História New Heroes; Interativa - Capítulo 2


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Palavras 1.121
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Crossover, Fantasia, Ficção, Ficção Adolescente, Fluffy, LGBT, Magia, Mistério, Misticismo, Romance e Novela, Sci-Fi, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Cross-dresser, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Pansexualidade, Transsexualidade, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


hey, hey, hey! look who's back
E toda bilingue, ó. enfim, vim aqui apresentar um teaser de New Heroes, estrelando uma das futuras heroínas, Yoshida Naoko, interpretada pela Minatozaki Sana. Isso vai mostrar um pouquinho dela, além de um pedacinho mais do clima que eu pretendo passar nessa estória. Eu pretendo fazer um desses para o Junho e, quem sabe, para alguns dos instrutores, o que acham? Por favor, me digam nos comentários. Enfim, eu espero que gostem

Capítulo 2 - --; its only the beginning.


Fanfic / Fanfiction New Heroes; Interativa - Capítulo 2 - --; its only the beginning.

The space is opening from the bottom up, a persistent call inside a strange darkness;;

— limitless, by nct 127

 

--; limitless

— Eu não fiz nada!— choramingou a garota, seu rosto se contorcendo em uma careta.

— Senhorita Yoshida, mantenha a postura, por favor!— rosnou o diretor, fazendo com que a garota se encostasse na cadeira. É, choramingar não iria adiantar daquela vez; todavia, não custaria-lhe manter a personagem para referências futuras. Com certeza seria mais fácil se defender se soubesse do que estava sendo acusada.

— Desculpe, senhor Hada.— respondeu a menina, encolhendo os ombros. Independente do que havia feito ou não, ela não estava disposta a ser punida.— Por favor, senhor, poderia me dizer o que está acontecendo? Posso ligar para meus pais? Eles devem estar preocupados à essa altura.

— Senhorita, esteja ciente que seus pais sabem o que está acontecendo.— garantiu o homem.

Bom, pelo menos eles, Yoshida Naoko conteve-se para manter-se quieta. Afinal, o que ela mais queria era guinchar até que o diretor de sua escola lhe contasse porque havia sido arrastada humilhantemente para fora da sala de aula cerca de meia-hora antes. Ela nem mesmo se lembrava de ter feito algo tão terrível… oh, na verdade, ela lembrava. Mas não havia como o diretor Hada saber.

Mantinha-se ereta em sua poltrona, por mais que suas costas começassem a doer, com as mãos pousadas sobre o colo. O diretor agora dava as costas a menina, olhando a janela com um olhar perdido. Ele pensa que está em um filme?, questionou Nao, internamente, lembrando das produções americanas que havia visto. Se não fosse uma menina educada, provavelmente teria perguntado em voz alta — e ganharia, na melhor das hipóteses, uma semana de suspensão por isso.

—Bom dia!— uma voz suave soou, de repente, atrás da menina. O diretor virou-se rapidamente, abrindo um sorriso largo em direção a origem dela. Nao voltou-se lentamente, como uma dama, para fitar o homem que agora caminhava em direção ao diretor, ambos fazendo uma saudação educada.— Senhor Hada, como está? Bem, eu espero. Essa é a senhorita Yoshida?

—Exatamente, senhor Park.— Hada gesticulou em direção à Naoko, que pôs-se de pé e curvou-se delicadamente quando o homem voltou-se para ela.— Bem, não pretendo atrapalhar. Até mais ver, senhor Park e, senhorita Yoshida, honre o bom nome de nossa escola em minha ausência.

E, assim, o diretor deixou a sala. Definitivamente havia algo errado; o diretor Hada era o homem mais metido que Nao conhecia, sendo que provavelmente era o primeiro a saber das fofocas dos estudantes, por que abandonaria a chance de saber em primeira mão o que aquele homem queria com Naoko? Além disso, quem diabos era aquele homem? Hada se referira a ele como senhor Park e, pelas contas de Nao, aquele era um nome coreano. A garota buscou em sua mente qualquer coisa que tivesse feito que talvez se encaixasse no no contexto de crime internacional, mas nada lhe ocorria.

