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História New Gotham - Capítulo 18


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Capítulo 18 - Problemas prodígios


Sair pela janela era clichê demais, mas funcionava.

Ele ficou com um pouco de remorsos por deixar a mãe, já que teria tão pouco tempo para estar com ela. Mas, depois do jantar, acabou dando a desculpa de estar cansado demais por conta da viajem (embora tivesse dormido a tarde inteira). Sua urgência de ver Gabrielly falara mais alto.

Principalmente depois da promessa de que seriam só eles dois. Fazia tempo que eles não ficavam sozinhos e foi com certa surpresa que ele percebeu que sentia falta disso.

***************

-Ok, - ela suspirou após ouvir o relato. – estou indo te encontrar, não o perca de vista.

-O que houve com o Matt? – Gabrielly foi a primeira a questionar.

Nike deu uma olhada insatisfeita pela mesa antes de responder.

-Ao que parece ele resolveu dar uma volta na cidade escondido. Pulou a janela do quarto... – balançou a cabeça irritada – Homens... – se levantou – Vou encontrar o Gavião, ele está o seguindo.

-Ele vai perceber... – disse Darek, fazendo com que a mesa se virasse para ele – Estou falando sério... O Gavião Guerreiro não é muito furtivo e o Matt é bom.

-Nós somos melhores... – disse Damian se levantando também – Vamos no meu carro.

-Não preciso de sua ajuda, Sr. Wayne. – o tom foi de descontentamento.

-Veremos, princesa.

Nike não gostou da imposição, mas um aceno de cabeça da mãe a fez aceitar a companhia.

Após a saída de ambos, os demais olharam para o patriarca. Bruce estava tenso, qualquer um que o conhecesse podia perceber isso pela forma que ele olhava para o prato.

A esposa voltou a acariciar-lhe a mão, de leve, o fazendo voltar os olhos para ela.

-Eles vão resolver isso... – murmurou.

Ele suspirou longamente, e acenou em positivo. Então se levantou e se retirou da sala sem mais palavras. Nem era preciso, o grupo sabia que ele seguiria para a caverna, de onde poderia monitorar tudo.

Derek fez menção de se levantar também, mas a mãe o impediu com uma frase curta.

-Continue comendo.

-Mas o vovô... – resmungou a neta, que também pensara em fazer o mesmo que o primo.

-Depois você leva algo para ele, Gaby. – disse o pai em tom ameno – Se você pedir talvez haja alguma chance de ele comer.

***************

As ruas estavam movimentadas, como era comum naquela época do ano.

Mas, o que não era comum era o vulto metalizado sobrevoando a cidade a alguns metros de onde ele estava.

Matt ficou surpreso ao perceber que alguém da Liga o estava seguindo, ainda mais quando teve certeza de que esse alguém era, nada mais nada menos, que o líder do grupo.

Ficou matutando a razão daquilo e, a única que conseguiu elaborar fora que a visita a sua mãe também era um teste. Provavelmente um teste sobre saber se comportar. E se era isso mesmo, certamente ter fugido pela janela não lhe havia rendido boa pontuação.

Virou uma esquina, agora se perguntando se deveria ou não encontrar Gabrielly e deixar que a Liga soubesse qual era o seu estimulo para sair da linha. Imaginou que ela, provavelmente, também estivesse sendo seguida, talvez pelo Superman. Ou pelo próprio Batman.

A ideia voltou a lhe soar ridícula. Mesmo fazendo parte do treinamento deles, lhe pareceu um emprego desnecessário do maior poder de fogo da equipe.

E se o problema do Gavião Guerreiro fosse pessoal? Balançou a cabeça negativamente tentando desfazer a ideia. Eles mal se relacionavam, não haveria motivos para o homem ter tal implicância com ele.

Um arrepio na espinha lhe fez aguçar mais os sentidos e foi com grande surpresa que percebeu que não estava sendo seguido apenas pelo homem-armadura-de-pássaro.

