História New Era - Capítulo 7


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Categorias Histórias Originais
Tags Lemon, Misticismo, Universo Alternativo, Yaoi
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Palavras 1.437
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Fantasia, Ficção, Lemon, LGBT, Luta, Magia, Mistério, Misticismo, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Suspense, Universo Alternativo, Violência, Yaoi (Gay)
Avisos: Homossexualidade, Insinuação de sexo, Intersexualidade (G!P), Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Heya!
Demorei?
Com certeza, mas tá aí. :3

Capítulo 7 - Boyfriends


Anteriormente...

“- Tenho que ir, irei ver como que está o Gustav. -

- Hm… nem lembra mais que nós existimos, só liga para o Gustav… por quê será?  - disse Franky com uma expressão maliciosa.

- Você nem imagina o motivo disso, Franky. - o respondi igualmente malicioso.

- Ah, safado! Mas já?! - dei altas gargalhadas junto a ele, isto até eu ir embora.”


           Agora…

           P.O.V. Gustav

  Acordei sendo abraçado pelos pequenos feixes de raios solares que escapavam pelas frestas da janela. Ainda sem retirar os lençóis que estavam a me cobrir, sentei na borda da cama e me perdi em meio aos meus pensamentos.
  Hoje era o dia da tal festa a qual fomos convidados. Sinceramente, fico feliz de poder ter mais um momento com ele, mas estou preocupado em relação às outras pessoas. “Como será que vai ser? As pessoas vão gostar de mim?”.

   Logo Simon chegou no quarto e falou:

- Se cansou mesmo do treino ontem, hein? -

- Pois é… - respondi ainda um pouco vago.

- Vou te dar uma folga, você parece mesmo cansado, precisa dormir mais. - “Simon! Melhor pessoa!”.

- Obrigado! - o respondi com um sorriso no rosto. Tive a leve impressão de quê seus olhos ficaram mais brilhantes.

- Vou sair por agora, tenho que ajudar numa investigação. -

- Ok. -

  Após sua saída, eu me deitei novamente e dormi. Quando acordei já estava próximo ao horário da festa. Comi algo parecido com uma espécie de pêra, escovei os dentes, tomei banho e me vesti. Até que não estava tão ruim, apesar daquelas roupas não serem de fato minhas. Simon chega, e então vamos à festa.

   Chegando lá, eu conheci várias pessoas legais, até deram encima de mim, “que estranho”. Estava sentado num sofá, ouvindo a música que estava tocando, e esperando Simon chegar com nossas bebidas. Finalmente consegui o ver, ele estava em frente a mesa de bebidas conversando com uma menina, esta tinha cabelos cor de rosa é uma pele clara, porém bronzeada. “Quem é essa?”.

   De repente, eles se beijam. Se o volume da música fosse abaixado, seria possível ouvir o barulho do meu coração se quebrando. Ele estava vindo em minha direção com os dois copos de bebidas.

- Aqui, Gustav. - fala e me entrega o copo.

- Obrigado! - quando eu ia ingerir o líquido, eu senti o cheiro alcoólico.

- Simon? Esqueceu que eu não bebo álcool? - indaguei.

- Oh! É mesmo! Me desculpe! Estava tentando lembrar, mas pelo visto não consegui. - falou meio embolado e relaxado, ele estava claramente bêbado; ótimo, só que não.

- Tudo bem, se quiser pode tomar. - prossegui. “Ele mentiu. Ele não tentou se lembrar de nada, estava se agarrando com aquela mulher, mas tudo bem… não temos nada…”.

  A festa prosseguiu e eu continuei fingindo que não tinha visto nada e que não estava magoado, mas a verdade é que eu estava arrasado, aquela cena nunca vai sair da minha cabeça. Deu quatro horas da manhã, achei que já era bom chamar Simon para irmos embora. E assim foi feito, e já que ele foi pego pelo efeito do álcool, ele estava bem… obediente?

 Enfim! Eu tive que dirigir, ele me disse que o quarto onde dormia era perto daquele local e que era melhor irmos para lá. Chegamos em seu quarto, era bem espaçoso, muito maior do que aquele que eu estava instalado.

  Ele abriu o grande guarda-roupa de madeira escura, tirou algumas peças de roupa e me entregou, em seguida pegou mais algumas e foi ao banheiro se banhar. Quando ele saiu do banheiro foi a minha vez de entrar lá.

 Quando eu retornei ao seu quarto, avistei um Simon adormecido, jogado na cama, sem camisa, somente com uma calça moletom cinza e o seu cabelo emaranhado.

