História New History - Capítulo 12


Escrita por: ~ e ~24Kendra

Postado
Categorias Teen Wolf
Personagens Derek Hale, Jordan Parrish, Liam Dunbar, Lydia Martin, Malia Tate, Mieczyslaw “Stiles” Stilinski, Personagens Originais, Scott McCall, Theo Raeken
Visualizações 27
Palavras 2.065
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo, Violência
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Espero que gostem. BEIJOS.

Capítulo 12 - Titanic


Fanfic / Fanfiction New History - Capítulo 12 - Titanic

POV. Georgia Hale

(Quinta-Feira)

     Estava torcendo para que cancelassem a aula mais um dia, mas infelizmente o problema com a luz foi resolvido. Para piorar hoje teríamos um jantar em casa com todos os amigos dos meus pais. E isso significa que terei que ver Jack à noite.

     Desde o dia da festa eu estou dividida entre ir atrás dele ou fugir dele. Minha intimidade quer muito cobrar os dois orgasmos que ele me prometeu, mas meu cérebro diz que se eu insistir no erro vou acabar me dando mal.  

     Qual é o meu problema? Tenho toda a facilidade do mundo de decidir que roupa usar, mas não consigo decidir o que fazer com Jack? Não importa, vou resolver isso com maquiagem e uma ligação para um cara com quem me diverti há um tempo atrás.

     Deixo de lado esse problema e me concentro em descobrir o que está acontecendo com Evan, ele está mais estranho do que o normal e a falta de sono está acabando com a sua aparência. E um Hale mau-cuidado  é um Hale mau-humorado. Decido ir com ele em seu carro hoje, assim posso interrogá-lo sem nossos pais por perto. Assim que entramos nos carro começo a puxar assunto utilizando minha tática infalível (mas que sempre falha) de descontração.

-- Então, como andam as coisas? Escola está legal? E os amigos? – pergunto de uma só vez, a escola não é muito longe da nossa casa e não tenho tanto tempo assim para enrolar.

-- Você não é o papai, Georgia. Não precisa fazer essas perguntas idiotas, vá direto ao ponto. – quando ele fala isso me desanimo um pouco, seu humor realmente não está bom.

-- O que aconteceu com você? Está estranho desde terça-feira. Quer dizer, mais estranho do que você já é. – tento usar humor para diminuir a tensão, mas ele permanece sério com os olhos vidrados na estrada. – Sabe que pode me contar qualquer coisa, né? Estarei sempre apoiando você, é isso o que vadias fazem, sempre se defendem. – aí está, o sorriso que venho mendigando desde que entramos no carro. Gostaria de agradecer a mim mesma por ser tão incrível.

-- Estou gostando de alguém, e por um momento de insanidade achei que ele também gostasse de mim. Então pego uma vadia loira enfiando a língua na boca dele. – consigo ver as lágrimas se formando nos cantos de seus olhos, mas ele aperta o volante e respira fundo antes de continuar a falar. – Eu poderia ser qualquer coisa no mundo, mas eu queria tanto ser dele, e agora eu me sinto estúpido por pensar isso. – seus olhos continuam encarando a estrada, ele fica em silencio, mas sei que sua mente está gritando de ódio e mágoa.

-- Quem é essa pessoa? Sabe que posso matá-lo se você quiser certo? Eu já vi How To Get Away With A Murder, sei como fazer parecer que não foi minha culpa e se não der certo, podemos dizer que foi a Alex, ela tem cara de assassina. – ele dá uma risada e eu o acompanho. Evan é o morango do meu chocolate, prefiro morrer antes de ver meu irmão sofrer por qualquer coisa.

-- Eu vou te contar, mas se você falar para qualquer pessoa, eu arrasto você até o inferno. – ele desvia os olhos da estrada por apenas um segundo, o suficiente para que eu tenha certeza de que ele está falando sério. Dou permissão silenciosa para que ele continue falando. – Blake Martin. – ele novamente aperta o volante.

     Engulo em seco, Blake não é o garoto mais popular na escola, mas fora dela, sua reputação é de pegador. Os dormitórios da faculdade local estão repletos de corações partidos por ele.     