Continuou a andar calmamente, buscando as ruas mais movimentadas da cidade, enquanto contava o numero de perseguidores. Dez ao todo. E certamente não eram da Liga.

Aquilo não era nada bom...

***************

O carro de luxo, um dos mais recentes e caros modelos de uma marca famosa, era confortável e imponente, apesar de compacto.

Damian abriu a porta do carona para Nike e fez questão de se pôr a atá-la ao complicado cinto de segurança de várias pontas, quando ela se sentou.

-Eu posso fazer isso sozinha. – ela rosnou, arrancando o fecho da mão dele.

Damian a encarou com a expressão impassível, depois, num balançar de cabeça, pareceu desistir da discussão e seguiu para o lugar do motorista. Quando tomou o assento resmungou um "teimosa" ao perceber que ela levara mais tempo que ele para se prender ao acento.

Nike arqueou uma das sobrancelhas, surpresa pela audácia, depois estreitou os olhos para ele. Mas Damian ligou o carro sem se importar com a expressão intimidadora que ela usava.

-Não me chame de teimosa de novo, Sr. Wayne, a não ser que queria perder a língua.

-Você poderia tentar... Mas isso não vai torná-la menos teimosa do que é. – ela abriu a boca para responder-lhe a altura, mas Damian foi mais rápido – Para onde?

Nike arfou, a pergunta seca era para lembrar que havia coisas mais importantes. Com um toque no ouvido ela entrou em contato com o líder do grupo.

-Estão na Avenida 23.

-A mais movimentada da cidade. – comentou – O garoto estava com saudades da farra. – o tom era reprovador, como se Damian não tivesse gostado de perceber isso.

Nike fez que não com a cabeça.

-Se fosse isso ele teria dito a mãe a aonde ia e não pulado a janela.

O carro flutuava bem mais rápido que os demais, mas ele parecia ter um domínio absurdo sobre a máquina e aquilo deixava a mulher relaxada, mesmo que Damian tirasse fino dos outros carros vez ou outra.

-Ele tem algum vício?

Mais uma vez ela fez que não.

-Então só pode ser uma coisa... – ela voltou novamente o olhar curioso para Damian, aguardando o complemento do raciocínio -... mulher.

-Ele não me parece um rapaz que perde a cabeça por causa de uma garota... – Nike comentou, lembrando dos poucos filmes água com açúcar que assistira com Areta, nenhuma das duas era muito chegada ao gênero.

-Homens sempre perdem a cabeça com mulheres. Esse é nosso ponto fraco.

Ela achou graça do comentário.

-Até você? – alfinetou.

E ele fez que sim em silencio, fazendo-a se surpreender momentaneamente.

-Foi por uma mulher que eu me tornei o que sou hoje.

-Você deve gostar muito dela. – disse ela, mais para fazer com que a conversa continuasse, do que por ter convicção na frase.

-Gostava. – a expressão fria pareceu tremer por um momento – Ela morreu... Assassinada.

Nike engoliu seco. E então ela se lembrou da explanação que o velho Batman fizera sobre um de seus inimigos e sua intuição gritou... Demorou-se um pouco para juntar a coragem necessária para fazer a pergunta a seguir.

-Ra's Al Ghul? – e ele acenou em positivo – E isso foi antes de você se tornar líder de um grupo de assassinos? – ele acenou em positivo mais uma vez – Foi isso que fez você se tornar líder de um grupo de assassinos. – ela concluiu. Damian não precisava confirmar dessa vez.

-Minha ascensão o enfraqueceu. Dividiu o grupo que ele liderou durante séculos.

-Eu li sobre a Liga dos Assassinos. Eles me pareceram muito fanáticos e fieis a Ra's Al Ghul. Como conseguiu essa cisão?

-Eu sou neto dele. – Ela não tentou esconder a surpresa dessa vez. Seus olhos se arregalaram diante da revelação. Mas Damian continuou a explicação sem perceber - O herdeiro. Era o único que poderia causar essa cisão.

