isso! Vai dar tudo certo! – Jimin vem até mim me abraçar, e Taehyung também. – Vamos proteger uns aos outro, está bem? Vamos trabalhar em equipe, assim todos saem intactos. – Jimin aperta o abraço, fazendo-me sentir mais acolhida. Mostro a carta, e eles lêem.

- Somos fortes e conseguiremos. – Taehyung diz convicto numa expressão tristonha.

- É, se morrermos, morreremos tentando. – Digo sorrindo e lacrimejando.

- Lina! – Dizem ao mesmo tempo me repreendendo.

- Tá, tá, não está mais aqui quem falou. Vamos sair de lá, e isso que importa. Machucados ou não, feridos ou não, sairemos feridos, mas com vida. Tudo bem ok? – Jimin diz. – Um ajudando ao outro, sempre.

- Vamos fazer isso por você. – Engulo em seco. – Não vou deixar nada acontecer com vocês! – Sorrimos. – Eu vou tentar o máximo, eu prometo. Agora vamos que os policiais estão lá em baixo, vamos pelo os fundos. – Digo.









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- Lina! Não é se endividando mais e mais com estes caras que vamos sair dessa! E não, você não vai comprar drogas. – Taehyung diz autoritário.

- É isso mesmo. Sempre começa do “só mais um”. – Jimin diz.

- Por favor! Nem vai ser tanta... Vai! Seus chatos! – Faço bico.

- Não importa. Estou faminto, vamos comer algo. Estou com o cartão de meus pais aqui. – Taehyung diz.

- Boring... – Falo baixinho.

- O quê acabou de dizer Strelina? – Jimin questiona.

- Nadinha. – Sorrio.


Usamos o cartão de Taehyung para jantar novamente. E acabamos por não levar armas. Os garotos não me permitiram fazer amizade com uns caras e fazer troca de armas, af... Bem... Invadimos o shopping e começamos a andar. Estava tudo escuro, usamos a lanterna do celular.

- Isso, pisa no meu pé Taehyung! – Jimin reclama.

- Não se matem dentro do shopping, por favor! – Rio dos dois.

- Isso, piso mesmo. – Ri do mesmo.

- Estão rindo de quê? Não vi graça. – Jimin diz tentando manter-se sério. Taehyung direciona a lanterna de seu celular em seu rosto, e começa a fazer caretas engraçadas, assim, atingindo seu ponto fraco e fazendo todos rirem.

- Viado, corre!!! – Vejo uma luz distante atrás de mim. – Desliguem as lanternas, os seguranças estão se aproximando. – fomos para o banheiro feminino e ficamos lá.

- ! – Diz um segurança se aproximando do banheiro feminino. Cada um se escondeu num Box diferente do mesmo banheiro. – Ele acende a luz, e tenta ouvir algum barulho, mas nada, então recua.

- Meninos! – Os chamo. – Estão com as roupas aí?

- Estamos. Só não conseguimos pegar acessórios... – Jimin diz.

- Um minuto de silencio. – Peço.

Saímos do Box, fui até a porta de entrada do banheiro para verificar se estava seguro. Fecho-a e ligo a luz.

- Vamos fazer assim, vocês trocam de roupa aqui na frente do espelho, e eu vou ficar esperando vocês saírem dentro do Box, porque aí usam as vestes para se limparem. Aqui. – estendo uma sacola plástica de loja. – Coloquem as roupas sujas aí. Quando terminarem vão para dentro do Box aí eu troco também, pode ser?

- Por mim, nos trocaríamos todos juntos. – Taehyung diz, e leva uma cotovelada de Jimin.

- Tu te quieta Taehyung. Sua heteridade irá com certeza cair ao ver o belo corpo de Lina. Então, não, prefiro assim mesmo. – Jimin diz.

- E isso é bom? – Levanta uma sobrancelha sorrindo. E os encaro incrédula.

- Bom? Péssimo. – Jimin está enciumado? É isto mesmo produção?

- Estão mesmo dando em cima de mim? – Sorrio – Vão. – Coloco a sacola em cima da pia e entro num Box.










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Depois de falsamente limpinhos, tentamos ao máximo secar nossos cabelos. Colocamos as roupas sujas dentro da sacola e coloquei um urso de pelúcia por cima para disfarçar.

- Em hipótese alguma digam a verdade. Irei começar e me acompanham. – Digo e os dois se entreolham confusos. – Hé! – Ao avistar um segurança chamo sua atenção. - Que fais-tu ici? – Diz agressivo. - Plus? Mais quoi... – Interrompo.

- Bonjour mes amis nous avons oublié le temps. Et ... nous sommes restés coincés dans le centre commercial Je suis désolé. – Faço bico. - Nous utilisons nos lampes de poche. – Mostro o celular.