 Fui para a grande sala e deitei no sofá. Fiquei perdido entre pensamentos como: “Por quê eu fiquei surpreso?”; “Eu já deveria saber que não sou suficiente para ele, nem sei se ele sente algo por mim na mesma intensidade que eu sinto por ele…” ou “ talvez eu deva parar com isso, pode ser melhor ele se relacionar com outras pessoas”. Por fim, o sono veio me salvar dessa tortura psicológica.

Horas mais tarde…

 Quando acordei era fim de tarde. Simon estava sentado no outro sofá. Ele estava lindo como sempre. Seus cachos estavam presos em um coque, ele utilizava óculos e estava atento a sua leitura, com as mesmas roupas de antes.

  Sentei no sofá e ele me disse:

- Que dorminhoco! - e em seguida riu, me fazendo ficar corado.

- Não sou nada! -

- Aham, sei. - disse ainda com um sorriso brincalhão no rosto.

 Ele foi à cozinha, voltou com um prato recheado de comida em mãos e me deu. Comi e logo fiz minha típica higiene. Ao voltar, percebi que ele havia ligado a TV e agora estava assistindo a um programa de comédia. Comecei a analisar a decoração daquele cômodo. Era bem simples e chique, quase como clássico. Algo em especial chamou a atenção dos meus olhos, era uma foto de uma mulher de pele bem clara, quase como neve, e de cabelos curtos azuis. Logo então perguntei:

- Quem é essa moça de cabelos azuis? -

- Hm? - pôs os olhos na foto, logo seu olhar ficou vazio e disse: - Ah, era… uma... antiga amiga da família… -

- Ah, ok. - “ele mentiu para mim de novo.”

   Logo o tempo passou e eu fiquei cada vez pior. Não sei o que estava dando em mim, mas magoava ver ele mentir para mim, estava muito sentimental. “E aquela moça da festa? Será que eles têm mesmo alguma coisa? Talvez seja melhor eles ficarem juntos mesmo, ele merece algo que seja mais do que eu”.

  E assim passaram-se mais uma semana, e ao longo do tempo as mentiras aumentaram, não somente em questão a esses dois casos, mas em questão às diversas outras coisas que vieram a ocorrer nesse meio período.

  Estava voltando do treino com Simon e perguntei:

- O que está havendo com você? -

- Como assim? Eu tô normal, não está havendo nada. -

- Nada, sei. - pausei. - só não me admira você estar mentindo para mim. -

- Mas eu não estou mentindo para você. -

- Olha, eu gosto muito mesmo de você, eu… Simon, eu estou apaixonado por você, e… me dói você estar ocultando tudo assim… - “Espero não perder o pouco que eu tenho dele”.


P.O.V. Simon

  A investigação que eu estava tendo que lidar estava sugando todo o meu esforço, estavam suspeitando da Ellen estar ajudando o Jason a ficar no poder. Dói e cansa ter que tratar dessa situação, principalmente quando envolve um dos seus grandes amigos… pelo menos, eu a considero uma grande amiga. Fingir estar bem não estava funcionando mais. Acabei por mentir para o Gustav, ele é uma pessoa que preserva muito a sinceridade e parece perceber as minhas mentiras, tanto que está cada vez mais cabisbaixo; acredite, isso dói mais em mim do que nele.

  Estava voltando do treino por aquele mesmo atalho quando ele… se declara para mim?! Como assim?!

- Gustav… eu… - fui interrompido.

- Tudo bem se não sentir o mesmo, eu prefiro ter a sua amizade do que nada. -

- Gustav, eu sinto o mesmo. - senti meu rosto ficar um pouco mais quente. “Estou mesmo admitindo que estou apaixonado por ele?!”.

 Ele parece ficar sem palavras, logo em seguida cora, sorri e abaixa a cabeça.


- Eu também estou apaixonado por ti, só estou exausto do trabalho, menti para você, porquê as suas perguntas têm respostas que dizem respeito a assuntos confidenciais do trabalho.  -


- Custava apenas me dizer que era confidencial? -


- Eu sei, desculpa. - só agora percebi que havíamos parado de caminhar. Ele agora estava de cabeça erguida e bastante corado.


- Desculpado. - fomos nos aproximando até nossas respirações se mesclarem. Me perdi naquele lindo céu que eram os seus olhos. Seus lábios finos e vermelhos já estavam a chamar bastante a minha atenção.


- Ei, você quer namorar comigo? - perguntei logo.


- Claro que sim! - e essa foi a deixa para que eu atacasse aqueles lindos lábios.


 Começamos com castos selos, cheios de sentimentos. Depois fomos aumentando a intensidade. Quando percebi, estava já com a minha língua entrando em sua cavidade bucal, se entrelaçando à língua dele. Gustav quebrou o beijo em busca de ar.


- Então… namorados? - me perguntou.


- Namorados. - respondi.


Notas Finais


Bye! ^u^


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