-Por isso ele matou a mulher que você gostava? Por que você era uma ameaça?

Damian a olhou intensamente por um instante, então fez que não, voltando a atenção ao trânsito.

-Ele a matou por que não queria uma descendência impura. Minha mulher era alienígena... E estava grávida... De gêmeos.

Sentiu seu estômago embrulhar sem conseguir conceber o sentimento de perda do homem.

Resolveu continuar o assunto, de outra forma.

-O Sr. Wayne não concorda com o que você fez?

Damian fez que não com a cabeça, lentamente. Os lábios apertados em uma linha fina, quase como se estivesse tentando conter a raiva.

-Isso me tornou o líder de um grupo de assassinos, como ele mesmo diz. Para o meu pai, isso me transforma no meu avô... De certa forma, ele esta certo.

O silêncio voltou a cair entre os dois e Nike se pôs a observar os carros que eles ultrapassavam em alta velocidade. Então, sentiu a necessidade de dizer.

-Eu também iria querer o coração dele na ponta da minha espada. – voltou a olhá-lo – Você não tem do que se envergonhar.

Damian a encarou, e ela pode ver de relance um sorriso tímido passar pelos seus lábios.

-Luta com espadas?

Ela fez que sim.

-Mas eu prefiro Labrys.

Ele arqueou uma das sobrancelhas, interessado.

-É uma arma muito pesada. Reduz muito a velocidade dos golpes... Mas imagino que isso não seja um problema para você.

Ela concordou, dando de ombros.

-Foi Arthemis que lhe treinou com o Labrys? – Nike fez que sim e ele pareceu sorrir com o olhar perdido no trânsito – Você deve ser boa então. A ruiva é uma das melhores arqueiras que conheço... Mas é praticamente imbatível com um Labry na mão.

-Você conhece a general Arthemis?

-Ah sim... Conheço sim... – foi a primeira vez que ela pode sentir algum calor vindo das palavras dele – Desde muito antes de você nascer.

-Quantos anos você tem? – estranhou.

-Bem mais do que aparento.

Ela piscou, compreendendo o por quê.

-Você também usa os Poços de Lázaro. - concluiu.

-Eu não vou morrer antes de levá-lo para o inferno comigo...

Nike ia perguntar algo, mas o comunicador bipou no seu ouvido. Então levou a mão a orelha novamente.

-Permita-me... – disse ele. E antes que ela pudesse responder ao chamado na intimidade, o homem ativou um dos botões do console do carro e a voz do Gavião Guerreiro inundou o ambiente.

"Mulher Maravilha, eu o perdi de vista."

-Você o que?! – ela gritou, irritada.

Damian balançou a cabeça em negativo, quase que ao mesmo tempo em que Gavião se desculpava com um "Ele conhece bem a cidade..."

Nike estava irritada demais para responder. Seu bufar de descontentamento foi a única coisa que o líder da Liga escutou.

-Gavião... – Damian interferiu.

"Quem?"

-O filho do Morcego. – a classificação pareceu ser suficiente já que Gavião Guerreiro continuou na escuta - Onde foi o último lugar que o viu? – o outro respondeu, sem muita simpatia na voz - Nós vamos rastrear o garoto. Assim que o encontrarmos daremos noticia. – e desligou a comunicação com outro apertar de botão – Voltou o olhar para a mulher ao seu lado – Derek tinha razão, o garoto é bom.

***************

Matt sorriu ao perceber que havia despistado todos os perseguidores (incluindo o Gavião). Conhecer Gotham como a palma de sua mão era um diferencial que, pelo visto, nenhum dos outros possuía.

Saiu da ultima boate que entrara pelo telhado. Dali se encaminharia para o encontro com Gabrielly, estava só alguns minutos atrasado, ainda daria tempo.

Isso foi o que ele pensou até dar de cara com um morcego vermelho no meio da escuridão.