- Oui, nous n'avons trouvé personne, alors nous avons continué à marcher. – Jimin diz.

- N'es-tu pas cette dame de la télé? Est-il célèbre et kidnappé? – Pergunta o segurança.

- Oui tout s'est bien passé et maintenant je m'amuse avec mes amis. Guide-nous à la sortie, s'il te plaît? – Ele nos encara desconfiados e começa a andar.

- Não entendi nada. – Taehyung disse.

- Disse que nos perdemos… E agora ele vai nos levar até a saída. – Sorrio. Vejo Jimin puxar a etiqueta da loja da roupa de Taehyung, faz barulho, tusso para disfarçar.

Saímos dali, e voltamos no restaurante onde deixamos nossas malas sob vigia da moça do caixa. Fomos até um local e ensinei alguns mais importantes movimentos de defesa.











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- Ora, ora... O que temos aqui. – A voz que me provoca náuseas soa. – Os principezinhos e a demônia de papai. – Dá um sorriso gengival mostrando aqueles seus dentes todos de grillz. – Vamos nos divertir bastante. – Bagunça o cabelo de Taehyung.

Estávamos amarrados numa cadeira numa forma triangular, onde Jimin e Taehyung estão de costas para mim.

- O que quer? A minha vida? Ok, então poupe a vida deles. Se encostarem um dedo nos meus meninos, eu juro pela minha morte, que não irá sobrar nenhum de vocês. Seus porres. – Me dá um soco e faz-me cuspir sangue. – Me bata, vá! Me mate.

- Não antes de me dar a senha do cofre mocinha. – Novamente mostra aquele maldito sorriso maquiavélico. Posso garantir que odeio esse homem com todas as minhas forças.

- Cofre? Só se for o cofre do seu cu. Quem deveria sabe é você. Não está atrás? O problema não é meu se não passam de putos cachorros com os rabos entre as pernas. – Levo outro soco, só que... Desta vez pior. Maldito está com luvas cobertas de cacos de vidro. Droga. Começo a chorar involuntariamente.

- Vamos passo a passo. A morte de vocês deve ser a mais dolorida e demorada possível. Querem brincar de desenhar? Pra já. – Um dos caras dele se aproxima com minha adaga rosa mais afiada preferida e começa a desenhar no rosto de Jimin.

- Seu rosto é tão feio! Vamos deixa-lo mais bonito.

- PARE! – Grito. – Eu digo a senha! PARE DE MACHUCÁ-LO! – Ele dá um sorriso e se aproxima com um negócio em mãos.

- A brincadeira é o seguinte... Se mentir, o detector irá ficar vermelho, e irá levar um choque junto de uma facada na perna. – Ri. – Vamos lá. – O cara se afasta do Jimin.

- A puxa! Estava ficando tão pior... Erre! Deixe-me continuar... – O cara que estava sujando o rosto de Jimin finge desanimo e se afasta.

- Me fure, mas não faça nada com eles. – Eu estava literalmente igual a um chafariz, a única diferença é que chafariz jorra água, e eu estou jorrando sangue. – A senha é... – Uma lágrima de preparo cai, estava sentindo antecipadamente a dor da faca em minha perna. – 2339... – Taehyung interrompe.

- ELA NÃO SABE A SENHA! Pare! – Diz. – Eu quem sei. Passa pra cá.

- Tae... Não... – Digo.

- O mesmo vale para você Harry Potter. Diga a senha do cofre.

- 93902763. – Coloca o dedo no detector e ele fica vermelho. MERDA! O filho da puta pega a adaga que usou em Jimin e enfia na perna de Tae fazendo-o gemer de dor.

Eu juro, por toda a minha vida, que meu coração nunca doeu tanto, quanto naquele momento, eu posso ter passado apenas quatro dias com esses dois, mais os considero irmãos. Ouvir meus meninos sofrendo, nas mãos dos filhos da puta que devo. Tudo é culpa minha... Eu só queria ter uma vida normal, será impossível? Nem sinto meu rosto direito do tanto de sangue que já saiu. E o pior, estamos amarrados, ele não pode tirar aquela PORRA DA PERNA.

- CHEGA!!!!!!!!!! A INFERNA DA SENHA É 8293...

O lugar que estávamos... Era um porão subterrâneo debaixo de um casarão de luxo. Mas, o local em que estávamos amarrados era todo branco, parecia uma enorme caixa bem iluminada. E havia uns caras e o chefão filho da puta abusando do poder.













.

Ouço muitos e muitos tiros. Já estava pálida de tanto perder sangue. Meus olhos doendo de tanto chorar. Minha visão se embaça, o barulho se abafa, ouço inúmeros disparos, não vejo mais nada, e simplesmente desmaio.

merda.


Notas Finais


😔✊


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