— Pode se sentar, senhorita Yoshida.— o homem, Park, sorriu, tomando a cadeira que antes pertencia ao diretor— Sabe o que está acontecendo?

— Não, senhor.— respondeu Nao, sentando-se.

— Isso é bom. Significa que me obedeceram. Assim entrará nisso sem qualquer preconceito.— ah, mal sabia o senhor Park que Naoko estava mais do que cheia de preconceitos com aquela situação.— Enfim, meu nome é  Park Hyun Woo. É um prazer conhecê-la, senhorita Yoshida.

— Digo o mesmo, senhor Park. Me apresentaria, mas acho que já sabe meu nome.— A menina sorriu.

— Isso será apenas uma entrevista comum, não quero que se assuste.— Hyunwoo levantou-se indo em direção a janela.— Esta com sede?

 

+++++

 

Honestamente, ela não estava entendendo nada.

Hyunwoo havia lhe feito perguntas estranhas em um tom estranho. Porém, parecia que ele apenas queria que ela ficasse com sede, de tão frívola que havia sido a conversa. Ao fim de meia hora falando sobre seus horários e métodos de estudo — com Nao soltando algumas pequenas mentirinhas, afinal, o homem não precisava saber de tudo —, ela finalmente se cansara e aceitara um copo de água — que, aliás, não estava tão insípida quando parecia. Então, como em um baque, ele se deu por satisfeito e mandou Naoko novamente para a sala de aula.

O resto de seu dia havia sido o mais normal possível,  levando Nao a pensar que a estranheza de Park Hyun Woon — era esse seu nome, certo?— estava apenas em sua mente.  De qualquer forma, havia acabado, e era hora de voltar para casa.

Como normalmente,  caminhava rápido, com seu fichário em uma mão e as chaves de casa em punho na outra. Ela normalmente não ficava assustada, já que morava em uma cidade relativamente segura. Porém, Nao tinha certeza que havia algo errado: ela simplesmente não estava confortável, como se estivesse sendo seguida. Para melhorar a situação, estava estranhamente escuro — apenas um dos postes daquela rua funcionava e os prédios pareciam fazer mais sombra do que deveriam.

Maravilha, bufou Nao. Ela estava pronta para ser atacada.

Subitamente, algo então estalou na menina: uma necessidade estranha de fugir.

Sentia seus músculos queimarem a medida que a adrenalina tomava conta de seu corpo. O que estava acontecendo? Permaneceu imóvel por um milésimo de segundo; um…dois...três, o tempo necessário para que Nao partisse em disparada pela rua deserta. Ela mal conseguia ver qualquer coisa — quando havia ficado tão escuro? Por um segundo, pode ouvir passos atrás de si.

Correu ainda mais rápido, ainda que desnorteada, até ir de encontro a alguma coisa. Nao diria o que era, mas estava escuro demais para que distinguisse até mesmo suas próprias mãos. No chão, a garota pode apenas encolher-se, apertando as chaves com força — seu fichário deveria estar em algum lugar próximo,  mas ela não sentia-o consigo. Fechou os olhos com força, sentindo o medo tomar conta de si enquanto ouvia os mesmos passos se aproximando.

Deus, Buda, quem quer que seja, por favor...

Gradualmente,  a escuridão ao redor dela parecia diminuir. Abriu os olhos vagarosamente,  para fitar o que a iluminava. O que é isso? Pareciam com vagalumes, mas Nao percebia que não eram. Eram… grãos de poeira iluminados? Mas que… , Nao conteve-se mesmo que em pensamento. Ela estava confusa, e,  pior de tudo, tinha certeza que estava chorando. Algo parecia tomar forma a sua frente — não algo, alguém. Uma mão tocou seu ombro, calorosa.

—Parabéns, senhorita Yoshida. Não queria que o teste fosse feito dessa maneira, mas esse é o único jeito. Agora nós temos certeza.— Naoko ergueu o rosto para encarar a origem da voz suave: Park Hyunwoo, acompanhado de uma mulher de expressão ácida e um homem de aparência cansada. O primeiro lhe dava o mais sincero dos sorrisos.

Nao o desmanchou, levando a mão em punho em direção ao rosto do coreano.


Notas Finais


O que acharam? Gostaram? Espero que sim!
fighting, Lia


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