-O que pensa que está fazendo? – rosnou o Batman, o fazendo tremer com o tom de reprovação.

Não se lembrava da ultima vez que tremera desse jeito.

-Eu... Ah... Bom... – se calou, sem saber o que responder. Depois com um leve suspiro, inalou um pouco de coragem e falou – Eu só queria dar uma volta.

-Você não tem autorização para agir sozinho ainda... Muito menos na minha cidade. – rosnou mais uma vez o intimidador homem-morcego.

-Eu não pretendia... Não era a minha intenção... Não sai para combater o crime. Eu só...

-Diga de uma vez!

-Ia me encontrar com a Gabrielly. A gente combinou.

O Batman ficou imóvel o encarando, sem emitir nenhum som. Matt teve a impressão que ele estava surpreso com sua resposta.

Mas, um movimento de cabeça do homem o fez perceber que ele estava ativando seu comunicador.

-Onde está a jovem Grayson? – ele perguntou para alguém que Matt imaginou ser da Liga, provavelmente quem a estava seguindo – Droga. – esbravejou, antes de voltar os olhos novamente para Matt – Ela está na mansão.

-Você não está achando que eu menti...

-Não... Mentiram para você. – foi a única coisa que ele conseguiu dizer antes dos dois perceberem que estavam cercados – Espero que seu treinamento tenha servido de algo, moleque.

Eles começaram a lutar assim que foram atacados. Terry ativou o alerta para a Liga (e para a Bat-caverna) em meio às esquivadas de facas, espadas e tiros. A diversidade de armas usadas pelo grupo era esperada, mas, mesmo assim, impressionante.

Matt seguia bem, mas Terry achava que era por que, no caso dele, os assassinos deveriam levá-lo vivo. Ainda assim ele tinha que admitir que o irmão havia evoluído muito.

Num determinado momento, o pegaram em um mata leão, mas Matt tirou uma arma de choque (Terry não sabia de onde) e eletrocutou o adversário o suficiente para fazer o homenzarrão desmaiar.

Em seguida ele foi desarmado, mas isso não o impediu de acertar um chute no estomago do oponente.

Olhou em volta por um milésimo de segundo, ele e o Batman estavam indo bem, embora a desvantagem fosse grande. Matt já havia percebido que aqueles não eram simples assaltantes ou contraventores baratos do submundo de Gotham. Imaginou que tivera a sorte de estar perto do Batman na hora em que o morcego fora atacado por um grupo de arqui-inimigos perigosos e ficou deveras feliz por estar durando mais que cinco minutos na briga.

Sua distração lhe custou a consciência, porém. Uma barra o acertou na cabeça o fazendo desmaiar.

***************

-Arrumar a cozinha... Belos combatentes do crime nós somos. – resmungou o rapaz magricela enquanto secava os pratos que o amigo super poderoso lavava.

-Há sempre algo honroso em cada serviço. – disse a mãe, trazendo a última bandeja vazia – Além disso Jack poderá escutar tudo o que está acontecendo lá em baixo enquanto vocês terminam isso aqui.

-A senhora sabe, tão bem quanto eu, que a caverna tem um revestimento de chumbo... – resmungou Derek mais uma vez.

A mãe não pareceu se comover nem um pouco com o drama do filho.

-Tenho certeza que você arrumará outro jeito. – disse Cassandra, antes de se retirar.

Derek olhou de rabo de olho para a porta que a mãe saiu e, só então puxou o celular do bolso. Digitou alguns comandos e nada.

-Droga. – chiou, voltando a atenção a louça por secar – Não vou conseguir invadir o sistema daqui.

-Não se de ao trabalho, a Gaby está lá... Ela vai contar tudo pra gente depois. – disse Jack, achando engraçada a irritação do amigo.

-É... Ela pode estar lá... Por que eu não?

-Porque a missão dela foi fazer o seu avô comer, a nossa é lavar os pratos... Sinceramente, eu prefiro a nossa. – Derek soltou um muxoxo e Jack continuou – Não se preocupe, se o Matt estiver com problemas nós vamos ficar sabendo.