     Olho para a estrada, não quero que meu irmão veja resquícios de julgamento em meu rosto. Quando paramos no estacionamento da escola respiro fundo e volto a encará-lo, Evan já está me olhando, esperando que eu fale algo.

-- Amor é bom, mas não quando não é correspondido. Estou do seu lado Evan, e se for preciso vou te ajudar a juntar cada caquinho do seu coração, mas Blake não é bom pra você.  Prometa-me que vai tentar ficar longe dele. – estendo o mindinho para ele, essa é a nossa forma de prometer as coisas. Preciso que ele prometa, pois só assim ficarei tranquila em relação a isso tudo. Depois de alguns segundos ele junta seu dedo com o meu, selando assim a nossa promessa.

     Descemos do carro, entramos na escola e seguimos cada um para o seu lado. Depois de pegar meus livros e ouvir Isabelle tagarelar sobre coisas aleatórias (ela parece bem animada), caminho em direção a sala de aula. Como minha amiga está em período vago, tenho que caminhar sozinha, o que facilita quando alguém me puxa para dentro de uma sala aleatória. Esse alguém acaba por ser Jack.

-- Que merda Raeken, você tem problema? – ele fecha a porta e a janelinha, então se vira para mim.

-- Estou tentando falar com você desde terça, mas você só me ignora. Tive que dar um jeito de conversar com você sem Isabelle por perto, meu deus, você já tem uma sombra, não precisa de outra. – Jack se aproxima e por precaução me afasto.

-- Bom, então fala o que você quer, para que eu possa voltar para os meus estudos. – ele revira os olhos e abre um sorriso que por incrível que pareça me deixa molhada.

-- Só quero saber como você está depois da festa. – ele retira sua camisa branca e encaro seu corpo descaradamente, já que meus pais sempre dizem que o que deus faz a gente aprecia, é o que estou fazendo. Por conta disso não percebo sua aproximação até que ele esteja a centímetros perto de mim. Tinha que admitir, Jack é um deus grego.

-- Estou muito bem. Caso você não saiba, eu não fui pega. – minha voz é firme, nem a Grécia inteira me faria gaguejar. Ele me encara de cima a baixo e então lambe o lábio inferior.  Não faça nada Georgia, você é uma vadia, mas é uma vadia controla... Ah foda-se. Junto meus lábios com os dele, Jack prontamente retribui e em seguida pede passagem para a língua e eu cedo rapidamente.

      Suas mãos descem até minhas coxas e sinto ele me erguer até que eu esteja sentada na mesa do professor.  Separamos-nos apenas o suficiente para que ele consiga tirar a minha blusa, Jack desce seus beijos até o meu pescoço e enquanto isso arranho suas costas. Começo a gemer baixinho em seu ouvido, ele retira meu sutiã e logo em seguida minha calça. Volto a beijá-lo dando leves mordidas em seu lábio inferior, ele se afasta com um sorriso adornando seus lábios e então abocanha meu seio esquerdo enquanto massageia o outro, Jack hora sugava, hora lambia e nesse ponto meus gemidos já estão altos, seus movimentos estão me levando a loucura.  Enquanto seus lábios estão concentrados em meus seios, sua mão desce até minha calcinha invadindo a mesma, seus dedos ágeis massageiam meu clitóris e meus gemidos se intensificam.

     Minhas mãos vão até seu cabelo e começo a puxar os fios até que seus lábios se voltem para os meus, iniciando outro beijo. Jack se ajoelha à minha frente e abocanha minha intimidade, seus olhos estão vidrados no meu até que inclino minha cabeça para trás. Ele explora meu sexo com sua língua e então começa a me penetrar com a mesma lentamente. Se sua intenção é me fazer implorar por mais, ele atinge seu intento, porque em questão de segundos estou choramingando para que ele intensifique seus movimentos. E assim ele faz, me estimulando com movimentos de vai e vem, logo sua língua é substituída pelos seus dedos e ele volta a me beijar. Então uma sensação incrível se espalha pelo meu corpo e apoio minha cabeça em seu ombro, acabo de ter um orgasmo. Jack retira seus dedos de dentro de mim e então os lambe, sorri e me dá outro beijo.