O amigo concordou em silêncio e voltou a secar os pratos que Jack lavava vagarosamente. Derek estranhou, o super-garoto só fazia isso quando algo o estava incomodando em demasia. E não precisava ser nenhum gênio para saber que o problema não era o perigo que Matt talvez estivesse correndo.

-O que foi? – perguntou Derek, tirando Jack de seus pensamentos.

O outro nem se deu ao trabalho de fingir que nada estava acontecendo. Respirou fundo e largou o prato que lavava antes de voltar-se para ele.

-Sabe aquela lista que eu te dei certa vez?

Derek piscou, surpreso. Fazia alguns anos que não tocavam nesse assunto.

-A dos ex namorados da sua mãe?

-Sim... – ele arrancou um fio de cabelo e esticou ao amigo – Eu quero que faça.

-Pensei que você tinha chegado a conclusão de que, se sua mãe não queria que soubesse quem ele era, era melhor você não saber.

Jack deu de ombros.

-Mudei de idéia.

-Ok, então. – Derek pegou o fio de cabelo do amigo e guardou em um compartimento oculto do celular – Eu já tinha levantado a amostra de praticamente todos na época. Só faltava mesmo cruzar com os seus dados. Não vai levar muito tempo.

Jack sorriu, acenando com a cabeça. Depois se voltou para os pratos e, num piscar de olhos, lavou tudo que ainda faltava.

Derek deu um leve levantar de sobrancelha para ele enquanto Jack o afastava cuidadosamente com uma das mãos. Depois ele soprou de leve sobre a louça, a secando toda de uma vez.

-Ótimo, agora guarda tudo e me encontra no meu quarto, vou traçar o seu DNA e depois começar a cruzar os dados com os que eu já tenho.

-Hum... Eu preciso ir para casa. Sai cedo e não voltei até agora.

Derek acenou em positivo.

-Certo, qualquer coisa eu te aviso.

***************

O carro-voador saiu da rota normal do trânsito em uma manobra nada segura. No seu interior, porém, Nike estava mais preocupada com a demora em chegarem ao local de onde vinha o alerta disparado por Terry. Felizmente, logo foi possível ver a batalha que acontecia no topo de um dos prédios.

-Solte o seu cinto. – disse Damian fazendo o mesmo enquanto pilotava – Se prepare para saltar.

Ela concordou já desafivelando o cinto de segurança, as tiras correram para trás do banco assim que ela soltou as pontas.

-Pronta? – ela fez que sim e ele acionou a porta do passageiro enquanto diminuía a velocidade, pairando próximo ao telhado onde tudo acontecia.

Ela saltou em tempo de desviar dos tiros que investiram contra o carro. Com um mortal perfeito, caiu de pé ao lado de Terry, a tempo de socar o próximo adversário que tentava atingi-lo.

-Você demorou. – rosnou o Batman entre um golpe e outro – Quem te trouxe?

-Não sei se vai gostar da resposta...

O homem não demorou a se juntar a eles, empunhando duas espadas. A graça com que ele as manipulava, em contraste com a agressividade dos golpes, tornava cada uma de suas investidas um espetáculo a parte. Nike teria ficado horas o admirando lutar se não tivesse, ela mesma, sua própria parcela de adversários para derrubar.

Ela não chegou a perceber os olhares semi assustados que alguns dos assassinos deram para o novo parceiro, mas Terry sim. Assim como percebeu que o número deles estava diminuído.

Gavião Guerreiro finalmente se juntou a eles, dando chance para que ele se abaixasse para ver a gravidade dos ferimentos do irmão e não gostou nada do corte demasiadamente ensangüentado na testa.

Sem pensar duas vezes ativou o teletransporte, sabendo que os demais não se importariam de serem deixados para trás.

Matt precisava de cuidados médicos e só havia um lugar que ele confiava o bastante para tratá-lo.



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