-- Parece que a garotinha acabou de ter o seu primeiro orgasmo do dia -- ele caçoa e estou atordoada demais para responder, mas  em troca lhe dou uma mordida em seu pescoço que deixará marca no futuro.

     Jack geme em meu ouvido e o ajudo a tirar a calça e a cueca, ele tira uma camisinha do bolso de sua calça e eu coloco-a depois de fazer uma leve masturbação em seu membro. Ele então começa a me penetrar devagar, mas eu o puxo em direção ao meu corpo para que vá mais rápido.

      Quando ele já está totalmente dentro de mim, deito-me na mesa e abro mais as pernas, para que ele consiga ter um acesso maior a minha intimidade. Jack então começa a estocar rápido e fundo, não demora muito para que ele consiga achar o meu ponto G, o que me faz gemer alto, ele também geme sincronizando comigo. Com mais algumas estocadas certeiras, chego ao meu segundo orgasmo e Jack me acompanha apoiando sua testa na minha, me beijando uma última vez antes que eu o afaste.

     Ele me observa enquanto coloco minhas roupas, até que também começa a colocar as suas.

-- Isso não devia ter acontecido. Isso não pode acontecer de novo. E você não pode contar para ninguém Jack. – falo pausadamente, estou cansada e quero apenas deitar em seu peito e relaxar, mas não posso, tenho que afastá-lo antes que seja tarde demais.

-- Eu não vou contar e prometo que não vai acontecer novamente, vamos ficar um longe do outro. – ele responde assim que termina de se vestir. – E nada de ficarmos sozinhos em um mesmo cômodo, apenas por precaução. – ele fala e concordo com ele.

     Espero dois minutos para sair da sala depois que ele se retira. Penso no nosso plano de nos afastarmos, nada poderia dar errado.

      Minha vida é como um navio, navegando em um oceano de sorte.

------------------------- Em casa ------------------------

      O resto do dia foi normal, tirando alguns amigos que perguntaram sobre meu desaparecimento no primeiro período. Agora estou me arrumando para o jantar com meus pais e seus amigos. Seus filhos também estarão aqui e por isso Evan está no meu quarto caminhando de um lado para o outro. Eu faria o mesmo se não fosse um pouquinho mais controlada.

-- Se continuar indo de um lado para o outro vai acabar chegando no Japão. – comento tentando fazer com que ele se acalme. – Ele já veio aqui um milhão de vezes, então apenas aja como você sempre agiu. – esse conselho valia para nós dois.

     Ajeito-me em frente ao espelho, estou com uma saia preta curta, uma blusa vermelho vinho cheia de detalhas na frente e nas costas e meu salto preto não tão alto. Então ouço o tumulto lá embaixo, o que indica que eles chegaram, Evan e eu descemos a escada e cumprimentamos todo mundo com um aceno de mão.

     Depois de mais ou menos uma hora de conversas e brincadeiras, sentamo-nos a mesa e começamos a jantar, sempre que meus pais e seus amigos se reúnem as conversas são eternas e divertidas, mesmo enquanto estamos na mesa. Sinto Jack me encarar, mas o ignoro mesmo sentindo certo incomodo. Foco em meu prato e apenas retorno ao mundo real quando meu pai me chama, antes de encara-lo, olho sem querer para Jack, o mesmo está com os olhos arregalados e um sorriso falso no rosto.

-- Então filha, o que você achou dessa ideia? – deve ter aparecido um ponto de interrogação enorme acima da minha cabeça, porque papai suspira e começa a explicar pelo que parece ser a segunda vez. – Eu e seu pai andamos percebendo que suas notas em economia não estão nem um pouco boas, então seus tios Liam e Theo falaram que Jack poderia lhe dar aulas particulares a partir da próxima semana, já que ele vai muito bem na matéria em questão.—minha cara vai parar no chão e demoro alguns segundos para me recuperar da novidade. Sorrio para eles e respondo com um – OK – em uma voz extremamente fina.

-- Ótimo, Jack depois nós discutimos o valor que você irá receber. – Jack murmura um –Incrível—e em seguida volta a comer. Os nossos pais então voltam a conversar entre si e eu volto a focar em minha comida.

     Eu estava certa, minha vida é como um navio. A porra do Titanic. 


Notas Finais


Eu amo a Georgia! S2


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